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Dados públicos do TSE, Portal da Transparência e Receita Federal, atualizados todo dia.

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JUTAHY MAGALHAES JUNIOR

SENADOR · PSDB/BA · 2018
CPF 106.604.105-91título eleitoral 012449470540
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 1.984.353,66
15 doações
despesas contratadas
R$ 1.866.034,48
305 despesas
pago até agora
R$ 1.975.499,48
regime de caixa
candidaturas por eleição
2018NÃO ELEITO
SENADOR
PSDB · BA · 1º turno
31.192.988/0001-61
2014ELEITO POR QP
DEPUTADO FEDERAL
PSDB · BA · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
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sinais de alerta
sinais de alerta
35 sinais · mostrando os 30 maiores

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 36.056,66

IA O ciclo envolve duas campanhas de 2018, mas os valores não são equivalentes: a campanha de Adolfo Viana doou R$ 8.656,66 a Jutahy Magalhães Júnior, enquanto Jutahy pagou R$ 27.400,00 à campanha de Adolfo. Não há informação sobre partido/coligação de Adolfo Viana nem sobre a natureza dos pagamentos, o que impede afirmar se é um repasse rotineiro entre aliados ou algo que mereça checagem. O sinal aponta uma movimentação circular, porém os fatos disponíveis não bastam para classificá-la como bizarra ou plausível.

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highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 400,00

Despesa de campanha de R$ 16,500.00 descrita como "IMPRESSAO ADESIVOS 7X7 CM" — 65x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 16.500 para 'IMPRESSAO ADESIVOS 7X7 CM' é cerca de 65x a mediana da categoria, o que chama atenção. Porém, a descrição é genérica e pode englobar um lote grande de adesivos (campanha para Senador na Bahia em 2018), sem detalhamento de quantidade ou preço unitário. Não há outros elementos que sugiram vínculo suspeito entre fornecedor e candidato, nem valores de outras transações para comparar. Sem mais dados, não é possível afirmar se é erro de digitação, lote volumoso ou algo a ser checado.

2018 · fornecedor: NEUSA DE SALES MONTEIRO
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 20.000,00

Despesa de campanha de R$ 16,000.00 descrita como "CONFECÇÃO DE ADESIVOS 0·40 X 0·10" — 63x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 16.000 para adesivos é 63x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a descrição não detalha quantidade nem especifica se é um lote grande. O fornecedor é do ramo de propaganda e publicidade, compatível com o serviço, e o candidato é de porte (senador, PSDB-BA), o que pode justificar volumes maiores. Sem mais dados sobre quantidade ou preço unitário, não dá para afirmar que é anômalo nem que é rotineiro.

2018 · fornecedor: CRISTINA DOS SANTOS FIUZA
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 4.500,00

Despesa de campanha de R$ 16,000.00 descrita como "CONFECÇÃO DE ADESIVOS 0·40X0·10" — 63x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 16.000 para 'CONFECÇÃO DE ADESIVOS 0,40x0,10' é 63x a mediana da categoria, o que chama atenção, mas a descrição não detalha quantidade nem especificação do material, e o fornecedor é do ramo de propaganda/publicidade, compatível com o serviço. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor absurdo para um lote grande de adesivos em campanha majoritária na Bahia. Sem mais detalhes (quantidade, preço unitário, nota fiscal), não dá para dizer se é erro de digitação, lote grande ou algo a investigar.

2018 · fornecedor: MARIA ELIZABETH DA SILVA SOUZA
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 500,00

Despesa de campanha de R$ 9,995.00 descrita como "ADESIVO PERFURADO 1·35 X 0·55 MTS" — 39x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.

IA O valor de R$ 9.995,00 para 'ADESIVO PERFURADO 1,35 x 0,55 MTS' é 39x a mediana da categoria, mas a descrição sugere um material de grande formato (adesivo perfurado de quase 1,5 m²), tipicamente usado em fachadas ou veículos, e não o adesivo pequeno que domina a mediana. O fornecedor é uma gráfica, ramo compatível com o serviço, e não há indício de ciclo fechado ou fornecedor fora do ramo. Sem detalhamento de quantidade/unidade, não dá para afirmar que o preço está fora do razoável nem que há algo claramente anômalo.

