
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 18.134.876,97 | R$ 14.972.606,39 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 11.500.000,00 | R$ 7.950.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.226.000,00 | R$ 1.550.000,00 |
| 2026 | ALVORADA - RS | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 399.381,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 200.000,00 | R$ 200.000,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 14.175.984,15 | R$ 14.034.225,15 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 10.187.056,00 | R$ 8.585.056,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 5.393.900,00 | R$ 1.035.557,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.353.345,00 | R$ 3.955.345,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | APOIO A AQUISICAO DE VEICULOS PARA O TRANSPORTE ESCOLAR DA EDUCACAO BASICA - CAMINHO DA ESCOLA | R$ 1.196.655,34 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53.950,00, com um loop fechado entre campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) e uma empresa sem nome identificado. A transação de R$ 26.950,00 de Jesse Sangalli (PL) para a campanha de Any Machado Ortiz (PP) é uma despesa de uma campanha a outra, o que não é um padrão comum e sugere possível repasse ou contratação atípica. Além disso, há doações cruzadas entre os mesmos atores em anos distintos, formando um circuito que merece checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários distintos (PP, PL, CIDADANIA) e a maioria das transações parece ser de despesas de campanha a fornecedores ou doações entre candidatos, o que pode ser explicado por alianças locais ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 26.950), as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e há indícios de que se trata de repasses entre campanhas ou ressarcimentos, sem um padrão claro de enriquecimento ou desvio. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52.350,00, com um núcleo claro: Jesse Sangalli de Mello (PL) paga R$ 26.950,00 em despesas à campanha de Any Machado Ortiz (PP), que por sua vez doa R$ 20.000,00 à campanha de Fernanda Biskup da Luz (Cidadania), que já havia doado R$ 1.000,00 a Any em 2018. O ponto que chama atenção é o fluxo de mão dupla entre Any e Fernanda (doação de ida e volta em anos distintos) e o fato de Jesse, de partido diferente (PL), aparecer pagando despesas da campanha de Any (PP), o que não se explica por coligação ou conta partidária comum. Não há prova de irregularidade, mas a combinação de partidos distintos e ciclo fechado justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) e uma empresa sem nome identificado, o que dificulta explicar tudo como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Além disso, há um fluxo de R$ 26.950,00 da campanha de Jesse Sangalli (PL) para a de Any Machado Ortiz (PP), enquanto esta doou R$ 20.000,00 para Fernanda Biskup (CIDADANIA) e recebeu R$ 1.000,00 de volta dela, formando um circuito fechado entre legendas distintas. O valor total de R$ 52.200,00 não é astronômico, mas a combinação de partidos diferentes e a presença de uma empresa sem nome no ciclo justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) no RS, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000 a R$ 26.950). A maior parte das movimentações parece ser despesas de campanha pagas a fornecedores ou pessoas físicas, e não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano entre as mesmas entidades. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de financiamento eleitoral.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 1.000 a R$ 2.400) entre campanhas de partidos diferentes (PTB, PP, MDB) em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário direto. Por outro lado, o valor total é modesto e as transações são poucas e espaçadas, podendo refletir doações entre aliados políticos ou ressarcimentos pontuais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há um padrão legítimo evidente que explique todo o ciclo.
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 480 a R$ 22.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há dois partidos diferentes (PP e CIDADANIA) e um intermediário sem partido identificado (CASSIANO TELLES), dificultando tanto a explicação por coligação quanto a caracterização de um esquema claro. Os fatos não apontam para um padrão rotineiro óbvio nem para um indício forte que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, MDB, CIDADANIA) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 22.000) e as transações estão espaçadas no tempo, podendo refletir doações entre aliados políticos locais no RS ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos diferentes e o fechamento do ciclo em 5 elos mantém a dúvida.
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PP, MDB, PDT) e em anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Além disso, a Vakinha (plataforma de arrecadação) aparece simultaneamente como doadora de uma campanha e recebedora de despesa de outra, sem que os fatos esclareçam a natureza dessas operações. O valor de R$ 10.000 doado por José Ivo Sartori a Carlos Antonio Burigo em 2022 é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo, o que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,3 mil, com transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três dos quatro políticos são do MDB/RS, o que dá uma explicação simples por aliança partidária, mas a presença da empresa Vakinha (plataforma de arrecadação) nas duas pontas do ciclo não se encaixa nesse padrão. Os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados, sem salto de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PP, MDB, DEM) e uma empresa de arrecadação, com transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022 — não é um fluxo típico de repasse partidário ou coligação. Chama atenção que a Vakinha (plataforma de arrecadação) apareça simultaneamente como doadora de campanha e como fornecedora paga por outra campanha, fechando o loop. Os valores são modestos (R$ 13,6 mil no total), mas a combinação de partidos distintos e o papel ambíguo da empresa justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PDT, PP, PODE) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 12,5 mil no total) e há elos intermediários sem partido identificado, dificultando afirmar que o dinheiro retorna de fato à origem. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12 mil no total) e transações de anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e a doação de R$ 10.000 de Any Ortiz a Julio Cesar Fontes em 2022 não se conecta diretamente às demais transações de 2018. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|