Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PSOL de MG e uma empresa de serviços culturais, com transações espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As doações da empresa à candidata Izabella (R$ 29 mil) e as despesas dela com Eder Philippe (R$ 30 mil) não retornam diretamente à empresa, e a conexão com Maria Aparecida se dá por um doador intermediário (Eder Philippe) sem partido/coligação declarada. Não há um fato agudo que configure ciclo curto e fechado entre os mesmos atores, mas também não é possível descartar coincidência ou padrão legítimo de financiamento coletivo e prestação de serviços.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores e anos dispersos (2018 a 2026). A empresa doou R$ 8.780 a Maria Aparecida e recebeu R$ 8.105,61 de Áurea, mas as transações ocorrem em anos diferentes e não há indicação de que a empresa seja fornecedora das campanhas ou que os repasses tenham relação direta. Sem dados sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as partes, não há um fato concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 8.780,00 para uma candidata do PSOL-MG e depois recebeu R$ 8.105,61 em despesas de outra candidata do mesmo partido, valores quase idênticos e em sentido inverso. Além disso, há uma despesa de R$ 14.200,00 da candidata Maria Aparecida para Fernanda Werneck, que não aparece como candidata ou empresa no conjunto, e que não se conecta claramente ao restante do loop. A coincidência de valores e o ciclo fechado entre agentes do mesmo partido justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PSOL de MG (Rafael, Dario e Maria Aparecida), o que permite explicar parte das transações como movimentação entre aliados do mesmo partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto recebendo despesa de campanha (R$ 2.080,92 de Rafael) quanto doando para Maria Aparecida (R$ 8.780,00), o que pode ser um fornecedor que também apoia candidatos, mas o ramo de intermediação cultural não tem relação óbvia com o serviço prestado a uma campanha política. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), enfraquecendo a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa (EVOE) que doou R$ 8.780 à campanha de Maria Aparecida Falabella em 2020 e depois recebeu R$ 1.509,89 em despesas da campanha de Jorgetania em 2018/2020 — ou seja, a empresa doa para uma campanha e é paga por outra do mesmo grupo. Além disso, Maria Aparecida pagou R$ 15.000 a Flavia Andrade Mafra em 2024, e Flavia doou R$ 2.500 a Dario Ricardo em 2026, fechando outro elo entre as mesmas pessoas. O valor total é modesto, mas o encadeamento empresa→candidato→candidato→empresa em anos distintos e sem explicação contratual aparente merece checagem humana.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 8.780,00 para uma candidata do PSOL em 2020 e, em anos anteriores, recebe R$ 1.465,25 em despesas de outra candidata do mesmo partido, fechando um loop com valores desproporcionais. Além disso, há uma doação de R$ 15.000,00 da candidata Maria Aparecida para Flavia Andrade Mafra em 2024, e esta doa R$ 2.500,00 para Dario Ricardo em 2026, criando uma cadeia que retorna à empresa. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, a presença de uma empresa privada no ciclo e a diferença de magnitude entre doações e despesas justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
IA O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três políticos de partidos diferentes (PSOL e PT), sem coligação comum declarada. A empresa doa R$ 8.780 a Maria Falabella (PSOL) em 2020, e a mesma Maria Falabella paga R$ 15.000 a Flavia Mafra em 2024, que por sua vez doa R$ 2.500 a Dario Moura (PSOL) em 2026 — valores e anos distintos, mas a cadeia sugere um fluxo de recursos que merece checagem. Além disso, Andreia Silva (PT) paga despesas à EVOE em 2018, enquanto Dario Moura (PSOL) doa a Andreia no mesmo ano, criando um elo entre partidos distintos. O conjunto de transações entre pessoas sem vínculo partidário claro e com valores que variam de R$ 250 a R$ 15.000 justifica uma revisão humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de curto prazo. Além disso, três das pessoas físicas são filiadas ao PSOL/MG, o que pode explicar movimentações entre aliados, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e contextos diferentes. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, três das quatro pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que pode indicar relações partidárias legítimas. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,8 mil) e entidades ligadas ao PSOL em MG, o que poderia ser explicado por relações políticas e prestação de serviços culturais. Porém, a empresa EVOE aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesas de outro candidato do mesmo partido, e há uma despesa de R$ 15 mil de Maria Aparecida para Flavia Andrade Mafra sem clara conexão com o restante. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de doações e despesas cruzadas entre os mesmos atores justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,7 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo partido (PSOL/MG), o que é compatível com movimentação interna de campanha. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando R$ 8,78 mil a uma candidata quanto recebendo R$ 230 de despesas de outra, sem que se saiba o serviço prestado, e há uma doação de R$ 15 mil de uma candidata a uma pessoa física (Flávia Mafra) que depois doa R$ 2,5 mil a um candidato — elo sem partido/cargo informado. São fatos que não se explicam automaticamente, mas também não configuram um padrão claramente anômalo.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 26,7 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PSOL/MG) em vários anos, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outro candidato do mesmo partido, padrão que pode ser prestação de serviços culturais a campanhas. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização automática.