Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL de Minas Gerais (Kenia, Duda Salabert e Guilherme Tampieri), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e despesas de campanha entre aliados. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, mas em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O valor de R$ 120.000 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024 é o único ponto que chama atenção, mas sem contexto sobre a natureza do serviço não dá para classificá-lo como anômalo. No conjunto, os fatos não apontam claramente para um padrão rotineiro nem para algo claramente estranho.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 250 a R$ 125.000) e anos diferentes (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham o mesmo partido (PSOL-MG) e a empresa ELEGIS aparece como fornecedora de serviços de campanha, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente do que se espera de movimentações partidárias rotineiras.
IA O ciclo fecha entre entidades que compartilham o PSOL/MG, o que poderia sugerir coordenação partidária legítima. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais LTDA, uma empresa privada, aparece doando R$ 98.594,00 para Áurea Carolina e recebendo R$ 230,40 de Kênia Ribeiro, sem que seu ramo de atuação (serviços culturais) tenha relação óbvia com as campanhas. Além disso, a doação de R$ 12.000,00 de Áurea Carolina para a campanha de Rafael Barros Gomes (mesmo partido) e o retorno de R$ 1.000,00 a Dário Ricardo completam um circuito de valores desproporcionais que merece verificação humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 117,7 mil, mas os valores são pequenos e as transações se concentram em 2018, com três candidatos do PSOL/MG na cadeia. A empresa EVOE aparece doando R$ 98,5 mil para Áurea e recebendo R$ 230 de Kênia, o que pode ser apenas prestação de serviços culturais a uma campanha aliada. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo central é uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doou R$ 98.594,00 para uma candidata ao Senado do PSOL e, na ponta oposta, recebeu R$ 230,40 de despesas de uma candidata a vereadora do mesmo partido. O valor que sai da empresa é cerca de 4.000 vezes maior que o que retorna a ela, e o ramo da empresa (serviços culturais) não tem relação óbvia com as despesas de campanha registradas. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de simples repasse partidário e merece checagem humana.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve R$ 116 mil, mas o que chama atenção é a EVOE (empresa de intermediação de serviços culturais) doar R$ 98.594 a Áurea Carolina (PSOL/MG) e, na volta, receber R$ 230,40 de despesa da campanha de Kênia Ribeiro (PSOL/MG) — valores de ordens de grandeza muito diferentes dentro do mesmo loop. Além disso, a cadeia passa por uma campanha de Pollyana do Amaral Ferreira (deputada estadual) que não é do PSOL/MG, quebrando a explicação simples de 'mesma coligação'. Não há prova de irregularidade, mas o desenho do ciclo e a assimetria de valores justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo um pagamento pequeno de outro, mas sem indício de que o valor retorne de forma significativa ou desproporcional.
IA O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação (R$ 89.208,95 do diretório estadual para Wallace) é uma doação partidária comum, enquanto as demais somam centavos a poucos milhares. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) e os anos das transações são distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias e pequenas despesas de campanha.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL/MG, o que torna plausível que as transações decorram de coordenação partidária ou coligação. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode indicar contratação de serviços culturais, mas o fato de o dinheiro retornar à mesma empresa fecha um loop que merece verificação. Os valores são modestos (R$ 45,6 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), dificultando caracterizar um esquema único. Não há um fato isolado que seja claramente inexplicável, mas também não é possível descartar coincidência ou irregularidade sem checagem manual.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 43,5 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PSOL e PT em MG), o que é compatível com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três dos quatro candidatos são do PSOL/MG, o que pode explicar parte das movimentações como aliança partidária, mas a empresa EVOE aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, e há um candidato do PSTU na cadeia. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor, ramo ou ciclo curto), mas também não é um padrão trivialmente explicável.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, com valores pequenos e pulverizados. Três dos cinco nomes são do PSOL de MG, o que sugere uma rede partidária comum, mas há uma empresa de intermediação cultural (EVOE) e uma campanha de outro partido (Dário Ricardo Braga de Moura) no meio, sem vínculo explícito. O volume e a dispersão temporal (2018-2020) não mostram um padrão claro de retorno de recursos, mas também não permitem descartar coincidência entre campanhas aliadas.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com campanhas, e o valor que retorna a ela (R$ 230,40) é pequeno frente à doação que fez (R$ 22.361,00). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o padrão é típico de movimentação dentro de uma mesma coligação.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais no mesmo ano (2018), o que é um padrão comum de movimentação dentro de uma mesma coligação/partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de Rafael Barros Gomes quanto como fornecedora de despesa de Kenia Marcia Alves Ribeiro, o que pode ser coincidência de contratação de serviços culturais por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 29,4 mil no total) e as transações são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores muito acima do padrão.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e há uma empresa de intermediação de serviços culturais que recebeu despesas de campanha e doou para uma candidata do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 29 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que pode ser explicado por repasses partidários, contratação de serviços e doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com a atividade, mas a existência de um ciclo fechado entre as mesmas pessoas e empresa justifica uma checagem manual para confirmar a regularidade.
