Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 14.005.877,00 | R$ 1.011.774,02 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 13.838.177,00 | R$ 13.838.177,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 12.149.783,00 | R$ 11.650.386,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | FOMENTO AO SETOR AGROPECUARIO | R$ 12.000.000,00 | R$ 1.336.613,66 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.000.000,00 | R$ 8.000.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | APOIO A PROJETOS DE INFRAESTRUTURA TURISTICA | R$ 2.400.000,00 | R$ 403.899,13 |
| 2026 | MÚLTIPLO | APOIO A PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL LOCAL INTEGRADO | R$ 1.988.750,00 | R$ 157.500,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 1.900.000,00 | R$ 1.900.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | APOIO A IMPLEMENTACAO E MODERNIZACAO DE ESPACOS E EQUIPAMENTOS CULTURAIS | R$ 900.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 600.000,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve duas campanhas da mesma eleição de 2018 no RS: Paulo Renato Paim (PT) e a campanha de Miguel Soldatelli Rossetto ao governo, ambos do mesmo campo político/coligação. Doações entre campanhas aliadas e despesas compartilhadas (ex.: repasse de recursos para ações conjuntas) são padrões comuns e legítimos. O valor de retorno (R$ 100 mil) é menor que o recebido (R$ 112,5 mil), o que é compatível com sobra de repasse ou ressarcimento parcial, não com um loop fechado suspeito.
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 455,00 a Paulo Renato Paim; a diferença de ordens de grandeza e a ausência de vínculo partidário claro entre os elos justificam checagem humana. Além disso, a empresa ESSENT aparece como doadora e fornecedora de campanhas, fechando o loop com valores muito díspares.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PL, NOVO) e sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: JAIR BOLSONARO pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, mas a AIXMOBIL doou apenas R$ 455,00 a PAULO RENATO PAIM, e PAULO RENATO PAIM pagou R$ 20.224,40 à ESSENT, que doou R$ 3.220,00 a WALKIRIA. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PMB; 2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 455,00 a Paulo Renato Paim (PT/RS), e a despesa de R$ 20.224,40 de Paim para a ESSENT, que doa R$ 2.948,00 a Iraci Marcelino (PMB/MG). A diferença de ordens de grandeza entre os valores e a presença de empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) reforçam a necessidade de checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PL, PSDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um repasse rotineiro de coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 4.000 vezes maior que a doação de R$ 455,00 da AIXMOBIL para Paulo Paim, e a despesa de R$ 20.224,40 de Paim para a ESSENT é cerca de 83 vezes maior que a doação de R$ 243,00 da ESSENT para Raizer. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a direção dos fluxos.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT, PL e PATRIOTA) e inclui uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de campanha de outro candidato, o que não é um padrão rotineiro de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a doação de R$ 1,00 de Airton a Bolsonaro contrasta com os R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMobil e os R$ 20 mil pagos por Paulo Paim à Essent. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, MDB) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do MDB e recebe despesa de campanha do senador Paulo Renato Paim (PT), enquanto a AIXMOBIL doa ao PT e recebe despesa da campanha de Bolsonaro (PL). O elo mais frágil é a doação de R$ 1,00 de Alberto Amaral Alfaro a Jair Bolsonaro em 2022, valor irrisório que não explica a conexão entre as cadeias. A soma das despesas (R$ 204.244,00) é uma ordem de grandeza maior que as doações (R$ 2.456,00), o que dificulta enxergar um padrão rotineiro de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PT, PL, PDT) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: doações de R$ 455,00 e R$ 1,00 contrastam com despesas de R$ 20.224,40 e R$ 184.352,21, e não há indício de que os valores retornem equivalentes ao ponto de partida. Sem dados sobre a relação entre as empresas e as campanhas, ou sobre a origem dos recursos, não é possível afirmar que o loop seja um artefato rotineiro nem que mereça priorização imediata.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e campos opostos (PT, PL, MDB) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos aliados. Além disso, a Essent aparece como doadora de um vereador do MDB e, no mesmo período, como fornecedora paga pela campanha de Paulo Paim (PT), criando uma ligação direta entre doação e despesa na mesma cadeia. O valor pago por Bolsonaro à Aixmobil (R$ 184 mil) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações, o que merece checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT, PL, PSL) e sem coligação comum, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMobil é cerca de 4.000 vezes a doação de R$ 45,50 da AIXMobil a Paulo Paim, e a doação de R$ 100 de Gaspar a Bolsonaro é irrisória frente ao restante. