
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 10.026.003,00 | R$ 10.026.003,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 5.000.000,00 | R$ 5.000.000,00 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | APOIO AO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTAVEL A INCLUSAO PRODUTIVA E A INFRAESTRUTURA RURAL | R$ 4.700.000,00 | R$ 3.600.000,00 |
| 2026 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 2.786.000,00 | R$ 1.909.486,15 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | GESTAO E FOMENTO DA PARTICIPACAO E DO DIALOGO SOCIAL | R$ 2.700.000,00 | R$ 1.350.000,00 |
| 2026 | Nacional | EDUCACAO E TRABALHO NA SAUDE | R$ 2.600.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | GESTAO E FOMENTO DE POLITICAS PUBLICAS DE JUVENTUDE | R$ 1.150.000,00 | R$ 850.000,00 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 800.000,00 | R$ 0,00 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | PROMOCAO E FOMENTO A CULTURA BRASILEIRA | R$ 800.000,00 | R$ 600.000,00 |
| 2026 | SANTA CATARINA (UF) | FOMENTO AS ACOES DE GRADUACAO, POS-GRADUACAO, ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO | R$ 750.000,00 | R$ 750.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve o próprio diretório estadual do PT de Santa Catarina e um candidato do mesmo partido (PT), o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos e posterior devolução/ressarcimento de sobras. Os valores são idênticos (R$ 200 mil em cada ponta) e ocorrem no mesmo ano (2024), sugerindo uma operação contábil de ida e volta, como devolução de sobra de campanha ou ajuste interno. Não há indício de terceiros sem vínculo partidário nem desproporção de valores.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses partidários entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 3 mil de doação de Fabiana a Pedro em 2022; R$ 60 mil da direção estadual a Fabiana em 2024; R$ 200 mil de despesa de Pedro à direção em 2024) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 e R$ 16.000), enquanto a despesa de R$ 200.000 é compatível com custos de campanha. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes que sugiram algo além da movimentação ordinária dentro do mesmo partido.
IA O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT de Santa Catarina e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e contribuições entre aliados. Os valores são modestos (R$ 3.000 de Lenoir para Pedro, R$ 5.566 da direção para Lenoir) e a despesa de R$ 200.000 de Pedro para a direção estadual pode ser uma contribuição partidária ou repasse estatutário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um retorno imediato do mesmo montante. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, e a direção estadual aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa, o que é típico de repasses e ressarcimentos partidários.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses partidários. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, sem indício de retorno financeiro significativo ao doador original. A maior transação é uma despesa de R$ 200.000,00 paga por Pedro Francisco Uczai à direção estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse de sobra de campanha.
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de repasses partidários. A maior transação (R$ 200.000,00) é uma despesa de Pedro Francisco Uczai para a direção estadual, compatível com repasse partidário, e as demais são doações de valores modestos dentro da mesma legenda. Não há indício de empresa privada ou de valores desproporcionais que fujam do padrão de movimentação partidária.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é um padrão comum de movimentação interna partidária. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 4.000, R$ 1.000 e R$ 200.000), sem indício de retorno financeiro pessoal ou desproporção suspeita. A doação de R$ 200.000 de Pedro Uczai à direção estadual em 2024 pode ser repasse partidário ou contribuição estatutária, e não há elemento que fuja do funcionamento normal de uma coligação.
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT em Santa Catarina, um padrão comum de repasses partidários entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 3.000 de doação de Gilberto a Pedro, R$ 1.746 da direção a Gilberto e R$ 200.000 de despesa de Pedro à direção) e compatíveis com contribuições e repasses internos rotineiros. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique alerta.
IA O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT em Santa Catarina, um padrão comum de repasses internos partidários. Os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 1.000 e R$ 200.000) e as transações ocorreram em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. O valor maior é uma despesa de campanha de Pedro Uczai para a direção estadual, compatível com contribuições partidárias usuais.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas o próprio candidato, com valores modestos (R$ 500 de doação e R$ 13.000 de despesa) em anos diferentes (2022 e 2024). A diferença de dois anos entre a doação e a despesa enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito, e a relação pode ser explicada por reembolso, prestação de serviço ou devolução de sobra. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor fora de escala.
