Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 15.244 a Amanda Oliveira Bispo (UP) em 2020 e recebeu R$ 253,25 de despesa da campanha de Isis Mustafa de Assis (UP) no mesmo ano, mas a ligação entre Amanda e Isis não aparece nas transações listadas (há uma doação de Aline Isidoro de Moraes a Isis, não de Amanda). O valor total é baixo e as duas candidatas são do mesmo partido (UP), o que poderia explicar um fluxo dentro da mesma coligação, mas a ausência do elo Amanda→Isis nos dados fornecidos impede confirmar o loop. Não há fato concreto que destoe (valor, ramo do fornecedor, ciclo fechado entre sem vínculo) que justifique priorizar uma checagem manual com base apenas nestes dados.
IA O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (UP) e uma empresa, com valores que não são absurdamente discrepantes entre si. As transações ocorrem majoritariamente em 2020 e podem ser explicadas por doações partidárias, ressarcimentos ou movimentação interna de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doa R$ 8.181,71 para uma candidata (LIGIA) e depois recebe de volta R$ 253,25 como despesa paga por outra candidata (ISIS), fechando um loop com valores desproporcionais. As três pessoas físicas são todas do partido UP/SP, o que poderia sugerir coordenação partidária, mas a presença de uma empresa privada no circuito e a diferença de magnitude entre a doação e o retorno dificultam uma explicação simples de repasse interno ou ressarcimento. O valor total de R$ 52,7 mil não é alto, mas a estrutura circular com uma empresa e candidatos do mesmo partido merece checagem humana para descartar irregularidade.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|