
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 9.670.000,00 | R$ 9.670.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.880.000,00 | R$ 8.680.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 2.662.726,47 | R$ 1.640.126,98 |
| 2026 | Nacional | PROMOCAO E DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS LGBTQIA+ | R$ 1.600.000,00 | R$ 1.600.000,00 |
| 2026 | Nacional | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 1.200.000,00 | R$ 800.000,00 |
| 2026 | MINAS GERAIS (UF) | REESTRUTURACAO E MODERNIZACAO DAS INSTITUICOES DA REDE FEDERAL DE EDUCACAO PROFISSIONAL, CIENTIFICA E TECNOLOGICA | R$ 1.189.985,13 | R$ 679.219,41 |
| 2026 | DIAMANTINA - MG | APOIO AOS EQUIPAMENTOS DE SEGURANCA ALIMENTAR E NUTRICIONAL | R$ 958.500,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | MINAS GERAIS (UF) | FOMENTO AS ACOES DE GRADUACAO, POS-GRADUACAO, ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO | R$ 900.000,00 | R$ 862.500,00 |
| 2026 | MINAS GERAIS (UF) | APOIO A IMPLEMENTACAO DE POLITICAS PARA QUILOMBOLAS, COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA, POVOS DE TERREIRO E CIGANOS | R$ 420.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | Nacional | EDUCACAO E TRABALHO NA SAUDE | R$ 300.000,00 | R$ 91.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve a campanha de DUDA SALABERT (PSOL) e uma pessoa física (CARLOS EDUARDO PASSOS GONZAGA ALVES) que doou valores pequenos à campanha (R$ 245 e R$ 70) mas recebeu da mesma campanha despesas muito maiores (R$ 13.100 em 2022 e R$ 30.000 em 2024). O fluxo de retorno é de uma ordem de grandeza superior ao fluxo de entrada, o que dificulta explicar como simples coincidência ou ressarcimento. Não há informação de vínculo partidário ou coligação entre as partes que justifique o padrão. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
IA O loop envolve a mesma pessoa (Duda Salabert) e uma fornecedora/colaboradora (Stephania Amaral Silva Belo), com valores que não fecham um ciclo claro: R$ 30 de doações recebidas em 2022, R$ 5.000 de despesa paga em 2020 e R$ 35.000 de despesa paga em 2024. As transações ocorrem em anos distintos e os sentidos não configuram um retorno direto do dinheiro à campanha, mas sim pagamentos por serviços prestados. Sem informação sobre a natureza dos serviços e sem vínculo partidário explícito, não há fato concreto que justifique priorização manual.
IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: SANTUZA PIRES PRADO doa R$ 74,00 a DUDA SALABERT e, no mesmo ano de 2024, DUDA SALABERT paga R$ 35.500,00 a SANTUZA PIRES PRADO como despesa. O valor de volta é cerca de 480 vezes maior que o valor doado, uma ordem de grandeza muito acima do resto da cadeia, e não há indicação de partido/coligação comum que explique a relação como repasse partidário rotineiro. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento e o vínculo entre as duas.
IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: João Marcelo de Costa Pinto doa R$ 3.502,00 à campanha de Duda Salabert e, no mesmo ano, a campanha paga R$ 30.000,00 a ele como despesa. Não há informação de vínculo partidário ou coligação entre eles que explique naturalmente o fluxo de ida e volta. O valor pago de volta é quase 10 vezes maior que a doação recebida, o que foge do padrão de simples ressarcimento ou devolução de sobra.
