
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 12.003.474,04 | R$ 8.436.163,49 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 11.091.719,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 10.429.525,00 | R$ 7.116.866,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 2.651.970,00 | R$ 2.176.000,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | APRESTAMENTO DAS FORCAS - MANUTENCAO DA PRONTIDAO E DA CAPACIDADE OPERATIVA | R$ 399.999,50 | R$ 41.815,50 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | APOIO E ACOLHIMENTO OBJETIVANDO A REINSERCAO DE USUARIOS E DEPENDENTES DE ALCOOL E DROGAS | R$ 100.000,00 | R$ 0,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 17.262.859,35 | R$ 17.090.236,35 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 11.620.986,00 | R$ 11.420.986,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 6.846.589,00 | R$ 6.846.589,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 680.545,00 | R$ 400.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PL, PODE e Partido Novo), o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 24,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. O repasse de R$ 10 mil de Maurício para Patrícia em 2022 pode ser uma despesa de campanha comum, e a devolução de R$ 781 de Patrícia ao diretório municipal é compatível com ressarcimento ou sobra. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 208 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas ordinárias. Há conexões partidárias (NOVO) entre alguns agentes, o que pode explicar a circulação, mas a Vakinha aparece tanto como doadora de valor alto a Van Hattem quanto como fornecedora de despesa a Marcon, sem que se saiba a natureza do serviço. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
IA O loop envolve majoritariamente integrantes do partido NOVO no RS (Van Hattem, Tiago Albrecht e a direção estadual), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e o partido. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada por campanhas, e o valor de R$ 184 mil recebido por Van Hattem em 2018 é compatível com uma arrecadação online de campanha, não com um repasse empresarial atípico. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.000 a R$ 2.155) e ocorrem em anos distintos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O único ponto fora do grupo NOVO é Maurício Marcon (PL), mas seu pagamento à Vakinha é uma despesa de serviço, não um elo de doação que feche o ciclo de forma suspeita.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 184 mil) é uma doação da Vakinha a Marcel Van Hattem, enquanto as demais transações somam menos de R$ 10 mil. As conexões entre Maurício Bedin Marcon (PL) e Marcel Van Hattem (NOVO) não indicam coligação ou partido comum, mas o volume pequeno e a natureza de despesas com a mesma plataforma de arrecadação podem ter explicação operacional. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e uma empresa de arrecadação (VAKINHA), mas os valores e a sequência não mostram um padrão claramente anômalo. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e podem refletir doações entre aliados, ressarcimentos ou serviços prestados. Não há um fato concreto que destoe de forma evidente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve pessoas de partidos diferentes (PL, PODE, NOVO) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Por outro lado, há um elo claro de parentesco (DOALCEI ROBERTO MORAES TASSO doando repetidamente a PATRICIA TASSO) e um repasse do diretório municipal do NOVO a MARCELO SLAVIERO, padrões legítimos e comuns. O valor total é modesto (R$ 70 mil) e as transações estão espalhadas no tempo, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não é um caso trivialmente explicável.
IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PODE, NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 750 a R$ 10.000) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários ou ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe. Não há um elo claro de mesma coligação ou um valor de ordem de grandeza superior que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do mesmo campo político no RS (NOVO e PL), com valores pequenos e compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários. A VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação usada por candidatos, e a devolução de R$ 215,23 por Maurício Bedin Marcon é um ressarcimento de despesa trivial. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço; o padrão é explicável por movimentação partidária rotineira.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de curto prazo. Há vínculos partidários parciais (NOVO entre Douglas Sandri e Marcelo Slaviero; PL de Maurício Marcon), mas a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, o que pode explicar os fluxos. Não há um fato isolado que destoe (valor, fornecedor ou ciclo fechado entre pessoas sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 35 mil no total) e transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A VAKINHA é uma plataforma de arrecadação que aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo despesa de outro, o que pode ser explicado pelo próprio modelo de negócio (taxas, repasses). Não há um fato concreto que destoe do padrão de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político no RS (Partido NOVO estadual e candidatos NOVO), com uma única aresta cruzando para o PL (doação de Marcelo Slaviero a Mauricio Marcon). A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação/fornecedor de serviços, o que explica tanto a doação recebida quanto a despesa paga a ela. Os valores são modestos (R$ 31,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal ou valor de ordem de grandeza destoante. Não há fato concreto que fuja do padrão de arrecadação, repasse partidário e pagamento a fornecedor.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30,9 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os partidos citados (PL, PODE, NOVO) não formam uma coligação única óbvia. Há um elo repetido (Maicon Rodrigo da Silva) recebendo de Patrícia Tasso e doando a Elen Mariana, o que pode ser repasse dentro do mesmo grupo político, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar se há coordenação ou apenas coincidência entre campanhas da mesma região.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29,4 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há conexões partidárias parciais (NOVO entre Giuseppe e Marcelo, PL entre Maurício e Marcelo), mas também elos sem partido comum (Giuseppe-NOVO → Fabio Maia, de partido não informado). Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho.
IA O ciclo envolve majoritariamente entidades do mesmo campo político (Partido NOVO/RS e candidatos filiados ao NOVO em 2018-2022), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para receber doação quanto para pagar despesa de campanha, o que explica a ponta do ciclo sem indicar nada anômalo. Os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações se distribuem em anos diferentes (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do partido NOVO no RS (Pio Cervo, Felipe Zortea Camozzato) e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação coletiva usada como fornecedora de serviços de campanha, e o valor pago por Mauricio Bedin Marcon (R$ 215,23) é irrisório, típico de taxa de plataforma. O único elo fora do grupo NOVO é a doação da direção estadual a Mauricio Bedin Marcon (PL), mas isso pode ocorrer em coligações proporcionais ou repasses partidários. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27,6 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há elos partidários comuns (NOVO/RS) e a VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação/negócios virtuais, o que pode explicar doações e despesas legítimas. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha.