IA O ciclo envolve apenas campanhas do PSOL em MG no mesmo período eleitoral (2018), com valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE aparece tanto doando para Rafael Barros Gomes quanto recebendo despesa de Kenia Ribeiro, o que é compatível com um fornecedor que também apoia candidatos do mesmo campo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível; o fluxo se explica por uma rede partidária local.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 27,5 mil no total) e a maioria das entidades compartilha o mesmo partido (PSOL/MG), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa EVOE aparece como doadora de R$ 22,3 mil para Rafael e como fornecedora de R$ 230 para Kênia, mas o ramo de serviços culturais não é incompatível com campanhas e o valor é baixo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26,7 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo partido (PSOL/MG), o que é compatível com movimentação interna de campanha. Porém, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando R$ 8,78 mil a uma candidata quanto recebendo R$ 230 de despesas de outra, sem que se saiba o serviço prestado, e há uma doação de R$ 15 mil de uma candidata a uma pessoa física (Flávia Mafra) que depois doa R$ 2,5 mil a um candidato — elo sem partido/cargo informado. São fatos que não se explicam automaticamente, mas também não configuram um padrão claramente anômalo.
IA Todas as entidades com partido identificado são do PSOL de Minas Gerais, e o loop envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si — padrão comum em campanhas de mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2020, sem concentração temporal ou montante anômalo. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230) é irrisório perto da doação (R$ 17,9 mil), não configurando retorno significativo. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230,40) é irrisório frente ao doado (R$ 17.948,00), não configurando retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação partidária.
IA O ciclo envolve três candidatos do mesmo partido (PSOL/MG) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que não destoam drasticamente entre si. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2026) e podem refletir doações entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos por serviços, sem um fato isolado que fuja do padrão. Não há indício claro de quebra de lógica, mas a existência de um loop fechado justifica uma verificação humana para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE doou para Pollyana (R$ 17.958,00) e recebeu de Kenia (R$ 230,40) — valores de ordens de grandeza muito diferentes, sem simetria que sugira devolução disfarçada. O valor total do loop (R$ 25 mil) é modesto e compatível com movimentação rotineira de campanhas municipais/estaduais.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PSOL mineiro, o diretório estadual do próprio partido e uma empresa de intermediação de serviços culturais. As maiores quantias são doações da empresa à JORGETANIA (R$ 17.948,00), enquanto os retornos à empresa e ao partido são pequenos (R$ 230,40 e R$ 51,35), o que enfraquece a ideia de devolução circular significativa. Não há um fato isolado que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a presença de uma empresa privada no ciclo justifica uma conferência humana.
IA O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 6.214,40 a Dário Braga e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanha eleitoral, e o valor que retorna à empresa é maior do que o doado, o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência ou repasse partidário. Embora todos sejam do mesmo partido, o fluxo circular empresa→candidato→candidato→partido→candidato→empresa merece checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 24 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha com fornecedor de serviços culturais. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PSOL em MG (Rafael Barros Gomes e Kenia Marcia Alves Ribeiro) e uma empresa de serviços culturais, com valores pequenos (R$ 23,8 mil no total). A maior parte do fluxo é uma doação de R$ 22,3 mil da EVOE para Rafael, e o restante são transações de baixo valor entre campanhas e a empresa. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é possível afirmar que se trata de mero acaso ou de um padrão legítimo sem conhecer a natureza dos serviços prestados e a relação entre os envolvidos.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Três das pessoas são filiadas ao PSOL/MG, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a empresa EVOE e a intermediária Fernanda não têm partido informado. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível, mas a existência de um ciclo fechado entre campanhas e uma empresa merece verificação humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,5 mil no total) e três dos quatro elos são pessoas físicas ligadas ao PSOL de MG, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo despesa de outra, mas o valor recebido (R$ 230) é irrisório frente ao doado (R$ 17,9 mil), quebrando a ideia de retorno financeiro relevante. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de campanhas pequenas e conectadas partidariamente.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21,6 mil, com dinheiro saindo de Rafael Barros Gomes (PSOL) para Áurea Carolina (PSOL), passando por uma empresa de serviços culturais (EVOE) e retornando à cadeia via Kênia Ribeiro (PSOL) e uma empresa sem nome. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, o retorno do dinheiro a uma campanha anterior por meio de uma empresa de intermediação cultural e de uma empresa sem nome não tem explicação simples e merece checagem humana. A quantia de R$ 8.105,61 paga por Áurea Carolina à EVOE é a maior transação e pode indicar um contrato de serviço, mas o fato de a EVOE ter doado R$ 2.215,00 a Kênia Ribeiro no mesmo ano fecha um loop que não é rotineiro.
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