
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.681.503,00 | R$ 5.031.503,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.031.500,00 | R$ 5.031.500,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 3.830.205,00 | R$ 3.631.152,00 |
| 2026 | Nacional | PROMOCAO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS PARA TODOS E REPARACAO DE VIOLACOES | R$ 2.500.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 2.383.861,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | PROMOCAO E DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIENCIA | R$ 1.500.000,00 | R$ 750.000,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | FUNCIONAMENTO DAS INSTITUICOES DA REDE FEDERAL DE EDUCACAO PROFISSIONAL, CIENTIFICA E TECNOLOGICA | R$ 1.500.000,00 | R$ 300.000,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | APOIO AO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTAVEL A INCLUSAO PRODUTIVA E A INFRAESTRUTURA RURAL | R$ 1.000.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 1.000.000,00 | R$ 1.000.000,00 |
| 2026 | PELOTAS - RS | MONITORAMENTO, APERFEICOAMENTO, ARTICULACAO E ESTRUTURACAO DE POLITICAS DE PROMOCAO DA IGUALDADE RACIAL NO AMBITO DO SINAPIR | R$ 1.000.000,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSOL/RS) e um terceiro nome que aparece como fornecedor/beneficiário de despesa de campanha. Doações entre candidatos da mesma legenda e pagamentos a fornecedores são padrões comuns em prestações de contas eleitorais, e os valores não são de ordem de grandeza discrepante. Não há indício de que o dinheiro tenha retornado ao doador original por um caminho sem explicação partidária.
IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas: ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA doa R$ 1,20 à campanha de FERNANDA MELCHIONNA E SILVA em 2020 e, em 2022, a campanha dela paga R$ 75.000,00 a ele em duas despesas. A assimetria é extrema — a campanha devolve ao doador um valor cerca de 62.500 vezes maior que a doação recebida — e não há nos fatos vínculo partidário/coligação declarado entre os dois que explique o fluxo como repasse interno. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por ETEVALDO à campanha.
IA O ciclo é curto e fechado entre uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) e uma única candidata do PSOL, sem indicação de coligação ou partido em comum com a empresa. A empresa doou R$ 14.196,00 à campanha e, no mesmo ano de 2018, recebeu de volta R$ 1.114,48 como despesa paga pela campanha, configurando um fluxo de ida e volta entre as mesmas duas partes. Embora o valor de retorno seja menor que o doado, o padrão de a empresa financiar a campanha e depois ser paga por ela merece checagem humana para verificar a natureza do serviço prestado e a existência de vínculo prévio.
IA O ciclo envolve apenas duas campanhas do PSOL do RS (Carlos Robaina e Fernanda Melchionna), que são aliados políticos de longa data, e uma terceira pessoa (Raquel Vercelino Silva) que aparece como doadora e fornecedora. As transações são de valores modestos (R$ 800, R$ 4.000 e R$ 10.000) e ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que é compatível com doações entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos por serviços de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano, valores atípicos ou fornecedor de ramo incompatível. O padrão é comum em campanhas de mesmo partido e não justifica, por si só, uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PT e PSOL) e inclui uma despesa de R$ 14.000,00 paga por João Edegar Pretto a Etevaldo Souza Teixeira, valor 100 vezes maior que a doação de R$ 140,00 feita por Fernanda Melchionna a Pretto. Não há coligação ou partido comum que explique naturalmente o fluxo, e a assimetria de valores entre as pontas do loop chama atenção. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
IA O ciclo envolve apenas valores baixos (R$ 13.550 no total) e pessoas do mesmo partido (PSOL) e mesmo estado (RS), o que é compatível com doações e despesas entre aliados políticos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e incluem tanto doações quanto despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa ou fornecedor fora do contexto partidário, nem valores discrepantes.
IA O ciclo envolve três candidatos do mesmo partido (PSOL) no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de movimentação dentro de uma mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 12.595 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual e três candidatos do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação de campanha: R$ 5.900 de um candidato a outro, R$ 13 de despesa e R$ 75.000 pagos a um fornecedor (ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA), que também doou R$ 45.261 ao longo de vários anos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma coligação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As maiores transações são doações da direção estadual para Fernanda Melchionna (R$ 330,9 mil em 7 parcelas) e despesas de Fernanda com Etevaldo Souza Teixeira (R$ 75 mil), enquanto as movimentações de Luciana Krebs Genro são de baixo valor (R$ 3 mil recebidos, R$ 13 pagos). Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas quadros do PSOL/RS (Robaina, Fernanda Melchionna, Luciana Genro) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos e compatíveis com transferências partidárias rotineiras, e o elo 'ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA' aparece como fornecedor/beneficiário de despesa de campanha, não como entidade externa desconexa. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado de curto prazo. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e não há indício de retorno financeiro pessoal ou de fornecedor estranho ao ramo. O padrão é típico de movimentação interna de partido/coligação, sem fato concreto que justifique priorização manual.
