
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2019 | Nacional | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 2.186.073,00 | R$ 1.286.073,00 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO (UF) | FUNCIONAMENTO DE INSTITUICOES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR | R$ 984.712,75 | R$ 10.954,90 |
| 2019 | Nacional | PROMOCAO DOS DIREITOS DE LESBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS | R$ 860.387,00 | R$ 147.108,40 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO (UF) | APERFEICOAMENTO, AVALIACAO E DESENVOLVIMENTO DE ACOES E SERVICOS ESPECIALIZADOS EM CARDIOLOGIA-INC | R$ 799.999,39 | R$ 358.564,04 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO (UF) | FUNCIONAMENTO E GESTAO DE INSTITUICOES HOSPITALARES FEDERAIS DE ENSINO | R$ 649.902,26 | R$ 0,00 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO - RJ | MODERNIZACAO DE UNIDADES DA FUNDACAO OSWALDO CRUZ | R$ 600.000,00 | R$ 164.133,82 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO (UF) | PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLOGICO EM SAUDE | R$ 600.000,00 | R$ 520.000,00 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO - RJ | MODERNIZACAO DE UNIDADES DA FUNDACAO OSWALDO CRUZ | R$ 600.000,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO - RJ | MODERNIZACAO DE UNIDADES DA FUNDACAO OSWALDO CRUZ | R$ 600.000,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | RIO DE JANEIRO (UF) | PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLOGICO EM SAUDE | R$ 600.000,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (BG Studios Tecnologia) doa R$ 87.738,95 para a campanha de Jean Wyllys e, no mesmo ano de 2018, a campanha paga R$ 7.740,68 de volta à mesma empresa. Embora o valor de retorno seja bem menor que o da doação, a existência de fluxo nos dois sentidos entre o doador e o candidato no mesmo exercício não tem explicação óbvia e merece checagem humana. Não há indício de crime, mas o padrão de dinheiro saindo e voltando para a mesma empresa é um fato concreto que justifica priorização.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 132,6 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia LTDA: ela doa R$ 76,5 mil a Tarcísio Motta (PSOL) e, no mesmo ano de 2018, recebe R$ 7,7 mil como despesa da campanha de Jean Wylls (PT), partido diferente e sem coligação indicada. Uma empresa de tecnologia aparecer doando valor alto a uma campanha e simultaneamente ser fornecedora paga por outra campanha de partido distinto no mesmo ciclo eleitoral não tem explicação simples nos dados. O restante do loop (doação partidária a Jean e despesa de Tarcísio à direção estadual) é compatível com movimentação partidária rotineira, mas o trecho BG Studios merece checagem humana.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT (Jean Wyllys e Marcelo Ribeiro Freixo) e a direção estadual do PSOL-RJ, partidos diferentes, mas todos atuando no mesmo campo político e no mesmo ano (2018). A BG Studios Tecnologia recebeu despesas de Jean Wyllys e doou para Marcelo Freixo, o que pode ser coincidência de fornecedor comum ou repasse entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 121 mil no total) e não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores modestos e entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há um elo sem partido identificado (Carolina Brulher Mendonça). A BG Studios aparece tanto como doadora de Jean Wyllys quanto como fornecedora de Francisco de Alencar, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor, ramo ou ciclo fechado no mesmo ano), mas a combinação de partidos distintos e o elo sem informação partidária impedem uma explicação simples e automática.
