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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 719.583,20
IA O ciclo envolve Jaques Wagner (PT-BA) e a campanha de Rui Costa ao governo da Bahia em 2018, ambos do mesmo campo político e provavelmente da mesma coligação estadual. A campanha de Rui Costa repassou R$ 73 mil a Jaques Wagner e este devolveu/ressarciu R$ 646 mil à mesma campanha, valores compatíveis com transferências internas de recursos entre aliados. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço nem de valor fora de ordem de grandeza, então o padrão é explicável por movimentação dentro de uma mesma chapa.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 700,00
Despesa de campanha de R$ 9,000.00 descrita como "ADESIVOS SENADORES DE RUI E LULA 50X10CM" — 36x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 9.000 para adesivos é 36x a mediana da categoria, mas a descrição indica um lote de adesivos de 50x10cm para dois senadores (Rui e Lula), o que sugere grande volume de material. O fornecedor é uma editora/gráfica, ramo compatível com a produção de adesivos, e o candidato é do PT, partido dos senadores citados. Não há indício de ciclo fechado ou fornecedor fora do ramo; o valor elevado pode ser explicado por compra em lote ou erro de digitação, não justificando priorização humana neste momento.
2018 · fornecedor: CLARICE DOS SANTOS MORAIS
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.459.780,00
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PT) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que dificulta uma explicação única por coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são moderados e as transações podem refletir doações entre aliados, ressarcimentos ou movimentações partidárias rotineiras. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Rui Costa, Jaques Wagner, Josias Gomes), com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e não configuram um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O maior valor (R$ 646.470,00) é uma despesa de Jaques Wagner para a campanha de Rui Costa em 2018, o que é típico de transferência entre campanhas aliadas. Não há indício de fornecedor fora do ramo ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Rui Costa, Jaques Wagner, Afonso Florence), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha em eleições estaduais. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 20 mil, R$ 50 mil, R$ 646 mil, R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia. O conjunto é explicável por padrões comuns de movimentação partidária, embora a existência de um loop justifique registro para eventual conferência.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Valmir Assunção e a campanha de Rui Costa), com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e não configuram um loop fechado de curto prazo, mas sim movimentações cruzadas típicas de coligações e direções partidárias. Não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou valores fora de ordem de grandeza.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do mesmo campo político na Bahia (PT, Rui Costa, Jaques Wagner, Waldenor Pereira), com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e os montantes não são de ordem de grandeza discrepante entre si. O fluxo pode ser explicado por doações de campanhas aliadas, repasses da direção estadual do PT e despesas de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 866.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Jorge Solla e a campanha de Rui Costa), com valores compatíveis entre si (R$ 20 mil a R$ 646 mil) e anos distintos (2018, 2022, 2026). As transações são doações e despesas típicas de campanhas aliadas, incluindo repasses da direção estadual do PT e despesas de uma campanha a outra. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que exija checagem imediata.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 864.625,00
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que é típico de movimentações de campanha ao longo do tempo. Não há fornecedor externo nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 856.825,00
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 856.825,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários e de coligação na BA (PT/PSB) que podem explicar movimentações entre aliados, mas a ausência de detalhes sobre a empresa sem nome e a diferença de anos dificultam uma conclusão. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 817.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PT da Bahia) e valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor (R$ 646.470,00) é uma despesa de Jaques Wagner para a campanha de Rui Costa em 2018, padrão comum de transferência entre campanhas aliadas. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 816.780,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, José Cerqueira e a direção estadual do partido), com valores compatíveis entre si (R$ 20 mil a R$ 646 mil) e anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As transações são doações e despesas típicas de campanha, incluindo repasses da direção partidária e contribuições a candidaturas aliadas, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora de contexto. O 'loop' parece refletir a circulação normal de recursos dentro de uma mesma coligação/partido ao longo de vários pleitos, não um padrão fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 807.625,00
IA Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Maria del Carmen, Marta Rodrigues, Jaques Wagner e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de doações e repasses internos entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 646 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O loop aparente pode ser explicado por doações entre correligionários e repasses da direção partidária, não havendo indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 751.625,00
IA O ciclo envolve campanhas da mesma coligação na Bahia em 2018 (PT/PSD, Rui Costa, Jaques Wagner, Angelo Coronel), com valores compatíveis com repasses e despesas de campanha. As transações são doações entre aliados e despesas pagas a fornecedores/campanhas, padrão comum em prestações de contas eleitorais. Não há indício de empresa privada devolvendo valor a doador ou fornecedor fora do ramo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 732.780,00
