Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2019 | AMAZONAS (UF) | FUNCIONAMENTO DE INSTITUICOES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR | R$ 2.000.000,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | PARINTINS - AM | IMPLEMENTACAO DE INFRAESTRUTURA BASICA NOS MUNICIPIOS DA REGIAO DO CALHA NORTE | R$ 1.999.970,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA - AM | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 1.000.000,00 | R$ 1.000.000,00 |
| 2019 | URUCARÁ - AM | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 1.000.000,00 | R$ 1.000.000,00 |
| 2019 | TEFÉ - AM | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 599.920,00 | R$ 599.920,00 |
| 2019 | SANTA ISABEL DO RIO NEGRO - AM | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 550.000,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | URUCURITUBA - AM | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 500.000,00 | R$ 500.000,00 |
| 2019 | ITACOATIARA - AM | DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES E APOIO A PROGRAMAS, EVENTOS E PROJETOS DE ESPORTE AMADOR, EDUCACAO, LAZER E INCLUSAO SOCIAL | R$ 400.000,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | NHAMUNDÁ - AM | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 379.995,00 | R$ 0,00 |
| 2019 | MAUÉS - AM | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 362.914,00 | R$ 362.914,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve três pessoas, sendo duas filiadas ao mesmo partido (PC do B) no Amazonas, o que é um padrão comum em coligações e alianças locais. Os valores são modestos (R$ 1.000 e R$ 11.500) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício claro de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O loop envolve a empresa Pagar.me, uma processadora de pagamentos, e a campanha de Vanessa Grazziotin. É comum que campanhas recebam doações via plataformas de pagamento e depois paguem taxas ou serviços à mesma empresa, gerando um fluxo de ida e volta. O valor movimentado (R$ 12.975,15) é modesto e as transações ocorrem no mesmo ano (2018), sem indícios de anormalidade.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PC do B no Amazonas, e as transações envolvem repasses de direção partidária para candidatos e despesas de campanha entre membros do mesmo partido. O ciclo aparente pode ser explicado por doações internas, ressarcimentos e pagamentos a fornecedores/prestadores que também são filiados, sem indicar necessariamente irregularidade. Os valores são compatíveis com campanhas proporcionais e majoritárias no estado.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Amazonas, com valores compatíveis entre si (R$ 500 a R$ 163 mil). As transações são doações partidárias e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária, padrão comum em coligações. Não há fornecedor de ramo estranho, valor de ordem de grandeza discrepante nem empresa privada devolvendo valor recebido.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Amazonas, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. O maior valor é um repasse da direção estadual para Vanessa Grazziotin, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante.
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PC do B no Amazonas, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 11.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação partidária.
IA O ciclo envolve Pagar.me (empresa de pagamentos), Vanessa Grazziotin (PC do B) e Eronildo Braga Bezerra (PCdoB), ambos do mesmo partido no Amazonas, além de Elta Souza Silva. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores desiguais, e a maior parte do fluxo é compatível com serviços de intermediação de pagamentos e repasses entre aliados partidários. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 96 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PC do B entre Vanessa Grazziotin e Ana Cristina), porém Gabriel Lima Mota é da REDE e as demais entidades não têm partido informado, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Não há um fato agudo que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é um padrão claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas apenas duas são campanhas identificadas (Vanessa Grazziotin e Eronildo Braga Bezerra), ambas do PCdoB no Amazonas, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma sigla. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), com valores díspares, e não há indício de que o dinheiro retorne à campanha de origem em curto prazo. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem, faltando detalhes sobre a natureza dos pagamentos e vínculos entre as pessoas físicas.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 83,5 mil no total). As entidades nomeadas são todas do PC do B do Amazonas, o que sugere uma rede partidária comum, e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve exclusivamente agentes do PC do B no Amazonas (Vanessa Grazziotin, Aldemir Caetano, Yann Furtado, Christopher Rocha), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos de despesas de coligação. Os valores são modestos (R$ 81,9 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal anômala. A maior transação (R$ 72 mil de Vanessa para Eronildo Braga) é uma despesa de campanha, não um retorno direto a ela, e o elo de volta a Vanessa é apenas R$ 1.000. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PC do B do Amazonas, o que é compatível com repasses e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 80,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e campanhas do PC do B no Amazonas, com valores baixos (R$ 1.000 a R$ 72.000) e transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser coincidência de movimentações partidárias, mas a menção a 'ELEIÇÃO 2018 ERONILDO BRAGA BEZERRA DEPUTADO ESTADUAL' como entidade sem partido/coligação explícito nos dados fornecidos impede uma explicação totalmente simples.
