highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 1,05
Despesa de campanha de R$ 17,700.00 descrita como "30.000 ADESIVO VINIL" — 70x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA A descrição do item é explícita: '30.000 ADESIVO VINIL', ou seja, um lote de 30 mil unidades, o que naturalmente eleva o valor total muito acima da mediana por transação. O valor unitário implícito é de aproximadamente R$ 0,59 por adesivo, compatível com adesivo vinil em grande quantidade. Não há indício de fornecedor fora do ramo (comércio e importação) nem de ciclo fechado de recursos.
2018 · fornecedor: n/d
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: plausívelR$ 12.430,88
IA O caso mostra uma empresa de contabilidade que doou R$ 12.012,00 à campanha de JERONIMO GOERGEN (PP-RS) em 2018 e recebeu de volta R$ 418,88 como despesa de campanha (provável pagamento por serviços contábeis). O valor devolvido é irrisório perto da doação, e a empresa presta serviços contábeis, ramo compatível com a despesa. Não há ciclo fechado de valor equivalente nem fornecedor de ramo estranho; é um padrão comum de doação de empresa do setor contábil que também presta serviços à campanha.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 1,15
Despesa de campanha de R$ 10,530.00 descrita como "30.000 ADESIVOS DE CARRO 30X10CM" — 42x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 10.530,00 para 30.000 adesivos de carro 30x10cm resulta em R$ 0,35 por unidade, preço unitário baixo e compatível com produção em larga escala. A mediana de R$ 253,50 provavelmente reflete compras pequenas de adesivos, não lotes de 30 mil unidades, o que explica a aparente desproporção. O fornecedor é do ramo de comunicação digital, compatível com o serviço, e não há indício de ciclo fechado ou valor absurdo.
2018 · fornecedor: n/d
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 4.141.464,43
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as magnitudes são radicalmente desiguais: a AIXMOBIL doou R$ 3,7 milhões a Bolsonaro em 2018, enquanto o elo de retorno (Bolsonaro -> ESSENT JUS, R$ 400 mil em 2022) e os demais elos são de outra ordem de grandeza. Além disso, o elo de saída da cadeia é uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a um deputado do PP e depois aparece como fornecedora paga pela campanha presidencial do PL, sem partido/coligação comum evidente entre os elos. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de simples repasse partidário e merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 438.636,38
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: uma empresa (ESSENT) doa a um deputado federal do PP em 2018, esse deputado doa a um prefeito do PP em 2024, o prefeito paga despesa a um terceiro em 2020, e esse terceiro doa valor irrisório (R$ 5,00) a Bolsonaro em 2022, enquanto a campanha de Bolsonaro paga R$ 400 mil à mesma ESSENT em 2022. O elo de volta é justamente o maior valor da cadeia (R$ 400 mil) pago pela campanha presidencial à empresa que iniciou o ciclo, sem que os fatos mostrem vínculo partidário ou contratual que explique a ligação. A diferença de magnitude entre as pontas (R$ 5,00 de um lado, R$ 400 mil do outro) e a mistura de anos e cargos tornam a coincidência pouco trivial.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 415.432,38
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou R$ 12.012,00 ao deputado Jerônimo Goergen (PP) em 2018, e depois recebeu R$ 400.419,38 da campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, como despesa. O elo intermediário é uma doação de R$ 1,00 de Claudemir Skowronski a Bolsonaro, mas a transação de R$ 300.000,00 de Goergen para Skowronski não tem explicação clara. A diferença de partidos (PP vs PL) e a assimetria de valores (doação pequena vs despesa milionária) dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 414.932,38
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa de contabilidade, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. A maior transação é um pagamento de R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, enquanto a doação de volta da ESSENT a Jerônimo Goergen é de apenas R$ 1.201,20, e a doação de R$ 1,00 de Roberto Reichert a Bolsonaro é atípica. A diferença de ordens de grandeza e a presença de um elo com valor irrisório (R$ 1,00) dificultam uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 412.882,65
