highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: bizarroR$ 1.410,00
Despesa de campanha de R$ 60,700.00 descrita como "IMPRESSÃO DE ADESIVOS FOLHETOS FLYER" — 239x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 60.700,00 para 'IMPRESSÃO DE ADESIVOS FOLHETOS FLYER' é 239 vezes a mediana histórica da categoria 'adesivo' (R$ 253,50), o que configura uma ordem de grandeza muito acima do padrão. Embora possa ser um lote grande ou erro de digitação, a descrição genérica não detalha quantidades ou especificações que justifiquem o montante, e o fornecedor é uma gráfica sem relação aparente com o candidato. Isso justifica uma verificação humana para confirmar se o valor e a quantidade são compatíveis.
2022 · fornecedor: BAVIPLAST EMBALAGENS PLASTICAS EIRELI EPP
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 17.046,94
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade e um candidato que a contratou para serviços contábeis em anos diferentes (2018 e 2022). A doação de R$ 1.320,00 da empresa ao candidato em 2018 é pequena e pode ser uma doação legítima de pessoa jurídica (permitida à época), enquanto as despesas de R$ 6.189,44 e R$ 9.537,50 são pagamentos por serviços prestados. O fluxo de retorno à mesma empresa é compatível com a contratação de serviços contábeis, não configurando um ciclo fechado de dinheiro sem contrapartida.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 4.130.742,68
IA O ciclo fecha entre quatro entidades de campos políticos distintos (PC do B e PL) e em anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou conta partidária comum. Além disso, a maior transação é uma doação de R$ 3,7 milhões da AIXMOBIL a Bolsonaro em 2018, enquanto as demais pontas do ciclo são de valores muito menores (R$ 1.320, R$ 39,30 e R$ 400 mil), gerando assimetria de ordens de grandeza. A empresa ESSENT aparece tanto recebendo despesa de campanha de Bolsonaro em 2022 quanto doando para um candidato do PC do B em 2018, o que merece checagem humana sobre a real conexão entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 438.306,75
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, incluindo a direção estadual repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 7.500, R$ 1.670) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento imediato que sugira devolução de recursos. A maior transação (R$ 417.886,75) é uma doação da direção estadual para um candidato, típica de repasse partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 434.951,75
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PC do B no RS, o que é compatível com repasses internos partidários e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 402.160,90
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PC do B, PDT e PL) sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS CONTABILIDADE, que é a mesma empresa (ou do mesmo grupo) que doou R$ 1.320,00 ao candidato do PC do B no RS, criando um retorno desproporcional e invertido. O valor de R$ 400 mil é duas ordens de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem lote ou justificativa aparente nos fatos.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 210.588,49
IA O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS e empresas de contabilidade, com valores que não destoam drasticamente entre si. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e podem refletir prestação de serviços contábeis, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato único e concreto que torne a explicação simples implausível, mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 208.638,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, DC) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B) — valores e sentidos díspares. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e fornecedora de serviços contábeis para campanhas, fechando o loop com R$ 208.638,15 movimentados. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 205.897,94
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Elvino Bohn Gass (PT) e, em outro momento, recebe pagamentos de despesa da campanha de Assis Flávio (PC do B), que por sua vez recebeu doação da campanha de João Edegar Pretto (PT). Embora haja conexão partidária entre PT e PC do B, o retorno de recursos da campanha de Assis para a mesma empresa que doou a outro candidato fecha um loop com valores expressivos (R$ 205,9 mil) e não tem explicação simples como mera coincidência de coligação. A diferença de anos (2018 e 2022) e a intermediação de uma empresa privada justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 203.614,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, NOVO) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que também doou para Assis Flávio (PC do B) em 2018, criando uma conexão indireta entre campanhas de campos opostos. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece tanto doando para Walkiria (NOVO) quanto recebendo despesas de Assis Flávio (PC do B), fechando o loop. Esses vínculos entre partidos sem coligação comum e a diferença de magnitude entre as transações justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 203.114,15
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), que paga a AIXMOBIL, que doa a um deputado do PC do B, que paga de volta à ESSENT. Além disso, há uma diferença de três ordens de grandeza entre a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) e as demais, e o retorno à ESSENT se dá como despesa de campanha, não como devolução. Isso justifica checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 202.674,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PSDB) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade/serviços), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto a AIXMOBIL fez uma doação de apenas R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), e que a ESSENT (contabilidade) apareça tanto doando para Raizer (PSDB) quanto recebendo despesas de Assis Flávio (PC do B). O conjunto forma um loop fechado entre pessoas e empresas sem relação política evidente, o que justifica checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 202.265,15
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PATRIOTA) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum que explique a cadeia. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), enquanto a ESSENT recebe R$ 15.726,94 de despesas de Assis Flávio e doa R$ 2.120,00 a Airton Amaral (PATRIOTA). O fluxo não é um simples repasse partidário e merece checagem humana para entender a relação entre essas entidades.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 202.145,15
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PC do B) e inclui uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a um vereador do MDB e recebeu despesas de campanha de um deputado do PC do B, sem vínculo partidário evidente. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doou R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), valor desproporcional e sem relação aparente. A presença de um loop fechado entre pessoas sem coligação comum e a assimetria de valores justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 201.824,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PDT) sem coligação comum aparente, o que dificulta explicar como um loop fechado de doações e despesas. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL contrasta com a doação de apenas R$ 65,00 da AIXMOBIL a Assis Flávio, e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesas de campanha. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real natureza das relações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 201.694,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, MDB) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade/serviços), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), e que a ESSENT (contabilidade) tenha recebido R$ 15.726,94 de despesas de Assis Flávio e doado R$ 1.500,00 a Valdair Dahmer (MDB). O fechamento do loop entre pessoas e empresas sem relação partidária/coligação declarada justifica uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 201.359,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PSL) e anos diferentes, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B), valor desproporcional e sem relação aparente. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e fornecedora de campanhas, fechando o loop com valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 6.189,44 e R$ 9.537,50), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 200.545,15
