Despesas da categoria “Serviços advocatícios” nas prestações de contas de campanha ao TSE. São valores declarados pela campanha e não indicam processo nem custo de defesa.
| ano | fornecedor | despesas | valor |
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| 2020 | DIEGO MARCOS GONCALVES | 1 | R$ 15.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O fluxo é assimétrico: Eugênio doou R$ 26.000 a Onevan (2018 e 2020) e recebeu de volta R$ 5.500 como despesas de campanha nos mesmos anos. Não há ciclo fechado de valor equivalente; o retorno é ~21% do doado, compatível com pagamento por serviços/prestação de contas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos e podem refletir relação de aliados ou fornecedor do mesmo grupo político.
IA O caso mostra um ciclo de R$ 30.212,98 entre Onevan José de Matos (PSDB) e Antonia Gisalda Moralles Balta, com doações de Antonia para Onevan (R$ 22.212,98) e despesas de Onevan para Antonia (R$ 8.000,00). Não há informação sobre partido ou coligação de Antonia, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e o fluxo não é totalmente fechado (a diferença de R$ 14.212,98 não retorna), mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o caso sem elementos suficientes para um juízo.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (PSDB e PSL) e cargos distintos, mas os valores são modestos (R$ 12.001,50 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de R$ 10.001,50 de um vereador do PSL para um candidato a prefeito do PSDB em 2020 pode ter explicação eleitoral comum (apoio político local), e a despesa de R$ 2.000 em 2018 é de outra natureza. Não há elemento concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas do PSDB de MS (Onevan José de Matos e Rafael Amancio Volpato), mas as outras duas não têm partido/cargo informado. Os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, empresa devolvendo milhões), mas também não dá para afirmar que é apenas repasse partidário rotineiro.
IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 22 mil de doação concentrada vs. R$ 6,95 e R$ 500 em transações isoladas) e entidades de partidos diferentes (PSDB e PSL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e podem refletir relações pessoais ou ressarcimentos pontuais, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos distintos e a assimetria de valores impede descartar o sinal como rotineiro.
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