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza das relações financeiras.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PT/RS 2018, PL/BR 2018-2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 de um vereador a Bolsonaro, R$ 202 mil de despesa de Paim a uma contabilidade) e as transações ocorrem em anos diferentes, sem um fluxo financeiro coerente que caracterize um loop real. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é um padrão rotineiro claramente explicável.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT, PL, PRTB) sem coligação comum, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMobil contrasta com a doação de R$ 455,00 da AIXMobil a Paulo Paim, e a despesa de R$ 20.224,40 de Paim à Essent contrasta com a doação de R$ 50,00 da Essent a Jeferson Lopes. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
IA O ciclo envolve campanhas de partidos distintos (PT, PL, PP) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta explicar como um simples repasse de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 455,00 a Paulo Paim (PT) — valores de ordens de grandeza muito diferentes e direção político-partidária oposta. Além disso, a ESSENT aparece como doadora de R$ 50,00 a um vereador do PP e como fornecedora de R$ 20.224,40 à campanha de Paim, fechando o ciclo com valores desproporcionais. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT e PL) e empresas, sem coligação comum que explique a cadeia. O volume é fortemente assimétrico: a maior parte do dinheiro (R$ 184 mil) sai da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL, enquanto a ESSENT recebe R$ 20 mil da campanha de Paulo Paim e faz doações pequenas a Bruno Gaudêncio, que por sua vez doa a Bolsonaro. A ligação ESSENT -> Bruno -> Bolsonaro -> AIXMOBIL -> Paim -> ESSENT forma um loop fechado com valores muito díspares, o que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT, PSL e PL) e uma empresa de contabilidade que aparece tanto doando quanto recebendo recursos de campanhas, o que dificulta uma explicação por mera coincidência partidária. Além disso, há uma assimetria extrema de valores: JAIR BOLSONARO pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doou apenas R$ 455,00 a PAULO RENATO PAIM, e este pagou R$ 20.224,40 à ESSENT, que havia doado R$ 200,00 a MARCOS CALEGARI. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass e depois recebe pagamento de despesa da campanha de Paulo Renato Paim, enquanto a campanha de Elvino paga despesa para Miguel Rossetto e a campanha de Miguel doa para Paulo Paim. Embora todos sejam do PT/RS em 2018, o fluxo fecha um loop com valores expressivos (R$ 177,5 mil) e a empresa de contabilidade aparece nos dois lados (doadora e fornecedora), o que não é um padrão rotineiro de mesma coligação. A coincidência de sentidos e a intermediação por uma empresa privada justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para Henrique Fontana Junior, cujo comitê paga despesa a Miguel Soldatelli Rossetto, que doa para Paulo Renato Paim, que por sua vez paga despesa à mesma ESSENT, fechando o loop. Embora todos os envolvidos sejam do PT/RS em 2018, o retorno do dinheiro à empresa doadora original em um ciclo curto e fechado é um fato que foge ao padrão comum de doações e despesas eleitorais e merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas a coincidência do loop com valores expressivos justifica priorização.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não formam um loop fechado de retorno do mesmo montante. As entidades nomeadas são todas do PT/RS, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as transações listadas não mostram uma devolução direta do dinheiro ao ponto de origem. Faltam elementos concretos que sugiram um padrão anômalo ou, ao contrário, uma explicação simples e legítima.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018, com valores modestos (R$ 3.000 e R$ 1.100) entre candidatos do mesmo partido, o que é compatível com doações entre aliados. A maior transação é um repasse de R$ 112.500 da campanha de Miguel Rossetto (governador) para Paulo Paim (senador), ambos PT-RS, padrão comum de apoio dentro da mesma chapa. A empresa ESSENT aparece como doadora e depois como fornecedora de serviços contábeis de campanha, o que pode ser coincidência de ramo ou relação comercial legítima. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço prestado.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para uma campanha do PT e, na mesma cadeia, recebe pagamento de despesa de outra campanha do PT, fechando um loop com valores relevantes. Embora todos os políticos sejam do PT/RS, a presença de uma empresa de contabilidade no centro do ciclo, com doações e recebimentos cruzados entre campanhas, não tem explicação simples e merece checagem humana. O valor total de R$ 169,5 mil não é trivial, e a coincidência de anos (2018/2020) e cargos distintos reforça a necessidade de verificar a real natureza dessas movimentações.