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 10 mil a R$ 646 mil) e anos distintos (2018, 2022, 2026), padrão compatível com repasses internos de partido, doações entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O próprio resumo reconhece que pode ser coincidência entre campanhas da mesma coligação.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 732.180,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Jorge Solla, Marcelino Galo, Jaques Wagner e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.659,28
IA O ciclo envolve apenas figuras e órgãos do PT na Bahia (Rui Costa, Jaques Wagner, Paulo Fernando Rangel de Lima e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, despesas de campanha e devoluções dentro do mesmo grupo político. A maior transação é uma despesa de Jaques Wagner para a campanha de Rui Costa em 2018, valor alto mas coerente com uma eleição majoritária estadual. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por circulação de recursos entre campanhas aliadas e a conta partidária, sem indicar necessariamente irregularidade.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Mario Augusto e a campanha de Rui Costa), com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e não há indício de retorno do dinheiro ao doador original em curto prazo. O padrão é típico de movimentação entre aliados e diretórios partidários, sem fato concreto que fuja do rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): a deputada Maria del Carmen, a direção estadual do PT-BA, o senador Jaques Wagner e a campanha de Rui Costa, todos aliados e com transações em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As quantias são modestas (R$ 10 mil a R$ 646 mil) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo. O loop parece mais um artefato de agregação de dados entre campanhas da mesma coligação do que um padrão atípico.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, José Raimundo Fontes e a campanha de Rui Costa), com valores compatíveis entre si (R$ 10 mil a R$ 646 mil). As transações são doações partidárias e despesas de campanha em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), padrão comum em coligações estaduais. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou empresa privada devolvendo montante expressivo. O loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro do mesmo grupo político, não um indício que exija checagem prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Rosemberg Evangelista Pinto e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha em uma mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 10 mil a R$ 646 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 10 mil a R$ 646 mil) e transações típicas de campanha: doação de diretório a candidato, despesa de candidato a comitê de aliado e repasse a direção partidária. O maior valor (R$ 646 mil) é uma despesa de Jaques Wagner para o comitê de Rui Costa em 2018, ambos do mesmo grupo político, o que é padrão comum em coligações. Não há fornecedor sem relação, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT, Jaques Wagner, Marcelino Galo e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha em uma mesma coligação. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2026, sem um retorno de grande monta a uma empresa doadora. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que force uma checagem prioritária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 221.000,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A presença da direção estadual do PT como intermediária é típica de repasses partidários, e não há fornecedor externo com ramo incompatível ou valor fora de ordem de grandeza.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 194.113,20
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 500 a R$ 100 mil) e entidades majoritariamente do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos. Porém, a cadeia inclui uma empresa sem nome identificado e um fornecedor (JABES SOARES DOS SANTOS) que recebeu R$ 20 mil de Jaques Wagner e depois doou R$ 500 a Marta, sem que se saiba o ramo ou a relação entre eles. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, ramo incompatível evidente), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a natureza dessas entidades.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 170.500,00
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (direção estadual, Jaques Wagner e Marta Rodrigues), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 170,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A doação de R$ 50 mil de Jabes Soares a Marta e a despesa de R$ 20 mil de Jaques Wagner a Jabes são compatíveis com apoios políticos locais e não indicam enriquecimento ilícito.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 114.213,20
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia em 2018, ano de eleição estadual, e passa por uma conta de campanha majoritária (Rui Costa governador) que recebeu despesa de Maria del Carmen e repassou doação a Jaques Wagner — padrão comum de alocação de recursos dentro da mesma coligação. Os valores são compatíveis com transferências partidárias/eletivas da época, e a doação de R$ 600 de Marta a Maria del Carmen é de baixa materialidade. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
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Press enter or space to select an edge. You can then press delete to remove it or escape to cancel.
no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: plausívelR$ 86.100,00
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (partido estadual, Jaques Wagner, Maria del Carmen e Marta Rodrigues), o que é compatível com repasses internos, devoluções e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 50.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal suspeita. A maior transação (R$ 50.000 da direção estadual para Jaques Wagner em 2026) é típica de repasse partidário a candidato majoritário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
grafo completocomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 180,00
Despesa de campanha de R$ 4,400.00 descrita como "ADESIVO VINIL LEITOSO TAM 50X10" — 17x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 4.400 para adesivos vinil é 17x a mediana da categoria, mas a descrição indica um item de grande formato (50x10, provavelmente metros ou centímetros) e o fornecedor é uma gráfica, ramo compatível com a produção de adesivos. A diferença pode ser explicada por compra em lote, material de maior dimensão ou erro de digitação, sem elementos que sugiram vínculo indevido ou superfaturamento claro. Não há indício de ciclo fechado ou fornecedor fora do ramo.
2018 · fornecedor: IMPRESSAO DIGITAL STUDIO X - ME