IA O ciclo envolve pessoas e entidades do mesmo campo político (PT) e valores de ordens de grandeza muito diferentes: a BG Studios doou R$ 87.738,95 a Jean Wylls, enquanto a campanha de Ana Carolina pagou apenas R$ 96,88 à mesma empresa e Jean Wylls pagou R$ 17.900 a Carolina Brulher. O elo de volta à cadeia é fraco e os montantes não são compatíveis, o que é compatível com coincidências de rede partidária, ressarcimentos ou despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 87.738,95 da BG Studios a Jean Wyllis, enquanto as demais somam cerca de R$ 14.811,24. Não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de partida em montante relevante, e as entidades têm partidos diferentes (PT e PSOL), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária simples. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as pessoas para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores muito díspares: a maior parte (R$ 87.738,95) é doação da BG Studios a Jean Wylls, enquanto as demais transações somam valores pequenos (R$ 1.590, R$ 54,40 e R$ 12.000). Não há partido ou coligação em comum evidente entre Jean Wylls (PT) e Leci Carvalho (PSOL), mas o elo intermediário (Orlando Zaccone D'Elia Filho) não tem partido informado, o que impede afirmar que se trata de rede partidária. O padrão não é claramente rotineiro nem claramente bizarro com os dados disponíveis.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores muito desiguais: a maior transação é uma doação de R$ 87.738,95 da BG Studios a Jean Wylls, enquanto as demais somam apenas alguns milhares de reais. Não há partido ou coligação em comum entre Jean Wylls (PT) e Leci Carvalho (PSOL), mas o elo entre eles é uma empresa (BG Studios) que doou a um e recebeu despesa do outro, o que pode ser apenas uma relação comercial normal. O valor total do loop (R$ 91,4 mil) é modesto e a assimetria das transações não configura, por si só, um padrão típico de lavagem ou fraude. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a existência de vínculos societários para uma triagem mais conclusiva.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 84,5 mil, com Jean Wyllis (PT-SP) pagando despesas à BG Studios, que doa valores maiores à Mônica Santos (PT-RJ), que por sua vez repassa recursos à direção estadual do PSOL-RJ, que doa de volta a Jean Wyllis. Embora haja elos partidários (PT) e possível coligação, a presença de uma empresa de tecnologia como intermediária de doações e o fechamento do ciclo entre campanhas de partidos diferentes (PT e PSOL) dificultam uma explicação simples. O valor de R$ 41,5 mil doado pela BG Studios a Mônica é uma ordem de grandeza superior à despesa de R$ 7,7 mil que Jean Wyllis pagou à mesma empresa, o que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 76,7 mil, mas o ponto que chama atenção é a BG Studios Tecnologia Ltda: uma empresa de tecnologia recebendo R$ 7.740,68 em despesas de campanha de Jean Wylls (PT-SP) e, no mesmo ano de 2018, doando R$ 8.217,00 ao candidato Glauber Braga (PSOL-RJ). Não há partido ou coligação em comum entre Jean Wylls (PT) e Glauber Braga (PSOL), o que enfraquece a explicação por aliança partidária. O ramo da empresa (tecnologia) não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o valor doado é quase idêntico ao recebido, sugerindo possível repasse. Isso justifica checagem humana, sem afirmar irregularidade.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa privada (BG Studios), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A BG Studios recebeu R$ 7.740,68 de Jean Wylls (PT) como despesa e doou R$ 32.436,00 para Luciana Boiteux (PSOL), valor quatro vezes maior, o que foge do padrão de uma simples prestação de serviço. Além disso, a doação de Luciana (PSOL) para Monica (PT) e a despesa de Monica para a direção estadual do PSOL fecham o loop, sugerindo possível triangulação que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 68,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, não um loop curto e fechado no mesmo período. Jean Wyllis (PT) e Renata Souza (PSOL) são de partidos diferentes, mas o PSOL-RJ aparece como direção estadual que doou a Jean em 2018 e recebeu despesa de Renata em 2022, o que pode refletir alianças pontuais ou repasses partidários. A BG Studios aparece como fornecedora de Jean e doadora de Renata no mesmo ano, o que é atípico, mas os valores são pequenos e não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecido a qualquer agente. Faltam elementos para dizer se é coincidência ou algo a checar.