
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 9.054.500,00 | R$ 6.303.220,44 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 7.300.000,00 | R$ 7.300.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 4.538.167,00 | R$ 4.187.572,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 3.000.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 1.976.380,00 | R$ 1.976.380,00 |
| 2026 | Nacional | EDUCACAO E TRABALHO NA SAUDE | R$ 1.800.000,00 | R$ 200.000,00 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | FOMENTO AS ACOES DE GRADUACAO, POS-GRADUACAO, ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO | R$ 1.449.999,68 | R$ 1.449.999,68 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | FUNCIONAMENTO DAS INSTITUICOES DA REDE FEDERAL DE EDUCACAO PROFISSIONAL, CIENTIFICA E TECNOLOGICA | R$ 1.300.000,00 | R$ 278.123,63 |
| 2026 | RIO GRANDE DO SUL (UF) | PROMOCAO DO COOPERATIVISMO, ASSOCIATIVISMO E AGROINDUSTRIA PARA O DESENVOLVIMENTO AGROPECUARIO E DA AGRICULTURA FAMILIAR | R$ 849.999,91 | R$ 838.747,74 |
| 2026 | Nacional | PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIAS PARA A AGROPECUARIA | R$ 692.659,26 | R$ 384.701,62 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O loop envolve duas figuras do PT gaúcho (Elvino Bohn Gass e João Edegar Pretto), o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Porém, o fluxo é assimétrico: R$ 4.392,00 em doações de Pretto para Bohn Gass contra R$ 180.000,00 em despesas de Bohn Gass para Pretto, sem que os fatos expliquem a natureza dessas despesas. Não há informação sobre o que foi pago nem sobre a empresa sem nome citada no resumo, o que impede cravar se é ressarcimento rotineiro ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Elvino Jose Bohn Gass e Miguel Soldatelli Rossetto), ambas do PT, em 2018. Houve uma doação de R$ 5.000 de Miguel para Elvino e duas despesas de Elvino para Miguel totalizando R$ 35.000, resultando em fluxo líquido de Elvino para Miguel. Não há informação sobre a natureza das despesas (ex.: serviços de campanha) nem sobre a relação entre eles, o que impede classificar como bizarro ou plausível sem mais contexto.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade e dois candidatos do PT no RS, com valores modestos (R$ 19,4 mil no total) e transações espalhadas por 2018, 2020 e 2022. A empresa doou para Elvino Bohn Gass em 2018, que pagou despesas a Ricardo Jurenick em 2018 e 2022, e Jurenick pagou serviços contábeis à mesma empresa em 2020 — um padrão compatível com relação profissional entre candidatos e prestador de contabilidade, sem valores atípicos. Não há um fato concreto que destoe (valores altos, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado no mesmo ano) que justifique priorização manual imediata.
IA O ciclo envolve o deputado Elvino José Bohn Gass (PT-RS) e Varinia Silva Lado, com quem há troca de recursos em anos distintos (2018 e 2022). A doação recebida (R$ 2.000) é de uma pessoa física e as despesas pagas a ela (R$ 16.088,45) podem ser ressarcimento de custos de campanha ou pagamento por serviços, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa fachada, ramo incompatível ou valores muito acima do mercado, e o fluxo é pequeno e ao longo de vários anos.
IA O caso mostra um ciclo de R$ 13.331,49 entre uma empresa de contabilidade e o deputado Elvino José Bohn Gass (PT-RS), com doações da empresa ao parlamentar e despesas pagas pela campanha à mesma empresa em 2018. Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados, se os valores correspondem a mercado ou se há relação societária/partidária que explique a reciprocidade. O volume é baixo e o intervalo de um ano é compatível com contratação e doação eleitoral, mas a coincidência de sentidos opostos entre as mesmas partes merece checagem humana para descartar irregularidade.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT no RS e uma empresa de contabilidade, com valores modestos (R$ 12 mil no total) e transações em anos diferentes (2018 e 2024). A empresa doou para Elvino Bohn Gass em 2018, que teve despesa com Sérgio Araújo no mesmo ano, e este pagou serviços contábeis à mesma empresa em 2024. O padrão é compatível com contratação de serviços contábeis por campanhas do mesmo partido e não apresenta valores atípicos ou fornecedor fora do ramo.
IA As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), o que torna plausível que sejam aliados políticos em uma mesma coligação ou rede de apoio. O fluxo é pequeno (R$ 11 mil no total) e envolve valores modestos, compatíveis com repasses entre campanhas aliadas ou ressarcimentos. Não há indício de empresa fornecedora, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve quatro entidades de campos políticos opostos (PT e PL) e uma empresa que doou R$ 3,7 milhões à campanha de Bolsonaro em 2018, enquanto a campanha de Bolsonaro pagou R$ 400 mil à ESSENT JUS em 2022. A ESSENT JUS também doou a um deputado do PT, que por sua vez pagou despesa à AIXMOBIL, criando um loop fechado entre doadores e fornecedores de campanhas adversárias. A diferença de magnitude (milhões vs. milhares) e a mistura de partidos sem coligação comum dificultam uma explicação simples.
