Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) que doou R$ 17.948,00 à campanha de Jorgetania da Silva Ferreira (PSOL-MG) e recebeu de volta R$ 1.509,89 como despesa de campanha, em 2018 e 2020. A diferença de ordem de grandeza entre os fluxos (doação muito maior que o pagamento de volta) e o fato de a empresa ter ramo de serviços culturais, compatível com despesas de campanha, tornam o loop explicável como contratação de serviços com posterior doação, sem um fato que destoe claramente. Não há elemento concreto que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-MG) ou ligadas a ele, o que é um padrão comum em coligações e direções partidárias. A maior transação (R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI) é uma despesa de campanha em 2024, enquanto as demais são de 2018/2020, sugerindo que o 'loop' pode ser apenas uma coincidência temporal entre anos eleitorais distintos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de repasses partidários e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 131 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A empresa ELEGIS aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outro, mas o valor é baixo e pode ser prestação de serviços de consultoria. Não há fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo de maior valor é uma doação de R$ 98.594,00 da empresa EVOE para a campanha de Áurea Carolina (PSOL), enquanto a campanha de Jorgetânia (mesmo partido) paga apenas R$ 1.509,89 à mesma empresa. A empresa EVOE é de 'intermediação de serviços culturais', ramo sem relação óbvia com campanhas do PSOL em MG, e o valor doado é ~65x maior que o retorno recebido na cadeia. Além disso, a campanha de Áurea paga R$ 12.000 à campanha de Rafael Barros Gomes, que doa R$ 1.000 a Dário, que doa R$ 250 a Jorgetânia — um fluxo de mão dupla entre campanhas do mesmo partido que merece checagem humana.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de maior valor é uma doação de R$ 98.594,00 da empresa EVOE para a campanha de Áurea Carolina (PSOL), enquanto a campanha de Jorgetânia (também PSOL) paga apenas R$ 1.509,89 à mesma empresa e a campanha de Áurea paga R$ 12.000,00 a uma terceira campanha (Rafael Barros Gomes). A diferença de ordem de grandeza entre o que a empresa doa e o que recebe de volta, somada ao fato de a empresa ser de 'intermediação de serviços culturais' sem relação óbvia com o serviço prestado, justifica checagem humana.
IA O ciclo fecha entre uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) e três candidatos do PSOL de MG, mas o fluxo de maior valor é a EVOE doando R$ 98.594,00 a Áurea Carolina, enquanto Jorgetânia paga apenas R$ 1.509,89 à mesma empresa — assimetria de quase 65x. Além disso, a EVOE é uma empresa de serviços culturais doando valores expressivos a campanhas, o que não tem relação óbvia com o ramo. O loop curto e fechado entre pessoas/empresas sem coligação formal declarada nos dados justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são assimétricos: a EVOE doou R$ 98.594,00 a Áurea, enquanto o retorno à EVOE via despesa de Jorgetânia foi de apenas R$ 1.509,89. As entidades compartilham vínculos partidários (Jorgetânia e Áurea são do PSOL/MG), o que pode explicar parte da movimentação como alinhamento político ou ressarcimento. Não há um fato agudo que destoe do padrão comum de financiamento, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Aurea, Dario e Jorgetania) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que variam de R$ 250 a R$ 98.594. As transações ocorrem em 2018 e 2020, anos de eleição, e podem refletir doações entre aliados do mesmo partido, ressarcimentos ou pagamentos por serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o ciclo fechado entre as mesmas entidades e a presença de uma empresa de cultura recebendo despesa de campanha merecem uma checagem humana para confirmar a legitimidade.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são pequenos e desproporcionais entre si: a maior transação é a doação da direção estadual a Wallace (R$ 89 mil), enquanto as demais são de R$ 5 mil ou menos, sugerindo que o 'loop' é um artefato de agregar transações de anos diferentes. A empresa EVOE aparece doando a Jorgetânia e recebendo despesa de Wallace, mas os valores são baixos e podem refletir serviços culturais prestados a ambos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 95,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento suspeito de curto prazo. A empresa EVOE aparece como doadora de um dos candidatos e recebedora de despesa de outro, mas o valor pago a ela (R$ 58,37) é irrisório perto da doação que fez (R$ 6.214,40), sugerindo mera coincidência ou relação comercial pontual. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores que variam de R$ 120 a R$ 29 mil. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e incluem tanto doações entre candidatos quanto despesas pagas à empresa, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais ou ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo com uma empresa que também doou para uma das candidatas merece checagem humana para confirmar a legitimidade dos serviços prestados.
