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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 100.434,44
IA O ciclo é curto e fechado: a empresa BG Studios doou R$ 92.504,00 à campanha de Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL-RJ) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu de volta R$ 7.930,44 como despesa paga pela mesma campanha. Não há coligação/partido em comum entre uma empresa privada e o candidato, e o retorno de recursos da campanha para o próprio doador no mesmo exercício é um fato que foge ao padrão de doação eleitoral comum. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a motivação do fluxo de volta.
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA O sinal descreve um ciclo de R$ 15.000 entre Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL-RJ) e Joaquim Alcides Toledo Ribeiro, com doações de ida e despesas de volta em anos variados (2018-2022). Não há informação sobre partido/coligação de Joaquim, cargo ou vínculo entre eles, o que impede avaliar se é relação política legítima ou algo a checar. O valor é baixo e o fluxo não é instantâneo, mas a ausência de contexto sobre a segunda entidade deixa o caso sem elementos decisivos.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 1.500,00
Despesa de campanha de R$ 8,980.00 descrita como "ADESIVOS CHICO ALENCAR SENADOR 50" — 35x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 8.980 para adesivos é 35x a mediana da categoria, mas a descrição menciona 'CHICO ALENCAR SENADOR 50' e o candidato é do PSOL/RJ com histórico de campanhas, o que pode indicar lote grande de material ou erro de digitação/descrição. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor absurdo para uma campanha estadual. Sem detalhamento de quantidade unitária, não dá para afirmar se é desproporcional de fato.
2018 · fornecedor: HIDIAMARA ALVES DE OLIVEIRA
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.406.410,15
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas o valor da despesa (R$ 7.930,44) é muito menor que a doação recebida (R$ 76.519,00), sem indicar retorno do mesmo montante. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de uma coligação partidária, mas a combinação de fornecedor que doa e recebe dentro do mesmo grupo justifica uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.395.440,24
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas os dois candidatos envolvidos são de partidos diferentes (PSOL e PT), o que enfraquece a explicação por coligação única. Além disso, a BG Studios Tecnologia LTDA aparece como doadora de R$ 89,6 mil ao candidato do PT e, ao mesmo tempo, como fornecedora paga pelo candidato do PSOL, criando uma via de mão dupla entre a mesma empresa e o ciclo. O valor total de R$ 1,39 milhão e a presença de uma empresa de tecnologia no centro de um loop político justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.358.330,15
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um fluxo circular imediato. Ainda assim, chama atenção que uma empresa de tecnologia (BG Studios) doe R$ 41.497,00 para uma vereadora do PT enquanto recebe R$ 7.930,44 de um deputado do PSOL, e que a vereadora devolva R$ 29.000,00 à direção estadual do PSOL — partido diferente do dela. A soma das doações da BG Studios à vereadora é cinco vezes maior que o pagamento recebido do deputado, e não há coligação ou vínculo partidário declarado entre os envolvidos que explique naturalmente essa triangulação.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.350.490,27
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e uma empresa de tecnologia (BG Studios) que aparece simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora do outro, com valores próximos (R$ 8.217 doado x R$ 7.930 pago). A direção estadual do partido repassa R$ 293 mil a Francisco Alencar, que paga a BG Studios, que doa a Glauber Braga, que devolve R$ 54 mil à direção — fechando o loop. Embora parte possa ser explicada por repasses partidários e prestação de serviços, a coincidência de a mesma empresa ser fornecedora e doadora dentro do mesmo ciclo curto merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.349.769,15
IA O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior parte do valor (R$ 293.470,16) sai da direção estadual do PSOL-RJ para Francisco Rodrigues de Alencar Filho (PSOL) e, no mesmo ano de 2018, ele paga R$ 7.930,44 à BG Studios Tecnologia LTDA, empresa que doa R$ 32.436,00 à Luciana Boiteux (PSOL). O elo de retorno é fraco: Luciana doa apenas R$ 500,00 a Monica Santos Francisco (PT), que por sua vez devolve R$ 29.000,00 à direção estadual do PSOL em 2022, ano diferente do restante do ciclo. A diferença de partido (PT x PSOL) e a defasagem temporal entre as pontas do loop dificultam explicar tudo como simples movimentação interna de uma mesma coligação.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.342.777,15
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que o valor que sai do diretório estadual para Francisco (R$ 293.470,16) seja quase idêntico ao que retorna de Renata para o diretório (R$ 29.000,00) — uma diferença de ordem de grandeza que não se explica por mera coincidência de coligação. Além disso, a BG Studios Tecnologia LTDA aparece como doadora de Renata e, ao mesmo tempo, recebedora de despesa de Francisco, criando um elo indireto entre os dois candidatos do PSOL que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 1.337.658,83
