Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B na Bahia, com valores modestos (R$ 90,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. As setas são compatíveis com doações internas entre aliados do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 28,7 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e entre campanhas de partidos distintos (PSOL, PCdoB, PCDOB) e empresas de tecnologia. A soma de doações da UM A MAIS para Tarcísio Motta (R$ 12.686,09) é mais que o dobro da despesa que Maria Olívia teve com a mesma empresa (R$ 5.566,31), e a BG Studios doa para José Álvaro enquanto recebe despesa de Tarcísio, formando um encadeamento que não se explica por uma única coligação ou conta partidária. O fato de o dinheiro circular por empresas de tecnologia e campanhas de estados e partidos diferentes, com valores que não batem, justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas relações.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PCdoB/BA, PSOL/RJ) e duas empresas de tecnologia, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), mas o encadeamento fecha um loop: uma campanha paga uma empresa que depois doa para outra campanha, que paga outra empresa que doa para um terceiro, que doa de volta à primeira. A soma de R$ 25,7 mil não é trivial e o fato de empresas de tecnologia aparecerem como doadoras e fornecedoras de campanhas de partidos distintos merece checagem humana.
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