IA Todas as entidades identificadas são do mesmo partido (PC do B) e do mesmo estado (AM), o que é um padrão comum de circulação de recursos dentro de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 3.570, R$ 1.000, R$ 2.000) e a maior transação (R$ 72.000) é uma despesa de Vanessa Grazziotin para Eronildo Braga Bezerra, que não fecha o ciclo de retorno a ela. O ciclo envolve anos diferentes (2018 e 2022) e não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecido à origem.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PC do B do Amazonas, o que é compatível com um padrão legítimo de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.820 a R$ 72.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do razoável, como fornecedor de ramo incompatível ou valor muito acima do mercado, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem humana.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PC do B, PT, PP) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações são de baixo valor e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, mas a conexão entre Vanessa Grazziotin e Edjane Rodrigues via despesa de 2018 mereceria confirmação de que se trata da mesma pessoa. Não há um fato isolado que destoe claramente a ponto de justificar priorização imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50.750,00, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há elos partidários (PC do B entre Vanessa Grazziotin e Ana Cristina), mas também entidades de partidos diferentes (PRD) e valores modestos. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho, sendo necessária checagem manual para entender a natureza dos pagamentos a Paulo Francisco de Queiroz e Moisés Leal Corrêa.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PC do B no Amazonas, o que torna plausível que o ciclo decorra de articulação interna do partido, como repasses entre candidatos da mesma coligação ou ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 34.110 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal anômala. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza superior ao restante da cadeia.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PC do B do Amazonas, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 11.500), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato único que destoe claramente de um padrão legítimo de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades sem nome.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PC do B, PT, PODE) e geográficos (AM), mas não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas. Sem valores atípicos ou fornecedores fora de contexto, não dá para apontar um indício específico que justifique priorização.
IA O ciclo envolve apenas integrantes do PC do B no Amazonas, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou despesas compartilhadas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 25.867 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um padrão de ida e volta imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre correligionários do mesmo partido.
IA O loop envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PC do B no Amazonas (Vanessa Grazziotin, Débora da Costa Oliveira e Lúcia Regina Antony), o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 24.999,90 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do mesmo campo político (PC do B/PCDOB no Amazonas), com Vanessa Grazziotin e Eronildo Braga Bezerra tendo histórico partidário comum. Os valores são modestos (R$ 24.999,90 no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal que sugira triangulação. O intermediário Pagar.me é um gateway de pagamento, o que explica doações e despesas via plataforma. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 24,4 mil no total). As conexões entre as pessoas físicas (Vanessa Grazziotin e Yann Evanovick, ambos do PC do B do AM) e a empresa Vakinha/Pagar.me são compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há evidência de que o dinheiro retorne à origem de forma indevida ou que os valores sejam anômalos.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PC do B no Amazonas, o que torna plausível que o ciclo resulte de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, inclusive com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 15.000). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. O valor total de R$ 24.100 é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou valor muito acima do padrão.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (PC do B) e atuam no Amazonas, o que é um padrão comum em cadeias de doações e despesas entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 23.500 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sugerindo apoio mútuo entre campanhas do mesmo grupo político. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor discrepante. O loop pode ser explicado por ressarcimentos ou doações internas legalmente permitidas.
IA O ciclo envolve quatro pessoas ligadas ao PC do B no Amazonas, com valores modestos (R$ 22,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. A maior parte das movimentações é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e uma despesa de campanha, padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorizar uma checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 19.550 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre algumas entidades (PC do B) e valores que podem ser compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, mas a presença de pessoas físicas sem partido informado e a direção das setas (doação de uma campanha para outra) não permitem descartar completamente a necessidade de checagem. Faltam elementos como a identificação dos CNPJs das campanhas sem nome e a natureza exata das despesas para uma conclusão mais firme.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 400 a R$ 15.000). Há vínculos partidários parciais (PC do B entre Vanessa Grazziotin e Ana Cristina), o que poderia explicar parte do fluxo, mas a conexão com Wilson Miranda (UNIÃO) e as entidades sem nome não é clara. Não há um fato agudo que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível descartar coincidência ou ressarcimento sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.799,20, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo pleito. Há vínculos partidários parciais (PC do B entre Ana Cristina e Vanessa Grazziotin), o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou ressarcimentos. Os valores são modestos e compatíveis com transações rotineiras de campanha, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
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