IA O ciclo envolve majoritariamente integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com repasses do partido a candidatos e despesas de candidatos de volta à direção — padrão comum de financiamento partidário. O valor dominante (R$ 293 mil) é repasse da direção estadual a Francisco Alencar, e as demais transações são de menor escala, compatíveis com doações entre aliados e ressarcimentos. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.336.306,15
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 1,3 milhão, com o dinheiro saindo da direção estadual do PSOL-RJ, passando por dois candidatos do mesmo partido e por uma empresa de tecnologia (BG Studios), e retornando à direção estadual. Embora todos os atores tenham vínculo partidário (PSOL-RJ), o retorno de recursos de uma campanha para a direção do partido via despesa de uma candidata, após a empresa ter doado à outra candidata, configura um loop fechado que não tem explicação óbvia em transações rotineiras de campanha. A quantia expressiva e a presença de uma empresa de tecnologia como intermediária entre doações e despesas de campanha justificam uma checagem humana mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.325.828,15
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL) e uma empresa privada, com valores que se repetem de forma quase simétrica: BG Studios doou R$ 7.995,00 a Maria Naustria em 2018 e recebeu R$ 7.930,44 de Francisco Rodrigues no mesmo ano, sugerindo um possível retorno do dinheiro à empresa doadora. Além disso, a soma das despesas de Monica Santos (R$ 29.000,00) e de Francisco (R$ 293.470,16) supera em muito as doações que receberam, indicando que o fluxo não é apenas repasse partidário comum. A presença de uma empresa de tecnologia como elo entre campanhas de partidos distintos e o fechamento do ciclo em 2018 justificam uma checagem humana mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 1.324.940,15
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que o partido (PSOL-RJ) doe R$ 293 mil a Francisco Alencar, este pague R$ 7,9 mil à BG Studios, a empresa doe R$ 8,1 mil a Daniella Monteiro, e Daniella devolva R$ 29 mil ao partido — tudo dentro da mesma estrutura partidária, mas com valores e direções que não formam um fluxo natural de campanha. O ponto que justifica checagem é a coincidência de a BG Studios aparecer como fornecedora de um candidato e doadora de outro, ambos do PSOL, no mesmo ano de 2018.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.321.908,53
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum em campanhas: repasses partidários, doações de empresas e despesas de campanha. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas o valor recebido (R$ 7.930,44) é bem menor que o doado (R$ 18.613,00), e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com serviços de campanha. O loop pode ser coincidência contábil dentro da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.317.122,71
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Francisco Alencar e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. O único elo fora do PSOL é Tiago Pinto Prata (PSB), mas o valor que ele movimenta é irrisório (R$ 200 de doação recebida e R$ 200 doado a Tarcísio), não sustentando sozinho um loop relevante. Os valores maiores são doações da direção estadual a Francisco Alencar e despesa de Tarcísio à direção, padrão comum em prestações de contas partidárias.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.316.602,71
IA O ciclo envolve o diretório estadual do PSOL-RJ e dois candidatos do mesmo partido (Tarcísio Motta e Francisco Rodrigues de Alencar Filho), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 2,9 mil a R$ 293 mil) e distribuídos em anos diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 1.311.391,91
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro: a direção estadual do partido, dois candidatos filiados ao PSOL (Francisco e Daniella) e uma campanha de outro candidato do mesmo partido (Glauber). O maior valor é um repasse da direção estadual ao candidato Francisco (R$ 293 mil), padrão comum de financiamento partidário; as demais transações são de valores muito menores e compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade estranho, e o ciclo pode ser explicado por repasses internos do partido e devoluções/despesas entre campanhas da mesma legenda.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 1.311.118,51
IA O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSOL no Rio de Janeiro, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do volume (R$ 293 mil) é doação da direção estadual ao candidato Francisco, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor e dentro da mesma coligação, não havendo indício de enriquecimento ou desvio atípico.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.308.069,09