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PDT, PP) e em anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à ESSENT JUS é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 60 a R$ 12.012), e a ESSENT aparece como fornecedora de serviços contábeis de uma campanha presidencial enquanto também doou a um deputado federal do PP. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços e a relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 212.136,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PP, PL, empresa) e uma delas é uma empresa que aparece como doadora e depois como fornecedora de despesas de campanha, o que não é um padrão rotineiro de mesma coligação. A transação de maior valor (R$ 184 mil) é uma despesa da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que também doou a um candidato do PP, criando um elo entre campos políticos distintos. Além disso, há um salto de valores entre as transações (de R$ 5 a R$ 184 mil) sem explicação aparente. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 194.844,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, DC) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais são doações de baixo valor (R$ 1,00 a R$ 8,4 mil), e não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ao ponto de origem. A cadeia parece mais um encadeamento indireto de relações comerciais e doações pontuais do que um loop fechado com propósito claro, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesa de um candidato e doando a outro merece verificação humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.820,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Além disso, a maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, empresa que também doou para Jerônimo Goergen (PP) em 2018, criando uma ligação indireta entre campanhas de partidos distintos. O valor dessa despesa é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que merece verificação humana sobre a natureza do serviço e a relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 189.320,09
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa de contabilidade doa a um vereador do PMB, que doa a Bolsonaro (PL), que paga a uma empresa de mobilidade, que doa a um deputado do PP, que paga de volta à contabilidade. O valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de duas ordens de grandeza maior que todas as outras transações da cadeia, e a AIXMOBIL aparece doando a um deputado do PP no mesmo ano. A coincidência de nomes parecidos (ESSENT INOVACAO/ESSENT JUS) e a ausência de vínculo partidário entre os elos dificultam uma explicação simples.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 188.932,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 1.579,00 a Jerônimo Goergen (PP), e este pagou R$ 3.000,00 a Claudemir Skowronski, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. O fechamento do ciclo com valores muito díspares e a mistura de partidos e uma empresa privada justificam uma checagem humana para entender a real relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.880,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PP, PL; 2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado legítimo. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é cerca de duas ordens de grandeza superior às demais transações do loop (R$ 1.579 a R$ 2.430), e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora de um candidato do PP quanto como fornecedora de despesa da campanha presidencial do PL. A cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa a um prefeito do PSDB e recebe despesa de um deputado do PP, sem relação partidária ou coligação evidente entre os elos.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 188.471,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL, PATRIOTA, PP), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, e a doação de R$ 1,00 de Airton para Bolsonaro é simbólica, quebrando a lógica de um loop financeiro relevante. O valor total do ciclo (R$ 188 mil) é modesto e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal claro que configure um fluxo circular intencional.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 188.432,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.579,00 e R$ 2.500,00), e a empresa AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora e fornecedora, o que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.351,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PP) e uma empresa de contabilidade que doa a um vereador, enquanto um candidato do PP paga despesas à mesma empresa, fechando um loop. O valor mais expressivo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que também doou R$ 1.579,00 ao candidato Jerônimo Goergen (PP), criando uma conexão indireta entre campanhas de partidos distintos. A doação de R$ 1,00 de Alberto Alfaro (MDB) a Bolsonaro (PL) é atípica e não se explica por aliança partidária. Esses fatos, embora possam ter explicações legítimas, justificam uma checagem manual mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.030,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, PDT) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.579,00 a Jerônimo Goergen (PP), e este paga R$ 418,88 à ESSENT, que doa R$ 1.679,00 a Cícero Dutra (PDT), que doa R$ 1,00 a Bolsonaro. O fechamento do ciclo entre pessoas sem relação partidária declarada e a disparidade de valores justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 187.900,09
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (MDB/SC, PP/RS, PL/BR), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 1.579,00 a Jerônimo Goergen — uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop. A soma desses fatores justifica checagem humana, ainda que possa haver explicação legítima (ex.: fornecedor real de campanha).
