
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2023 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 16.055.690,00 | R$ 16.055.690,00 |
| 2023 | CAMPINAS - SP | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 13.033.674,00 | R$ 13.033.674,00 |
| 2023 | VOTUPORANGA - SP | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 2.606.734,00 | R$ 2.606.734,00 |
| 2023 | CAMPINAS - SP | REDUCAO DA DEMANDA DE DROGAS | R$ 407.302,00 | R$ 0,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 9.813.461,00 | R$ 9.813.461,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | IMPLEMENTACAO DE PROGRAMAS, PLANOS E ACOES PARA MELHORIA DA QUALIDADE AMBIENTAL E CONSERVACAO DE AGUA E SOLO | R$ 6.100.000,00 | R$ 0,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.132.088,00 | R$ 2.132.088,00 |
| 2022 | SÃO PAULO (UF) | REDUCAO DA DEMANDA DE DROGAS | R$ 319.813,00 | R$ 319.813,00 |
| 2021 | SÃO PAULO (UF) | IMPLEMENTACAO DE PROGRAMAS, PLANOS E ACOES PARA MELHORIA DA QUALIDADE AMBIENTAL E CONSERVACAO DE AGUA E SOLO | R$ 6.538.000,00 | R$ 0,00 |
| 2021 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 6.350.000,00 | R$ 6.350.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a empresa RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA doou R$ 43.623,30 à campanha de ALEXIS JOSEPH STEVERLYNCK FONTEYNE (NOVO/SP) e, no mesmo ano de 2022, recebeu de volta R$ 2.994,76 como despesa paga pela mesma campanha. Embora o valor de retorno seja menor que o da doação, a existência de fluxo financeiro nos dois sentidos entre doador e candidato no mesmo exercício é um fato que foge ao padrão comum de doação eleitoral e merece checagem humana. Não há informação de coligação ou vínculo partidário que explique a operação como repasse interno.
IA O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 12.849,00 à campanha de Alexis Fonteyne em 2018 e recebeu de volta R$ 1.084,50 como despesa paga pela mesma campanha no mesmo ano. O valor de retorno é cerca de 8,4% da doação, compatível com pagamento por serviços digitais prestados pela GOIA à campanha, e não com devolução do grosso do dinheiro. Não há indício de que o fluxo de volta se aproxime do valor doado, o que afastaria a hipótese de doação circular clássica.
IA O ciclo envolve cinco entidades com valores e anos dispersos, e a maior parte das transações tem explicação corriqueira: pagamentos ao Facebook por serviços de impulsionamento e doação da Rinobox a Alexis Fonteyne. O elo que fecha o ciclo é uma doação de R$ 5.000 de Alexis para Sergio Victor em 2024, valor pequeno e compatível com repasse entre aliados do mesmo partido (NOVO). Não há um fato isolado que destoe do padrão nem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, então não há base para priorizar como 'bizarro'.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas. As maiores quantias são despesas com Facebook (publicidade online), típicas de campanha, e a doação da Rinobox a Alexis Fonteyne (R$ 43,6 mil) é compatível com doação empresarial legal. Não há um fato único e gritante que fuja do padrão eleitoral comum, mas a conexão indireta entre Danilo Aragão Lima (PRTB) e os demais (NOVO) via Facebook e Rinobox merece uma olhada humana para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e todas as pessoas físicas são filiadas ao partido NOVO, o que permite explicar como movimentação entre aliados partidários. Os valores são modestos (R$ 238 mil no total) e as empresas Vakinha e Rinobox atuam com arrecadação e soluções financeiras, ramos compatíveis com serviços de campanha. Não há um fato único que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um ciclo fechado entre doadores e fornecedores justifica uma verificação humana para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 234,9 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito desiguais: a maior parte (R$ 184,3 mil) é doação da Vakinha a Marcel Van Hattem em 2018, enquanto as demais são pequenas (R$ 3,2 mil a R$ 49,2 mil). As entidades Vakinha e Rinobox são empresas de arrecadação/soluções financeiras, ramo compatível com serviços prestados a campanhas, e os três candidatos são todos do partido NOVO, o que permite explicar parte do fluxo como relação comercial ou doação entre aliados. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo entre pessoas e empresas ligadas ao mesmo partido merece uma checagem humana para confirmar a natureza das transações.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: Alexis pagou R$ 188.750 ao Facebook (despesa típica de impulsionamento de conteúdo), recebeu R$ 43.623 da Rinobox e Danilo pagou apenas R$ 253 à Rinobox, enquanto o Facebook doou R$ 1.500 a Danilo. Não há partido ou coligação em comum entre Alexis (NOVO-SP) e Danilo (PRTB-DF), mas as transações são de naturezas distintas (doação vs. despesa) e valores incompatíveis entre si, o que enfraquece a ideia de um loop fechado de recursos. O elo mais frágil é a doação da Rinobox a Alexis, que não se conecta claramente às demais operações.