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PDT) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 6.500 a R$ 9.537,50), e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato do PC do B. A soma desses fatos justifica uma checagem humana, sem afirmar irregularidade.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 200.394,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PC do B, PRTB) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera movimentação interna partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as demais transações são de poucos milhares de reais, e a AIXMOBIL aparece doando apenas R$ 65,00 a Assis Flávio (PC do B). Essa disparidade e a presença de empresas de ramos distintos (contabilidade e mobilidade) no mesmo ciclo justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 200.394,15
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PL, PP, PC do B) e empresas de ramos diferentes (contabilidade e mobilidade/serviços), sem coligação ou grupo comum evidente. O volume é muito assimétrico: a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, enquanto as doações que fecham o loop são de valores baixos (R$ 50 a R$ 200). A presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesas de campanha e depois aparecendo doando a um vereador do PP, somada à conexão indireta com a campanha presidencial via AIXMOBIL, justifica uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 200.355,15
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum evidente: um vereador do PL da PB doa para a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), que paga despesas à AIXMOBIL, que doa a um deputado federal do PC do B do RS, que paga despesas à ESSENT, que doa de volta ao vereador do PL. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a campanha presidencial movimenta R$ 184 mil para a AIXMOBIL, enquanto as demais pontas do ciclo giram entre R$ 60 e R$ 9,5 mil, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 200.345,15
IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSL, PL, PC do B) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e podem refletir relações comerciais ou doações normais entre campanhas. Não há um fato único que destoe claramente, como um valor de ordem de grandeza acima do resto ou um fornecedor sem relação com o serviço. A ausência de conexão partidária direta entre todos os elos e a diferença temporal tornam o caso ambíguo, sem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 197.881,94
IA O ciclo envolve predominantemente agentes do PT/PC do B no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com serviços contábeis prestados por empresas do ramo (Essent) a campanhas. A maior transação é uma despesa de Paulo Pimenta com a campanha de João Edegar Pretto, ambos do mesmo campo político, o que é rotineiro em coligações. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que os valores fujam de uma ordem de grandeza razoável para os serviços listados.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 193.396,00
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PC do B, DEM) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são heterogêneos e as transações parecem serviços contábeis e repasses eleitorais comuns, sem um elo direto e fechado entre as mesmas pessoas ou empresas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o alerta de imediato.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 193.214,30
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 175 a R$ 180.000) e anos diferentes (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem dois candidatos do PT/RS e um do PC do B/RS, partidos que costumam estar na mesma coligação, e uma empresa de serviços que pode ter relação comercial legítima com campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a menção a 'ELEIÇÃO 2108 DILCE ABIGAIL RODRIGUES' como destino de despesa sugere possível erro de cadastro ou entidade intermediária que mereceria conferência.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 191.184,30
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo de maior valor é uma despesa de R$ 180.000,00 de Miguel Soldatelli Rossetto para 'ELEIÇÃO 2108 DILCE ABIGAIL RODRIGUES', enquanto as demais transações somam apenas cerca de R$ 11.000,00. Além disso, a empresa AIXMOBIL SERVICOS E PARTICIPACOES LTDA aparece doando R$ 2.995,00 para Sofia Cavedon Nunes e recebendo R$ 39,30 de Assis Flavio da Silva Melo, sem que se saiba a natureza do serviço prestado. Há partidos diferentes (PT e PC do B) na cadeia, e o valor muito acima dos demais justifica uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 182.933,30
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 180.000,00 de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO (2022) contra R$ 2.514,00 de doação da AIXMOBIL para ELVINO (2018) e R$ 39,30 de despesa de ASSIS FLAVIO para AIXMOBIL (2018). As transações ocorrem em anos distintos e as entidades têm partidos diferentes (PT e PC do B), mas há conexão indireta via João Edegar Pretto, que doou a Assis Flávio em 2022. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe do padrão de movimentação entre aliados, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 160.458,47
IA O ciclo envolve campanhas do PT e PC do B no RS, partidos que normalmente estão na mesma coligação (João Edegar Pretto foi candidato a governador apoiado por esses partidos em 2022). As transações são compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a uma empresa de contabilidade que presta serviços recorrentes a campanhas, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por coincidência de rede política e prestação de serviços contábeis, não havendo um fato isolado que destoe do padrão.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 139.149,83
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 39,30 a R$ 128.900,00) e entidades de naturezas diferentes, o que dificulta uma leitura única. Há vínculos partidários e de coligação entre os agentes (PT, PC do B, campanha de João Edegar Pretto), o que oferece uma explicação plausível para parte das movimentações. Por outro lado, a empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo recursos de campanhas, e o elo final sem nome identificado impede fechar a cadeia com clareza. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por padrão rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 79.884,01
IA O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/consultoria (ESSENT e AIXMOBIL) e dois políticos de partidos diferentes (PSB e PC do B), o que à primeira vista não forma um grupo óbvio. Porém, os valores são modestos (R$ 79,8 mil no total), as transações se concentram em 2018 e 2022, e a maior parte do fluxo é de despesas com serviços contábeis — padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo), mas também não há explicação simples e documentada para o loop completo.
grafo completo