IA O ciclo fecha entre pessoas e empresas ligadas ao PSOL de MG, o que poderia sugerir uma rede de aliados, mas chama atenção que uma empresa (EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS) doe R$ 22.361,00 para a campanha de Rafael Barros Gomes e depois receba R$ 1.509,89 da campanha de Jorgetania da Silva Ferreira, configurando um fluxo de ida e volta entre campanhas e uma empresa privada. Além disso, há doações entre campanhas de candidatos do mesmo partido em anos diferentes (2018 e 2020), o que não é típico de simples repasse partidário. O valor total de R$ 45.900,89 não é alto, mas a estrutura circular envolvendo uma empresa de serviços culturais e campanhas do PSOL merece verificação humana para entender a natureza dessas transações.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44.946,51, com todas as pessoas físicas filiadas ao PSOL/MG, o que poderia sugerir um padrão de mesma coligação. No entanto, a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA aparece como doadora de JORGETANIA (R$ 17.948,00) e também como recebedora de despesa de AUREA (R$ 8.105,61), criando um fluxo de ida e volta entre a mesma empresa e o grupo. Além disso, RAFAEL doa R$ 9.605,00 para AUREA, mas não há explicação simples para esse repasse dentro do ciclo, já que ambos são candidatos do mesmo partido em anos diferentes. O conjunto de transações em sentidos opostos e a intermediação da empresa cultural justificam uma checagem humana mais detida.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior parte do valor (R$ 29.034,02) sai de uma empresa (EVOE) para uma candidata do PSOL, enquanto outra candidata do PSOL (Jorgetania) paga despesas à mesma empresa, configurando um retorno de dinheiro à EVOE. Além disso, há uma doação de Daniel Lages Wardil (PSTU) para Dario Braga (PSOL) em 2024, sem coligação ou partido comum evidente, e uma despesa de Izabella (PSOL) para Daniel (PSTU) em 2022, o que dificulta explicar tudo como mera coincidência partidária. O valor total é modesto, mas a combinação de partidos distintos e o fluxo de ida e volta para a mesma empresa justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 36 mil no total) e todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que permite explicar as transferências como repasses internos do partido, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 972,66) é pequeno e pode ser pagamento por serviços culturais prestados à campanha. Não há um fato isolado que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas a existência de um ciclo fechado entre cinco entidades justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a empresa EVOE aparece doando R$ 17.948,00 para a candidata JORGETANIA e, na outra ponta, recebendo R$ 8.105,61 da campanha de AUREA — ou seja, a mesma empresa que injeta dinheiro no grupo também é fornecedora de uma campanha do grupo. Embora todas as pessoas sejam do PSOL/MG, o fluxo de recursos saindo de uma campanha para uma empresa que doa para outra campanha da mesma cadeia merece checagem humana para verificar se há contratação real ou apenas circulação de recursos. O valor total de R$ 35.754,08 não é astronômico, mas o padrão de ida e volta envolvendo a mesma empresa justifica priorização.