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,3 milhão, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não formam um loop fechado de mesmo montante. Há vínculos partidários entre PSOL e PDT, o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou doações entre aliados. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas a combinação de candidatos de partidos distintos e uma empresa de tecnologia recebendo e doando merece uma checagem mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.300.465,15
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL-RJ, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a um dos candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. As demais transações são de valores modestos (R$ 2,1 mil a R$ 9,3 mil) e podem ser explicadas por despesas de campanha entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 1.299.245,09
IA O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL no Rio, com valores modestos (R$ 1,5 mil a R$ 293 mil) e transações em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). O fluxo predominante é da direção partidária para candidatos (doação de R$ 293 mil a Francisco), padrão comum de repasse interno de recursos partidários. As demais movimentações são pequenas e compatíveis com despesas de campanha e doações entre aliados do mesmo partido, sem indicar um loop fechado e artificial.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.298.835,09
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PSOL/REDE) e valores que, embora somem R$ 1,3 milhão, são compostos por transações de doação e despesa entre campanhas aliadas em 2018 e 2022. A maior parte do volume (R$ 293 mil) é repasse da direção estadual do PSOL para um candidato do próprio partido, o que é padrão legítimo. As demais transações são de menor monta e podem refletir ressarcimentos ou apoio entre candidatos da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 1.298.206,65
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PDT) e uma empresa sem nome identificado, o que poderia sugerir algo a checar. Porém, as transações listadas mostram valores modestos e direções que podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha dentro de uma mesma coligação ou acordo eleitoral. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.295.237,65
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PSOL no Rio de Janeiro, o que é compatível com repasses internos de direção partidária e doações entre aliados. As transações são de valores modestos (R$ 700 a R$ 293 mil) e há apenas uma doação de um candidato do PDT para o PSOL, que pode ser explicada por aliança eleitoral. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a cadeia fechada com múltiplas entidades e anos distintos merece uma verificação humana para descartar coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.286.507,71
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são filiadas ao PSOL/RJ, e a maior parte do valor (R$ 293.470,16) vem da própria Direção Estadual do partido repassando a um candidato — padrão legítimo e comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.225 a R$ 2.100) e podem ser doações entre aliados ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário para justificar priorização manual.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 1.283.019,11
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro (direção estadual, dois candidatos do partido e uma campanha de 2018 do mesmo campo), o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos e assimétricos: a maior parte (R$ 293 mil) é doação da direção estadual a Francisco Alencar, enquanto o retorno ao partido é de apenas R$ 5,6 mil, o que não configura devolução significativa. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 268.329,88
IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado de curto prazo. A empresa BG Studios aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para um candidato, o que merece nota, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia prestados a campanhas.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 184.656,06
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Rio de Janeiro, o que é compatível com repasses internos partidários, ressarcimentos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um padrão de ida-e-volta imediato ou de enriquecimento. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação partidária rotineira, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 179.042,44
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Francisco Alencar e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. As quantias são modestas (R$ 20 a R$ 4.658) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. O único elo fora do PSOL é Tiago Pinto Prata (PSB), mas sua participação é uma doação de R$ 200 em 2018, valor irrelevante para caracterizar um loop suspeito. Não há fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 178.522,44
IA O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório municipal do PSOL no Rio, o que é compatível com repasses internos do partido e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 127.742) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou ramo estranho que justifique priorização manual.
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