IA O ciclo envolve exclusivamente pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO em São Paulo, com valores e anos que se encaixam em movimentações partidárias comuns. A maior transação (R$ 193.000,00) é do diretório municipal para um candidato a vereador, padrão típico de repasse de recursos partidários. As demais transações são de baixo valor e espaçadas no tempo (2018-2024), sem concentração suspeita. Não há indício de que o dinheiro tenha retornado enriquecido a um mesmo bolso ou de fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE, NOVO, PP) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 196 mil no total) e as transações parecem ser doações partidárias e despesas de campanha comuns, sem um elo claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de financiamento eleitoral.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (NOVO, PP, PRTB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações são de naturezas variadas: doação de pessoa física, doação de empresa, despesa com Facebook (anúncios) e despesa com a Rinobox (serviços financeiros), sem valores que destoem de forma gritante. Não há um fato único e concreto que force uma checagem humana, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO em São Paulo, com valores modestos e anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026). As transações são compatíveis com doações partidárias internas, repasses da direção estadual e despesas de campanha comuns, como o pagamento à plataforma Vakinha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo financeiro atípico que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e estruturas do partido NOVO (ALEXIS, TIAGO, RICARDO e a campanha de Marcel Van Hattem), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2022, com uma única doação de R$ 1.000 em 2024. A empresa Rinobox aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, mas os montantes são pequenos e podem refletir prestação de serviços à campanha. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem imediata.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO em São Paulo, com valores pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doações quanto para pagar despesas, o que explica a aparente circularidade. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes e a direção estadual do partido NOVO em São Paulo, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e o partido. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação/fornecedor de serviços de campanha, e os valores são de baixa magnitude (R$ 800 a R$ 29 mil) em transações esparsas entre 2018 e 2026. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação/partido, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO em São Paulo, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para doar quanto para receber pagamento de serviço, o que explica o elo de entrada e saída. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos, sem indício de vulto atípico. O conjunto é compatível com movimentação rotineira de campanha dentro de uma mesma estrutura partidária.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 131 mil de direção partidária para um candidato, R$ 3 mil de doação entre candidatos, R$ 2,9 mil de despesa com uma empresa) e anos diferentes (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maioria das entidades é do partido NOVO, mas há um vereador do PRD, e a empresa RINOBOX aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser coincidência ou não. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 132,5 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2022 e 2024 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. As duas maiores pernas são gastos com Facebook (R$ 86,2 mil) e doação da Rinobox a Alexis (R$ 43,6 mil), valores compatíveis com publicidade digital e doação empresarial, não com um retorno fechado do mesmo dinheiro. Não há um fato isolado que destoe (ramo estranho, valor de ordem de grandeza acima, ciclo curto entre mesmas pessoas sem vínculo), então não dá para apontar nem rotina clara nem anomalia evidente.
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do partido NOVO (Alexis Fonteyne e Douglas Sandri) e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 1,1 mil a R$ 56,6 mil). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos de despesas de campanha a um fornecedor, sem indício de valores anômalos ou de fornecedor fora do ramo. O loop pode ser explicado por movimentação financeira rotineira dentro de uma mesma coligação/partido, não justificando priorização manual.
