Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL-SP): a direção estadual doou para a candidata Paula Nunes, que doou para Sueli Alves, que teve uma despesa paga pela direção estadual. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 525 mil de doação partidária, R$ 2 mil de doação entre candidatas e R$ 2,3 mil de despesa), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e não com um esquema de lavagem. Além disso, as transações ocorreram em anos distintos (2020, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período.
IA O fluxo é entre a direção estadual do PSOL-SP e uma candidata do mesmo partido (Sueli Alves, vereadora em SP), configurando repasse de recursos partidários a candidata própria — padrão comum e legítimo. O valor de volta (R$ 2.277,42) é cerca de 9% do total doado (R$ 24.708,70), compatível com devolução de sobra ou ressarcimento de despesa, não com um ciclo fechado de valor equivalente. Não há indício de fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou salto de ordem de grandeza que justifique checagem prioritária.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de São Paulo (direção estadual, Guilherme Boulos, Sueli Alves e Paula Nunes), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 3,9 milhões) é uma doação da direção estadual para a campanha de Boulos, enquanto as demais são de baixa monta (R$ 2 mil, R$ 10, R$ 2,2 mil, R$ 1,7 mil), típicas de ressarcimentos ou despesas miúdas. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto. O loop parece refletir a movimentação financeira normal de campanhas do mesmo partido, sem fato que justifique priorização manual.
IA O loop envolve apenas entidades do PSOL de São Paulo (direção estadual e candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasse interno de recursos partidários. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), podendo refletir devoluções de sobras, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidaturas aliadas. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL) e sua direção estadual, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é uma doação da direção estadual ao candidato a vice-prefeito, e as demais são valores pequenos de despesas e doações entre membros do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA Todas as entidades são do PSOL de São Paulo, e a maior parte do fluxo (R$ 110.643,78) é repasse da direção estadual do partido para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são doações entre candidatos do mesmo partido em anos distintos (2018, 2022, 2024) e um pagamento de despesa de campanha à direção partidária, valores modestos e compatíveis com movimentação interna de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores desproporcionais que sugiram algo além de coincidência entre aliados.
IA Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL de São Paulo, e o elo de origem/destino é a própria direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 119 mil no total, com a maior transação sendo R$ 105 mil em repasses da direção para uma candidata) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018–2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O retorno à direção estadual aparece como despesa de campanha, padrão comum de prestação de contas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos (R$ 111 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024). As setas são compatíveis com doações internas entre filiados e repasses/despesas da direção partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL (direção estadual e três candidatos do mesmo partido em SP), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 103 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018-2024), compatíveis com movimentações normais de campanha. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes.
IA Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL em São Paulo, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes. O ciclo envolve valores modestos (R$ 72,5 mil no total) e transações de anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentação rotineira dentro do mesmo partido, como ressarcimentos e apoio mútuo entre candidaturas aliadas. Não há indício de empresa comercial de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos (R$ 20,4 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, despesas de candidatos e doações entre filiados. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou valor de ordem de grandeza destoante. O padrão é compatível com movimentação interna de recursos partidários e reembolsos, sem fato concreto que exija checagem manual.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de São Paulo, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual repassando recursos a candidatos, candidatos pagando despesas e doando entre si). O valor total do ciclo (R$ 19,4 mil) é modesto e compatível com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. O fluxo 'direção estadual -> Marcelo Reina' (R$ 13,7 mil) é um repasse partidário comum, e as demais setas podem ser explicadas como doações entre aliados ou ressarcimentos internos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações é entre pessoas do mesmo partido (PSOL/SP) em 2020, o que é compatível com repasses internos de campanha. A empresa Democratize Tecnologia doou R$ 6.776 a Bruno e recebeu de volta apenas R$ 90,29 de Antônio, valor irrisório que não configura retorno relevante. A transação de R$ 7.500 de Sueli para Antônio em 2024 foge do ciclo de 2020 e não tem elo claro com a empresa, mas pode ser despesa de campanha entre correligionários. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em São Paulo, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. O maior valor (R$ 10.000 de Silvia para Paula em 2022) é uma doação entre candidatas do mesmo partido, sem indício de retorno direto à doadora. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização.
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