IA O loop envolve apenas duas pessoas (Duda Salabert e Sandra de Abreu Neves Nova/Novaes) com transações em anos diferentes: uma doação de R$ 20,00 de Sandra para Duda em 2022 e despesas de Duda para Sandra em 2020 (R$ 7.000,00) e 2022 (R$ 25.000,00). Os valores são de ordens de grandeza distintas e as transações não ocorrem no mesmo ano, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado. Não há informação sobre vínculo partidário de Sandra nem sobre a natureza dos serviços prestados, impossibilitando avaliar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços de campanha) ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve duas pessoas físicas que aparentemente são aliadas políticas: Bárbara Junqueira doou para a campanha de Duda Salabert em 2022 e 2024, e a campanha de Duda pagou despesas a Bárbara em 2022. O valor total é baixo (R$ 20,6 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais, sendo compatível com prestação de serviços de campanha (ex.: coordenação, comunicação) e doações de apoiadores. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valores muito acima do padrão. O loop é explicável por relações políticas rotineiras.
IA O ciclo é curto e fechado entre a campanha de DUDA SALABERT e Marcelo de Brito Brandão: ele doa R$ 10,00 à campanha e, no mesmo ano, recebe R$ 20.000,00 como despesa paga pela campanha. A assimetria de valores (a campanha devolve 2.000 vezes o que recebeu) e a ausência de informação sobre vínculo partidário ou coligação entre as partes dificultam a explicação como simples coincidência ou ressarcimento. Vale checagem humana para entender a natureza do serviço/prestação que justificou esse pagamento.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com R$ 75,00 doados por Paula à campanha de Duda Salabert e R$ 11.750,00 pagos pela campanha a Paula como despesa, no mesmo ano de 2022. Não há informação sobre a natureza do serviço prestado nem sobre vínculo partidário entre elas, o que impede dizer se é um reembolso/contratação legítima ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é cerca de 156 vezes o da doação, mas sem contexto de mercado não dá para classificá-lo como anômalo.
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo mais forte é uma despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024, valor de uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam pouco mais de R$ 100 mil). Além disso, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 22.361,00 a RAFAEL BARROS GOMES em 2018 e depois recebendo R$ 356,25 de GUILHERME em 2020, sem relação partidária/coligação explícita entre a empresa e os candidatos. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza do pagamento de R$ 120 mil e o papel da EVOE no ciclo.
IA O loop fecha entre 5 entidades, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024, uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam cerca de R$ 101 mil). Além disso, a EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA doa R$ 17.958,00 a POLLYANA e depois recebe R$ 356,25 de GUILHERME, fechando um ciclo entre uma empresa de intermediação cultural e candidatos do PSOL/MG sem relação óbvia de coligação ou repasse partidário. Embora parte das movimentações possa ser explicada por repasses da direção estadual do PSOL, o valor atípico e o ciclo curto entre empresa e candidatos justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-MG) ou ligadas a ele, o que é um padrão comum em coligações e direções partidárias. A maior transação (R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI) é uma despesa de campanha em 2024, enquanto as demais são de 2018/2020, sugerindo que o 'loop' pode ser apenas uma coincidência temporal entre anos eleitorais distintos. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível sem mais contexto.
IA O ciclo envolve uma empresa (EVOE) que doa R$ 5.612,00 para a campanha de Sandra Maria da Silva em 2018 e, dois anos depois, recebe R$ 356,25 de Guilherme Tampieri, que não tem vínculo partidário declarado com Sandra. Além disso, há uma despesa de R$ 120.000,00 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (que somam cerca de R$ 14 mil), sem que os fatos expliquem a origem ou a justificativa desse pagamento. A mistura de anos, partidos e a ausência de uma coligação comum entre todos os elos dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL-MG) e valores de ordens de grandeza muito diferentes entre as transações, o que dificulta tratar como um fluxo circular fechado e coordenado. A maior transação (R$ 120.000 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024) não tem contrapartida equivalente no ciclo, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos e valores distintos. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop suspeito típico (mesmo valor de ida e volta, ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário).
