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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 16.500,00
IA O sinal descreve um ciclo de R$ 16.500 entre Renato Athayde Silva (PSOL) e Lissandro Garrido Marques de Sousa/Souza, com doações em 2020 e uma despesa em 2018. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há informação sobre partido ou coligação do segundo envolvido, nem sobre a natureza do serviço prestado, impedindo uma avaliação mais conclusiva.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 215.316,86
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 252 a R$ 82 mil). As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL) e a direção municipal do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum em repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual imediata.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 175.954,67
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PSOL-RJ): dois candidatos do partido, a direção estadual do PSOL e uma empresa que doou a um deles. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno financeiro anômalo. O fluxo pode ser explicado por doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma coligação, não configurando um loop suspeito.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 164.984,76
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações não formam um loop fechado e sim uma cadeia com valores muito desiguais: a BG Studios doou R$ 89,6 mil a Marcelo Ribeiro Freixo (PT), enquanto Renato Athayde Silva (PSOL) pagou apenas R$ 252 à mesma empresa e recebeu R$ 57,1 mil da direção estadual. O retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 18 mil de Freixo à direção estadual, que não é a mesma entidade que doou a Renato. Não há um fato agudo e nomeável que fuja de um padrão comum (ex.: repasses partidários, prestação de serviços entre campanhas), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a relação entre os envolvidos.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 127.874,67
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 127.874,67, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e entre partidos distintos (PSOL e PT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O ponto que mais chama atenção é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia recebeu R$ 252,00 de despesa de campanha de Renato Athayde e, no mesmo ano, doou R$ 41.497,00 para Mônica Santos, valores de ordens de grandeza muito diferentes. Além disso, a doação de R$ 29.000,00 de Mônica para a direção estadual do PSOL em 2022 fecha o ciclo, mas não há clareza sobre a contrapartida ou o motivo desse repasse.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 120.034,79
IA O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e contribuições partidárias. A BG Studios aparece como fornecedora de serviços para a campanha de Renato Athayde e doadora para a de Glauber, ambos do mesmo partido, o que pode ser explicado por relações comerciais e políticas dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e compatíveis com transações eleitorais típicas, sem indício de desproporção ou de empresa fora de ramo. Não há elemento concreto que fuja do roteiro de movimentação entre aliados.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 119.313,67
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa privada (BG Studios), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente entre todas. Além disso, há uma assimetria temporal: as transações de 2018 formam um subciclo (Renato -> BG Studios -> Luciana), enquanto as de 2022 ligam Luciana (PSOL) a Monica (PT) e esta ao diretório estadual, sugerindo possível elo não explicado. O valor total de R$ 119 mil e a presença de uma empresa de tecnologia recebendo despesa de campanha e doando para outra campanha merecem checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 112.321,67
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 112 mil, mas as transações não formam um fluxo coerente: Renato Athayde recebe R$ 57 mil da direção estadual do PSOL em 2018, paga apenas R$ 252 à BG Studios, enquanto BG Studios doa R$ 25,9 mil à Renata Souza no mesmo ano. Em 2022, Renata Souza paga R$ 29 mil à direção estadual, fechando o loop. A assimetria entre o valor que Renato paga à BG Studios e o que BG Studios doa à Renata, somada à diferença temporal (2018 vs 2022), dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 105.850,67
IA O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não são idênticos, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 95.372,67
IA O ciclo envolve valores e anos dispersos (2018, 2022, 2024) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma doação do diretório estadual do PSOL a Renato Athayde Silva (R$ 57 mil), e a ligação com a BG Studios aparece como despesa de campanha, não como retorno financeiro. Não há um fato agudo que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a cadeia fechada com múltiplos atores merece uma olhada rápida.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 94.484,67
IA O ciclo envolve dois candidatos do PSOL/RJ e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas o valor da despesa (R$ 252,00) é muito pequeno frente à doação (R$ 8.107,00) e não há elementos sobre o serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para descartar sem checar a natureza do gasto com a BG Studios.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 91.453,05
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de escala. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 90.229,00
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 900, R$ 76.519, R$ 252 e R$ 3.000) e anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais (Tarcísio Motta e Renato Athayde) são ambos do PSOL-RJ, o que oferece uma explicação plausível de proximidade política, mas a BG Studios Tecnologia não tem vínculo partidário declarado e aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa. Não há um fato único e gritante que justifique priorização, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 77.613,61
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 77,6 mil, mas as transações são de naturezas distintas (doações entre candidatos, doação de empresa a candidato, repasse de direção partidária e despesas de campanha), não um fluxo homogêneo de ida e volta. Três dos cinco elos são de 2018 e envolvem valores díspares (R$ 1,2 mil, R$ 8,2 mil, R$ 57,1 mil, R$ 252, R$ 10,8 mil), o que enfraquece a leitura de 'dinheiro que sai e volta'. Há elo partidário (PSOL) entre Renato Athayde e Glauber Braga, mas o elo com Wanderson (PDT) e a empresa BG Studios não se explica por coligação comum. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços da BG Studios e a razão do repasse da direção estadual, não dá para cravar nem padrão legítimo nem anomalia.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 70.009,67
IA O ciclo envolve 5 entidades do mesmo partido (PSOL-RJ) e valores modestos (R$ 70 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024 — não um ciclo curto e fechado no mesmo período. As setas podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha, padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo estranho, empresa que doou e recebeu de volta quase o mesmo) que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 40.532,50
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 40,5 mil, mas o ponto que chama atenção é a assimetria: a empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA doa R$ 29.973,00 para a campanha de Taliria Petrone Soares (PSOL) e, no mesmo ano, recebe R$ 252,00 de Renato Athayde Silva (também PSOL), enquanto a campanha de Taliria paga R$ 9.000,00 a Flavio Serafini, que por sua vez doou R$ 1.307,50 a Renato. Não há coligação ou partido comum declarado entre todos os elos, e o fluxo de ida e volta entre uma empresa e campanhas do mesmo partido em 2018 merece checagem humana para descartar coincidência ou confirmar a regularidade.
grafo completocomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 8.088,60
Despesa de campanha de R$ 8,088.60 descrita como "ADESIVOS ELEIÇÃO 2018" — 28x a mediana de R$ 286.00 pra "adesivo" (439,383 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 8.088,60 para 'ADESIVOS ELEIÇÃO 2018' é cerca de 32x a mediana da categoria, mas adesivos de campanha são frequentemente comprados em grandes lotes (milhares de unidades) e a descrição não detalha quantidade ou especificação. O fornecedor é uma editora/gráfica, ramo compatível com a produção de adesivos, e o candidato tem histórico eleitoral no PSOL/RJ. Sem informação sobre volume contratado ou preço unitário, não há fato concreto que torne o caso claramente anômalo nem claramente rotineiro.
2018 · fornecedor: MCE COMERCIO EDITORIAL EIRELI