Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo fecha entre três pessoas em 2022: Edwing doa R$ 100 a João Alfredo, João Alfredo doa R$ 4.000 a Vilani, e Vilani paga R$ 8.550 de despesa a Edwing. O valor que sai de Vilani para Edwing é mais que o dobro do que entrou, e o retorno a Edwing ocorre como despesa de campanha, não como doação — o que dificulta explicar como simples repasse partidário. A coincidência de o ciclo se fechar exatamente na mesma pessoa que iniciou a cadeia, com valores desproporcionais, justifica uma checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 135 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2026. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PSOL no Ceará: a direção estadual do partido repassou recursos a Vilani de Souza Oliveira, que pagou despesa a Edwing Luis Morais Batista, que doou a João Alfredo Telles Melo, que doou a Ailton Claecio Lopes Dantas, que pagou despesa de volta à direção estadual. Esse tipo de fluxo circular entre candidatos e a direção do próprio partido é comum em campanhas proporcionais, com repasses internos, ressarcimentos e pagamentos de despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 109 mil no total) e as transações se concentram em 2022, ano eleitoral, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
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