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do mesmo partido (NOVO) no RS, com a direção estadual repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de campanha — padrão comum de fluxo partidário. A VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação/fornecedora, recebendo pagamento de despesa de campanha, o que é compatível com sua atividade. O valor total é baixo (R$ 26,7 mil) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 26,6 mil no total) e transações pulverizadas ao longo de 2018 e 2022, com a Vakinha aparecendo como plataforma de arrecadação/fornecedor de serviços, o que é um uso comum em campanhas. Há conexões partidárias parciais (Laura e Marcelo são do NOVO/RS; Maurício é do PL, mas doou para Marcelo em 2018), e a maior transação é um repasse da direção estadual para um candidato, padrão legítimo. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PODE, NOVO), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um loop perfeito: a maior transação (R$ 9.000 de Maurício para Doalcei) não tem retorno claro para Maurício. Além disso, há doações de um mesmo doador (Doalcei) para Patrícia, que podem ser legítimas. Sem mais contexto sobre vínculos entre as pessoas, não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de movimentação partidária.
IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 24,6 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022 e misturam doações, despesas e repasses partidários. Há elos que fazem sentido isoladamente (Vakinha doando a Dirceu, Maurício pagando despesa à Vakinha, direção partidária do NOVO doando a Marcelo Slaviero), mas a conexão de volta ao ponto inicial não é direta nem no mesmo ano. Não há um fato único e concreto que force uma checagem, nem uma explicação simples que feche todo o loop.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 23,4 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a fornecedor. Há vínculos partidários claros (PIO CERVO e SAMILA no NOVO/RS) e a empresa VAKINHA aparece tanto doando quanto recebendo pagamento, o que pode ser relação comercial normal. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
IA O ciclo envolve valores pequenos e entidades de partidos diferentes (NOVO e PL), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A VAKINHA aparece como plataforma de arrecadação doada a PIO CERVO e depois como fornecedora de MAURICIO BEDIN, o que pode ser coincidência de mercado. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas também não é possível descartar completamente.
IA O ciclo envolve majoritariamente candidatos do mesmo partido (NOVO-RS) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A Vakinha aparece como plataforma de arrecadação usada tanto para doação a uma candidata quanto para receber pagamento de despesa de outro candidato, algo compatível com o uso corriqueiro do serviço. O valor total é baixo (cerca de R$ 19 mil) e as transações estão distribuídas ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal ou valor atípico que force uma checagem.
IA O ciclo envolve uma plataforma de arrecadação (Vakinha), o diretório estadual do NOVO no RS e dois candidatos de partidos diferentes (NOVO e PL), com valores pequenos e concentrados em 2018. As transações podem ser explicadas por doações de campanha, repasses partidários e uso da plataforma Vakinha para arrecadação ou pagamento, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 16,2 mil no total) e transações espaçadas no tempo (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, a Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as doações entre candidatos do NOVO/RS e repasses partidários são padrões comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo) que justifique priorizar uma checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (NOVO, PL, UNIÃO) e uma empresa de arrecadação, com valores baixos (R$ 15,2 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. A Vakinha aparece como doadora de Leonel Garibaldi em 2018 e como fornecedora de Maurício Marcon no mesmo ano, o que pode ser coincidência de uso da mesma plataforma. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valores, ramo ou ciclo curto fechado) que justifique priorizar uma checagem humana.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 14,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e o pagamento de Maurício Bedin Marcon a 'Vakinha.com Negócios Virtuais' parece ser uma despesa com o serviço, não um retorno de doação. As demais movimentações ocorrem dentro do mesmo campo político (NOVO/RS e aliados), com valores compatíveis com doações e repasses partidários rotineiros.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por diversos candidatos, e as transações têm valores baixos e naturezas variadas (doação, despesa, repasse partidário). Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas a presença de partidos distintos no ciclo impede descartar totalmente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14,5 mil no total) e entidades que compartilham partido ou atuação no RS: Beatriz e Ana Lúcia são do NOVO, e Maurício Bedin Marcon é do PL, mas aparece recebendo doação da direção estadual e pagando despesa à Vakinha. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas, e o pagamento de R$ 215,23 por Maurício a ela é compatível com taxa de serviço. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas a combinação de doações e despesas entre campanhas de partidos diferentes no mesmo estado, ainda que em anos distintos, não permite descartar coincidência nem confirmar padrão rotineiro.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 14,5 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Beatriz e Tiago são do NOVO/RS, e o repasse de Tiago à direção estadual do partido é um padrão comum. A Vakinha é uma plataforma de arrecadação usada tanto para doação quanto para pagamento de despesa, o que explica a presença dela nas duas pontas. O elo mais frágil é a doação de Maurício (PL) para a Vakinha, mas o valor é irrisório e pode ser mera coincidência de fornecedor. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de campanhas no RS.
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Classificação automática por IA — pode errar.
@RogerioCorreia_ Tu parece um retardado, fala para retardados, por isso tem que parecer um retardado. É cada tese sem nexo que só retardado para acreditar.
Diferença de 12 pontos entre ótimo/bom e ruim/péssimo no tracking do Antagonista sobre a aprovação de Lula, o dobro de 15 dias atrás. Esperem mais medidas radicais como a de Toffoli hoje, conforme o senil presidente fica cada vez mais distante da reeleição. https://t.co/GszQ7bIg90
O senil Lula foi pego na mentira! https://t.co/Bf3tYfHf6d