
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 9.318.994,96 | R$ 9.225.806,04 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 6.418.996,00 | R$ 6.418.996,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 6.054.380,00 | R$ 5.504.380,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.500.000,00 | R$ 2.500.000,00 |
| 2025 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO PRODUTIVA, PROMOCAO E FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E DA AGROECOLOGIA | R$ 1.550.000,00 | R$ 0,00 |
| 2025 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO PRODUTIVA, PROMOCAO E FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E DA AGROECOLOGIA | R$ 1.100.000,00 | R$ 0,00 |
| 2025 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO PRODUTIVA, PROMOCAO E FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E DA AGROECOLOGIA | R$ 1.100.000,00 | R$ 0,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 1.098.549,00 | R$ 1.005.968,00 |
| 2025 | PELOTAS - RS | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 1.000.000,00 | R$ 1.000.000,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 1.000.000,00 | R$ 990.000,00 |
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IA O ciclo envolve duas pessoas físicas do mesmo campo político (PT/RS) em 2022: João Edegar Pretto doou R$ 65.686,00 à campanha de Reginete Souza Bispo, e a campanha dela pagou R$ 65.500,00 a ele como despesa. Os valores são quase idênticos e o intervalo é curto, mas a coincidência de partido/coligação e a possibilidade de ressarcimento, cessão de espaço ou serviço de campanha tornam o padrão explicável sem intervenção humana imediata.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e duas pessoas físicas (Ana Ines Affonso e Joao Edegar Pretto) que aparecem como doadoras e fornecedoras, sem que os fatos indiquem seus vínculos partidários ou empresariais. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 4,3 mil a R$ 65,5 mil) e as transações ocorrem todas em 2022, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Não há salto de valor, fornecedor de ramo incompatível nem ciclo fechado entre entidades sem relação aparente que justifique priorização automática.
IA Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma coligação e despesas de campanha. O valor total é modesto (cerca de R$ 128 mil) e as quantias individuais não destoam do padrão de financiamento de campanhas estaduais. O ciclo fechado pode ser explicado por uma cadeia de repasses e devoluções dentro do mesmo grupo político, sem indício de anormalidade grave.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT no Rio Grande do Sul: a direção estadual do partido, duas candidatas a deputada federal pelo PT e o comitê de campanha de João Edgard Pretto (governador em 2022), todos do mesmo campo político. As transações são de valores modestos (R$ 11 mil, R$ 40,9 mil, R$ 65,5 mil e R$ 23,26) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário. O padrão é o de uma rede de campanha do mesmo partido, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
IA O ciclo envolve valores muito díspares: R$ 1.280 de doação da empresa à candidata, R$ 65.500 de despesa dela ao candidato a governador, R$ 42.317 de doação do comitê do governador à outra candidata e apenas R$ 27,47 de despesa dessa última à empresa. As entidades compartilham o mesmo partido (PT) e o mesmo estado (RS) no mesmo ano eleitoral, o que permite explicar o fluxo como movimentação dentro de uma mesma coligação/estrutura partidária. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve candidatos do mesmo partido (PT) e da mesma coligação no RS em 2022, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia/consultoria prestados por uma empresa a campanhas aliadas. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores muito acima do padrão.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para Helenir Schurer, o que é padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. O valor de volta à Democratize Tecnologia é de apenas R$ 41,17, compatível com despesa de campanha (ex.: serviço de tecnologia), e não com devolução de doação. A doação da empresa à Reginete (R$ 1.280) e a despesa dela com João Edegar Pretto (R$ 65.500) são movimentações típicas de campanha, sem valores desproporcionais.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT do RS em 2022 e uma empresa de tecnologia, com valores muito assimétricos: a maior transação é uma despesa de R$ 65.500 de Reginete para João Edegar Pretto (candidato a governador), enquanto o retorno à Democratize é de apenas R$ 24,40. As doações e despesas são compatíveis com uma mesma coligação partidária e com prestação de serviços de campanha, sem valores de ordem de grandeza anômala. O fechamento do ciclo parece mais um artefato de rastreamento de fluxo do que um indício concreto de irregularidade.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e inclui uma empresa de tecnologia (Democratize) que doa para uma candidata do PT e também recebe despesas de um candidato do PRTB, sem coligação ou vínculo partidário declarado. O valor de R$ 6.580.000 pago por Reginete a DLOCAL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.280, R$ 846,65, R$ 217,28), o que chama atenção. A presença do Facebook como intermediário de doação para o candidato do PRTB também foge ao padrão típico de doações partidárias. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e dois intermediários (Carlos Antonio Santana e João Edegar Pretto), mas os valores são modestos e as transações ocorrem todas no mesmo ano eleitoral. Não há evidência de que os intermediários sejam fornecedores ou empresas sem relação com a política, nem de que os valores estejam fora do padrão. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização.
