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Dados públicos do TSE, Portal da Transparência e Receita Federal, atualizados todo dia.

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MARCUS ALEXANDRE MEDICI AGUIAR VIANA DA SILVA

DEPUTADO ESTADUAL · MDB/AC · 2026
CPF 264.703.988-71título eleitoral 264338940141
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 2.599.619,49
636 doações
despesas contratadas
R$ 2.447.723,05
800 despesas
pago até agora
R$ 2.139.319,76
regime de caixa
apuração 2026
Deputado Estadual · AC · 1º turnoeleito por qp
2,7%12.872 votos
TSE 04/10 21h08
candidaturas por eleição
2026ELEITO POR QP
DEPUTADO ESTADUAL
MDB · AC · 1º turno
68.237.421/0001-74
2024NÃO ELEITO
PREFEITO
MDB · AC · 1º turno
56.357.143/0001-00
2022NÃO ELEITO
VICE-GOVERNADOR
PT · AC · 1º turno
2018NÃO ELEITO
GOVERNADOR
PT · AC · 1º turno
31.213.509/0001-46
2016ELEITO
PREFEITO
PT · AC · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
sinais de alerta
redes sociais declaradas
rede de doação
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sinais de alerta
74 sinais · mostrando os 30 maiores

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 59.948,64

IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa de tecnologia de intermediação doou R$ 55.878,00 ao candidato e, no mesmo ano de 2018, recebeu de volta R$ 4.070,64 em despesas pagas pela campanha. Embora o valor de retorno seja menor que a doação, o fluxo empresa→candidato→empresa no mesmo exercício, sem coligação ou vínculo partidário declarado entre as partes, não tem explicação óbvia e merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o fato concreto do loop fechado justifica priorização.

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highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 10,15

Despesa de campanha de R$ 2,108.48 descrita como "GRAMPO PLÁSTICO" — 108x a mediana de R$ 19.50 pra "grampo" (674 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 2.108,48 para 'GRAMPO PLÁSTICO' é 108x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a descrição genérica pode esconder um lote de milhares de unidades, prática comum em campanhas. Não há informação sobre quantidade, preço unitário ou vínculo entre fornecedor e candidato que permita dizer se é erro de digitação, compra em volume ou algo a investigar. Sem esses dados, não dá para classificar como bizarro nem como rotineiro.

2018 · fornecedor: n/d
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 679.751,20

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PV, REDE, MDB) e uma empresa de tecnologia, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos, exceto a doação de R$ 317 mil da Pague Junto à Marina Silva. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência de fluxos partidários e empresariais, mas a conexão entre uma empresa de tecnologia e uma candidata à senadora merece uma olhada humana para descartar irregularidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 136.948,59

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PV) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são modestos (R$ 136,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto doando para um candidato do PT quanto recebendo despesa de um candidato do MDB, o que pode ser apenas prestação de serviços de intermediação, mas não há detalhamento do serviço. Sem mais contexto sobre a natureza dos gastos e vínculos partidários, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 124.816,69

IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PDT, PT, MDB, PL) no Acre, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 124,8 mil no total). A maior transação é uma doação de R$ 56,1 mil da Pague Junto Tecnologia para Jorge Ney, que pode ser uma doação empresarial regular, e as demais são repasses partidários ou despesas de campanha de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização sem uma análise mais aprofundada.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 121.389,64

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PODE) e uma empresa de tecnologia, com transações em anos distintos (2018 e 2024). As maiores quantias são doações da empresa PAGUE JUNTO a Jorge Ney (R$ 56 mil) e da Direção Estadual a Francisco Ernilson (R$ 50 mil), enquanto as transações que fecham o loop são de valores baixos (R$ 500 e R$ 4 mil). Não há um fato único e concreto que destoe do padrão de doações entre aliados ou repasses partidários, mas a combinação de partidos e a intermediação da empresa merecem uma olhada humana para descartar coincidência.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 111.800,00

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 111,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado de curto prazo. Há conexões partidárias (PT e MDB no AC) e valores modestos, compatíveis com movimentações rotineiras de campanha, mas a presença de uma entidade 'sem nome' e a ausência de detalhes sobre a natureza dos pagamentos impedem uma explicação simples. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 108.300,00

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 108.300, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PT entre Leonardo e Marcelo; MDB de Marcus), mas não há um fato concreto como empresa doadora recebendo de volta valor quase idêntico ou fornecedor fora do ramo. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas no Acre, sem salto de ordem de grandeza que justifique priorização imediata.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 95.754,00

IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 95.754,00, com transações que atravessam anos e partidos diferentes (PT, MDB, PV) sem coligação comum declarada. Chama atenção que a campanha de Jorge Ney (2022) doe R$ 15.800,00 a Sidilene Silva Lima (PV), que em 2018 doou R$ 954,00 a Marcus Alexandre (MDB), e que Leonardo Cunha de Brito (PT) pague R$ 50.000,00 a Jorge Ney em 2022, fechando um circuito entre campanhas que não são do mesmo grupo político evidente. O valor de R$ 50.000,00 pago por Leonardo a Jorge Ney é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 92.300,00

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MDB, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 50 mil) e as transações podem refletir doações e despesas rotineiras entre candidatos do mesmo estado. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 92.254,00

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MDB, PV) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas variadas (doações e despesas) e valores que não destoam entre si, sem um elo claramente anômalo. Não há um fato concreto que force uma checagem humana, mas também não há um padrão legítimo evidente que explique todo o encadeamento.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 86.800,00

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 86.800, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop curto e fechado. Há vínculos partidários e de coligação no Acre (PT/MDB) que podem explicar repasses entre aliados, e os valores individuais não são de ordem de grandeza discrepante. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar as datas e a relação entre as campanhas.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 84.013,24

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PSOL) e uma empresa de tecnologia, com transações de anos distintos (2018 e 2022). As quantias são modestas (R$ 84 mil no total) e há elos que podem ser explicados por repasses partidários ou contratação de serviços, mas a presença de uma empresa de intermediação no meio do ciclo e a mistura de legendas impedem uma explicação simples e única. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é um padrão claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 82.369,64

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PDT, MDB, PT) e uma empresa de tecnologia, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 82 mil no total), as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e há indícios de que parte do fluxo passa pela direção estadual do PDT, o que poderia ser um repasse partidário rotineiro. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 79.189,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) que doou R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e recebeu R$ 4.070,64 de despesa da campanha de Marcus Alexandre (MDB), enquanto a campanha de Jorge Ney pagou R$ 11.000,00 a Rejane Cristina, que por sua vez doou R$ 8.000,00 a Marcus Alexandre. Embora os valores não sejam idênticos, o fluxo fecha um loop entre campanhas de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa de tecnologia, sem que haja coligação ou relação partidária evidente que explique a circularidade. A diferença de valores e a presença de uma empresa intermediando recursos entre adversários políticos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 76.254,00

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, MDB, PSD, PV) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 76 mil no total) e as transações podem refletir doações e despesas rotineiras entre candidatos do mesmo estado. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 74.339,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) que doa R$ 56.119,00 a um candidato do PT e recebe R$ 4.070,64 de despesa de um candidato do MDB, enquanto este mesmo candidato do MDB recebe doação de um terceiro (CLÉBER S. BEZERR) e o candidato do PT paga despesa a um vereador da UNIÃO. As legendas são diferentes (PT, MDB, UNIÃO) e não há coligação ou vínculo partidário comum declarado entre os agentes, o que enfraquece a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor da doação da empresa ao candidato do PT é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia, e o retorno à empresa via despesa do candidato do MDB fecha um ciclo curto e nominalmente desconexo. Isso justifica checagem humana para entender a real relação entre a empresa e as campanhas.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 70.754,00

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 70.754, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Além disso, as entidades têm partidos variados (PT, MDB, PV) e uma delas é um comitê de campanha majoritária, sem clara coligação comum que explique tudo. Não há um fato concreto e isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 70.601,64

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PDT, PT, MDB) e uma empresa de tecnologia, com valores que variam de R$ 200 a R$ 56.119. A maior transação é uma doação de R$ 56.119 da PAGUE JUNTO para JORGE NEY (PT), enquanto MARCUS ALEXANDRE (MDB) pagou R$ 4.070 à mesma empresa. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é um padrão claramente rotineiro, pois cruza partidos distintos e uma empresa privada. Faltam informações sobre a natureza dos serviços e a relação entre os envolvidos para uma triagem mais segura.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 68.289,64

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 68 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há elos partidários (PT entre Jorge Ney e Rosali) e a empresa Pague Junto aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser um padrão legítimo de contratação. Não há um fato único e gritante que justifique priorização, mas também não é um caso trivial de mesma coligação.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 67.143,64

IA O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que recebeu doação de um candidato do MDB e doou para um candidato do PT, ambos do Acre, mas em anos diferentes (2018 e 2022). As transações não formam um loop fechado no mesmo ano nem entre as mesmas pessoas, e os valores são modestos (R$ 67 mil no total). Sem mais contexto sobre a relação entre os candidatos ou a empresa, não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de financiamento.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 67.039,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO) que doa R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e, no mesmo ano de 2018, recebe R$ 4.070,64 em despesas pagas pela campanha de Marcus Alexandre (MDB), que por sua vez recebeu doação de Valéria Nascimento Vieira — pessoa que depois, em 2022, recebeu despesa paga pela campanha de Jorge Ney. Ou seja, o dinheiro fecha um loop entre campanhas de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa de tecnologia, com valores de ordens de grandeza distintas (R$ 56 mil de doação vs. R$ 4 mil de despesa).

