Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira devolução imediata. Os valores são modestos (R$ 2.605,95 de doação, R$ 250,00 em duas doações e R$ 17.453,71 em despesas) e compatíveis com repasses e gastos típicos de campanha. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado à mesma campanha em curto prazo ou com valores idênticos.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores muito díspares entre as etapas: a maior parte (R$ 303.579,48) é repasse da direção partidária para uma candidata, enquanto as demais transações são de pequeno porte (R$ 124,96 a R$ 17.453,71). A empresa BG Studios aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outra candidata, o que é compatível com prestação de serviços de tecnologia a campanhas. O fechamento do ciclo pode ser explicado por repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma federação/partido, sem um fato concreto que destoe do padrão.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre candidatos aliados e pagamentos a fornecedor comum. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas o fechamento do loop em 5 elos ainda merece uma olhada rápida para confirmar que são operações partidárias rotineiras.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL no Ceará e a direção estadual do partido aparece como origem/destino de recursos, o que é um padrão comum de repasses partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de campanhas de um mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada repasse.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 2.145,36 no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários e repasses da direção partidária a candidatos. O fluxo de volta à direção estadual (R$ 17.453,71) é compatível com ressarcimento ou contribuição partidária, prática comum. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores muito díspares entre as etapas (R$ 91 mil da direção para um candidato, R$ 14 mil de despesa para a BG Studios, R$ 5,5 mil de doação da BG Studios, R$ 250 de doação entre candidatos e R$ 17 mil de despesa para a direção). O elo mais forte é a direção partidária repassando recursos a candidatos do próprio partido, padrão legítimo e comum. A BG Studios aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, o que pode ser coincidência de rede de relacionamentos, mas não configura por si um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 33.010,00 para a campanha de Renato Roseno em 2018 e depois recebeu R$ 681,00 como despesa da campanha de Ailton Dantas no mesmo ano, fechando um loop com valores e anos que não batem com uma simples coincidência entre aliados. Além disso, há um fluxo de R$ 38.800,00 de Renato Roseno para a direção estadual do PSOL em 2022, sem que se veja a contrapartida que explique esse retorno. Embora todos sejam do PSOL do Ceará, a presença de uma empresa de tecnologia recebendo recursos de campanha após ter doado para outro candidato do mesmo partido merece checagem humana.
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-CE) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios aparece tanto como doadora de R$ 33.010,00 a Renato quanto como fornecedora de R$ 283,04 a Edmilson, valores de ordens de grandeza muito diferentes e em anos distintos (2018 vs 2022), sem indicar um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão partidário, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com uma rede partidária legítima. Os valores são modestos (R$ 70 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas dentro do mesmo partido, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Três dos quatro indivíduos são filiados ao PSOL no Ceará, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, sugerindo um padrão comum de repasses internos. A BG Studios Tecnologia recebeu R$ 28.304 de um candidato e doou R$ 33.010 a outro, valores da mesma ordem de grandeza, mas sem informação sobre o serviço prestado ou vínculo partidário da empresa.
IA O ciclo envolve valores modestos e entidades majoritariamente do mesmo partido (PSOL-CE), o que é compatível com repasses internos e contratação de fornecedor por campanhas aliadas. Porém, a BG Studios Tecnologia aparece simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora paga por outro, e o elo final (R$ 38.800 de Renato Roseno à direção estadual em 2022) foge do período das demais transações, sem explicação simples nos dados. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checar a natureza desses repasses.
IA O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre si e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022). As transações podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e pagamentos a fornecedor de serviços (BG Studios). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora de R$ 5.150,00 para Alexandre Araujo Costa quanto como fornecedora de R$ 283,04 para Edmilson Barbosa Francelino Filho, mas os valores são pequenos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio. O valor mais alto (R$ 38.800,00) é uma despesa de Renato Roseno para a direção estadual em 2022, ano diferente das demais transações, o que quebra a ideia de ciclo fechado no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a combinação de doações e despesas entre os mesmos atores justifica uma conferência humana para confirmar se são repasses partidários rotineiros.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do PSOL no Ceará, com valores que variam de R$ 250 a R$ 23 mil e anos distintos (2018-2022), o que é compatível com repasses internos partidários, doações entre aliados e ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe, como fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza muito superior ou empresa devolvendo milhões. A cadeia é longa e atravessa anos, mas todos os elos têm vínculo partidário comum, o que enfraquece a hipótese de circuito fechado suspeito.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 43,5 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com repasses partidários a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O fechamento do loop parece mais um artefato de agregação de anos e de uma mesma rede partidária do que um movimento circular suspeito.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 43 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). O maior fluxo é uma despesa de R$ 38,8 mil de Renato Roseno para a direção estadual, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e as demais são doações pequenas entre correligionários. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação interna de um partido.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e distribuídos ao longo de 2018-2022. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e pagamentos a um fornecedor de tecnologia, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de ramo. O fechamento do loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um indício concreto de irregularidade.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 42,6 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024). O fluxo principal é a direção estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido, padrão comum e legítimo, e as demais setas são doações entre filiados da mesma sigla. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 42,5 mil no total) e transações em anos diferentes (2018, 2020, 2022). As setas podem ser explicadas por doações partidárias, repasses internos e despesas com fornecedor do próprio partido, sem indicar um esquema fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O valor pago a BG Studios (R$ 252,40) é irrisório e compatível com serviços de tecnologia, e a devolução ao partido (R$ 17,4 mil) pode ser ressarcimento ou sobra de campanha.
IA Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo partido. O ciclo envolve valores modestos (R$ 42,4 mil no total) e a maior transação é uma despesa de R$ 38,8 mil de Renato Roseno para a direção estadual, provavelmente contribuição partidária. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com movimentação interna de partido (doações da direção a candidatos, despesas de campanha e devolução/repasse à direção). Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 41,8 mil no total) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com repasses internos do partido, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem indício de empresa privada ou fornecedor alheio ao meio político. O valor mais alto (R$ 38,8 mil) é uma despesa de campanha paga à direção partidária, o que é comum em prestações de contas.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|