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 187.565,09
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PL, PP, PSL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. O elo mais chamativo é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que no mesmo ano doou R$ 1.579,00 ao candidato Jerônimo Goergen (PP) — valores de ordens de grandeza muito diferentes dentro da mesma cadeia. A doação de R$ 1,00 de Gaspar Cardoso a Bolsonaro também é um valor atípico que merece checagem. Não há prova de irregularidade, mas há fatos concretos que justificam um humano olhar.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.751,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PP/RS 2018, PL/BR 2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples trânsito dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares — de R$ 1,00 a R$ 184 mil — e a maior parte do valor (R$ 184.352,21) é uma despesa de campanha presidencial a uma empresa de mobilidade, sem relação evidente com as demais pontas. Não há um fato único e concreto que force a leitura de 'bizarro', nem um padrão legítimo claro que explique todo o encadeamento.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 186.600,09
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PL, PP; 2018 e 2022), sem coligação comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é duas ordens de grandeza superior às demais transações do loop, e a AIXMOBIL repassa apenas R$ 1.579,00 a um candidato do PP, o que não guarda proporção com o serviço prestado. A soma das despesas de Jerônimo Goergen à ESSENT (R$ 418,88) é irrisória frente ao restante, mas o elo Bolsonaro→AIXMOBIL é o fato que mais destoa e merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 186.600,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PP) e uma empresa de contabilidade que doou a um vereador do PP e recebeu despesas de um deputado federal do PP, enquanto o maior fluxo é uma despesa de R$ 184 mil da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que por sua vez doou a um deputado do PP. A diferença de magnitude entre a despesa de Bolsonaro e as demais transações, somada à ausência de vínculo partidário claro entre todos os elos, dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O fato de uma empresa de contabilidade aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora de campanhas distintas também merece checagem.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.561,09
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes (PL, PP, 2018-2022), o que à primeira vista parece disperso. Porém, as transações são de naturezas variadas (doação de empresa, despesa de campanha, doação de pessoa física) e os valores são modestos, exceto o pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe, então não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 186.551,09
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSL, PL, PP) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL) é uma despesa de campanha, enquanto as demais são doações de baixo valor (R$ 200, R$ 1.579, R$ 1) e despesas de R$ 418, o que torna o 'loop' mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular relevante. Não há um fato concreto e nomeável que justifique priorização humana imediata.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 119.369,88
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para a campanha de Alckmin (PSB) e depois recebe pagamentos de despesa da campanha de Goergen (PP), com uma doação intermediária de Alckmin a Eduardo Leite. Os valores são modestos (R$ 119 mil no total) e o ramo da empresa (contabilidade/consultoria) é compatível com serviços prestados a campanhas, o que dá uma explicação rotineira. Por outro lado, o ciclo fechado entre campanhas de partidos diferentes (PSB e PP) e a presença de uma empresa no meio do loop justificam uma checagem, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar que foge do padrão.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 66.089,95
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 66 mil, mas os valores são muito assimétricos: a maior transação (R$ 63,9 mil) é uma doação da ESSENT JUS para Alckmin, enquanto as demais são de pequeno porte (R$ 1,5 mil a R$ 41,8 mil). As entidades não compartilham partido/coligação evidente (PSB e PP), porém os nomes das empresas (ESSENT INOVACAO CONTABIL e ESSENT JUS CONTABILIDADE) sugerem possível relação societária, o que poderia explicar o loop como movimentação contábil entre empresas do mesmo grupo. Sem mais dados sobre a natureza dos serviços e vínculos societários, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 59.443,17
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PP) e uma empresa de contabilidade, com transações espalhadas entre 2018 e 2020. A maior parte do valor (R$ 45.077,12) é um pagamento de despesa de Manuela D'Ávila à ESSENT JUS, o que é compatível com contratação de serviços contábeis, e as demais quantias são pequenas doações entre candidatos e empresas. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem coligação comum merece uma olhada humana para descartar coincidência.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 56.864,05
IA O ciclo envolve quatro entidades e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 6,9 mil, R$ 179,5 mil e R$ 5 milhões), o que dificulta enxergar um loop fechado de dinheiro. As transações ocorrem todas em 2018 e conectam campanhas de partidos distintos (PP, PSB e o candidato Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite), sem coligação comum evidente nos dados. O valor de R$ 5 milhões pago por Alckmin a Eduardo Figueiredo é muito superior aos demais elos, mas pode ser despesa de campanha presidencial repassada a candidato aliado. Não há fato concreto que force uma checagem, nem explicação simples que cubra toda a cadeia.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 52.162,35
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PP) e valores modestos (R$ 52 mil no total), mas as transações são de 2018 e incluem tanto doações quanto despesas de campanha. A ESSENT aparece como doadora de um candidato e depois recebe pagamento de outro, o que pode ser coincidência de mercado ou relação contratual legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo ou ciclo fechado entre mesmos partidos), mas a combinação de partidos distintos e o retorno ao ponto de origem justificam uma checagem humana.
grafo completo