Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2023 | MÚLTIPLO | Múltiplo | R$ 13.481.459,00 | R$ 13.281.459,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 8.716.269,00 | R$ 7.716.269,00 |
| 2023 | MINAS GERAIS (UF) | DESENVOLVIMENTO DE POLITICAS DE SEGURANCA PUBLICA, PREVENCAO E ENFRENTAMENTO A CRIMINALIDADE | R$ 2.994.418,13 | R$ 0,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 2.485.598,00 | R$ 1.841.698,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.369.524,00 | R$ 2.016.241,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 2.026.255,00 | R$ 2.026.255,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.792.992,00 | R$ 5.792.992,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 3.902.290,00 | R$ 3.902.290,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.466.262,00 | R$ 1.476.542,00 |
| 2022 | MINAS GERAIS (UF) | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 1.700.000,00 | R$ 850.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (NOVO-MG), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com transferências partidárias e pagamentos entre campanhas aliadas. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização manual.
IA O ciclo é curto e fechado: a empresa GOIÁ SERVIÇOS DIGITAIS doa R$ 61.704,43 ao candidato Lucas de Vasconcelos Gonzalez (NOVO/MG) e, no mesmo ano de 2018, recebe de volta R$ 5.741,42 como despesa paga pela campanha. Não há informação de coligação ou vínculo partidário que explique naturalmente essa devolução de recursos à própria doadora. O fato de a empresa doadora ser também fornecedora da campanha, com retorno financeiro em sentido inverso, justifica uma checagem humana.
IA O ciclo fecha entre três entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa doou R$ 61,7 mil ao candidato do NOVO em 2018, esse candidato pagou R$ 5,5 mil ao vereador do PL em 2022, e o vereador pagou R$ 41,58 à mesma empresa em 2020. A assimetria é grande — a empresa doa 10 vezes ao candidato do NOVO, mas recebe de volta apenas R$ 41,58 do vereador do PL, o que não configura retorno financeiro relevante. O que chama atenção é a existência de um ciclo fechado entre pessoas de partidos diferentes, com valores muito desproporcionais, sem explicação óbvia de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo é curto e fechado: a empresa RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA doou R$ 53.921,54 à campanha de Lucas de Vasconcelos Gonzalez (NOVO/MG) e, no mesmo ano de 2022, recebeu de volta R$ 3.638,06 como despesa paga pela mesma campanha. Embora o valor de retorno seja menor que a doação, o fluxo de ida e volta entre a mesma campanha e a mesma empresa no mesmo exercício é um fato concreto que merece checagem humana, pois não se explica por mera coincidência de coligação (a empresa não é partido nem candidato).
IA O ciclo envolve três entidades e R$ 55,6 mil, mas a maior parte do fluxo é uma doação de R$ 53,9 mil da empresa Rinobox para Lucas Gonzalez em 2022, enquanto o retorno da cadeia é de apenas R$ 23,8 mil pagos por Marcelo Aguiar à mesma empresa. A empresa doa para um candidato e depois recebe pagamento de outro candidato do mesmo partido, fechando um ciclo indireto entre uma empresa privada e duas campanhas. Isso não é o padrão comum de repasse partidário ou devolução de sobra, e merece checagem humana para entender a motivação dessas transações.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas ligadas ao partido NOVO em Minas Gerais, o que é um padrão comum em campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 61,7 mil, R$ 673 mil, R$ 8,3 mil, R$ 200, R$ 4 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal claro que sugira um loop imediato. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 500 a R$ 4.000) exceto por uma doação de R$ 1,7 milhão da direção estadual do NOVO a Mateus Simões em 2026. Três das quatro entidades são do partido NOVO em MG, o que explica a maioria das conexões como movimentação interna partidária. A única ligação fora do NOVO é a doação de Mateus Simões (PSD) a Lucas Gonzalez (NOVO) em 2018, que pode ser uma doação entre candidatos de campos distintos, mas não há elementos suficientes para afirmar que o ciclo seja anômalo ou rotineiro.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO em Minas Gerais, com valores muito díspares entre as transações. A maior parte do volume (R$ 759.783,32) é repasse da direção municipal do partido para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 21,02, R$ 150,00, R$ 5.000,00) e podem ser ressarcimentos ou pagamentos rotineiros entre aliados, sem indicar um esquema circular relevante.
IA O ciclo envolve exclusivamente agentes do partido NOVO em Minas Gerais: dois candidatos a deputado federal, uma vereadora e a direção estadual do partido. A maior parte do valor (R$ 120.000) é repasse da direção estadual para um candidato, padrão legítimo e comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores menores e compatíveis com doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de serviços digitais, sem indício de que o dinheiro retorne enriquecido ao ponto de origem.