IA O loop envolve majoritariamente quadros do PSOL/RS (Fernanda Melchionna, Luciana Genro) e o diretório estadual do próprio partido, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A única perna que sai do eixo PSOL é uma doação de R$ 140 de Fernanda para João Edegar Pretto (PT), valor irrisório e típico de doação entre aliados. O grosso do volume (R$ 330 mil) é repasse do diretório estadual para uma candidata do próprio partido, padrão legítimo e comum.
IA Todas as entidades são do PSOL do Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo (R$ 330.904,00) é repasse da direção estadual do partido para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 45,00, R$ 13,00, R$ 2.550,00 e R$ 10.000,00) e ocorrem entre candidatos do mesmo partido, podendo ser ressarcimentos, doações internas ou despesas de campanha. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos dentro da mesma legenda, sem indício de fornecedor externo ou valor atípico.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor é um repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os montantes são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. O fluxo é explicável por doações internas e ressarcimentos entre campanhas aliadas, não configurando um padrão atípico que exija priorização.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para Fernanda Melchionna, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores compatíveis com repasses partidários e pequenas despesas de campanha. A maior transação é a doação da Direção Estadual para Fernanda Melchionna (R$ 330,9 mil), padrão comum de repasse de recursos do partido a candidatos. As demais movimentações são de baixo valor (R$ 13, R$ 400, R$ 5.900, R$ 1.000) e podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas operacionais dentro da mesma coligação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos (R$ 590, R$ 500, R$ 750, R$ 13) e uma doação maior da direção partidária para uma candidata. As transações são compatíveis com repasses internos de partido, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço. O conjunto é explicável por padrão partidário legítimo.
IA O loop envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 330,9 mil) é doação do partido para a campanha de Fernanda Melchionna, enquanto as demais transações são pequenas (R$ 1,3 mil, R$ 5 mil e R$ 1,1 mil). O retorno ao partido é uma despesa de R$ 13,00, compatível com ressarcimento ou taxa, e não há fornecedor externo nem ramo estranho. O padrão é típico de repasses internos de uma mesma coligação/partido, sem fato que fuja do roteiro.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores que não destoam entre si (R$ 3.309, R$ 2.000, R$ 13 e R$ 4.000). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatas do próprio partido e com despesas de campanha de baixo valor, como reembolsos ou pagamentos a prestadora de serviço. Não há fornecedor de ramo alheio, valor de ordem de grandeza superior nem empresa doadora recebendo de volta montante equivalente.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSOL-RS): a direção estadual repassou R$ 330.904,00 a Fernanda Melchionna, que pagou R$ 2.100,00 a Jurema Louzada Alves, que doou R$ 2.000,00 a Luciana Krebs Genro, que teve uma despesa de R$ 13,00 com a direção estadual. Os valores de retorno são irrisórios perto do total e compatíveis com ressarcimentos ou despesas miúdas, e todas as pessoas são filiadas ao mesmo partido, o que explica a circulação dentro da mesma coligação. Não há fornecedor estranho, valor desproporcional ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio Grande do Sul (direção estadual, Carlos Robaina, Fernanda Melchionna e Luciana Genro), todas do mesmo partido e atuando no mesmo estado. As transações são de baixo valor relativo (a maior é um repasse da direção estadual ao candidato, R$ 322 mil, valor compatível com repasse partidário) e as demais são doações e despesas miúdas entre aliados. O padrão é consistente com movimentação interna de campanhas de uma mesma coligação/partido, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 1.000, R$ 400, R$ 13) e repasses partidários usuais. A maior transação (R$ 330.904) é do diretório estadual para uma candidata do mesmo partido, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores muito díspares: a maior transação (R$ 322 mil da direção estadual para Carlos Robaina) é um repasse partidário típico, enquanto as demais somam centavos a R$ 5 mil. As setas menores (R$ 800, R$ 1.300, R$ 1.100) são compatíveis com doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas miúdas de campanha, não com um esquema de lavagem. O loop parece ser um artefato de agregação de transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) dentro do mesmo partido, sem fato concreto que fuja do padrão.
IA Todas as entidades identificadas são do PSOL do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido a candidatos e entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 800 a R$ 4.000) e a maior parte do total vem de doações da direção estadual a Carlos Robaina, padrão comum de financiamento partidário. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de fornecedor externo ou valor atípico.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RS, com valores modestos (R$ 800 a R$ 2.100) entre candidatos do mesmo partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O único valor alto (R$ 322 mil) é a doação da direção estadual ao candidato Carlos Robaina, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique checagem manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 400 a R$ 1.000) e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas do mesmo partido. O valor mais alto (R$ 322 mil) é justamente o repasse da direção estadual ao candidato, típico de financiamento partidário, e não um retorno de empresa ao doador. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas três candidatos do PSOL/RS e dois prestadores de serviço, todos com histórico de candidaturas no mesmo partido, o que é compatível com uma rede de aliados. Os valores são modestos (R$ 1.299,61 no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
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