Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Wambert Gomes Di Lorenzo e Cristina Menin/Menim Schneider) com transações em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Os valores são modestos (R$ 16.305 no total) e a variação de grafia do nome (Menin/Menim) sugere possível inconsistência cadastral, mas não há informação sobre vínculo partidário entre eles nem sobre a natureza dos serviços prestados. Sem esses elementos, não há fato concreto que caracterize padrão atípico nem explicação simples evidente.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PL, PRD, DC; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 10 mil, e a doação de R$ 1,00 de Nelson a Bolsonaro é claramente simbólica. Não há um fato concreto e desproporcional que configure um loop fechado e suspeito, mas a mistura de vínculos partidários e temporais impede descartar de plano.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, NOVO, PRD) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que, no mesmo período, doou R$ 1.281,98 a Wambert Di Lorenzo (PRD-RS), que por sua vez pagou despesa à Essent, que doou à Walkiria Neves (NOVO-MS), que doou à campanha de Bolsonaro. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa central e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário/coligação claro entre os elos, justifica checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB/MG, que doa a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um vereador do PRD/RS, que paga despesa à mesma contabilidade. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha presidencial à AIXMOBIL, uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, e a empresa de contabilidade aparece nas duas pontas do loop. Isso não é acusação, mas o encadeamento entre pessoas de partidos distintos e o valor desproporcional justificam checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PL, PSDB, PRD) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 1.400 vezes maior que a doação que a AIXMobil fez a Wambert (R$ 1.281,98), criando uma assimetria de ordem de grandeza dentro da mesma cadeia. Além disso, a ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL, ESSENT JUS CONTABILIDADE, ESSENT CONTABILIDADE), o que merece checagem de vínculo real. Não há prova de irregularidade, mas esses fatos justificam uma olhada humana.
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas o elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que é justamente a empresa que doou à campanha de Wambert Di Lorenzo (PRD). O restante do loop envolve valores pequenos (R$ 100, R$ 224,40, R$ 1.281,98, R$ 2.120,00), o que faz a transação de Bolsonaro destoar em cerca de duas ordens de grandeza. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando a um vereador do RS enquanto recebe vultosa despesa da campanha presidencial, sem que os fatos expliquem a conexão entre esses atores. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a razão do fluxo circular.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PTB, PRD) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e compatíveis com serviços contábeis e repasses partidários rotineiros, e a Essent aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser mera coincidência de nome ou relação comercial. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, MDB, PRD; BR e RS) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 1.281,98 ao vereador Wambert Di Lorenzo (PRD-RS), e o restante do loop soma valores muito menores, criando assimetria de ordens de grandeza. Além disso, a doação de R$ 1,00 de Alberto Alfaro (MDB-RS) a Bolsonaro em 2022 é um valor atípico que não se conecta naturalmente ao fluxo. Esses fatos justificam checagem humana, sem afirmar irregularidade.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PDT, PRD) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesa de outro, sem relação partidária clara. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 1.281,98, R$ 1.679,00, R$ 224,40, R$ 1,00). A doação de R$ 1,00 de Cícero Rômulo a Bolsonaro é atípica e não explica o fluxo. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro, justificando checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário/coligação declarado e envolve uma transação de R$ 184.352,21 (7 pagamentos) da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que é uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (R$ 1.281,98, R$ 1.500,00, R$ 50,00 e R$ 224,40). Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de um vereador do PRD/RS em 2018 e depois como fornecedora da campanha presidencial no mesmo ano, sem relação partidária evidente entre os envolvidos. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSL, PL, PRD) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse interno de mesma legenda. Além disso, há uma assimetria enorme: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, enquanto as demais somam valores muito menores, e a doação de R$ 1,00 de Gaspar para Bolsonaro em 2022 é um elo frágil que fecha o ciclo. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PL/BR 2018-2022, PRD/RS 2018), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, o elo de maior valor (R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018) é uma despesa de campanha presidencial, e o retorno à ESSENT se dá por um valor muito menor (R$ 224), o que não configura devolução expressiva. A doação de R$ 100 de João Roberto a Bolsonaro é irrisória e o restante da cadeia não fecha um ciclo financeiro relevante entre os mesmos atores.
