Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve a direção estadual do partido (AGIR-DF) e um candidato a deputado federal pelo PTC em 2018, com valores idênticos de R$ 10.000 de ida e volta. A troca de recursos entre direção partidária e candidato da mesma sigla/coligação é um padrão comum e legal (repasses e ressarcimentos), mas o retorno exato do mesmo valor em despesa paga pelo candidato à direção é atípico e não tem explicação óbvia nos dados. Sem mais contexto (nota fiscal, contrato, justificativa), não dá para cravar se é rotineiro ou se merece checagem.
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