
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 17.289.121,99 | R$ 13.563.938,15 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 12.075.603,00 | R$ 9.005.579,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.050.402,00 | R$ 6.800.402,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 2.380.000,00 | R$ 2.020.000,00 |
| 2026 | MINAS GERAIS (UF) | APRESTAMENTO DAS FORCAS - MANUTENCAO DA PRONTIDAO E DA CAPACIDADE OPERATIVA | R$ 149.859,81 | R$ 0,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 16.491.990,08 | R$ 16.323.112,08 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 9.397.993,00 | R$ 9.397.993,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 8.249.914,00 | R$ 7.999.914,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 1.500.000,00 | R$ 1.400.000,00 |
| 2025 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 1.164.965,00 | R$ 892.365,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (AVANTE): a direção nacional repassando recursos a um candidato do partido e um candidato a vereador pagando despesa à direção nacional. Os valores são muito assimétricos (R$ 864 mil de doação da direção nacional ao deputado, R$ 2,2 mil de despesa do deputado ao vereador e R$ 91,50 de despesa do vereador à direção), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e pequenos ressarcimentos, não com um loop financeiro fechado de valores equivalentes. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade estranho ao contexto eleitoral.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (AVANTE): a direção nacional repassando recursos a um candidato do partido e este pagando despesa a outro candidato do mesmo partido, que por sua vez tem uma despesa com a direção nacional. Os valores são muito assimétricos (R$ 864 mil de repasse nacional para o deputado, R$ 1,2 mil de despesa do vereador para o nacional e R$ 1,2 mil do deputado para o vereador), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e não com um loop fechado de valores equivalentes. Não há indício de empresa privada devolvendo valor recebido nem de fornecedor fora do ramo.
IA Todas as entidades são do mesmo partido (AVANTE) e atuam em MG, o que explica a circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária. O grosso do valor (R$ 103.874,05) é repasse da Direção Nacional para um candidato, padrão comum de financiamento partidário; as demais transações são de baixo valor (R$ 1.066, R$ 91,50 e R$ 2.200) e podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique alerta.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (AVANTE), incluindo o diretório nacional repassando recursos a candidatos do próprio partido em MG, o que é padrão legítimo de financiamento partidário. Os valores são modestos e compatíveis com repasses e despesas de campanha: o diretório nacional doa R$ 103.874,05 a Douglas, que doa R$ 1.066 a Luís Henrique, que paga R$ 1.200 a João Pinheiro, que paga R$ 115,10 ao diretório. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (AVANTE, PL) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha em municípios de Minas Gerais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 103 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades têm vínculos partidários (AVANTE) e geográficos (MG), e a maior transação é uma doação de R$ 100 mil da direção nacional a um candidato, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe claramente do rotineiro, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (AVANTE), incluindo a direção nacional repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si ou devolvendo à direção. Os valores são modestos (R$ 86,7 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2022), o que é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante. O padrão é típico de movimentação interna de partido e não justifica, por si só, uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (AVANTE), o que é um padrão comum em repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto que sugira um loop artificial. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como fornecedor de ramo incompatível ou valor muito acima do mercado.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 62.791,50, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são modestos. Há elos partidários: AVANTE Diretório Nacional, Luis Henrique (AVANTE) e Ronaldo Verissimo (AVANTE) compartilham partido, o que pode explicar repasses internos; Welbert é da REDE, mas recebeu doação do AVANTE e pagou despesa a Valéria, que doou a Luis Henrique. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas a combinação de partidos diferentes e a intermediação de uma pessoa sem cargo identificado (Valéria) impede descartar como rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 61,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias entre AVANTE e alguns envolvidos, o que poderia explicar repasses internos, porém a presença de uma pessoa sem partido identificado (VALERIA BRANDÃO DOS SANTOS LIMA) e de WELBERT PEREIRA DE FARIA (REDE) quebra a uniformidade. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não é um padrão claramente rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários relevantes: AVANTE (direção nacional), dois candidatos AVANTE e um do PV, partidos que costumam estar na mesma coligação em MG, o que pode explicar repasses e despesas cruzadas. O valor total é baixo e as quantias individuais são modestas, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem checar as notas fiscais e contratos.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e díspares. Há vínculos partidários entre algumas entidades (AVANTE, PV, MDB), mas não todos, e a direção nacional do AVANTE aparece nas pontas. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação; a dispersão temporal e a mistura de tipos (doação e despesa) tornam o caso ambíguo.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 32 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao mesmo campo político (AVANTE/PV em MG), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou doações entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no curto prazo. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo envolve entidades com vínculos partidários claros (AVANTE e PV, em MG) e valores modestos, compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos pagamentos.