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (de R$ 606 a R$ 112.500) e anos distintos (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT/RS, o que oferece uma explicação plausível de aliança partidária, mas a ESSENT é uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, e o retorno de recursos a ela via despesa de campanha é um padrão comum e legítimo. Não há um fato isolado que destoe claramente a ponto de justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSDB) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com despesas de campanha (ex.: R$ 165,00 para contabilidade), e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 156.571,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas de campanhas distintas. Há elos partidários claros (Henrique Fontana e Paulo Paim são do PT/RS), o que pode explicar parte do fluxo, mas a entrada da empresa ESSENT e da vereadora do PSDB Claudia Madeira não tem conexão óbvia com os demais. O valor total não é uma ordem de grandeza acima das transações individuais, e não há um fato único que destoe de forma gritante.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Paulo Paim e Elvino Bohn Gass) e uma empresa, com valores muito díspares: R$ 112.500 de doação a Paim, R$ 35.000 de despesa de Bohn Gass a Miguel Rossetto, R$ 2.514 de doação da AIXMOBIL a Bohn Gass e R$ 82,37 de despesa de Paim à AIXMOBIL. As conexões partidárias e a proximidade temporal (2018) oferecem explicação plausível para parte do fluxo, mas a presença de uma empresa no meio do ciclo e a assimetria extrema dos valores (R$ 82,37 vs. R$ 112.500) não permitem afirmar que é rotineiro nem que é claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza da AIXMOBIL e sobre a relação entre as campanhas para decidir.
IA O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político no RS em 2018: Paulo Paim (PT) e Henrique Fontana (PT) receberam doação da campanha de Miguel Rossetto (PT) ao governo do RS, e a AIXMOBIL aparece como doadora de Fontana e fornecedora de Paim. Os valores são modestos e compatíveis com repasses entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora de ramo, então o padrão é explicável por articulação partidária comum.
IA O ciclo envolve três políticos do PT do RS (Miguel Rossetto, Paulo Paim e Nestor Schwertner) e duas empresas, com valores que variam de R$ 82,37 a R$ 112.500,00. A maioria das transações ocorre em 2018, mas há uma doação de Nestor Schwertner para Miguel Rossetto em 2026, fora do período eleitoral, o que chama atenção. No entanto, as conexões partidárias e a possibilidade de ressarcimentos ou doações entre aliados tornam o caso explicável sem indícios claros de irregularidade. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de movimentação de campanha, como valores muito acima do mercado ou fornecedores sem relação com a atividade.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2018, o que é compatível com movimentação dentro de uma mesma coligação/partido. Os valores são muito assimétricos: a maior transação (R$ 112.500,00) é uma doação de campanha a senador, enquanto as demais são pequenas (R$ 150, R$ 2.995, R$ 21.000 e R$ 82,37), sugerindo que o 'loop' é um artefato de agregação de transações de naturezas distintas. A empresa AIXMOBIL aparece doando R$ 2.995 e recebendo R$ 82,37 de volta, valores irrelevantes perto do total, sem indicar devolução significativa. Não há um fato concreto que fuja do padrão de relacionamento entre aliados do mesmo partido.
IA O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (PT) e da mesma coligação no RS em 2018, com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. A maior transação (R$ 112.500) é uma doação do comitê de Miguel Rossetto a Paulo Paim, ambos do PT, e o restante são valores pequenos (R$ 6.864, R$ 15.000, R$ 82,37) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos de serviços. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta valor muito superior ao doado.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 111,49, R$ 455,00, R$ 32.500,00 e R$ 100.000,00) e entidades com naturezas distintas, incluindo uma empresa sem nome identificado e outra de serviços/participações. Há vínculos partidários claros (PT-RS) entre os dois políticos, o que poderia explicar parte das movimentações como repasses ou despesas de campanha, mas a presença de uma empresa de participações no meio do ciclo e a ausência de detalhamento sobre a natureza dos serviços prestados impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que se trata de padrão rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há doações entre pessoas físicas e despesas de campanha, todas dentro do PT/RS em anos próximos (2018-2020). Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 100.000) e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o ciclo.
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