IA O ciclo envolve majoritariamente campanhas e a direção nacional do PSDB em 2018, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 1.000 a R$ 3.000) e uma despesa de R$ 11,46 com a Aixmobil. O elo mais pesado é a transferência de R$ 2.121.323,53 da campanha de Alckmin para a Direção Nacional, que é exatamente o tipo de repasse/devolução de sobra previsto na legislação eleitoral. A doação de R$ 1.795 da Aixmobil a Alckmin e a despesa de R$ 11,46 de Bohn Gass à mesma empresa são de baixa materialidade e compatíveis com serviços prestados. Não há um fato concreto que fuja do padrão de mesma coligação/partido.
IA O ciclo envolve dois deputados federais do PT/RS e duas pessoas físicas (Miguel Soldatelli Rossetto e João Edegar Pretto), com valores que giram entre R$ 5 mil e R$ 201 mil. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e podem refletir doações e despesas de campanha dentro de um mesmo campo político, sem que os dados fornecidos permitam afirmar que há um loop fechado no mesmo período ou entre entidades sem relação partidária. Não há elemento concreto que destoe do padrão de financiamento entre aliados, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos distintos (PT, PDT e PL) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos partidários. O valor de R$ 400.419,38 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à ESSENT JUS é cerca de duas ordens de grandeza maior que as demais transações do loop, e a ESSENT aparece como doadora de R$ 9.791,00 ao deputado Elvino Bohn Gass (PT) em 2018, antes de receber o grande pagamento do PL em 2022. A cadeia envolve uma empresa de contabilidade recebendo da campanha presidencial e outra empresa (AIXMOBIL) doando a um vereador do PDT, sem relação aparente entre os ramos e os serviços. Esses fatos concretos justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Maria do Rosário, Elvino Bohn Gass e José Alberto Reus Fortunati), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou contratação de serviços entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A empresa Aixmobil aparece como doadora e também recebedora de despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de quebra do ciclo por entidades sem vínculo partidário ou valores discrepantes.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Denise da Silva Pessoa) e uma empresa de contabilidade, com valores que variam de R$ 6 mil a R$ 180 mil. A maior transação é uma despesa de R$ 180 mil de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que depois doa R$ 134 mil a Denise, mas Pretto não aparece como entidade nomeada no resumo, dificultando avaliar se há vínculo partidário. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como fornecedora paga por Denise, o que pode ser coincidência de mercado ou merecer checagem, mas sem mais dados não dá para cravar estranheza.
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Denise Pessoa e Vladimir Duarte) e uma empresa de contabilidade que presta serviços a campanhas, com valores modestos e compatíveis com doações e despesas típicas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024) e podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos por serviços contábeis. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores muito acima do padrão.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul em 2022, com valores compatíveis com repasses internos de campanha e despesas de contabilidade. A maior transação (R$ 180 mil) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para a campanha de João Edegar Pretto, ambos do mesmo partido, o que é padrão comum em coligações. A empresa ESSENT aparece tanto como doadora quanto como prestadora de serviços contábeis, o que explica o retorno do dinheiro sem indicar irregularidade.
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas sem nome identificado, com transações de anos diferentes (2018 e 2022). As doações entre candidatos da mesma coligação e o repasse de comitê (ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC) são padrões comuns e legítimos. O valor total de R$ 265 mil não é uma ordem de grandeza absurda, e não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, como fornecedor de ramo incompatível ou preço muito acima do mercado.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Elvino Bohn Gass, Margarete Ferretti, Rodrigo Battistella e a campanha de João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal ou montante atípico. A empresa Essent aparece como doadora em 2018 e prestadora de serviço em 2024, o que pode ser coincidência de mercado, não um vínculo suspeito. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
IA O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 150 a R$ 180 mil) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, devoluções ou apoio mútuo entre aliados. A maior transação (R$ 180 mil) é uma despesa de Elvino Bohn Gass para João Edegar Pretto, ambos do PT, e não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor sem relação com a atividade. O loop parece refletir a movimentação financeira típica de campanhas de uma mesma coligação, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de contabilidade, com valores e anos que se cruzam de forma compatível com prestação de serviços e doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do loop com uma empresa de contabilidade pagando e recebendo de campanhas do mesmo grupo merece uma checagem humana para confirmar se são serviços reais e doações lícitas. O caso não é claramente rotineiro nem claramente bizarro.