IA O loop envolve duas pessoas do mesmo partido (PT) em Santa Catarina, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação entre aliados. Os valores são modestos (R$ 3.000 de doação e R$ 10.500 de despesa) e ocorreram em anos diferentes (2022 e 2024), sem um ciclo curto e fechado que chame atenção. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo quantia milionária.
IA As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (SC), o que torna plausível que o fluxo seja uma doação de um candidato a outro dentro da mesma estrutura partidária, seguida de um pagamento/despesa de campanha. O valor total é baixo (R$ 12 mil) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2026), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço nem valor fora de ordem de grandeza.
IA O ciclo envolve entidades da mesma órbita partidária (PT): uma empresa doadora de campanhas presidenciais, o diretório estadual do PT-SC e um candidato do PT-SC. As transferências entre direção partidária e candidato, e entre campanha presidencial e direção estadual, são padrões comuns de repasse e despesa intrapartidária. O único elo que fecha o ciclo é um pagamento de R$ 251,49 do candidato à empresa, valor irrisório perto dos milhões doados, compatível com compra de serviço de tecnologia.
IA O ciclo envolve uma empresa que doou valores altos à campanha de Lula em 2018 e 2022, e essa mesma campanha pagou R$ 300 mil a Decio Nery de Lima, que por sua vez doou R$ 750 a Pedro Francisco Uczai (PT), o qual pagou R$ 251,49 à mesma empresa. Os elos são de naturezas e magnitudes muito distintas, e a conexão entre Lula e Uczai se dá apenas pelo partido comum (PT), sem coligação ou relação direta explícita. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas o encadeamento indireto e a diferença de escala impedem uma explicação simples e automática.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e seus candidatos) e valores que, embora somem R$ 7,6 milhões, têm origens e destinos típicos de campanha: doações de uma empresa de tecnologia a Lula, repasses da direção estadual do PT a uma candidata a prefeito, e despesas de campanha pagas a essa mesma empresa. O elo de volta se dá por uma despesa de apenas R$ 251,49 de Pedro Uczai à UM A MAIS, valor irrisório perto do total, compatível com reembolso ou compra pequena. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço prestado. O conjunto é explicável por movimentação dentro da mesma coligação/partido, sem fato que force uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e aliados) e valores que, embora somem R$ 7,5 milhões, são dominados por doações lícitas da empresa UM A MAIS à campanha presidencial de Lula (R$ 2,2 milhões em 2018/2022) e repasses do diretório estadual ao candidato a prefeito Antoninho Bevilacqua (R$ 16 mil). As demais transações são de baixíssimo valor (R$ 100 e R$ 251,49) e podem ser ressarcimentos ou despesas operacionais entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe do padrão de financiamento partidário, como fornecedor de ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do restante.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses partidários e doações entre aliados. Porém, a empresa UM A MAIS aparece doando valores altos a Lula e recebendo despesas de Pedro Uczai, sem que se saiba a natureza do serviço ou a relação entre eles. O valor total é expressivo, mas a maior parte vem de doações da empresa a Lula, não de um ciclo fechado de retorno. Faltam elementos para afirmar que é um padrão rotineiro ou que há algo claramente atípico.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT (candidatos, diretório estadual e uma empresa que doou ao partido/campanha presidencial), o que é um padrão comum de movimentação partidária. Os valores são muito assimétricos: a empresa doou R$ 2,2 milhões a Lula, enquanto as transações entre os demais elos são de R$ 500 a R$ 152 mil, típicas de repasses internos e despesas de campanha. Não há um fato isolado que fuja do roteiro de doações e repasses dentro da mesma coligação/partido.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT), com valores muito díspares: a empresa doou R$ 2,2 milhões a Lula, que repassou R$ 152 mil à direção estadual do PT-SC, que doou R$ 7 mil a Lucas Filippin, que doou R$ 500 a Pedro Uczai, que pagou R$ 251 à própria empresa. As transações menores (R$ 500 e R$ 251) são compatíveis com ressarcimentos ou devoluções, e as maiores (doações da empresa a Lula) não retornam à empresa, apenas fecham o ciclo por valores irrisórios. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias, mas a assimetria extrema de valores e a participação de uma empresa doadora em um ciclo que se fecha nela merece uma checagem humana para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve entidades majoritariamente ligadas ao PT (candidatos e diretório estadual de SC), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. A empresa 'Um a Mais' doou valores altos a Lula em 2018 e 2022, mas também recebeu pagamentos de Pedro Uczai em 2018, o que pode indicar relação comercial ou de prestação de serviços. O valor de R$ 2,2 milhões doado pela empresa a Lula é expressivo, mas dentro do padrão de grandes doações a campanhas presidenciais, e o retorno via despesa é de apenas R$ 251,49, não configurando devolução significativa. Não há indício claro de ciclo fechado com valores equivalentes ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores que, embora somem R$ 7,5 milhões, são distribuídos de forma assimétrica: a maior parte é doação da empresa UM A MAIS à campanha de Lula (R$ 2,2 mi), enquanto o retorno à empresa é de apenas R$ 251,49 pagos por Pedro Uczai. As demais transações (repasse do diretório estadual a Ivan Canci, doação de Canci a Uczai e despesa de Lula ao diretório) são de baixo valor e compatíveis com movimentação partidária rotineira. Não há um fato isolado que destoe de forma inexplicável, mas a assimetria entre a grande doação empresarial e o retorno irrisório merece uma checagem humana para confirmar se há relação real ou apenas coincidência de rede.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT (Lula, diretório estadual de SC, e dois candidatos do partido em SC), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. A empresa 'Um a Mais' doou valores altos a Lula em 2018 e 2022, mas recebeu de volta apenas R$ 251,49 de Pedro Uczai em 2018 — uma quantia irrisória que não configura retorno significativo. As demais transações são de pequeno porte e compatíveis com doações entre candidatos da mesma sigla e repasses partidários.
IA O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores desproporcionais entre si: a empresa doou R$ 2,2 milhões a Lula, enquanto as transações de retorno são de R$ 300 mil, R$ 251,49 e R$ 152 mil. O elo de fechamento (Pedro Uczai pagando despesa à Um a Mais) é de valor irrisório perto das doações, e a transferência de Lula para a direção estadual do PT é repasse partidário típico. Não há um fato concreto que fuja do padrão de doações e repasses dentro do mesmo partido/coligação.
IA O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo de retorno é desproporcional: a empresa 'Um a Mais' doou R$ 1,55 milhão a Fernando Haddad, enquanto recebeu de volta apenas R$ 251,49 de Pedro Francisco Uczai. Além disso, a doação de R$ 5.000 da campanha de Décio Nery a Uczai não tem explicação óbvia, já que Uczai é de SC e a campanha é de SP, sem coligação declarada nos dados. O valor milionário da empresa para Haddad, contrastando com o retorno irrisório, justifica uma checagem humana para entender a origem e a motivação dessas transferências.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT em Santa Catarina, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, mas também não é possível descartar coincidência.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT em SC, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias.
IA O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades do mesmo campo político (PT/PSB) em Santa Catarina, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 200 mil de Pedro Francisco Uczai para a Direção Estadual do PT, o que é típico de contribuição partidária ou repasse de sobra de campanha. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PSB) em Santa Catarina, com repasses da direção estadual do PT a candidatos e despesas de campanha a fornecedores/militantes. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores compatíveis com doações partidárias e pagamentos de serviços, sem um elo claramente anômalo. O fechamento do loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular intencional.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do PT em 2018 (Haddad, Decio Nery, Pedro Uczai e Emidio Pereira), o que é compatível com repasses e despesas dentro de uma mesma coligação/partido. A maior transação (R$ 252 mil de Haddad para Decio Nery) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e os valores menores (R$ 1.480, R$ 5.000, R$ 1.000, R$ 251,49) são de baixa materialidade. O elo com a empresa Um a Mais é uma despesa paga por Pedro Uczai, padrão comum de contratação de fornecedor, e não um retorno financeiro à campanha de origem.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|