IA O ciclo envolve apenas entidades e pessoas ligadas ao partido NOVO em Minas Gerais, com valores modestos e compatíveis com serviços digitais prestados por uma empresa ao partido e a candidatos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por doações partidárias, pagamentos por serviços e ressarcimentos dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
IA O ciclo envolve quatro entidades de naturezas distintas (duas empresas e dois candidatos de partidos diferentes) e valores muito díspares: R$ 110 mil de despesa com o Facebook, R$ 53,9 mil de doação da Rinobox ao candidato Lucas, R$ 1,5 mil de doação do Facebook ao candidato Danilo e R$ 253 de despesa de Danilo com a Rinobox. As conexões Facebook→Danilo e Danilo→Rinobox são de baixíssimo valor e podem ser apenas transações rotineiras de campanha (impulsionamento de conteúdo e uso de solução financeira), sem relação causal com o restante do ciclo. Não há um fato concreto que force uma explicação improvável, mas também não há um padrão partidário/coligação claro que explique tudo de forma trivial.
IA Todas as entidades e pessoas pertencem ao mesmo partido (NOVO) em Minas Gerais, e as transações são majoritariamente doações de direções partidárias para candidatos do próprio partido, além de despesas de candidatos para direções partidárias. O ciclo envolve valores modestos (R$ 165.200 no total) e transações isoladas, compatíveis com repasses internos, ressarcimentos e apoio a candidaturas da mesma legenda. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (NOVO-MG), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos, doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. A empresa GOIÁ Serviços Digitais recebeu apenas R$ 943,43 de um candidato, quantia irrisória perto das doações que fez, afastando a ideia de devolução disfarçada. Não há indício de quebra de cadeia partidária ou de valores fora de escala.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO em Minas Gerais, com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e incluem doações da direção partidária a candidatos, despesas de campanha e um repasse de R$ 950 mil da direção estadual a Lucas Gonzalez, típico de apoio financeiro partidário. Não há fornecedor externo com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário. O padrão é explicável por movimentação financeira dentro da mesma estrutura partidária.
IA O ciclo fecha entre entidades que não compartilham partido/coligação: Lucas Gonzalez (NOVO) doa para a campanha de Márcio Bernardino, que doa para Romeu Zema (NOVO), que paga despesa a Lucas Rabello (PHS), que paga despesa à empresa GOIÁ Serviços Digitais, que por sua vez doou para Lucas Gonzalez. Há ainda um salto temporal (2018→2022) e valores relevantes (R$ 61,7 mil da empresa para o candidato), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 61,7 mil, R$ 71 mil, R$ 20 mil, R$ 400 e R$ 179) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. Todas as pessoas físicas são filiadas ao NOVO em MG, e a passagem pela direção estadual do partido é um padrão comum de repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe claramente (fornecedor fora do ramo, valor uma ordem de grandeza acima dos demais, ciclo curto entre sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO em Minas Gerais, com valores baixos e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026). A maior parte do fluxo é de doações do diretório estadual para candidatos do próprio partido, o que é um padrão legítimo e comum. As despesas entre candidatos e para a empresa são de pequeno valor e podem ser ressarcimentos ou pagamentos por serviços. Não há um fato concreto que destoe do esperado para a movimentação financeira de campanhas de um mesmo partido.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 132,7 mil, mas as transações têm ordens de grandeza muito diferentes: RINOBOX doa R$ 53,9 mil a Lucas, enquanto Marcelo paga apenas R$ 238,59 à mesma RINOBOX. Além disso, a RINOBOX é uma empresa de 'soluções financeiras' que doa para um candidato e recebe de volta de outro candidato do mesmo partido, sem que se saiba o serviço prestado. O elo de volta fecha o ciclo, mas os valores e a natureza da empresa justificam uma checagem humana.
