Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos de campanha de outro, sem relação partidária evidente. Além disso, há uma diferença de ordens de grandeza entre as transações: R$ 2.200 de doação de um vereador a Bolsonaro contra R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL, e R$ 100 mil de despesa de Alckmin à direção partidária. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que retorna à empresa (R$ 184.352,21 pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL) é cerca de 3.686 vezes a doação que a própria AIXMOBIL fez a Bruno Cavalcanti (R$ 500), uma assimetria de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB e recebendo despesa de campanha do PL, sem relação partidária evidente.
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