IA O ciclo envolve entidades de naturezas distintas (empresas de tecnologia/financeiras e campanhas de partidos diferentes) e anos variados (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações com o Facebook são despesas típicas de campanha (impulsionamento de conteúdo), e as doações entre pessoas físicas e de empresas para campanhas são comuns, embora a Rinobox tenha doado valor relevante a Alexis Fonteyne. Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas a combinação de elos entre partidos distintos e a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para campanha merece uma checagem simples.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 115 mil, com dois candidatos do NOVO (RS e SP) e uma empresa de soluções financeiras. A maior transação é uma doação de R$ 43,6 mil da Rinobox para Alexis Fonteyne, enquanto Tiago Albrecht recebeu R$ 46,2 mil de uma campanha de Marcel van Hattem e pagou apenas R$ 479,73 à Rinobox; Alexis pagou R$ 25 mil à mesma campanha de van Hattem. O elo de volta à Rinobox é desproporcionalmente pequeno e a empresa não tem relação óbvia com os candidatos, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos diferentes: doações de empresas a candidatos de partidos distintos (UNIÃO e NOVO) e despesas de campanha pagas a essas mesmas empresas. Não há um fluxo direto e imediato de retorno do dinheiro ao doador original, e os montantes são modestos em relação ao total. Os fatos não permitem afirmar que se trata de padrão legítimo nem de algo claramente anômalo, exigindo checagem humana para entender a relação entre as entidades.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) e duas empresas, com transações em anos distintos (2018 e 2022). As doações das empresas aos candidatos somam valores altos, enquanto as despesas dos candidatos às empresas são bem menores, o que não configura retorno equivalente. Não há indício claro de conluio ou irregularidade, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 108 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior doação (R$ 61,7 mil) e a maior despesa (R$ 43,6 mil) não se conectam diretamente no mesmo período. Três dos cinco elos são pessoas filiadas ao NOVO, o que poderia indicar rede partidária, mas as empresas GOIA e RINOBOX não têm vínculo partidário declarado e os fluxos entre elas e os candidatos não formam um ciclo fechado no mesmo ano. Sem mais contexto sobre a relação comercial ou societária entre as empresas e os candidatos, não há um fato concreto que force uma checagem nem que explique tudo como rotina.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 100 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e envolvem partidos diferentes (PT e NOVO), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As empresas Vakinha e Rinobox atuam no ramo de arrecadação/finanças, compatível com doações e pagamentos eleitorais. Não há um fato concreto que destoe (valor, ramo ou ciclo curto fechado) a ponto de justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 98 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários claros (NOVO entre Alexis e Douglas; Marcel Van Hattem também é NOVO), o que dá uma explicação plausível de rede de aliados. O elo com Alex Schmitt (PP) e a empresa GOIA não têm partido em comum evidente, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços digitais. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT e NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos e as transações podem refletir doações legítimas entre apoiadores ou pagamentos por serviços de arrecadação/plataforma, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade, mas a combinação de partidos opostos e o fechamento do ciclo justificam uma checagem humana para descartar ou confirmar uma explicação rotineira.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO) e duas empresas, com valores e anos que não formam um loop fechado no mesmo período: a doação de GOIA a Alano é de 2018, enquanto a doação de Rinobox a Alexis e a despesa de Alano com Rinobox são de 2022. As transações podem ser explicadas por relações comerciais e doações partidárias usuais, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço). Não há elementos suficientes para afirmar que foge do rotineiro nem para apontar um indício específico que justifique priorização.
IA Todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao partido NOVO, o que torna plausível que o ciclo reflita circulação de recursos entre aliados da mesma legenda, incluindo doações e despesas de campanha. Os valores são relativamente modestos (R$ 82 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem um padrão de retorno imediato de grande monta. A empresa Rinobox aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores recebidos (R$ 479,73) são irrisórios frente à doação feita (R$ 43.623,30), o que não configura um loop financeiro fechado e sim uma relação comercial comum.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PCDOB e NOVO) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 80,7 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações normais entre candidatos e empresas do setor de arrecadação/meios de pagamento, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade, mas a cadeia fechada entre pessoas sem vínculo partidário evidente merece uma checagem manual para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 79 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos. Três dos cinco participantes são filiados ao partido NOVO, o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária, mas as duas empresas (GOIA e RINOBOX) não têm relação partidária declarada e os fluxos entre elas e os candidatos não são claramente explicáveis por um padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado), mas também não dá para descartar coincidência.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|
Classificação automática por IA — pode errar.
Lula é uma vergonha internacional, um leproso que nenhum país democrata quer por perto. A prestigiada revista The Economist fez o diagnóstico perfeito, Lula não tem moral para nada, é pura incoerência entre os discursos e ações. Um protozoário diplomático. https://t.co/NGl8LlQ72x
Lula está mais vencido que alimento estragado. Quem imaginaria que um ex presidiário, deslumbrado, cachaceiro, comunista, jurássico, comedor de ovos de ema e que pede para o povo passar fome para combater a inflação ia ficar tão impopular. O mundo é cheio de surpresas mesmo!
A esquerda rouba tudo por onde passa! Desde quando chegou ao poder é um escândalo de corrupção atrás do outro! Mensalão, Petrolão, Sanguessuga, Zelotes, sitio Atibaia, Triplex, aposentados INSS, Master, consignados… não tem mais fim! Mas o último foi o roubo das mulheres! As mulheres estão perdendo o direito de se chamarem mulheres. Segundo o travesti Erika Hilton, mulheres se reduziram a “ pessoas que gestam “ ou “seres que parem” e o termo mulheres agora foi sequestrado pelos trans. Um absurdo!! #alexisfonteyne #elenão #elenao
Volatilidade da moeda está intrinsicamente ligada à volatilidade na confiança do governo. Quem imaginaria que a volta à cena do crime de um comunista jurássico, pinguço, corrupto, irresponsável, gastador e incompetente, faria o dólar disparar?