Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PV e MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total) e as transações podem ser explicadas por ressarcimentos ou pagamentos de serviços entre campanhas, sem um fato concreto que destoe. Não há informação suficiente para afirmar que é rotineiro ou genuinamente estranho.
IA O fluxo é entre a direção estadual do PV e uma candidata do mesmo partido (PV-PA), em 2018. A direção repassou R$ 15.000 em doações à candidata, e ela pagou R$ 10,65 de despesas de volta à direção — valores pequenos e compatíveis com ressarcimento ou taxa. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário; é um padrão comum de repasse partidário com devolução de sobra.
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