IA O ciclo envolve políticos do PT e PSOL no RS, partidos que frequentemente atuam em coligações e campos aliados, o que poderia explicar doações mútuas e despesas compartilhadas. Porém, a cadeia fecha com uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doou a Elvino Bohn Gass em 2018 e recebeu pagamentos de Manuela D'Ávila em 2020, sem que os fatos permitam afirmar se há relação indevida ou mera prestação de serviços. Os valores são moderados e as transações ocorrem em anos distintos, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito.
IA O ciclo envolve três políticos do PT do RS (Elvino Bohn Gass, Laura Sito e David Almansa Bernardo) e uma empresa de contabilidade (Essent Jus), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e prestação de serviços contábeis. Porém, o valor de R$ 180.000 pago por Elvino a João Edegar Pretto (que não aparece como entidade do loop) é uma ordem de grandeza acima das demais transações e não se encaixa claramente no ciclo, dificultando uma explicação simples. Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro; seria necessário verificar a relação entre Edegar Pretto e os demais, e a natureza dos serviços contábeis.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 235 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários claros (PT) entre os candidatos, o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou contratação de serviços contábeis. Não há um fato único e gritante que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa de contabilidade, todas ligadas ao PT no Rio Grande do Sul. A ESSENT presta serviços contábeis à campanha de Monica Facio, que por sua vez recebeu doação da campanha de João Edegar Pretto (mesmo partido), e Elvino Bohn Gass doou para a campanha de Pretto. Os valores são modestos e compatíveis com serviços contábeis e doações partidárias rotineiras, sem indício de enriquecimento ou desvio de finalidade.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Margarete Ferretti) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa ESSENT aparece como doadora de Bohn Gass em 2018 e como fornecedora de Margarete em 2022, valores modestos (R$ 9,7 mil e R$ 1,65 mil) que podem ser serviços contábeis prestados em anos distintos. O valor maior é a despesa de Bohn Gass com a campanha de Pretto (R$ 180 mil), típica de transferência para campanha majoritária aliada. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido à origem; o loop parece refletir a rede de aliados do mesmo partido.
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Elvino Bohn Gass e Stela Farias) e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), além de uma empresa de contabilidade. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno do dinheiro à origem. O fluxo pode ser explicado por repasses dentro do mesmo campo político e contratação de serviços contábeis.
IA O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Elvino Bohn Gass e Maria Eunice Dias Wolf) e uma empresa de contabilidade, com valores e anos dispersos (2018, 2020, 2022). A maior transação é uma despesa de R$ 180 mil de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que não aparece como entidade do loop, e a doação de R$ 42 mil veio de uma campanha de Edegar Pretto para Maria Eunice. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valores de ordem de grandeza anômala, mas a presença de uma empresa de contabilidade recebendo despesa de campanha e doando a candidato merece checagem humana.
IA O ciclo envolve três candidatos do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes, Miguel Soldatelli Rossetto e Elvino José Bohn Gass) e uma empresa sem nome identificado, com transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos. O valor total de R$ 231.967,00 não é desproporcional e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre campanhas da mesma coligação, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
IA O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 9,7 mil, R$ 40,9 mil, R$ 180 mil e R$ 32,8 mil) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (PT-RS) e a empresa ESSENT aparece tanto doando quanto recebendo pagamento por serviços contábeis, o que é compatível com relação comercial legítima. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão, mas também não dá para descartar sem checar a cronologia e a natureza dos serviços.
IA O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Bohn Gass, Lindenmeyer, Fontana Junior) e comitês do próprio partido (João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza variadas, sem um retorno exato de valor entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades são majoritariamente do PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas a empresa AIXMOBIL e a entidade sem nome não têm partido declarado, e a maior transação (R$ 180 mil de Elvino para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar completamente.
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Classificação automática por IA — pode errar.
Fazer o quê? Não sou coveiro / Sou favorável à tortura / Se [um policial] matar 10, 15 ou 20, tem que ser condecorado... / Você não merece ser estuprada / Não aceitaria ser operado por um médico cotista / Se fala desse impeachment, Bolsonaro teria perdido o mandato umas 25 vezes
"Ele é um irresponsável. Ele sabe as razões pelas quais eu fui preso. Sabe q só assim ele pode ser presidente. Mas ele sabe, também, que eu sou muito MAIS LIMPO do q ele e seus familiares". E assim @LulaOficial botou o verme mentiroso e genocida do Jair no devido lugar.
A tal platatorma-espiã israelense que o bolsonarismo usou contra adversários, teve um boom de acessos no período eleitoral. Evidente que foi usada para monitorar adversários políticos. Esses vermes fascistas precisam ser condenados, presos e extirpados da vida pública.