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Dados públicos do TSE, Portal da Transparência e Receita Federal, atualizados todo dia.

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LEONEL JOSE MOREM MATIAS

DEPUTADO FEDERAL · PT/RS · 2026
CPF 426.051.210-20título eleitoral 021769530426
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 137.270,46
55 doações
despesas contratadas
R$ 71.945,41
61 despesas
pago até agora
R$ 62.357,66
regime de caixa
apuração 2026
Deputado Federal · RS · 1º turnosuplente
0,0%2.683 votos
TSE 04/10 21h13
candidaturas por eleição
2026SUPLENTE
DEPUTADO FEDERAL
PT · RS · 1º turno
68.306.669/0001-40
2024SUPLENTE
VEREADOR
PT · RS · 1º turno
56.472.609/0001-18
2022SUPLENTE
DEPUTADO FEDERAL
PT · RS · 1º turno
47.428.293/0001-76
2020sem resultado
VEREADOR
PT · RS · 1º turno
38.898.461/0001-04
2016NÃO ELEITO
PREFEITO
PT · RS · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
sinais de alerta
redes sociais declaradas
rede de doação
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sinais de alerta
21 sinais

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 226.392,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Fontana Junior, Leonel Matias) e comitês/empresas ligadas ao mesmo campo político, com valores compatíveis entre si (R$ 2 mil a R$ 180 mil). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem doações entre aliados e despesas com fornecedores, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique alerta.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 199.573,28

IA O ciclo envolve três políticos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos variados (2018 e 2022). A maior transação (R$ 180.000 de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha em 2022, e as demais são doações e despesas de valores modestos. Não há um fato único que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão partidário comum, pois há elos com uma empresa privada e um político fora da lista de entidades. Falta informação sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes para um juízo mais seguro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 189.017,49

IA O ciclo envolve três políticos do PT/RS e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. A maior transação (R$ 180 mil de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha em 2022, não fechando o loop diretamente com a empresa. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 177.438,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com repasses internos de campanha. As transações incluem doações de comitês de governador (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto) para candidatos proporcionais e despesas de candidatos para esses mesmos comitês, padrão comum em coligações. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto nem de fornecedor fora do ramo; os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 134 mil) e explicáveis por ressarcimentos e apoio mútuo dentro do partido.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 143.837,53

IA O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, incluindo doações entre candidatos da mesma chapa e despesas para a campanha majoritária de João Edegar Pretto. Os valores são compatíveis com repasses internos de campanha e não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por doações cruzadas dentro do mesmo grupo político, sem fato concreto que fuja do padrão eleitoral comum.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 141.792,00

IA O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 128.900,00 de Alexandre Lindenmeyer para o comitê de João Edegar Pretto, valor que não destoa de custos de campanha majoritária. Não há fornecedor externo sem relação partidária nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 61.392,00

IA Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul e o ciclo envolve doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). O fluxo principal é uma doação de Henrique Fontana Junior para Miguel Soldatelli Rossetto (R$ 35.000), que doa R$ 5.000 para Sofia Cavedon Nunes, que paga despesa de R$ 15.000 à campanha de João Edegar Pretto em 2022; Leonel Matias recebe doação da campanha de Pretto e doa a Fontana. Esse tipo de movimentação entre aliados e comitês do mesmo campo político é comum e não configura, por si só, irregularidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 61.392,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Stela Beatriz Farias Lopes, Henrique Fontana Junior e Leonel Jose Morem Matias) e comitês de campanha do mesmo partido no estado, como o de João Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações são de valores modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com doações entre aliados e repasses internos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o padrão é explicável por articulação partidária rotineira.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Jose Sidney Nunes de Almeida e Leonel Jose Morem Matias), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000), sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O loop pode ser explicado por uma cadeia de doações e pagamentos entre campanhas aliadas, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Leonel José Morem Matias e Henrique Fontana Junior), além de comitês e empresas ligadas ao partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indícios de desproporção ou de ramo de atividade incompatível. O fluxo pode ser explicado por repasses internos, devoluções ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla, não havendo um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 47.882,28

IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Henrique Fontana Junior, Leonel Jose Morem Matias e Maria Eunice Dias Wolf), além de uma empresa de contabilidade e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto). As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores modestos, compatíveis com doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos de serviços contábeis. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de como os dados foram encadeados do que um fluxo circular real de recursos.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 47.692,00

IA O ciclo envolve apenas políticos e campanhas do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 47,7 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. As entidades sem nome são provavelmente comitês eleitorais ou empresas de campanha, e os valores estão dentro do razoável para o contexto. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem fornecedor com ramo incompatível.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 46.392,00

IA O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, em eleições de 2018 e 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com candidatos majoritários da mesma chapa. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 24.498,49

IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon, Henrique Fontana, Leonel Matias) e uma empresa, a Aixmobil, que aparece doando para Sofia e recebendo despesa de Fontana. As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e há um comitê de campanha majoritária (João Edegar Pretto) no meio, o que é compatível com repasses internos de coligação, ressarcimentos e doações entre aliados do mesmo grupo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 24.210,28

IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Henrique Fontana Junior e Leonel José Morem Matias), além de uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas e do comitê financeiro da candidatura de Edegar Pretto ao governo em 2022. As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com valores compatíveis com doações e despesas de campanha, e a presença de uma empresa de contabilidade pagando/recebendo de campanhas é um padrão comum. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço), então o loop parece explicável por relações partidárias e prestação de serviços contábeis.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 15.581,33

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores baixos (R$ 15,5 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022. As doações da Essent Jus a Nestor Schwertner e o pagamento de Henrique Fontana à mesma empresa são compatíveis com relação comercial e de aliados partidários. A doação de Leonel Matias a Henrique Fontana e o repasse de Nestor Schwertner à campanha de João Edegar Pretto (ambos PT) também se explicam por articulação interna do partido. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 15.307,28

IA O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa de contabilidade do mesmo campo político (PT/RS), com valores baixos e compatíveis com serviços contábeis e doações entre aliados. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira conluio, e a empresa Essent presta serviços contábeis a campanhas, o que explica os pagamentos. O loop parece ser um artefato de agregar doações e despesas de uma mesma rede política, não um fluxo circular suspeito.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 14.542,00

IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes e Leonel José Morem Matias) e entidades de campanha do mesmo partido/coligação, como 'ELEIÇÃO 2022 JOÃO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR' e 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC'. As transações são de valores modestos (R$ 1.400 a R$ 6.000) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024, 2026), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 14.383,49

IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Henrique Fontana Junior e Leonel Jose Morem Matias), todos ligados à mesma federação/coligação, e uma empresa (Aixmobil) que aparece doando para um deles e recebendo despesa de outro. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 6.000), compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. O loop pode ser explicado por repasses dentro do mesmo grupo político, ressarcimentos ou coincidências contábeis entre campanhas aliadas, sem um fato concreto que destoe do padrão.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 13.392,00

IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 13,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre candidatos da mesma sigla e o repasse a uma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto, governador em 2022) são padrões comuns de movimentação partidária. Não há indício de empresa fornecedora com ramo estranho nem valor fora de escala.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósR$ 10.615,99
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