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL de Minas Gerais (Kenia, Duda Salabert e Guilherme Tampieri), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e despesas de campanha entre aliados. A empresa EVOE aparece doando para uma candidata e recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, mas em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O valor de R$ 120.000 de Duda Salabert para Guilherme Tampieri em 2024 é o único ponto que chama atenção, mas sem contexto sobre a natureza do serviço não dá para classificá-lo como anômalo. No conjunto, os fatos não apontam claramente para um padrão rotineiro nem para algo claramente estranho.
IA O ciclo envolve uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa para um candidato do PSOL, cujo partido repassa recursos a outra candidata, que por sua vez paga R$ 120.000,00 a um terceiro candidato, que então paga despesas à mesma empresa EVOE. O valor de R$ 120.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (que somam cerca de R$ 85 mil), e o retorno do dinheiro à empresa doadora original fecha um loop com aparência de triangulação. Embora todos os candidatos sejam do PSOL, a presença de uma empresa privada no início e no fim do ciclo, com um pagamento de alto valor no meio, justifica uma checagem humana mais detida.
IA O ciclo envolve uma empresa privada (EVOE) que doa para uma candidata do PSOL, cujo partido repassa recursos a outra candidata, que por sua vez paga R$ 120.000,00 a um terceiro, e esse terceiro tem despesa com a mesma EVOE. O valor de R$ 120.000,00 pago por DUDA SALABERT a GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (que somam cerca de R$ 10 mil), e o retorno do dinheiro à EVOE via despesa de campanha fecha um ciclo com a empresa que iniciou a cadeia. Embora todos os agentes políticos sejam do PSOL, a presença de uma empresa privada no início e no fim do ciclo, aliada ao salto de valor, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 153 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e a maioria dos elos é entre membros do PSOL de MG, o que é compatível com uma rede de aliados. A maior transação (R$ 120 mil de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMA em 2024) não tem contrapartida clara no ciclo e pode ser erro de agregação ou despesa de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo fecha entre uma empresa (EVOE) e três candidatos do PSOL/MG, mas a transação que fecha o loop é uma despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024 — uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam cerca de R$ 10 mil). Além disso, a empresa EVOE aparece doando para um vereador e recebendo despesa de outro, sem que o ramo de 'intermediação de serviços culturais' explique claramente esse fluxo. O valor desproporcional e o fechamento do ciclo entre os mesmos atores justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 75,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre Sara Rayanne (PSOL), Duda Salabert (PSOL) e Wagner de Jesus (REDE), partidos que frequentemente atuam juntos em coligações, e a Limonada Audiovisual é uma empresa de comunicação/audiovisual que pode ter prestado serviços de campanha. O valor mais alto (R$ 66,5 mil) é uma despesa de Sara com a Limonada, compatível com produção de conteúdo, e não há indício de retorno direto do dinheiro à mesma campanha. Faltam elementos concretos que sugiram algo além de movimentações rotineiras entre aliados políticos.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Há vínculos partidários entre parte dos agentes (PSOL/MG), mas também uma empresa de tecnologia e outra de audiovisual sem relação clara com os serviços. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza que force estranhamento.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PSB-PR, PSOL-MG, MDB-MG) e uma empresa de tecnologia, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, e há elos intermediários (Carolina Moreira Fernandes) que não têm partido/cargo informado, impedindo afirmar que o ciclo é fechado entre pessoas sem vínculo. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, nem valor de ordem de grandeza anômala.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, MDB) e valores de ordens de grandeza distintas (R$ 10 a R$ 10.000), o que dificulta uma explicação simples por coligação ou repasse partidário. Porém, as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os tipos variam entre doação e despesa, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. Não há um fato único e concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, MDB) e valores que variam de R$ 10 a R$ 10.000, sem um padrão claro de retorno financeiro. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e não há indício de que o dinheiro retorne à origem em curto prazo ou com valor significativo. A diversidade de partidos e a ausência de um elo partidário comum dificultam uma explicação simples, mas também não há um fato concreto que destoe do esperado em transações entre campanhas.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14,4 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (TALLIA e DUDA no PSOL/MG), mas HELTON é do PSD, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
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