
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PSD, MDB, DC) e valores baixos, mas as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As doações entre Eduardo e João Bosco (R$ 10 mil em 2022 e 2026) e a despesa de João Bosco a Adalberto (R$ 13,9 mil em três anos) podem ser explicadas por relações políticas locais no AM, sem que os dados permitam afirmar ou descartar algo atípico. Não há um fato concreto que salte aos olhos como claramente inexplicável, mas também não há um padrão partidário/coligação óbvio que explique tudo.
IA O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PSD, MDB, DC) e cargos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 25 a R$ 3.000), as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, e há vínculos familiares aparentes (Saraiva Leão e Saraiva), o que pode indicar rede de aliados ou parentes. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PSD, MDB, DC) e valores modestos (R$ 27.650 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2026. As doações entre candidatos de partidos distintos e a presença de despesas (não só doações) tornam o loop menos fechado e mais compatível com movimentação rotineira de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|