highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 7,50
Despesa de campanha de R$ 16,175.00 descrita como "ADESIVOS E PRAGUINHAS" — 64x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 16.175,00 para 'ADESIVOS E PRAGUINHAS' é cerca de 64x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a descrição genérica pode englobar um lote grande de material gráfico (adesivos, praguinhas, possivelmente outros itens) sem detalhamento. Não há informação sobre quantidade, preço unitário ou outros contratos do mesmo fornecedor que permitam afirmar se o valor é desproporcional ou apenas um lote volumoso. Sem esses elementos, não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
2018 · fornecedor: n/d
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.500 no total) e pessoas do mesmo partido (PT) no RS, o que é compatível com movimentação rotineira entre aliados. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 993,00
Despesa de campanha de R$ 7,668.00 descrita como "ADESIVOS PEITO" — 30x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 7.668,00 para 'ADESIVOS PEITO' é cerca de 30x a mediana da categoria, mas a descrição é genérica e pode englobar um lote grande de adesivos, comum em campanhas de deputado estadual. O fornecedor é uma editora, ramo compatível com material gráfico/adesivos, e não há indício de ciclo fechado ou fornecedor fora do ramo. Sem detalhamento de quantidade ou especificação, não dá para afirmar que é anômalo nem que é rotineiro.
2022 · fornecedor: PAULO GEOVANNE MAGALHÃES
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 276.076,00
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com um padrão de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3.250 a R$ 201.576) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos societários das empresas sem nome.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 247.576,00
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (José Sidney e Maria do Rosário) e pessoas físicas/empresas sem nome identificado, mas os valores e anos não formam um loop claro e fechado. As transações listadas mostram doações e despesas em anos distintos (2018 e 2022) e com valores que não retornam exatamente ao ponto de partida, dificultando caracterizar um ciclo circular típico. Não há um fato concreto e nomeável que destoe dos padrões comuns de movimentação entre aliados políticos, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 193.142,00
IA Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e despesas com fornecedores do mesmo campo político. O ciclo envolve valores modestos (R$ 1.500 a R$ 160.000) e não há indício de empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente. O elo 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' repassando recursos a um candidato a deputado estadual é padrão comum em coligações majoritárias.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 91.317,00
IA O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (José Sidney, Maria Eunice e Marco Aurélio) e duas entidades sem nome identificado, com valores modestos (R$ 91,3 mil no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre candidatos do mesmo partido e despesas com fornecedores, padrões comuns em campanhas. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do restante ou fornecedor de ramo incompatível, mas a ausência de nomes das empresas e a cadeia fechada impedem uma explicação definitiva.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 78.892,00
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas entidades sem nome identificado, com valores modestos (R$ 78,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações e despesas entre candidatos da mesma federação/partido e para comitês eleitorais (João Edegar Pretto) são padrões comuns em campanhas no RS. Não há um fato isolado que destoe claramente — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível —, mas a ausência de nomes das empresas e a mistura de anos eleitorais diferentes impedem uma explicação simples e automática.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Fontana, Bohn Gass, Sidney e João Edegar Pretto), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. Os valores são modestos (R$ 78,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O pagamento de R$ 35 mil de Bohn Gass a Miguel Rossetto pode ser despesa de campanha ou ressarcimento, e a doação de R$ 32,5 mil de Rossetto a Fontana é compatível com apoio entre correligionários. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 78.892,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul, com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). Os valores são modestos (R$ 3.250, R$ 4.392, R$ 1.000, R$ 3.500, R$ 6.000) e as transações podem ser explicadas por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 74.467,00
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas sem nome identificado, com valores que variam de R$ 150 a R$ 42.317. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre candidatos da mesma sigla, repasses de comitê majoritário e despesas de campanha. Não há um fato único que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas a presença de empresas não identificadas e a diferença de magnitude entre os valores justificam uma checagem manual para confirmar se há relação contratual ou de coligação que explique o loop.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 68.750,00
IA O ciclo envolve apenas pessoas do PT do RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 68.750 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 64.892,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 64.892 no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre Miguel Rossetto, Henrique Fontana e José Sidney Nunes de Almeida são compatíveis com repasses internos de aliados do mesmo partido, e a doação de Rossetto para si mesmo (despesa) é um erro de grafia comum. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 58.245,50
IA O ciclo envolve apenas pessoas e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses de comitê majoritário para candidatos proporcionais, além de um pagamento a um prestador de serviço. Não há um fato concreto que fuja desse padrão partidário-eleitoral comum.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 56.145,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Alexandre Duarte Lindenmeyer), além de duas empresas não identificadas. As transações são de valores modestos (R$ 5.000 a R$ 35.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com padrão compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível, nem valor fora de ordem de grandeza.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 53.625,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Soldatelli Rossetto, José Sidney Nunes de Almeida e Olívio de Oliveira Dutra), além de João Edegar Pretto, também do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 53.625 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Leonel Jose Morem Matias), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O loop pode ser explicado por uma cadeia de doações e pagamentos entre campanhas aliadas, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 51.264,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 51,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020, 2022 e 2024. As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses de uma campanha majoritária para candidatos proporcionais, padrão comum em coligações. Não há empresa privada de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 50.691,02
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50,7 mil, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três das cinco entidades são do PT/RS, o que permite explicar parte do fluxo como movimentação dentro do mesmo grupo político. A empresa AIXMOBIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e valores distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (José Sidney Nunes de Almeida e Paulo Roberto Severo Pimenta) e entidades ligadas ao partido, como comitês de João Edegar Pretto (PT). As transações são de baixo valor (R$ 50.392 no total) e podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários ou fornecedor fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (José Sidney Nunes de Almeida e Elvino José Bohn Gass) e pessoas físicas que também aparecem como doadoras ou fornecedoras, o que é compatível com uma rede de aliados partidários. As transações são de valores modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e distribuídas ao longo de 2018 e 2022, sem um padrão de devolução exata ou de enriquecimento ilícito evidente. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que fuja do rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do RS (Dionilso Marcon e José Sidney), ambos com histórico eleitoral semelhante, e os valores são modestos (R$ 50 mil no total). As transações são doações de aliados e despesas de campanha para outros candidatos do mesmo partido (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto, ambos do PT), o que é um padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 49.264,00
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades compartilham o partido PT e a mesma UF (RS), e há um comitê de campanha majoritária (João Edegar Pretto) no meio, padrão comum de repasses partidários. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço exorbitante; o caso não apresenta um fato concreto que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 41.392,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 5.000 a R$ 6.000 por transação) e anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) em 2022 são padrões comuns de aliança partidária. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; o loop parece refletir a circulação de recursos dentro do mesmo campo político.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 37.042,00
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 37 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentação entre campanhas do mesmo partido.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 36.392,00
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT do RS e a campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022, todos do mesmo campo político, o que é compatível com repasses internos de coligação. Os valores são modestos (R$ 36,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita. A doação de Miguel para José Sidney em 2018 e as despesas de ambos para a campanha majoritária em 2022 se explicam por apoio partidário estadual. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 34.692,00
IA Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e o loop envolve doações entre candidatos da mesma legenda e uma despesa para a campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto, governador em 2022). O valor total é modesto (R$ 34,7 mil) e as transações se distribuem entre 2022, 2024 e 2026, o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos e apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 18.318,47
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no RS (candidatos a vereador, deputado estadual e a direção municipal de Pelotas), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18,3 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de uma despesa de Maria Tereza para a campanha de Edegar Pretto (mesmo campo político) e de um repasse da direção municipal a ela reforça a leitura de movimentação partidária rotineira.
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