
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
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| 2015 | BARRA FUNDA - RS | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 800.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | NOVO BARREIRO - RS | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 700.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | CONSTANTINA - RS | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 682.727,50 | R$ 0,00 |
| 2015 | ARROIO DO SAL - RS | APOIO A INFRAESTRUTURA PARA A EDUCACAO BASICA | R$ 412.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | CARLOS BARBOSA - RS | IMPLANTACAO E MODERNIZACAO DE INFRAESTRUTURA PARA ESPORTE EDUCACIONAL, RECREATIVO E DE LAZER | R$ 400.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | VERANÓPOLIS - RS | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 300.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | RONDA ALTA - RS | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 200.000,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum declarada: uma empresa (ESSENT) doa a um deputado do PDT, que paga despesa a outra empresa (AIXMOBIL), que doa R$ 3,7 milhões a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 400 mil à ESSENT. O elo de maior valor (AIXMOBIL -> Bolsonaro, R$ 3,7 mi) e o retorno de Bolsonaro à ESSENT (R$ 400 mil) fecham um loop entre pessoas jurídicas e campanhas de partidos distintos, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Não há prova de irregularidade, mas o encadeamento curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário aparente justifica checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades sem vínculo partidário comum evidente: um candidato do PDT (RS) paga despesa a uma empresa (AIXMOBIL) que doou a um vereador do PDT de GO, que doou ao candidato do PL à Presidência, cuja campanha pagou R$ 400.419,38 à ESSENT, a mesma empresa que doou ao candidato do PDT. O valor pago pela campanha presidencial à ESSENT é cerca de 2.800 vezes maior que a doação inicial da ESSENT ao candidato do PDT, uma ordem de grandeza muito acima das demais transações da cadeia. Isso não prova irregularidade, mas o salto de escala e a mistura de partidos/UF sem coligação declarada justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT, DC, PL; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações estão espalhadas no tempo, sem um encadeamento claro de curto prazo. O único elo que chama atenção é a Essent aparecer como doadora e depois receber despesa de campanha, mas o valor recebido (R$ 201,40) é irrisório frente ao doado (R$ 8.493,00).
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e estados diferentes (PL, NOVO, PDT) sem coligação comum aparente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.360,00 a Enio Bacci, que por sua vez paga R$ 201,40 à Essent, que doou R$ 3.220,00 a Walkiria Neves, que doou R$ 250,00 a Bolsonaro. Há ainda inconsistência de nomes/CNPJ da Essent e valores de ordens de grandeza muito distintas dentro do mesmo ciclo, o que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/RS, PL/BR, PMB/MG) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito normal de recursos dentro de um mesmo grupo. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é cerca de 626 vezes maior que a doação de R$ 294,80 da ESSENT para Iraci, e o restante do ciclo gira em torno de valores pequenos. O fechamento do loop com uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e depois doando para um vereador de outro estado/partido é um fato concreto que merece checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PDT) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de 135 vezes maior que a doação da AIXMOBIL a Ênio Bacci (R$ 1.360,00), gerando assimetria que merece checagem. Além disso, a ESSENT aparece com nomes/CNPJs ligeiramente diferentes (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE), sugerindo possível variação cadastral a esclarecer.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT/RS, PATRIOTA/SC, PL/BR), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 1.360,00 a Ênio Bacci (PDT/RS), enquanto a Essent doou a Airton Amaral (PATRIOTA/SC) e recebeu despesas de Bacci. A assimetria de valores e a mistura de anos/partidos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PDT) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador do MDB, enquanto um candidato do PDT paga despesas à mesma empresa. O elo mais chamativo é a doação de R$ 1,00 de Alberto Amaral Alfaro a Jair Bolsonaro, valor irrisório que destoa completamente do restante da cadeia (R$ 187 mil), sugerindo que pode ser um registro atípico ou erro. Além disso, a empresa AIXMOBIL doa a um candidato do PDT e recebe despesas de campanha de Bolsonaro, sem relação partidária evidente. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) domina o total, enquanto as demais somam menos de R$ 3 mil, e a doação de R$ 1 de Cícero a Bolsonaro é simbólica. Não há um fato único e concreto que configure um padrão claramente anômalo, como empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo valor ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT, MDB, PL), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 1.000 vezes maior que as demais transações do loop, concentrando quase todo o volume e merecendo checagem sobre a natureza do serviço. A doação da AIXMobil a Ênio Bacci (PDT) e a despesa da campanha de Bolsonaro à mesma empresa no mesmo ano de 2018 criam uma conexão direta que não se explica apenas por coincidência de coligação.
