Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve a direção estadual do PTB-GO repassando doação a Carlos Antônio de Sousa Costa (PODE) e este pagando uma despesa de volta à mesma direção. O valor de volta (R$ 51,40) é irrisório frente à doação recebida (R$ 50.505,00), o que é compatível com um ressarcimento ou pagamento pontual, não com um retorno significativo de recursos. A diferença de partido não impede a explicação, pois doações de direção partidária a candidatos de outros partidos são comuns em coligações proporcionais.
IA O loop envolve dois vereadores de partidos diferentes (PODE e PSDB) em Goiás, com valores modestos (R$ 40,1 mil no total) e em anos distintos (doações em 2018/2020, despesa em 2022). Não há coligação ou partido comum declarado que explique automaticamente a movimentação, mas também não há indício forte como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A defasagem temporal e a ausência de detalhes sobre a natureza da despesa de 2022 tornam o caso ambíguo, sem um fato concreto que claramente justifique priorização humana.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 42.551,40 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2020, com entidades de partidos diferentes (PTB, PR, PODE) e uma direção estadual. As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de padrão atípico que justifique priorização manual.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|