
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2017 | BAHIA (UF) | APOIO A MANUTENCAO DE UNIDADES DE SAUDE | R$ 6.044.000,00 | R$ 5.036.060,00 |
| 2017 | LAURO DE FREITAS - BA | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 2.800.000,00 | R$ 0,00 |
| 2017 | LAURO DE FREITAS - BA | IMPLANTACAO E MODERNIZACAO DE INFRAESTRUTURA PARA ESPORTE EDUCACIONAL, RECREATIVO E DE LAZER | R$ 1.452.000,00 | R$ 0,00 |
| 2017 | BAHIA (UF) | APOIO AO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTAVEL A INCLUSAO PRODUTIVA E A INFRAESTRUTURA RURAL | R$ 1.000.000,00 | R$ 0,00 |
| 2017 | BAHIA (UF) | AQUISICAO DE EQUIPAMENTOS E/OU IMPLANTACAO DE OBRAS DE INFRAESTRUTURA HIDRICA DE PEQUENO E MEDIO VULTO | R$ 273.986,17 | R$ 7.966,84 |
| 2016 | BAHIA (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 2.622.271,00 | R$ 2.028.771,00 |
| 2016 | MÚLTIPLO | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 1.679.573,69 | R$ 0,00 |
| 2016 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 1.672.045,00 | R$ 0,00 |
| 2016 | BAHIA (UF) | APOIO AO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTAVEL A INCLUSAO PRODUTIVA E A INFRAESTRUTURA RURAL | R$ 1.091.852,00 | R$ 0,00 |
| 2016 | BAHIA (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 899.783,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O caso mostra um ciclo de doações entre duas campanhas de partidos diferentes (PT e MDB), mas em anos distintos (2018 e 2020) e com valores modestos (R$ 4 mil e R$ 8 mil). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a hipótese de triangulação imediata. A diferença de partido e de anos torna a explicação por coligação ou conta partidária menos direta, mas também não há um fato agudo que destoe do padrão de doações entre candidatos.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e direção estadual do PT), com valores e anos que não fecham um loop temporal coerente: as transações ocorrem em 2018, 2020 e 2022, então não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A única entidade fora do PT é Moema Gramacho (MDB), mas a doação dela a Carlos Martins (R$ 5 mil) é pequena e pode ser aliança local. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo milhões), então não dá pra cravar 'bizarro', mas a mistura de partidos e a direção estadual no meio impedem chamar de rotineiro sem checagem.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A única entidade de outro partido (MDB) aparece doando R$ 5.000 a um candidato do PT, o que não é anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma coligação/partido, mas também não se pode afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a origem do recurso inicial.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com repasses da direção estadual do partido e devoluções/despesas a comitês e direções partidárias, padrão comum em prestações de contas. A única entidade de outro partido (Moema, MDB) aparece com doação de R$ 5 mil a Carlos, valor baixo e compatível com apoio entre aliados. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; os valores são modestos e as transações se distribuem em anos diferentes.
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados. As transações somam valores compatíveis com campanhas proporcionais e não há indício de empresa privada devolvendo valor milionário. A presença de Moema Gramacho (MDB) é o único ponto fora do grupo PT, mas o valor de R$ 5.000 é baixo e pode ser doação entre candidatos de campos aliados na Bahia.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas e diretórios do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A única entidade de outro partido (Moema Gramacho, MDB) fez uma doação de R$ 5.000 a Carlos Santana, valor pequeno e dentro do permitido, sem indicar um loop fechado de grandes quantias. As transações com a Direção Estadual e a campanha de Rui Costa são típicas de alocação de recursos partidários, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 995 mil, mas as transações listadas mostram valores modestos (R$ 5 mil a R$ 203 mil) e conexões partidárias fortes: Carlos Martins, José Cerqueira e a Direção Estadual do PT aparecem ligados ao PT, e Moema Gramacho é do MDB, partido aliado na Bahia. O elo mais expressivo é a doação de R$ 860 mil da Direção Estadual para Moema em 2020, mas isso é repasse partidário comum. Não há um fato isolado que destoe (fornecedor sem relação, valor de ordem de grandeza superior, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A única entidade de outro partido (Moema Gramacho, MDB) aparece fazendo uma doação de R$ 5.000 a Carlos Santana, valor pequeno dentro do total de R$ 900 mil. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas o fechamento do ciclo com uma doação interpartidária justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas e órgãos do PT na Bahia (Carlos Santana, Marcelino Galo e a direção estadual), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. A única entidade de outro partido é Moema Gramacho (MDB), mas ela aparece doando R$ 5.000 a Carlos Santana em 2018, valor pequeno frente aos R$ 860.000 que ela recebeu da direção estadual em 2020. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza anômala, fornecedor de ramo alheio ou ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com valores modestos (R$ 5 mil a R$ 15 mil) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. A única transação de vulto (R$ 860 mil) vem da Direção Estadual/Distrital para Moema Gramacho (MDB), mas é um repasse partidário típico e não fecha o ciclo de retorno. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre candidatos aliados. A maior transação (R$ 860 mil) é da Direção Estadual/Distrital para Moema Gramacho, padrão típico de repasse de diretório partidário a candidato. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de ramo que justifique alerta.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com valores modestos e transações típicas de campanha (doações entre candidatos, repasses partidários, despesas com direção estadual). A única entidade sem nome identificado (CNPJ 31193472000131) e a presença de uma candidata do MDB (Moema Gramacho) no loop impedem uma explicação totalmente automática, mas não há indício forte de irregularidade. O caso não apresenta valores discrepantes nem fornecedores de ramo estranho, então não justifica priorização imediata.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com valores modestos (R$ 5 mil a R$ 15 mil) e transações que podem ser doações entre aliados ou repasses partidários. A única transação de valor alto (R$ 860 mil) é um repasse da Direção Estadual para Moema Gramacho em 2020, fora do ciclo principal e sem retorno aparente. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político na Bahia (PT e aliados), com valores modestos (R$ 5 mil a R$ 15 mil) e transações típicas de campanha: doação de candidato a candidato, despesa com comitê de governador e repasse partidário estadual. A maior cifra (R$ 860 mil) é doação da direção estadual do partido a uma candidata, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há salto de ordem de grandeza inexplicável nem fornecedor fora de ramo; o loop parece reflexo de uma rede densa de aliados, não de um esquema fechado entre desconhecidos.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os valores e anos apresentados: há doações de Joséildo Ramos e da Direção Estadual que não se encaixam no encadeamento descrito, e os anos variam (2018, 2020, 2022). As entidades compartilham vínculos partidários (PT e MDB na Bahia) e a gráfica pode ser fornecedor comum, o que oferece explicação plausível para parte das movimentações. Sem os elos que fecham o ciclo com valores compatíveis, não há um fato concreto que destaque anormalidade.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e MDB), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.900 a R$ 860.000). A ligação entre OSNI e MOEMA via direção partidária e a gráfica não forma um loop fechado no mesmo período, e a gráfica pode ser fornecedora comum. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não é possível descartar coincidência ou padrão rotineiro de financiamento.
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