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa (Essent) doa a um vereador do PSL/MG, que doa R$ 1 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMobil, que doa a Ênio Bacci (PDT/RS), que paga despesas à própria Essent. O elo mais chamativo é o salto de valor: a transação Bolsonaro→AIXMobil (R$ 184.352,21) é três ordens de grandeza maior que as demais do loop, e a AIXMobil aparece doando a um candidato de outro partido/estado. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de mesma coligação e merece checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA, PDT/RS, PL/BR), sem coligação comum evidente. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 1.360,00 a Enio Bacci (PDT), criando uma assimetria de duas ordens de grandeza. A doação de R$ 1,00 de João Roberto a Bolsonaro é um valor atípico que, embora irrelevante financeiramente, chama atenção por fechar artificialmente a cadeia. O conjunto justifica checagem humana para entender a natureza dessas relações.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PDT, PRTB, PL), sem coligação comum evidente. O valor que sai da campanha de Bolsonaro para a AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 50 a R$ 1.360), e a ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora da campanha de Enio Bacci, sugerindo possível retorno do dinheiro. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PDT-RS, PL-BR, PP-MS) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 900 vezes maior que a doação de R$ 200,00 de Cícero Barbosa dos Santos a Bolsonaro, e a AIXMOBIL aparece doando a um candidato do PDT-RS. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
IA O loop envolve entidades de partidos diferentes (PDT, PL) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador e recebe despesa de um deputado, sem coligação comum evidente. O valor central é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 1.360 ao deputado Enio Bacci, e este pagou R$ 201,40 à ESSENT. A assimetria de valores e a presença de uma empresa de contabilidade no meio do ciclo dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PDT, PSL, PL) e inclui uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e depois recebe despesas de outro elo da cadeia. O valor mais chamativo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que é cerca de 1.300 vezes maior que a doação de R$ 136,00 da AIXMOBIL a Enio Bacci, sugerindo que a AIXMOBIL pode ter sido fornecedora da campanha presidencial e não apenas doadora. A doação de R$ 1,00 de Marcos Calegari a Bolsonaro é atípica e não explica sozinha o loop, mas a combinação de partidos distintos e a assimetria de valores justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 65.653,47, mas as transações são de naturezas distintas (doações e despesas) e de valores muito díspares: a maior doação (R$ 63.951,00) vem de uma empresa de contabilidade para um candidato a vice-presidente, enquanto as demais movimentações são de pequeno porte (R$ 136,00 a R$ 20.140,00). Não há indício de que os participantes compartilhem partido ou coligação, mas também não há um fato agudo que destoe do padrão de doações empresariais e pagamentos de serviços. O conjunto é atípico o suficiente para não ser trivialmente explicável, porém carece de um elemento concreto que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (PDT, PT, PSOL) e duas empresas, mas as transações estão distribuídas em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos, exceto o pagamento de Manuela D'Ávila à ESSENT JUS, que é compatível com serviços contábeis de campanha. A doação de Henrique Fontana a Manuela D'Ávila em 2020 pode ser explicada por aliança política no RS, e as demais movimentações são de baixo valor. Não há um fato concreto que fuja de um padrão comum de financiamento e prestação de serviços entre campanhas.