2018 · fornecedor: KÁCIA ALVES DE ALMEIDA
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 3.923.286,10

IA O loop envolve figuras da mesma chapa presidencial de 2018 (PSDB/PSB) e a direção nacional do PSDB, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 2,12 mi) é despesa de Alckmin para a direção nacional, enquanto a doação da AIXMOBIL a Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, e a despesa de Jutahy à AIXMOBIL é de R$ 167,57. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.827.448,57

IA O ciclo envolve dois candidatos do PSDB e uma empresa, mas as transações são de naturezas e ordens de grandeza muito diferentes: a maior parte do valor (R$ 1,8 milhão) é doação da direção nacional ao senador Jutahy Magalhães Júnior, enquanto as demais pontas somam valores pequenos (R$ 7,2 mil, R$ 167 e R$ 20 mil). O elo que fecha o ciclo é uma despesa de apenas R$ 20 mil de Marcus Vinicius à direção nacional, o que pode ser devolução de sobra ou contribuição partidária, sem sinal claro de anormalidade. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 196.767,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184.352,21 de Bolsonaro para Aixmobil) domina o total, enquanto as demais são de baixa monta, e não há informação sobre a natureza dos serviços ou vínculos societários que expliquem o loop. Sem esses elementos, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 191.743,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães (PSDB) — uma diferença de duas ordens de grandeza entre a saída e o retorno na cadeia. Além disso, a ESSENT aparece tanto como doadora da campanha de Walkiria (NOVO) quanto como recebedora de despesa da campanha de Jutahy (PSDB), fechando o loop com uma empresa contábil que não tem relação óbvia com os serviços de campanha. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 191.243,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PL, PSDB, PMB; 2018, 2020, 2022) sem coligação comum evidente, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência partidária. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL é cerca de 500 vezes maior que as demais transações do ciclo, e a AIXMOBIL aparece doando a um senador do PSDB no mesmo ano. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade recebendo doação de um vereador e pagando despesa a um senador, o que merece checagem humana sobre a real natureza desses repasses.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 190.803,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 184.352,21 pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 3.697, R$ 2.430, R$ 100 e R$ 224,40), e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora de Jutahy Magalhães quanto recebedora de Bolsonaro, fechando um elo indireto entre campanhas sem relação partidária evidente. A empresa ESSENT também aparece nos dois extremos do ciclo, recebendo despesa de Jutahy e doando a Raizer, que por sua vez doa a Bolsonaro. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a motivação dos fluxos.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 190.394,61

IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e estados diferentes (PL, PATRIOTA, PSDB), sem coligação comum evidente. O valor que sai de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 100 a R$ 3.697), o que puxa a atenção. Além disso, a AIXMOBIL doa a Jutahy Magalhães e a Essent doa a Airton Amaral, enquanto Jutahy paga despesa à Essent, formando um encadeamento que merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 190.274,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PSDB, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que também doou R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães Júnior (PSDB), criando uma ligação indireta entre campanhas de partidos opostos. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de Alberto Amaral Alfaro (MDB) a Bolsonaro, valor irrisório que foge do padrão e sugere mera formalidade para fechar o ciclo. Esses fatos, embora não provem irregularidade, justificam uma checagem humana mais detalhada.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.953,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PSDB, PDT) e empresas sem relação partidária clara, o que dificulta explicar como um simples repasse interno. A transação dominante é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães (PSDB) e este paga despesa à ESSENT, que doa a Cícero Romulo (PDT), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. O valor de R$ 1,00 fechando o ciclo e a diferença de ordens de grandeza entre as pontas (R$ 184 mil vs. R$ 1) são fatos concretos que justificam checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.823,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PSDB, MDB) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem coligação comum aparente que explique a cadeia. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. A AIXMOBIL, que recebeu o montante principal, também doou a Jutahy Magalhães Júnior, criando um elo indireto entre campanhas de partidos opostos. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a motivação do fluxo.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.488,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB/BA 2018, PSL/MG 2020, PL/BR 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais pesado é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que antes havia doado apenas R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães Júnior (2018) — uma diferença de cerca de 50x entre o que a empresa doou e o que recebeu de volta na cadeia. A doação de R$ 100 de Gaspar Cardoso a Bolsonaro em 2022 é um valor simbólico que fecha o loop de forma artificial, mas o salto de ordem de grandeza na ponta AIXMOBIL é o fato que merece checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 188.674,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB/BA, PDT/BA, PL/BR), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas as transações são de anos diferentes e valores muito díspares. O elo mais forte é o pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, que doou apenas R$ 3,7 mil a Jutahy no mesmo ano, sem ciclo curto e fechado. Não há um fato único e concreto que configure padrão anômalo claro, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.523,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PL, PRTB, PSDB) e empresas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. A transação dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães Júnior (PSDB), e este paga despesa à ESSENT, que doa a Jeferson Lopes (PRTB), que doa a Bolsonaro — fechando o loop. O salto de ordem de grandeza entre o valor pago à AIXMOBIL e as demais transações do ciclo, somado à ausência de elo partidário comum, justifica uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.523,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PSDB, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL é mais de 80 vezes maior que a doação de R$ 2.244,00 do Jutahy para a ESSENT, e a cadeia fecha o loop justamente com uma empresa de contabilidade que doou a um vereador do PP. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a real conexão entre as partes.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.484,61

IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL-PB, PSDB-BA, PL-BR) e uma empresa de contabilidade que doa a um candidato e recebe despesa de outro, sem vínculo partidário ou coligação evidente. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é cerca de 500 vezes maior que as demais transações do ciclo, o que destoa do conjunto. A cadeia fecha um loop com valores muito díspares e sem explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.474,61

IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: Jair Bolsonaro (PL) paga R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que doa R$ 3.697,00 a Jutahy Magalhães Júnior (PSDB), que paga R$ 224,40 à ESSENT, que doa R$ 20,00 a Marcos Fantineli Calegari (PSL), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. A maior transação do loop é uma despesa de Bolsonaro a uma empresa que depois doa a um adversário político de outro partido, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O valor de R$ 184 mil pago a AIXMOBIL destoa das demais pernas do ciclo (R$ 20 a R$ 3.697), merecendo checagem humana sobre a natureza do serviço e o elo com a doação subsequente.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 68.013,47

IA O ciclo envolve duas empresas de contabilidade/consultoria e dois políticos de partidos diferentes (PSB e PSDB), mas todos os fluxos ocorrem em 2018 e os valores são modestos (R$ 68 mil no total). A maior transação é uma doação de R$ 63,9 mil da ESSENT a Alckmin, enquanto as demais são despesas de campanha de pequeno porte (R$ 141 e R$ 224) e uma doação de R$ 3,7 mil da AIXMOBIL a Jutahy. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não há explicação óbvia e documentada para o fechamento do ciclo entre esses atores.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 36.338,70

IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos e estados diferentes (PSDB-BA e REDE-RS) sem coligação ou vínculo partidário comum declarado, o que dificulta a explicação por trânsito de recursos dentro de um mesmo grupo político. Além disso, a ESSENT (empresa de contabilidade) aparece doando R$ 32.330,00 a Marcelo Sgarbossa e recebendo de volta R$ 224,40 de Jutahy Magalhães Júnior, valores de ordens de grandeza muito distintas dentro do mesmo loop. A soma de R$ 36.338,70 fecha um circuito fechado entre pessoas e empresas sem relação aparente, o que justifica uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 32.436,78

IA O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PPS e PSDB), mas os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha rotineiras. A empresa ESSENT aparece com nomes ligeiramente diferentes (INOVACAO vs JUS), o que pode ser erro de cadastro, e não há indício de que os candidatos tenham relação entre si. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 26.657,89

IA O ciclo envolve duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes (PSB e PSDB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total) e as transações são de 2018, com a maior parte sendo doações de empresas a campanhas e pequenos pagamentos de despesas. Não há um fato concreto e gritante, como valores muito acima do padrão ou ramos de atividade incompatíveis, que justifique priorização imediata; pode ser coincidência ou relação comercial legítima.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 16.846,08

IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (REDE e PSDB) e valores modestos (R$ 16,8 mil no total). As transações são de naturezas distintas (doações e despesas) e os nomes das empresas aparecem com variações (ESSENT INOVACAO vs ESSENT JUS vs ESSENT CONTABILIDADE), o que pode indicar erro de agregação ou empresas do mesmo grupo. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre mesmas pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível descartar coincidência ou erro de dados sem checagem manual.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 16.832,21

IA O ciclo envolve dois senadores do PSDB (Cássio Cunha Lima e Jutahy Magalhães Jr.) e duas empresas, com valores modestos (R$ 16,8 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações e despesas de campanha dentro do mesmo partido, mas o fechamento do ciclo entre quatro entidades distintas chama atenção. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é um padrão trivialmente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 16.002,45

IA O ciclo envolve quatro entidades de estados e partidos diferentes (PSDB-BA e PP-RS), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos. Por outro lado, os valores são pequenos (R$ 16 mil no total) e as transações incluem pagamentos de despesas a empresas de contabilidade, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado entre aliados), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 15.053,18

IA O ciclo envolve duas empresas e dois políticos de partidos e estados diferentes (MDB-RS e PSDB-BA), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, os valores são pequenos e as transações de 'volta' (R$ 47,78 e R$ 224,40) são compatíveis com despesas de campanha pagas a fornecedores, não com devolução de doação. Sem saber a natureza dos serviços prestados pelas empresas, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 14.868,59

IA O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos e estados diferentes (Edupercio Pratts, MISSÃO/SC, e Jutahy Magalhães Junior, PSDB/BA), sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. As transações são todas de 2018 e envolvem empresas de contabilidade/serviços que aparecem tanto doando quanto recebendo de campanhas, num loop fechado de R$ 14,8 mil. A ausência de relação política óbvia entre os elos dificulta a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário.

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