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,7 mil no total) e três dos cinco elos são pessoas do PSOL de MG, o que poderia ser explicado por articulação interna de campanha ou ressarcimento. Porém, a EVOE (empresa de intermediação de serviços culturais) doou R$ 8.780 a Maria Falabella em 2020 e recebeu R$ 155,60 de Gustavo Ribeiro em 2018, sem que se saiba a natureza do serviço prestado, e há um elo com FLAVIA ANDRADE MAFRA (doação de R$ 2.500 a Dário em 2026 e despesa de R$ 15.000 de Maria em 2024) sem partido informado. Os fatos não permitem afirmar padrão legítimo nem apontar um indício forte o suficiente para priorização.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total). A empresa EVOE doou R$ 8,78 mil à campanha de Maria Falabella em 2020, enquanto Juhlía pagou R$ 149,10 à mesma empresa em 2018 — não há um fluxo claro de retorno do dinheiro à empresa. Sem mais contexto sobre a relação entre as partes e a natureza dos serviços, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, o que poderia ser explicado por uma rede de aliados do mesmo partido. Porém, os valores e anos são díspares (R$ 250 a R$ 14.200) e as transações não formam um ciclo fechado no mesmo ano, dificultando ver um padrão claro de devolução ou repasse. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas também não há explicação simples e completa.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 8.780,00 para uma candidata do PSOL e, em outro momento, recebeu R$ 1.509,89 de despesa de outra candidata do mesmo partido, fechando um loop de dinheiro entre campanhas e uma entidade privada. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais no centro do ciclo, com valores de doação e despesa em sentidos opostos, não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação da empresa com as campanhas.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que variam de R$ 10,45 a R$ 14.200,00. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e a maioria das setas pode ser explicada por doações entre aliados do mesmo partido ou pagamentos por serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente, como um valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou um fornecedor sem relação com a atividade, mas o fechamento do ciclo com uma empresa que recebe de uma candidata e doa para outra do mesmo grupo merece uma checagem manual para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Além disso, os valores são modestos (R$ 23.968,05 no total) e há transações intermediárias com terceiros não incluídos no ciclo principal, dificultando a caracterização de um fluxo circular fechado. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 23,7 mil no total) e três candidatos do PSOL de MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos internos. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 8.780 a uma vereadora e recebendo R$ 547 de despesa de uma candidata, sem que se saiba a natureza do serviço ou a relação entre as partes. A ausência de informações sobre a coligação exata e o ramo da empresa impede afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 23,6 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PSOL) e estado (MG), o que é compatível com uma rede de aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre correligionários.
IA O ciclo envolve uma empresa de intermediação cultural, uma vereadora e um deputado federal do PSOL de MG, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si. A empresa doou R$ 8.780 à vereadora e recebeu R$ 551,97 de despesas do deputado, enquanto a vereadora pagou R$ 14.200 a uma terceira pessoa que doou R$ 10,45 ao deputado. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é possível afirmar que seja um padrão partidário rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Três das pessoas são filiadas ao PSOL/MG, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a empresa EVOE e a intermediária Fernanda não têm partido informado. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas e uma empresa merece verificação humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 23,4 mil no total) e três candidatos do PSOL/MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias ou ressarcimentos internos. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 8.780 a uma vereadora e recebendo R$ 201 de um candidato a deputado, sem que se saiba a natureza do serviço prestado, o que impede uma conclusão definitiva. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo completamente alheio), mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência partidária.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 23.396,05 no total) e três candidatos do PSOL de MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos internos. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 8.780,00 para uma vereadora e recebendo R$ 155,60 de um candidato a deputado estadual, sem que se saiba a natureza do serviço prestado. A transação de R$ 14.200,00 de Maria Aparecida para Fernanda Machado (não listada como entidade) também não tem contexto. Faltam informações sobre a relação entre as partes e a motivação dos pagamentos, impedindo uma classificação clara.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 10,45 a R$ 14.200) e anos diferentes (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham o PSOL/MG, o que oferece uma explicação partidária plausível para parte das transferências, mas a empresa EVOE aparece doando R$ 8.780 a uma vereadora e recebendo R$ 149,10 de uma candidata, sem que os fatos permitam avaliar a relação comercial. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem completamente a cadeia.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doou R$ 8.780 à campanha de Maria Aparecida (PSOL/MG) e, em outro momento, recebeu R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina (PSOL/MG) — valores quase idênticos, com a empresa aparecendo nos dois lados da cadeia. Embora as duas candidatas sejam do mesmo partido, a empresa não é uma conta partidária e o fluxo de ida e volta em montantes praticamente iguais entre 2018 e 2020 não tem explicação óbvia (não é repasse partidário, nem devolução de sobra). Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a razão da simetria dos valores.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|