IA O loop envolve entidades de partidos diferentes (NOVO, PRTB) e anos distintos (2020-2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, as transações com Facebook são despesas típicas de impulsionamento de conteúdo, e a doação da Rinobox a Lucas de Vasconcelos Gonzalez (R$ 53,9 mil) é o único fluxo de valor relevante, sem retorno direto a ela. O ciclo não é claramente fechado em curto prazo nem há valores desproporcionais que sugiram conluio, mas a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para campanha e recebendo de outro candidato merece checagem.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas ligadas ao Partido NOVO em MG, o que é um padrão comum em movimentações partidárias. Os valores são modestos (R$ 129 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. A maior transação (R$ 63 mil) é uma doação da direção estadual para um candidato, o que é rotineiro. Não há um fato concreto que destoe e justifique priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades ligadas ao Partido NOVO em Minas Gerais, o que é compatível com movimentações internas de campanha (doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e pagamentos a fornecedores). Os valores são modestos (R$ 129,6 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um padrão de retorno imediato ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma explicação rotineira, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
IA O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (UNIÃO e NOVO) e duas empresas, sem coligação ou vínculo partidário comum aparente. A GOIA SERVICOS DIGITAIS doa R$ 67.725 a Gustavo Peixoto (UNIÃO) em 2018, enquanto Lucas Gonzalez (NOVO) paga R$ 5.741,42 à GOIÁ em 2018, e a RINOBOX doa R$ 53.921,54 a Lucas em 2022, com Gustavo pagando R$ 470,76 à RINOBOX no mesmo ano. O fechamento do ciclo entre entidades sem relação partidária declarada e a diferença de magnitude entre as pontas (R$ 67 mil vs. R$ 5,7 mil) justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (UNIÃO, NOVO, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de uma mesma coligação ou conta partidária. Porém, os valores são muito díspares: as maiores transações são doações de empresas (GOIA e RINOBOX) a candidatos, enquanto o retorno ao ponto de partida é uma despesa de apenas R$ 41,58, sugerindo que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de dados. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de partidos e anos distintos impede descartar completamente a necessidade de checagem.
IA Todas as entidades políticas envolvidas são do partido NOVO em Minas Gerais, o que torna plausível que o ciclo decorra de repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 127,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A empresa RINOBOX aparece como doadora de Lucas e também como fornecedora de Dóris, mas o valor pago por Dóris é irrisório (R$ 98,89) e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à mesma origem.
IA O ciclo envolve valores e anos diferentes: a maior parte do fluxo (R$ 61,7 mil de doação e R$ 8,3 mil de despesa) ocorre em 2018 entre GOIA, Lucas Gonzalez e Romeu Zema, todos do NOVO, o que é compatível com relação partidária legítima. Já a ligação de 2022 passa por uma campanha de deputado estadual (Márcio Bernardino) que não aparece como entidade nomeada no cadastro, e o valor de R$ 48,6 mil pago por Lucas a essa campanha é a maior transação da cadeia. Não há, nos fatos fornecidos, um elemento que force a conclusão de 'bizarro' (como ramo do fornecedor incompatível ou valor uma ordem de grandeza acima), mas também não dá para descartar sem checar a relação entre Lucas e a campanha de Márcio Bernardino.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 119.957,75, com um núcleo de campanhas do partido NOVO (Lucas Gonzalez, Guadalupe Machado e Romeu Zema Neto) que poderia explicar parte das transferências como alinhamento partidário. Porém, a empresa GOIÁ SERVIÇOS DIGITAIS LTDA aparece nas duas pontas do ciclo: recebe R$ 8.346,65 de despesa da campanha de Romeu Zema e, no mesmo ano de 2018, doa R$ 61.704,43 para Lucas Gonzalez — um valor quase 7 vezes maior que o recebido, sem que os fatos expliquem a origem desse montante. Além disso, a transação de maior valor (R$ 48.666,67) é uma despesa de Lucas Gonzalez para a campanha de Márcio Bernardino, que não pertence ao grupo NOVO identificado, quebrando a explicação de simples repasse intrapartidário. Esses dois pontos concretos justificam uma checagem humana mais detalhada.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao Partido NOVO em MG, e a sigla partidária aparece como elo final da cadeia, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 116 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um padrão de ida-e-volta imediata ou de valor desproporcional. A empresa RINOBOX aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 494) é irrisório perto da doação que fez (R$ 53,9 mil), o que não configura retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO em Minas Gerais, com valores pequenos e em anos distintos (2018, 2020, 2022). A maior transação é uma doação da direção estadual ao candidato Rodrigo Paiva (R$ 50 mil), padrão comum de repasse partidário. As demais são despesas de campanha de baixo valor, compatíveis com serviços digitais e ressarcimentos internos. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou em ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas entidades do partido NOVO em Minas Gerais (direção estadual, candidatos a deputado federal/estadual e Romeu Zema Neto, todos filiados ao NOVO), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 115 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), compatíveis com doações e despesas rotineiras entre campanhas aliadas. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor discrepante ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 114,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, despesas de campanha e doações entre aliados do mesmo partido, sem valores fora de escala ou fornecedores de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão de uma mesma coligação/partido.
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