
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2015 | SÃO PAULO (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 500.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | SÃO PAULO (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 500.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | SÃO PAULO - SP | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 500.000,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | Nacional | APOIO LOGISTICO A PESQUISA CIENTIFICA NA ANTARTICA | R$ 319.016,00 | R$ 0,00 |
| 2015 | SÃO PAULO - SP | PROMOCAO E DEFESA DOS DIREITOS DE LESBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS | R$ 300.000,00 | R$ 300.000,00 |
| 2015 | SÃO PAULO (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 117.260,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT de SP (Juliana Cardoso e Eduardo Suplicy) e uma empresa de tecnologia. As doações entre os dois candidatos são de valores baixos (R$ 600 e R$ 200) e podem ser apoio mútuo dentro do mesmo partido. A empresa BG Studios recebeu R$ 843,52 da campanha de Juliana e doou R$ 20.098,00 para Suplicy, mas o valor doado é maior que o recebido, o que não configura devolução disfarçada. O montante total é modesto e compatível com serviços de tecnologia para campanha.
IA O ciclo é curto e fechado: a BG Studios doou R$ 20.098,00 à campanha de Eduardo Suplicy e, no mesmo ano de 2018, recebeu de volta R$ 1.189,76 em despesas pagas pela campanha. Embora o valor de retorno seja bem menor que a doação, a coincidência de uma empresa doadora também ser fornecedora da mesma campanha no mesmo exercício merece checagem humana para verificar se há relação contratual legítima ou se é apenas um reembolso/ressarcimento. Não há indício de crime, mas o fato concreto (doador que também é fornecedor) justifica priorizar a análise.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,68 milhão, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022) e incluem valores de ordens de grandeza distintas (R$ 8 mil a R$ 1,6 milhão). As entidades têm vínculos partidários (PT) e cargos políticos, o que poderia explicar conexões, mas a presença de uma empresa de tecnologia (BG Studios) recebendo despesa de campanha e depois doando para outro político não é imediatamente explicável. Não há um fato único e contundente que caracterize 'bizarro' nem um padrão claramente legítimo que caracterize 'plausível'.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/SP e os valores são modestos (R$ 28 mil no total). A maior transação é uma doação de R$ 20.098 da BG Studios Tecnologia para Eduardo Suplicy em 2018, seguida de despesas de R$ 3.015 de Carlos Neder à mesma empresa no mesmo ano — o que pode ser apenas uma empresa que doou a um candidato e prestou serviços a outro da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT de SP, o que torna plausível que seja circulação de recursos dentro do mesmo grupo político. A empresa BG Studios Tecnologia LTDA aparece tanto como doadora de Eduardo Suplicy quanto como fornecedora de Carlos Neder, o que pode ser um fornecedor comum da coligação. Os valores são modestos (R$ 26,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado que configure um padrão claramente anômalo.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 26 mil no total) e todas as pessoas físicas são do PT de São Paulo, o que permite explicar como rede de aliados. A empresa BG Studios Tecnologia recebeu R$ 3.015,52 de um candidato e doou R$ 20.098,00 para outro, mas o ramo de tecnologia não é incompatível com serviços de campanha (ex.: software, mídia digital). Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para afirmar que é bizarro nem que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 20.098,00 a Eduardo Suplicy em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 3.015,52 de despesa da campanha de Carlos Neder (PT). Além disso, há doações entre Eduardo Suplicy e Juliana Cardoso em anos distintos (2018 e 2022) e uma despesa de Juliana Cardoso a Neusa Fernandes em 2022, fechando o loop. Embora todos os políticos sejam do PT, a presença de uma empresa de tecnologia doando e recebendo recursos de campanhas do mesmo partido no mesmo ano, com valores que somam R$ 26 mil, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 23,4 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT de SP, o que permite explicar parte das transferências como doações entre aliados da mesma federação/partido. A empresa BG Studios Tecnologia recebeu R$ 9,8 mil de despesa de Adriano Diogo e doou R$ 20 mil a Eduardo Suplicy, mas o ramo de tecnologia não é incompatível com serviços de campanha e o valor é modesto. Não há um fato agudo — como ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valor uma ordem de grandeza acima do resto — que force uma checagem prioritária.
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