IA O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político no RS em 2022: Monica Facio (PT) doou para a campanha de João Edegar Pretto (governador), que doou para Reginete Bispo (PT), que pagou despesa à Democratize Tecnologia, que havia doado a Monica Facio. Os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados e pagamento de serviço de tecnologia, sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor milionário de ida e volta.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 760 e R$ 42,23) entre uma empresa de tecnologia e duas candidatas do PT/RS, além de uma doação de R$ 65.686 de João Edegar Pretto para Reginete Bispo e um repasse de R$ 6.000 de Maria Tereza Fujii para a campanha de Edegar Pretto. As conexões são todas dentro do mesmo campo político (PT/RS) e os montantes são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem indício de retorno significativo à empresa doadora. Não há elemento concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados e prestadores de serviço.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Reginate Bispo e Paulo Farias) e uma empresa de tecnologia, com valores de ordens de grandeza muito diferentes: R$ 6,55 milhões de despesa de Reginate para João Edegar Pretto (candidato a governador em 2022) contra apenas R$ 1.280 de doação da Democratize para Reginate e R$ 248 de despesas de Paulo Farias com a Democratize. A maior parte do fluxo (R$ 6,55 mi) é uma transferência entre campanhas do mesmo partido, o que é padrão legítimo, e os valores menores não formam um ciclo fechado de retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as entidades.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Reginete Bispo e Sergio Gorgen) e uma empresa (Democratize Tecnologia) que doou a uma delas e recebeu pagamento da outra, além de repasses ligados à candidatura de João Edegar Pretto. Há elos partidários e eleitorais claros que podem explicar a movimentação como doações e despesas dentro do mesmo campo político, mas o fechamento do ciclo com valores assimétricos (R$ 65.500 de despesa de Reginete para João Edegar Pretto versus R$ 1.280 de doação da empresa para Reginete) não permite afirmar que é rotineiro nem que é claramente anômalo. Faltam dados sobre a natureza do serviço prestado pela Democratize e sobre a relação da empresa sem nome no ciclo.
IA O ciclo envolve uma empresa de tecnologia (DEMOCRATIZE) que doa para a campanha de Reginete, cuja campanha paga R$ 65.500 a João Edegar Pretto, que por sua vez doa R$ 4.392 a Nereu Piovesan, e Nereu paga despesa de R$ 40,11 à mesma DEMOCRATIZE, fechando o loop. Apesar de Reginete e Nereu serem ambos do PT/RS, o valor pago por Reginete a João Edegar Pretto é cerca de 15 vezes maior que a doação que inicia o ciclo e não há explicação simples para o retorno do dinheiro à empresa doadora original. O conjunto de transações em ciclo fechado, com valores desproporcionais e uma empresa intermediária, justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Reginete Bispo e Gerri Sawaris) e uma empresa de tecnologia, com valores desproporcionais entre as pernas do loop: R$ 65.500 de despesa de Reginete a João Edegar Pretto contra apenas R$ 1.280 de doação da Democratize a Reginete e R$ 16,09 de despesa de Gerri à Democratize. A conexão partidária e o contexto eleitoral comum oferecem uma explicação simples (aliados da mesma federação/coligação), mas a assimetria extrema dos valores e a presença de uma empresa privada no ciclo impedem cravar 'plausível' sem checagem. Não há, contudo, fato que por si só configure padrão atípico claro.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 1.280 de doação da empresa a Reginete, R$ 298 de despesas de Maria Tereza com a Democratize e R$ 65.500 de despesa de Reginete com João Edegar Pretto). As transações podem ser explicadas por relações dentro do mesmo campo político (PT/RS) e por prestação de serviços de campanha, mas o fato de a empresa doadora também receber pagamentos da campanha de Maria Tereza fecha um mini-loop que merece checagem. Não há valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor de ramo incompatível, então não há um fato que force a classificação como bizarro.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações não formam um loop fechado e direto: a maior parte do valor (R$ 65.500,00) sai de Reginete Bispo para João Edegar Pretto, que não aparece como entidade do ciclo, e a ligação de volta à Democratize é feita por uma despesa de apenas R$ 86,99. As entidades têm partidos diferentes (PT e PCdoB), porém ambos integravam a coligação que apoiou João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, o que oferece uma explicação política plausível para os repasses. Sem saber o ramo da Democratize e o objeto das despesas, não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não é possível descartar coincidência.
IA O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e uma empresa privada, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. A empresa GOIA SERVICOS DIGITAIS doa para a campanha de Reginete Souza Bispo (PT) e, no mesmo ano, recebe despesas da campanha de Carlos Nantes Bolsonaro (PL), fechando um loop com valores expressivos. Além disso, há uma doação de R$ 5,00 de Everton dos Santos Silva Rodrigues para Jair Bolsonaro, que parece deslocada no contexto, e uma despesa de R$ 5.000,00 da campanha de Reginete para Everton, sugerindo possível intermediação atípica. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana mais detalhada.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e UFs diferentes (RS e DF), o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário comum. Além disso, a empresa Democratize Tecnologia doa R$ 1.280,00 para Reginete e depois recebe R$ 217,28 de Fábio, criando um retorno parcial de recursos para a mesma empresa que iniciou a cadeia. O valor total é baixo, mas a combinação de partidos distintos e o retorno à empresa doadora justificam uma checagem humana.
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