Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2019 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.920.774,00 | R$ 8.920.774,00 |
| 2019 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.000.000,00 | R$ 5.000.000,00 |
| 2019 | SÃO PAULO (UF) | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 1.000.000,00 | R$ 1.000.000,00 |
| 2019 | NOVA LIMA - MG | CONSERVACAO E RECUPERACAO DE BACIAS HIDROGRAFICAS | R$ 500.000,00 | R$ 0,00 |
| 2018 | MÚLTIPLO | APOIO A MANUTENCAO DE UNIDADES DE SAUDE | R$ 11.372.271,00 | R$ 11.372.271,00 |
| 2018 | MINAS GERAIS (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 1.000.000,00 | R$ 0,00 |
| 2018 | MÚLTIPLO | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 999.997,66 | R$ 19.797,14 |
| 2018 | MÚLTIPLO | FOMENTO AO SETOR AGROPECUARIO | R$ 899.998,02 | R$ 8.400,00 |
| 2018 | MINAS GERAIS (UF) | APOIO A MODERNIZACAO DAS INSTITUICOES DE SEGURANCA PUBLICA | R$ 250.000,00 | R$ 0,00 |
| 2018 | MINAS GERAIS (UF) | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 249.197,00 | R$ 209.169,41 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e compartilham o mesmo sobrenome, indicando provável relação familiar. Doações entre parentes filiados ao mesmo partido são um padrão comum e legal na política brasileira, especialmente quando um é candidato a prefeito e o outro a deputado federal no mesmo estado. O fluxo de recursos de uma campanha para outra dentro do mesmo grupo político não configura, por si só, irregularidade.
IA O ciclo fecha entre três pessoas com sobrenome Quinta(o) — Leonardo e Sebastião são claramente parentes — e o elo de volta é uma despesa de campanha paga por Sebastião a Gesse Welisson de Souza, que havia doado a Leonardo. O valor de R$ 560 mil doado por Leonardo a Sebastião em 2024 é de ordem de grandeza muito superior à doação de R$ 975 de Gesse a Leonardo, o que sugere que o loop não é um simples ressarcimento proporcional. A coincidência de sobrenomes e o fechamento do ciclo em um único ano eleitoral justificam checagem humana.
IA O ciclo fecha entre pessoas com sobrenome Quintaão (Leonardo e Sebastião) e uma terceira entidade sem nome identificado, com valores muito desproporcionais: Leonardo doa R$ 560 mil a Sebastião em 2024, e Sebastião paga R$ 8,3 mil a uma 'FLÁVIA BRANDÃO MOREIRA LOPES', nome quase idêntico ao de 'FLAVIA BRANDAO MOREIRA BARCELOS' que havia doado R$ 525 a Leonardo em 2018. Embora ambos sejam do MDB-MG e possam ser parentes, o retorno do dinheiro a uma pessoa com nome praticamente igual ao doador inicial, após passar por outra campanha, é um fato concreto que foge do padrão de simples repasse partidário e merece checagem humana.
IA O ciclo envolve duas figuras com o mesmo sobrenome (Quintão) e ambos filiados ao MDB em MG, o que sugere relação familiar e atuação política na mesma região. A maior parte do valor (R$ 72.000) é doação de Sebastião para Leonardo em 2018, compatível com repasse entre aliados do mesmo partido. A transação de R$ 10.000 de Leonardo para Raquel em 2018 e os R$ 5.294 de Raquel para Sebastião em 2024 completam o loop, mas os valores são modestos e o intervalo de anos não indica um esquema fechado e imediato.
IA O ciclo envolve três pessoas do mesmo partido (MDB) em Minas Gerais, o que é um padrão comum em coligações e grupos políticos locais. Os valores são modestos (R$ 77 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), com a maior parte (R$ 72 mil) sendo uma doação de Sebastião para Leonardo em 2018. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a motivação das transferências.
IA O ciclo fecha entre três nomes sem partido ou coligação em comum: Leonardo (MDB) doa R$ 65.000 a Jadson (PRTB) em 2020, e Jadson paga R$ 2.467 a Laercio Araujo, que em 2018 havia doado R$ 575 a Leonardo. O valor que sai de Leonardo para Jadson é cerca de 26 vezes maior que o retorno via Laercio, e a diferença de partidos e cargos/anos não sugere uma estrutura partidária comum que explique a triangulação. Não há prova de irregularidade, mas o ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas três pessoas e valores modestos (R$ 650,00 a R$ 65.000,00), mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os partidos são distintos (MDB e PRTB), sem coligação declarada. A doação de Leonardo a Jadson (R$ 65.000,00) é a maior e fecha o loop via despesa de Jadson a José Cícero, que havia doado a Leonardo em 2018. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e imediata para o retorno do dinheiro à cadeia.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 575 a R$ 560.000) e anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Leonardo e Sebastião) e geográficos (todos em MG), mas Jadson é de outro partido (PRTB) e o elo final com Laércio Araújo não tem partido/cargo informado. Os fatos não permitem afirmar padrão legítimo nem apontar um indício forte o suficiente para priorização.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 602.950,00, com uma doação de R$ 560.000,00 de Leonardo Quintaão para Sebastião Quintaão em 2024 — valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Embora haja vínculo familiar e partidário (MDB) entre os dois, o retorno do dinheiro a Jadson Heleno Moreira (PRTB) e a José Cícero Bernardo da Silva fecha um loop entre partidos diferentes, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O valor elevado e a mistura de legendas justificam checagem humana.