IA O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) e três candidatos do PSOL-MG, com a empresa doando R$ 17.948,00 a Jorgetania e recebendo de volta R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina, além de repasses via direção estadual. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido (PSOL-MG), o que poderia explicar parte da circulação, chama atenção que a EVOE seja simultaneamente doadora de campanha e fornecedora paga pela mesma cadeia, com valores expressivos (R$ 35,7 mil no total) e em ciclo curto entre 2018 e 2020. Esse duplo papel da empresa (doar e receber) em um loop fechado justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços e a real contrapartida.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35,4 mil, com dinheiro saindo de uma empresa (EVOE) para um candidato do PSOL, passando por outros candidatos do mesmo partido e voltando para a própria EVOE via despesa de campanha. Embora haja elo partidário entre os candidatos (PSOL/MG), a presença de uma empresa intermediária de serviços culturais no centro do loop, recebendo de volta parte do que doou, não tem explicação simples e merece checagem humana. O valor de R$ 22,3 mil doado pela EVOE a Rafael Barros Gomes é a maior transação da cadeia e retorna parcialmente à empresa, o que foge do padrão de meras coincidências entre aliados.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos, direção estadual e uma empresa de serviços culturais), o que é compatível com movimentação interna de campanha em um mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 32 mil no total) e a empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, padrão comum em prestações de contas de campanhas culturalmente orientadas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo totalmente alheio ao serviço prestado.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, o que torna plausível que as transações decorram de repasses partidários, doações entre aliados ou ressarcimentos dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 30,7 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado que chame atenção. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 30 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2020. A ligação entre a empresa EVOE e a campanha de Izabella via 'EVOE FINANCIAMENTO COLETIVO' sugere que pode ser a mesma estrutura de arrecadação, mas não há elementos suficientes para afirmar que o loop é um padrão legítimo ou um indício que exija checagem prioritária. O caso não apresenta valores atípicos nem fornecedores de ramo incompatível, mas a circularidade entre poucos atores justifica uma verificação humana leve.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores pequenos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL-MG) ou atuação em serviços culturais, o que pode explicar as movimentações como doações e despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas os valores são pequenos e as transações se distribuem por vários anos (2018-2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três das pessoas são filiadas ao PSOL/MG, o que dá uma explicação plausível de rede partidária comum, mas a empresa EVOE (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com campanhas políticas e aparece tanto doando quanto recebendo. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor sem nexo evidente, ciclo curto), então não dá para cravar 'bizarro' nem descartar como rotineiro.
IA Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais (Rafael Barros Gomes, Aurea Carolina, Jorgetania da Silva Ferreira e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 29,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando para Rafael quanto recebendo pagamento de Jorgetania, mas os valores são modestos e dentro da mesma janela eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos, direção estadual e uma empresa que presta serviços culturais), o que é compatível com o padrão comum de repasses internos de partido/coligação e contratação de fornecedores por campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 29 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e também como fornecedora de outro candidato, o que pode ser explicado por atuação no ramo cultural e relação prévia com o grupo político. Não há um fato isolado que destoe do que se espera de movimentações entre campanhas do mesmo partido.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são candidatos do PSOL de MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou reembolsos internos. A empresa EVOE aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo despesa de outra candidata, mas o valor total é modesto (R$ 28,8 mil) e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com serviços culturais. Não há um fato agudo que destoe (como valores muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, e o partido estadual aparece como intermediário, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais recebeu despesa de Rafael Barros Gomes e doou para Jorgetania da Silva Ferreira, mas ambos são candidatos do mesmo partido, e o valor total é baixo (R$ 28 mil). Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas a existência de um ciclo fechado com uma empresa intermediária justifica uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços.
IA O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e duas candidatas do PSOL/MG, mas o elo intermediário é Diogo Eduardo de Carvalho Oliveira, sem partido/cargo informado, que recebeu despesa de Jorgetania e doou para Aurea. A empresa EVOE doou R$ 17.948 a Jorgetania e recebeu de volta R$ 8.105,61 em despesas de Aurea, configurando um retorno financeiro à mesma empresa que iniciou o fluxo. O valor total do loop (R$ 28,2 mil) não é astronômico, mas a presença de um intermediário sem vínculo partidário declarado e o retorno de recursos à empresa doadora justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa (EVOE) que doou R$ 8.780 à campanha de Maria Aparecida Falabella em 2020 e depois recebeu R$ 1.509,89 em despesas da campanha de Jorgetania em 2018/2020 — ou seja, a empresa doa para uma campanha e é paga por outra do mesmo grupo. Além disso, Maria Aparecida pagou R$ 15.000 a Flavia Andrade Mafra em 2024, e Flavia doou R$ 2.500 a Dario Ricardo em 2026, fechando outro elo entre as mesmas pessoas. O valor total é modesto, mas o encadeamento empresa→candidato→candidato→empresa em anos distintos e sem explicação contratual aparente merece checagem humana.
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