IA O ciclo fecha em 2018 entre três candidatos de partidos diferentes (PDT, PSD e PSDB) e duas empresas, sem coligação comum declarada que explique a cadeia. O ponto mais chamativo é a ESSENT (empresa de contabilidade) doar R$ 1.414 a Ênio Bacci e, na mesma eleição, receber R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Leite — valor 20x maior, sem relação aparente entre o ramo contábil e a doação recebida. A soma das doações (R$ 12.414) é muito inferior ao pagamento final à empresa, o que sugere que o 'loop' pode ser apenas o rastro de uma prestação de serviços, mas a coincidência de datas e o cruzamento entre partidos distintos justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são pequenos (R$ 33.978,70 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um encadeamento rápido e fechado no mesmo período. As duas empresas têm ramos de contabilidade/serviços, compatíveis com despesas de campanha, e os candidatos são de partidos diferentes (PDT e REDE), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência partidária, mas também não configura um padrão obviamente suspeito. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PDT, PSDB, PSD) e valores pequenos (R$ 31 mil no total), mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma despesa de campanha de Eduardo Leite (PSDB) para a Essent Jus Contabilidade, que é um fornecedor de serviços contábeis — padrão comum em campanhas. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre aliados), mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar se as entidades têm relação entre si.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores pequenos (R$ 30 mil no total) e transações de 2018. As empresas ESSENT e AIXMOBIL têm nomes similares a fornecedores de serviços contábeis/participações, e as quantias são compatíveis com despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum (mesma coligação, ressarcimento, etc.), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PDT-RS e PSB-PB), o que dificulta uma explicação por coligação comum, mas os valores são pequenos e as transações ocorreram todas em 2018. A empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo da campanha de João Azevedo Lins, o que pode ser prestação de serviços contábeis e ressarcimento, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, ramo incompatível ou ciclo fechado entre mesmas pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PDT-RS, PSDB-MG, PL-MG) e se estende por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas variadas (doações e despesas) e valores que não destoam entre si, sem um elo claramente anômalo. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível descartar coincidência ou relação indireta.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos e estados diferentes (PDT-RS e PSDB-PB), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A maior transação é uma doação de R$ 24.324,00 da AIXMOBIL para Cássio Lima, enquanto o retorno à ESSENT é de apenas R$ 1.181,12, e ainda há um pagamento de R$ 80,88 de Ênio Bacci à AIXMOBIL. O fato de uma empresa de serviços/participações doar valor alto a um senador de outro estado e depois receber de volta um valor pequeno de um candidato de outro partido/estado dificulta a explicação por mera coincidência de coligação.
IA O ciclo envolve 5 entidades com valores modestos (R$ 25 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões entre as pessoas (PDT-RS e PSDB-MG) não indicam partido ou coligação comum, mas os valores são baixos e podem refletir relações comerciais ou de prestação de serviços entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PB e RS; PSB e PDT), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por aliança partidária. Porém, os valores são modestos (R$ 24,3 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, podendo refletir contratação de serviços contábeis e doações cruzadas dentro de um mesmo grupo empresarial. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas os valores são muito desproporcionais: Paulo Renato Paim (PT) paga R$ 20.224,40 à ESSENT JUS, enquanto a ESSENT JUS doa apenas R$ 1.414,00 a Enio Bacci (PDT) e a AIXMOBIL doa R$ 455,00 a Paim. A ESSENT JUS aparece como fornecedora de Paim e doadora de Bacci, e a AIXMOBIL recebe despesa de Bacci e doa a Paim, formando um circuito fechado entre campanhas de partidos diferentes (PT e PDT) sem coligação indicada. O valor pago por Paim à ESSENT JUS é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, o que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PDT, PPS, PSDB) e UFs diferentes (RS, MG), o que dificulta explicar por uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 17,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), com a maior parte sendo de 2018. A transação de R$ 9.000 de Marcus Vinicius para Antônio Jorge em 2022 é a única que fecha o ciclo, mas pode ser um ressarcimento ou pagamento por serviço, sem elementos claros de irregularidade.
IA O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/serviços (ESSENT e AIXMOBIL) e dois candidatos de partidos diferentes (PDT e PC do B), mas todos os fluxos ocorrem em 2018 e 2022, anos eleitorais. As transações parecem compatíveis com contratação de serviços contábeis e doações de empresas do setor, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de prestação de serviços contábeis ou de doações empresariais típicas, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre as entidades.
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