IA O loop envolve 5 entidades e R$ 574.875,33, mas a maior transação é uma doação de R$ 560.000,00 de Leonardo Lemos Barros Quintão (MDB) para Sebastiao de Barros Quintao (MDB), ambos de MG, o que poderia ser explicado por parentesco e mesma coligação. Porém, o ciclo se fecha com Jadson Heleno Moreira (PRTB) pagando despesa a Laercio Araujo, que havia doado a Leonardo, e Sebastiao pagando despesa a Luciane Chaves Vilela Carvalho, que havia doado a Jadson — conexões entre partidos diferentes (MDB e PRTB) sem coligação declarada. O valor de R$ 560.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 575,00 a R$ 8.333,33), o que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 572,8 mil, com uma doação de R$ 560 mil de Leonardo Lemos Barros Quintão (MDB) para Sebastiao de Barros Quintao (MDB), ambos de MG, o que poderia ser explicado por parentesco e mesma coligação. Porém, o loop se fecha passando por Jadson Heleno Moreira (PRTB), partido sem relação aparente com os demais, e por dois intermediários sem partido informado, o que dificulta uma explicação simples. O valor de R$ 560 mil é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia (R$ 350 a R$ 8,3 mil), o que justifica checagem humana.
IA O loop envolve 5 entidades, mas a maioria das transações é de valores baixos (R$ 1.000, R$ 700, R$ 2.560) e há vínculos partidários claros: três dos quatro candidatos são do MDB, e as doações podem refletir repasses internos ou apoio entre correligionários. A única transação de vulto é a doação de R$ 560.000 de Leonardo Quinta para Sebastião Quinta (mesmo sobrenome, ambos MDB), o que sugere relação familiar/aliada, mas o valor é 800 vezes maior que as demais e merece verificação. Não há elemento que force um 'bizarro' inequívoco, nem dados suficientes para descartar completamente.
IA O ciclo envolve valores muito díspares: uma doação de R$ 5.600,00 de Leonardo para Sebastião em 2024 domina o total, enquanto as demais transações são de R$ 1.000,00, R$ 956,69 e R$ 25,60. Há vínculos partidários e familiares prováveis (MDB e sobrenome Quintão), o que pode explicar a circulação como repasses internos ou devolução de sobra. Não há um fato isolado que destoe do padrão de uma mesma coligação, mas a assimetria de valores e o fechamento do ciclo justificam uma checagem manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 89.600, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há vínculos partidários e familiares aparentes (sobrenome Quintaño em MDB/MG), o que pode explicar doações entre aliados, mas os dois intermediários sem partido/cargo informado impedem uma leitura clara. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto), então não dá para cravar nem rotina nem estranheza.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 88.500, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos familiares aparentes (sobrenome QUINTAO) e possíveis conexões partidárias (MDB), o que pode explicar doações e despesas dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PRTB, PSDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 900 a R$ 65.000) e as transações incluem doações e despesas de campanha, padrão comum em redes locais de aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado no mesmo ano), mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do loop justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades de MG, mas os valores são modestos (R$ 60 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Leonardo e Sebastião), mas Jadson é do PRTB, sem coligação explícita. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado) que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 58.244 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Leonardo e Sebastião) e a maioria das transações parece doações ou despesas de campanha comuns. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que Sebastião de Barros Quintaó (MDB) doe R$ 42 mil a Jadson Heleno Moreira (PRTB) em 2020, e que Leonardo Lemos Barros Quintaó (MDB) pague despesa a Nilson Silva Costa (MDB) em 2018, enquanto este doa R$ 1 mil a Sebastião em 2024. Há vínculos partidários e possíveis laços familiares (sobrenome Quintaó) que podem explicar parte do fluxo, mas a combinação de valores, cargos e anos merece checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações é de baixo valor (R$ 350 a R$ 4.200) e há vínculos partidários e familiares entre alguns nomes (Leonardo e Sebastião Quintão, ambos MDB-MG). A maior transação (R$ 42.000 de Sebastião para Jadson) ocorre em 2020, mas não há informação suficiente para dizer se é um repasse partidário comum ou algo atípico. O conjunto não apresenta um fato isolado que destoe claramente, mas também não permite descartar a coincidência.
IA O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas, ambas do MDB de Minas Gerais e com sobrenome Quintão em comum (Leonardo e Sebastião), o que sugere relação familiar/política próxima. As transações são de anos diferentes (2018 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 9,7 mil a R$ 30 mil) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. O padrão é explicável por aliança partidária/familiar e não apresenta um fato que destoe do comum.
IA O ciclo envolve 4 entidades, mas três delas são do MDB de MG e há dois sobrenomes QUINTAO (Leonardo e Sebastiao), sugerindo possível vínculo familiar ou político. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato de dinheiro. O valor total é modesto (R$ 35.975) e as quantias individuais não destoam de doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais.
IA O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas (Leonardo e Sebastião Quintão) do mesmo partido MDB/MG e com sobrenome idêntico, o que sugere relação familiar. Porém, as outras duas entidades (Flávia Brandão e Raquel Dias) não têm partido ou coligação informados, e o fluxo fecha um loop direto entre doações e despesas de campanhas em anos distintos (2018 e 2024). O valor total de R$ 24 mil não é alto, mas a existência de um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou confirmar relação de parentesco/negócios.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 17,3 mil no total) e entidades com vínculos partidários claros: Leonardo e Sebastião são ambos do MDB-MG, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a Leonardo. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados e direção partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos familiares e a razão do repasse de Leonardo a Raquel.
IA O ciclo envolve três pessoas do MDB de MG (Leonardo Quinta o, Nilson Costa e Sebastião Quinta o), o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e há uma quarta entidade sem nome/partido identificado, além de uma doação de Flávia Brandão para Leonardo que não se encaixa claramente no ciclo. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe ou que exija checagem imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, Solidariedade, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são baixos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos locais ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
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