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a um prefeito do PRTB (Jeferson Lopes), que doa ao presidente do PL (Bolsonaro), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um vereador do PRD (Wambert), que paga despesa à ESSENT. O valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 1.400 vezes maior que as demais transações do ciclo, e a AIXMOBIL aparece como fornecedora da campanha presidencial e doadora de um vereador de outro partido/estado. A cadeia envolve pessoas e empresas de partidos e UFs distintos, sem vínculo declarado que explique o retorno do dinheiro à origem.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PP, PRD) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador e recebe despesa de outro, sem coligação comum evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 50 a R$ 1.281), e a AIXMobil aparece doando a um vereador do PRD, o que não tem relação óbvia com a despesa presidencial. A cadeia fecha um ciclo entre pessoas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL-PB, PRD-RS, PL nacional) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial para a AIXMOBIL é cerca de 1.400 vezes maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um vereador do PRD-RS. A cadeia envolve uma empresa de contabilidade pagando doação a candidato e recebendo despesa de campanha, o que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PRD) e anos distintos (2018 e 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES LTDA, empresa que no mesmo período doou R$ 1.281,98 ao vereador Wambert Gomes Di Lorenzo (PRD), e essa empresa não tem relação óbvia com serviços de campanha. O elo de fechamento é uma despesa de R$ 224,40 do vereador à ESSENT CONTABILIDADE, que havia doado R$ 200,00 a Marcos Fantineli Calegari (PSL), criando um loop com valores e atores desconexos. A combinação de partidos distintos, anos diferentes e um fornecedor de ramo aparentemente alheio ao serviço prestado justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve valores pequenos e entidades de partidos diferentes (PSDB, PRD, PTB), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e não formam um loop fechado no mesmo período. A maior parte do valor (R$ 180.000) é uma doação do diretório estadual para Wambert, o que é um repasse partidário comum, e as demais transações somam quantias modestas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, mas a mistura de anos e partidos impede uma explicação simples e única.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades sem partido ou coligação em comum evidente: Geraldo Alckmin (PSB) e Wambert Di Lorenzo (PRD) são de partidos diferentes e cargos distintos. A maior transação é uma doação de R$ 63.951,00 da Essent Jus Contabilidade para Alckmin, enquanto as demais são de ordens de grandeza muito menores (R$ 1.281,98, R$ 224,40 e R$ 141,07), o que chama atenção. Além disso, a empresa Essent aparece como doadora e também como destinatária de despesa de campanha, e a AIXMOBIL doa para Wambert e recebe despesa de Alckmin, formando um loop fechado que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Giovani Cherini (PL) e também recebe despesa da campanha de Wambert Di Lorenzo (PRD), enquanto há um fluxo de R$ 20.000,00 da campanha de Cherini para Rodrigo Carvalho Neves e deste para Di Lorenzo. Não há partido ou coligação comum explícita entre os três políticos (PL, PRD e o terceiro sem partido informado), e a empresa de contabilidade aparece nos dois lados da cadeia (doadora e fornecedora), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O valor de R$ 20.000,00 saindo de uma campanha para um intermediário que depois doa a outro candidato de partido diferente merece checagem humana.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 35.552 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PRD e PL) e não há indício de coligação comum, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. O caso não apresenta um gatilho claro para checagem manual, mas a ausência de informação sobre a relação entre as pessoas e a empresa impede uma classificação como rotineiro.
IA O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PRD e REDE), sem coligação comum indicada. A ESSENT doa R$ 32.330,00 a Marcelo Sgarbossa, mas recebe de volta apenas R$ 224,40 de Wambert, e a AIXMOBIL doa R$ 1.281,98 a Wambert enquanto recebe R$ 87,30 de Sgarbossa — valores muito desproporcionais entre as pontas do loop. O fechamento do ciclo em 2018, com empresas que aparentemente prestam serviços uma à outra e a candidatos de partidos distintos, dificulta a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes, PPS-DF e PRD-RS) e valores que não são equivalentes entre si: a maior transação (R$ 28.294,30) é uma doação da ESSENT a Luciano, enquanto as demais são de ordens de grandeza muito menores (R$ 1.281,98, R$ 224,40 e R$ 221,08). Não há evidência de que as empresas ou os candidatos compartilhem coligação, partido ou relação societária que explique naturalmente o fluxo. Por outro lado, os valores pequenos e a ausência de informações sobre vínculos societários ou contratuais entre as partes impedem afirmar que o ciclo seja um artefato meramente coincidente ou um repasse rotineiro. Faltam dados para uma conclusão segura.
IA O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PRD-RS e PSB-PB), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 24,2 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PRD e REDE) e UFs distintas (RS e DF), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PRD-RS e PSDB-PB), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, ano de eleição geral. A ESSENT aparece como doadora de um senador e recebedora de despesa de um vereador, o que poderia ser explicado por serviços contábeis prestados a campanhas distintas. Sem mais contexto sobre a relação entre as empresas e os candidatos, não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral.
IA O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois candidatos de partidos diferentes (PRD e PP), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir relações comerciais ou de prestação de serviços entre as partes. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve duas empresas e dois políticos de partidos diferentes (MDB e PRD), mas todos os fluxos ocorrem em 2018 e os valores são modestos (R$ 12,6 mil no total). A maior parte do dinheiro (R$ 11 mil) sai de uma empresa de contabilidade para um candidato do MDB, enquanto o restante são valores pequenos entre as demais entidades. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não há uma explicação simples e óbvia como mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PRD-RS e MISSÃO-SC), mas todas as transações ocorrem em 2018 e os valores são modestos (R$ 12,4 mil no total). As empresas ESSENT e AIXMOBIL aparecem tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por prestação de serviços contábeis ou de mobilidade, mas não há elementos suficientes para afirmar que se trata de padrão rotineiro ou de algo que mereça checagem prioritária. A ausência de vínculo partidário/coligação explícito entre os personagens impede uma explicação simples, mas também não há um fato concreto que destoe (valores, ramo, ciclo fechado entre mesmas pessoas) a ponto de justificar alerta.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos e estados diferentes (PSDB-MG e PRD-RS), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A ESSENT (empresa de contabilidade) doa R$ 9.756,00 ao candidato a governador de MG e depois recebe de volta R$ 224,40 de um vereador do RS, enquanto a AIXMOBIL aparece como intermediária recebendo doação e pagando despesa. O retorno à empresa doadora original, ainda que de valor pequeno, é um fato concreto que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve duas empresas de ramos distintos (contabilidade e serviços/participações) e dois políticos de partidos diferentes (PT e PRD), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir prestação de serviços contábeis ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou empresa sem relação com o serviço.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|