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 66.901,64

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PODE) e uma empresa privada, sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. A empresa PAGUE JUNTO recebeu R$ 4.070,64 de um candidato do MDB e doou R$ 56.119,00 a um candidato do PT, valores de ordens de grandeza distintas e sem relação aparente com o serviço prestado. O retorno final de R$ 500,00 ao candidato do MDB fecha o loop, mas o elo mais forte é a empresa intermediando recursos entre adversários partidários.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 66.889,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) que doou R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e recebeu R$ 4.070,64 de despesa da campanha de Marcus Alexandre (MDB), partidos diferentes. Além disso, há uma despesa de R$ 6.500,00 da campanha de Jorge Ney para Expedito Gomes, que em 2018 doou R$ 200,00 a Marcus Alexandre, fechando o loop. A diferença de valores e a presença de uma empresa de tecnologia intermediando recursos entre campanhas de partidos distintos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 66.389,64

IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (MDB, PT, PP) no Acre, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 66 mil no total). A empresa PAGUE JUNTO aparece tanto recebendo despesa de Marcus Alexandre quanto doando para Jorge Ney, o que pode ser coincidência de mercado ou intermediação legítima. Não há um fato único que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), mas a combinação de partidos distintos e a presença de uma empresa de tecnologia no meio de doações políticas justifica uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 66.143,64

IA O ciclo envolve uma empresa de tecnologia que doou R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e recebeu R$ 4.070,64 de despesas da campanha de Marcus Alexandre (MDB), ambos no Acre em 2018. Os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação/tecnologia, e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há indício claro de que os recursos tenham retornado ao doador original, e a diferença partidária entre os candidatos não é suficiente para caracterizar algo bizarro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 66.143,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIAÇÃO) que doou R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e recebeu R$ 4.070,64 de despesa da campanha de Marcus Alexandre (MDB), que por sua vez recebeu doação de Guilherme Alexandre Medici Aguiar, e Jorge Ney pagou despesa de R$ 5.000,00 a Guilherme. O loop fecha entre pessoas de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa de tecnologia, sem coligação comum evidente, e o valor da doação da empresa é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia. Isso justifica uma checagem humana para entender a relação entre os envolvidos e a natureza dos pagamentos.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 64.639,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) que doou R$ 56.119,00 ao candidato Jorge Ney (PT) e recebeu R$ 4.070,64 de despesa da campanha de Marcus Alexandre (MDB), enquanto Jorge Ney pagou despesa a Agda Marcelly, que por sua vez doou a Marcus Alexandre. Embora os valores não sejam idênticos, o fluxo fecha um loop entre campanhas de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa de tecnologia, o que não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. A diferença de magnitude entre a doação da empresa e o retorno via despesa também chama atenção. Vale checagem humana para entender a relação entre as partes.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 64.143,64

IA O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIAÇÃO) que recebeu R$ 4.070,64 de despesa da campanha de MARCUS ALEXANDRE (MDB) e doou R$ 56.119,00 para JORGE NEY (PT), que por sua vez pagou despesa a PAULO FRANCISCO, que havia doado a MARCUS ALEXANDRE. Embora os valores não sejam idênticos, o fluxo fecha um loop entre campanhas de partidos diferentes (MDB e PT) e uma empresa de tecnologia, sem que haja coligação ou vínculo partidário evidente que explique a circularidade. A diferença de ordem de grandeza entre a despesa paga à empresa (R$ 4 mil) e a doação feita por ela (R$ 56 mil) também chama atenção e merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 62.689,64

IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são modestos (R$ 62,7 mil no total) e as transações ocorrem todas em 2018, ano de eleição geral. Há um elo frágil: EDSANDRO SOUZA DA SILVA aparece apenas como doador de R$ 1.500 a MARCUS ALEXANDRE e como recebedor de despesa de R$ 1.000 de JORGE NEY, sem que se saiba seu partido ou cargo, o que impede avaliar se há vínculo político entre as campanhas. A empresa PAGUE JUNTO doou R$ 56,1 mil a JORGE NEY e recebeu R$ 4.070 de MARCUS ALEXANDRE, mas o ramo de tecnologia de intermediação pode ter relação com serviços de campanha, e os partidos (PT e MDB) são distintos, embora ambos no AC. Sem mais contexto sobre coligações e vínculos, não há fato que claramente destoe de um padrão legítimo nem que configure indício forte de anormalidade.

grafo completo
doações recebidas
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despesas — pra onde foi o dinheiro
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redes sociais declaradas
MARCUSALEXANDRE.ACRE
declarado em 2026
@marcusalexandre.acre
declarado em 2024