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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 19.000,00
IA O loop envolve apenas R$ 19.000 entre duas campanhas de partidos diferentes (PV e PT) em MG, mas os fatos não esclarecem a natureza da despesa de R$ 15.000 paga por Carlos Magno a Luis Gustavo. Pode ser um serviço prestado, ressarcimento ou doação entre aliados, o que seria rotineiro, mas a diferença de valores e a falta de detalhamento do objeto da despesa impedem uma classificação segura. Não há elemento concreto que caracterize algo bizarro, nem informação suficiente para afirmar que é plenamente explicável.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA O ciclo envolve três pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2022) e partidos distintos (PV e PT), sem coligação ou vínculo partidário explícito que explique a cadeia. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 4.000 e R$ 7.500) e as transações estão separadas por anos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não há explicação simples e direta para o retorno do dinheiro à mesma cadeia.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 230,49
Despesa de campanha de R$ 9,900.00 descrita como "ADESIVOS PRAGUINHA" — 39x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 9.900 para adesivos é 39x a mediana, mas o fornecedor é uma gráfica (SECULUS GRAFICA), ramo compatível com a produção de adesivos em lote. A descrição 'ADESIVOS PRAGUINHA' sugere material de campanha em quantidade, e o valor absoluto não é extravagante para uma campanha de deputado federal. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor de outra ordem de grandeza que justifique alerta.
2018 · fornecedor: AUTO SERVICOS INDAIA LTDA.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 747.912,64
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Fernando Pimentel e Rogério Correia) e a direção estadual do partido, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 20 mil e R$ 21 mil) que podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O único valor alto (R$ 706 mil) é repasse da direção estadual para um candidato do próprio partido, padrão legítimo e comum. A participação de Luís Gustavo (PV) é o elo mais fraco, mas não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido a ninguém — o loop fecha na direção partidária com R$ 107,35, valor irrisório. Não há fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 492.785,35
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais, com valores modestos entre pessoas físicas (R$ 2.000 a R$ 15.000) e uma doação maior da direção estadual ao candidato Nilmaro de Miranda (R$ 451.678). As transações entre candidatos podem ser explicadas por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do mesmo campo político, e a presença de um candidato do PV (Luis Gustavo) não chega a ser anômala dado que coligações proporcionais frequentemente agregam partidos distintos. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante, nem fornecedor com ramo incompatível.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 375.826,67
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Zilda, Fernando Pimentel e Rogério Baptista), com repasses da direção estadual do partido a Zilda e doações entre candidatos da mesma corrente. O único elo fora do PT é Luís Gustavo Riani (PV), mas o valor de R$ 20.000 doado a Rogério é compatível com alianças locais e não destoa do restante. Os valores são modestos (R$ 3.758,27 no total) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 350.923,84
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em MG (Juarez Moreira, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e um único candidato do PV (Luís Gustavo Riani), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e alianças estaduais. Os valores são modestos (R$ 350 mil no total, com transações individuais de R$ 4 mil a R$ 217 mil) e as datas se espalham por 2018-2022, sem concentração temporal típica de triangulação. Não há um fato isolado — como fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza superior ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — que force uma checagem manual prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 330.115,97
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma federação/coligação. Os valores são modestos (R$ 6 mil a R$ 98 mil) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 317.992,68
IA O ciclo envolve valores modestos e entidades majoritariamente ligadas ao PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses partidários rotineiros. Porém, a presença de um candidato do PV (Luis Gustavo D'Avila Riani) doando R$ 20.000 a um candidato do PT em 2022, sem coligação explícita nos dados, e a transação de R$ 14.000 de Lázaro Roberto da Silva para André Ribeiro Silva (que não aparece como entidade do loop) introduzem elos que não se explicam apenas pela estrutura partidária. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramos ou ordens de grandeza), mas a cadeia não é totalmente autoexplicável.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 277.824,98