IA O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (AVANTE) em Minas Gerais, com valores modestos e compatíveis com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. O valor total de R$ 30,5 mil é baixo e não destoa do padrão de movimentação de campanhas municipais/estaduais. Não há fornecedor com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve entidades da mesma órbita partidária (AVANTE/MG), o que é um padrão comum em repasses internos e despesas de campanha. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno claro ao ponto de origem, dificultando caracterizar um loop fechado. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização humana imediata.
IA Todas as entidades são do mesmo partido (AVANTE) e atuam em MG, o que é um padrão comum de repasses internos entre direção nacional e candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 25.000 da Direção Nacional para Adão Sérgio) é compatível com doação partidária oficial, e as demais são de baixa monta, típicas de despesas de campanha ou ressarcimentos.
IA Todas as entidades são do mesmo partido (AVANTE) e atuam em MG, o que é um padrão comum de repasses internos entre direção nacional e candidatos. Os valores são modestos (R$ 66 a R$ 25.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma estrutura partidária, não um esquema suspeito.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações de terceiros não identificados na cadeia (Antônio Carlos Doorgal de Andrada, Haroldo Pereira) e uma despesa de Paulo Abi-Ackel para Haroldo Pereira que não se conecta diretamente às demais. Os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total) e as entidades compartilham o mesmo estado (MG), o que permite explicar por relações políticas locais ou prestação de serviços gráficos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há inconsistências nos nomes (ONEDIO LOBO BRAGANSSA vs. GRAGANSSA, ROSENI APARECIDA vs. APARECIDO) e os valores são muito díspares (R$ 16 a R$ 9.000), com uma despesa de R$ 9.000 saindo de uma campanha e voltando como doação de R$ 1.500 no ciclo seguinte. O conjunto merece checagem humana para verificar se há relação real entre as pessoas ou se é apenas coincidência de registros.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.016,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Resende e Meira), mas também entidades sem partido informado e de outros partidos (PSD), sem clara coligação comum. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais em MG, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
IA O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PP, REDE, AVANTE) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, os valores não batem: a campanha de Welbert (REDE) paga R$ 9.000 a José Carlos (PP), mas José Carlos doa apenas R$ 1.500 a Luis Henrique (AVANTE), e Luis Henrique paga R$ 3.000 a Isaque, que doa R$ 1.500 a Welbert — o retorno ao ponto de partida é bem menor que a saída. Esse desequilíbrio e a ausência de vínculo partidário claro entre os envolvidos justificam uma checagem humana.
IA O ciclo fecha em 4 entidades de partidos diferentes (REDE e AVANTE) e sem coligação declarada em comum, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, as quantias são desproporcionais: Welbert paga R$ 9.000 a Valéria, mas esta doa apenas R$ 1.500 a Luis Henrique, enquanto Luis Henrique paga R$ 3.000 a Isaque, que doa só R$ 1.500 a Welbert — o dinheiro some no caminho e o elo de retorno é fraco. Merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações cruzadas.
IA O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PP, REDE, AVANTE) sem coligação ou vínculo partidário comum declarado, o que dificulta a explicação por repasse interno de legenda. Além disso, o valor da despesa de WELBERT PEREIRA DE FARIA para JOSÉ CARLOS DA SILVA LIMA (R$ 9.000) é seis vezes maior que a doação inicial de JOSÉ CARLOS a LUIS HENRIQUE (R$ 1.500), criando uma assimetria que merece checagem. O conjunto fecha um loop de R$ 14.712 em um único ano (2022), com transações que podem ser coincidência, mas o cruzamento de partidos distintos e a diferença de magnitude justificam atenção humana.
IA O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (REDE e AVANTE) em MG, mas os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações intermediárias são com pessoas físicas sem partido/cargo informado, o que impede avaliar vínculo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível. Sem saber quem são os intermediários e se há relação de coligação ou parentesco, não dá pra dizer se é padrão legítimo ou algo a checar.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 13.866 no total) e as transações incluem doações e despesas de campanha, que podem ocorrer entre aliados políticos locais em Minas Gerais. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário declarado merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.852,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Luís Henrique e Silvano; PSDB de Paulo Abi-Ackel), mas a gráfica e a entidade sem nome não têm partido informado, e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.100,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Luis Henrique e Antônio Carlos) e possíveis relações familiares (Renata Faria de Paiva e Renata Faria de Paiva Meira), o que pode explicar doações e despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 10.916 no total) e as transações são poucas e espaçadas no tempo, podendo refletir doações e despesas rotineiras entre pessoas físicas que atuam politicamente na mesma região de MG. Não há um fato concreto e gritante, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, que justifique priorizar uma checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 10.916,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há dois candidatos do mesmo partido (AVANTE/MG), o que poderia explicar parte da movimentação, mas também há um candidato do PSD e dois intermediários sem partido informado. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|