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 62,4 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia Ltda: ela recebeu R$ 7.740,68 em despesas da campanha de Jean Wylls (PT-SP) e, no mesmo ano de 2018, doou R$ 29.973,00 à campanha de Taliria Petrone (PSOL-RJ), que por sua vez repassou R$ 18.500,00 à direção estadual do PSOL-RJ em 2022. Não há partido ou coligação comum entre Jean Wylls (PT) e Taliria Petrone (PSOL) que explique naturalmente esse fluxo, e a empresa de tecnologia aparece como intermediária entre campanhas de partidos diferentes. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 52 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que Jean Wylls (PT-SP) tenha pago R$ 7.740,68 à BG Studios Tecnologia e, no mesmo ano de 2018, essa empresa tenha doado R$ 7.995,00 à Maria Naustria (PT-RJ), criando um fluxo cruzado entre campanhas de estados diferentes. Além disso, a doação de Maria Naustria para Monica Santos (PT-RJ) em 2024 e a despesa de Monica para a direção estadual do PSOL em 2022 não têm explicação simples por coligação ou partido comum.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 51 mil, com Jean Wyllis (PT-SP) pagando despesas à BG Studios e essa mesma empresa doando à Daniella Monteiro (PSOL-RJ), que por sua vez repassa à direção estadual do PSOL-RJ. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como fornecedora paga por uma campanha e como doadora de outra campanha dentro do mesmo loop, sem que os fatos expliquem a relação entre as partes. Isso não é prova de irregularidade, mas é um encadeamento que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 48 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há vínculos partidários plausíveis: Flávio Serafini (PSOL-RJ) doou para a direção estadual do PSOL, que repassou a Jean Wyllis (PT-SP), e ambos contrataram a mesma empresa BG Studios. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência de coligação sem checar os vínculos entre as campanhas.
IA O ciclo envolve apenas quatro entidades e valores modestos (R$ 37,4 mil no total), todos dentro do mesmo campo político (PSOL/PT) e em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha entre aliados, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PDT) e uma empresa, mas todas as transações ocorrem em 2018 e os valores são modestos (R$ 34 mil no total). A presença de uma empresa de tecnologia (BG Studios) pagando doações a um candidato e recebendo despesas de outro é um ponto que merece verificação, porém não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão de financiamento de campanha. O loop pode ser explicado por repasses partidários e contratações de serviços, mas a interconexão entre candidatos de legendas distintas justifica uma checagem humana mais detida.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre TATIANNY, LILIANE e a direção estadual do PSOL, mas JEAN WYLLYS é do PT e a BG Studios é uma empresa privada, sem relação partidária explícita. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, não havendo um fato isolado que destoe ou que exija checagem urgente.
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Pervertidos. Depravados. Perversos. Pedófilos. É preciso devolver esses vermes para o esgoto nas eleições deste ano. Um @outrocongresso é possível!
@brunnosarttori Bicha desgraçada e escrota!
@folha O movimento é pela seita de estúpidos, fanáticos, racistas, homofóbicos, nazistas, corruptos, e assassinos da qual ele faz parte e que tem o derrotado nas urnas como condutor
A publicidade que a mídia hereditária tem dado às falas desse fanático religioso misógino e mentiroso só se explica pela motivação de abafar o verdadeiro e gravíssimo escândalo do dia: o pedido de 134 milhões de reias feita por Flávio Bolsonaro ao bandido Daniel Vorcaro, chefe de organização criminosa. Quer que a lacração abafe o esgoto envolvendo seu candidato criminoso. Não vai rolar!
@SpyMaster_10 Vocês “cirista” no X são o arremedo ruim da camarilha burra e preconceituosa bolsonarista: acossadora, machista, homfóbica, violenta, A caricatura do “esquerdomacho”. Deve ser muito para a alma terem virado isto, né? Essa escória do processo industrial do fascismo. Valeu-nos!
O leprechaun não tem espelho em casa. E a publicidade vagabunda do Estado de Minas apenas reforça o autoengano desse rato enrustido.
A corrida desesperadora para se mostrarem maiores do que são: uma seita de racistas e homofóbicos cristãos neopentecostais manipulados por ladrões e mafiosos do agrobusiness, do setor de varejo e da política. Não são muitos, quase nada, mas têm dinheiro pra fazer ruído e ameaças.
Férias de que? Em que esse parasita trabalha? A naturalização desse criminoso por parte da imprensa, além de vergonhosa, estimula a falsolatria em relação a ele e seus cúmplices!