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Averaldo, Fernando Pimentel e Rogério Correia), com repasses da direção estadual do partido e uma doação entre aliados de coligação, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 4 mil a R$ 61 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. O único elo fora do PT é Luís Gustavo Riani (PV), que doou a Rogério Correia em 2022, o que pode ser explicado por aliança estadual, mas merece nota. Não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou valor fora de escala.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 257.387,72
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos e a direção do PT em Minas Gerais, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 211 mil) é uma doação da direção estadual para um candidato a prefeito, padrão comum em campanhas municipais. As demais movimentações são de baixo valor ou entre aliados do mesmo partido, sem indicar um esquema atípico.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 192.210,07
IA O loop envolve majoritariamente políticos do PT em Minas Gerais, com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido e repasses da direção estadual. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são compatíveis com movimentações típicas de campanha, como doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores discrepantes. O fluxo pode ser explicado por articulação partidária legítima.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 190.476,20
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 148,7 mil) é uma doação da direção municipal para Edson Rodrigues, padrão comum de financiamento interno. As demais movimentações são de menor porte e podem ser explicadas por alianças partidárias e ressarcimentos, sem indício claro de irregularidade.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 165.659,59
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos de direção estadual e doações entre aliados da mesma federação/coligação. Os valores são modestos (R$ 165 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A presença de um candidato do PV (Luis Gustavo Riani) na cadeia é o único ponto que foge ao padrão partidário, mas pode ser explicado por aliança local. Não há fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 135.104,75
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político em MG (PT/PV), com a direção estadual do PT repassando recursos a candidatos do próprio partido — padrão comum de financiamento partidário. As transações entre candidatos (R$ 20 mil e R$ 15 mil) são de baixo valor e compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O único trecho que fecha o loop de volta ao PT é uma despesa de R$ 107,35 em 2018, valor irrisório e provavelmente uma taxa ou reembolso administrativo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 130.604,75
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT em MG (Carlos Magno, Rogério Baptista e a direção estadual), o que é compatível com repasses internos do partido a candidatos e despesas de campanha. Porém, há dois elos que não se encaixam nesse padrão: uma doação de R$ 3.000 de DAVI OLIVEIRA COSTA para Luís Gustavo (PV) em 2018 e uma despesa de R$ 7.500 de Carlos Magno para DAVI OLIVEIRA COSTA em 2022, sem partido/coligação em comum declarado. Os valores são modestos e as transações estão espalhadas em anos diferentes, o que enfraquece a leitura de um loop coordenado, mas a presença desses elos fora do grupo partidário impede classificar como totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 126.346,24
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de magnitude distintas: R$ 84,7 mil da empresa para o candidato, R$ 21,1 mil de despesa, R$ 20 mil de doação entre candidatos e apenas R$ 482 de despesa para a empresa. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a empresa Vakinha é uma plataforma de arrecadação conhecida, o que torna plausível que as transações sejam serviços prestados ou doações normais entre candidatos de partidos diferentes (PV e PT). Os fatos não configuram um padrão claramente inexplicável, mas também não permitem descartar totalmente a coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 124.073,29
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 250 a R$ 82.000), típicos de movimentação entre campanhas. Há sobreposição partidária (PT) entre a maioria dos envolvidos, o que pode explicar repasses internos ou devoluções. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 121.488,31
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PV em MG) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Luis do Nascimento (R$ 98.880,96), padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 114.873,34
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 114,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são desiguais, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões entre os agentes (PT/PV em MG, fornecedores de serviços digitais e editoriais) são compatíveis com relações partidárias e comerciais comuns. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 112.604,75
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PT em MG (Roselane e Rogério) e uma doação de um candidato do PV (Luis Gustavo) para Rogério, o que pode ser explicado por aliança estadual ou repasse partidário. Os valores são modestos (R$ 2.000 e R$ 12.500) e a transação de Rogério para a direção estadual é de 2018, fora do ciclo de 2022, sugerindo possível ressarcimento ou despesa ordinária. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas a presença de partidos diferentes e a direção do fluxo impedem classificar como totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 109.971,72
IA O ciclo envolve uma empresa de arrecadação (Vakinha) e três políticos de MG, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares: a empresa doou R$ 84,7 mil a Fernando Pimentel em 2018, enquanto as demais transações somam valores muito menores. Não há evidência de um loop fechado no mesmo período ou entre as mesmas campanhas, e a conexão entre as entidades pode ser explicada por relações partidárias (PT/PV) ou pelo uso da plataforma de arrecadação. Faltam elementos para afirmar que é um padrão rotineiro ou genuinamente estranho.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 104.730,64
IA O ciclo envolve majoritariamente quadros do PT em Minas Gerais (Patrus Ananias, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 104,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. A presença de Luís Gustavo Riani (PV) e de uma despesa de R$ 21 mil de Pimentel para Riani não foge do padrão de alianças e prestação de serviços entre campanhas da mesma base. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação partidária rotineira.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 98.571,98
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais (Rodrigo Souza Leite, Fernando Pimentel, Rogério Correia) e a direção estadual do partido, com valores modestos (R$ 500 a R$ 21 mil) que são compatíveis com repasses internos e despesas de campanha. A única transação de maior valor (R$ 20 mil) é uma doação de Luís Gustavo Riani (PV) para Rogério Correia, o que pode ser explicado por aliança partidária na mesma coligação. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza discrepante. O padrão é típico de movimentação entre aliados e direção partidária, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 82.438,81
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PV em MG), com repasses da direção estadual do PT a um vereador e uma doação entre candidatos de partidos aliados, padrão comum em coligações. O valor total é baixo (R$ 82,4 mil) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O único ponto que foge ao script é a doação de R$ 20 mil de Luís Gustavo (PV) para Rogério (PT) em 2022, mas isso é compatível com aliança eleitoral. Não há fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 79.888,40
IA O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT em MG (Daniel, Fernando Pimentel, Rogério) e um do PV (Luís Gustavo Riani), com valores que giram em torno de R$ 20-38 mil, sem salto de ordem de grandeza. As transações podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, mas a presença de um político de outro partido (PV) no meio do ciclo e a direção exata das setas (ex.: despesa de Pimentel para Riani) não são totalmente esclarecidas pelos dados. Não há um fato isolado que destoe gritantemente, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação. Falta informação para cravar se é rotineiro ou estranho.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 64.455,61
IA O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT de MG (Nilmar, Carlos Magno e Rogério) e um do PV (Luís Gustavo), o que poderia ser explicado por alianças ou coligações, mas o PV não é tradicional aliado do PT em MG. A empresa Vakinha aparece como doadora e também como fornecedora (despesa de Rogério), o que pode indicar relação comercial legítima, mas o valor total é modesto e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2022), dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos diferentes e a empresa que doa e recebe merece uma checagem humana mais detida.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 52.103,45
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 52 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PT/PV em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 51.978,04
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PT em Minas Gerais (Esdras, Fernando Pimentel e Rogério Baptista) e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. O único elo fora do PT é Luís Gustavo D'Ávila Riani (PV), que doou R$ 20.000 a Rogério Baptista em 2022 e recebeu R$ 21.123 de despesa de Fernando Pimentel no mesmo ano — valores próximos, mas não idênticos, e o PV costuma ser aliado do PT em Minas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o padrão é o de movimentação entre campanhas aliadas.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 48.123,29
IA O ciclo envolve majoritariamente políticos do PT de MG (Patrus, Rogério Baptista, Fernando Pimentel), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Porém, o elo de saída e retorno é Luís Gustavo D'Ávila Riani (PV), partido diferente, e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), com valores que não são idênticos nem claramente desproporcionais. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a relação entre Riani e o grupo PT.
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