Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas: Denilson Pasin doou R$ 60,00 à campanha de Josete Dubiaski da Silva em 2020, e a campanha de Josete pagou R$ 12.000,00 a Denilson Pasin em 2018 e 2020. Não há informação sobre partido ou cargo de Denilson Pasin, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se há vínculo partidário ou contrato legítimo. O valor da despesa é 200 vezes maior que o da doação, mas sem contexto sobre o serviço não é possível dizer se é compatível. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.
IA O loop envolve valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 335.000,00 da Direção Estadual do PT para Anderson Ferreira da Silva em 2022, enquanto as demais somam apenas algumas centenas de reais. As transações menores (2018) conectam uma empresa, dois candidatos do PT e o diretório estadual, mas os valores são baixos e podem ser doações ou despesas rotineiras. A ligação de 2022 não fecha o ciclo com as demais, pois a Direção Estadual não aparece como recebedora de Luciana em valor relevante. Não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro, mas também não é possível descartá-lo como totalmente rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 170.000,00) é uma doação da direção estadual do PT a Josete Dubiaski, enquanto as demais somam centavos. As conexões entre a empresa Confia Brasil e os candidatos do PT no Paraná não formam um ciclo fechado e relevante em termos financeiros, e a empresa pode ter prestado serviços de portal online às campanhas. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar sem checar a natureza dos serviços e a relação partidária.
IA O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT/PR, PRTB/DF) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os elos incluem grandes fornecedores de serviços digitais (Facebook) e financeiros (Rinobox), cujos pagamentos e doações podem ter explicações comerciais ou de mercado. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 46,9 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Três dos envolvidos são candidatos do PT em estados diferentes (SP e PR), o que poderia indicar rede partidária, mas as empresas RINOBOX e ELEGIS não têm vínculo partidário declarado e aparecem em pontas opostas da cadeia. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo) que justifique priorização automática.
IA O ciclo envolve uma empresa (CONFIA BRASIL) que doa para uma campanha em 2018 e depois recebe despesas de outra campanha do mesmo partido, fechando um loop com valores desproporcionais: a doação de R$ 200,00 contrasta com R$ 4.000.000,00 doados entre candidatas e R$ 177,72 pagos à empresa. Além disso, há um intermediário (DENILSON PASIN) que recebe R$ 2.000,00 de uma campanha e doa R$ 60,00 para outra, sem clara conexão partidária. Apesar de todas as pessoas físicas serem do PT/PR, a empresa não tem vínculo partidário declarado e o retorno financeiro à empresa é ínfimo perto do volume que ela própria doou, o que foge do padrão de simples repasse partidário.
IA O ciclo envolve valores pequenos e entidades que compartilham o mesmo partido (PT) em estados vizinhos (PR/SC), o que é compatível com uma rede de aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2024) e os valores não são equivalentes entre si, dificultando caracterizar um retorno exato de recursos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas do mesmo campo político, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto: há doações e despesas em anos distintos (2020, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de origem. As entidades identificadas são todas do PT do Paraná, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação, mas a cadeia inclui nomes sem partido/cargo informado e não há como confirmar se há relação de campanha entre eles. Faltam dados para dizer se é coincidência ou algo que mereça checagem.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do PT do Paraná (Josete, Anderson e Suzana), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores distintos, sem um padrão claro de devolução imediata ou de valor idêntico. O valor total é modesto (R$ 20,4 mil) e não há indício de fornecedor fora do ramo ou preço muito acima do mercado. Não há fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem conhecer os vínculos entre as campanhas.
IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 20.065,80, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) apareça tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato do mesmo partido, e que haja um pagamento de R$ 17.500,00 de Anderson Ferreira para Denilson Pasin, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Esses dois fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza desses vínculos e a origem/destino dos recursos.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT do Paraná e dois prestadores de serviço, com valores modestos (R$ 19.290,80 no total) e anos distintos (2018, 2020, 2024). As transações podem ser explicadas por contratações e doações cruzadas dentro do mesmo campo político, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício forte que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT/PR e uma empresa de soluções financeiras, mas o elo de retorno é uma despesa de R$ 17.500 de Anderson Ferreira da Silva para Denilson Pasin, que não aparece como entidade do loop nem tem partido/coligação informado. Além disso, a empresa RINOBOX recebeu despesa de Josete e doou para Anderson, misturando papéis de fornecedor e doador sem relação óbvia com o serviço. O valor de R$ 17.500 é uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 60, R$ 300 e R$ 206,98), o que justifica checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15,6 mil, mas as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades compartilham vínculos partidários (PT) em parte dos casos, o que poderia explicar conexões indiretas, mas a empresa CONFIA BRASIL não tem partido declarado e o elo com ELEGIS ocorre via terceiros. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
IA O ciclo envolve uma empresa (CONFIA BRASIL) que doa para uma campanha, recebe despesas de outra campanha do mesmo partido (PT) e tem como intermediário um terceiro (DENILSON PASIN) que não aparece como candidato ou partido. O valor de R$ 15.000 pago por MIRIAN a DENILSON é uma ordem de grandeza superior às demais transações (R$ 200 e R$ 177,72), e o retorno à empresa doadora fecha um loop com valores desproporcionais. Apesar de haver vínculo partidário entre as campanhas, a presença de um intermediário sem cargo/partido declarado e a assimetria de valores justificam uma checagem humana.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,2 mil no total) e três dos cinco elos são pessoas do PT do Paraná, o que permite explicar parte das transações como doações entre aliados da mesma federação partidária. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 594,21) é pequeno e compatível com prestação de serviços à campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário) que justifique priorizar checagem humana.
IA O ciclo envolve duas candidatas do PT do Paraná e uma empresa de serviços online, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 12,6 mil no total). A empresa doou para uma candidata e recebeu pagamentos da outra, o que pode ser coincidência entre campanhas do mesmo partido ou prestação de serviços reais. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 50 a R$ 12.000), exceto uma despesa de R$ 12.000 de Josete Dubiaski para Denilson Pasin. As entidades nomeadas são todas do PT do Paraná, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas os valores são pequenos (R$ 12,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Três dos cinco participantes são filiados ao PT, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária comum, mas as duas empresas não têm vínculo partidário declarado e uma delas (Rinobox, do ramo financeiro) aparece tanto doando quanto recebendo, sem que os fatos permitam dizer se isso é rotineiro ou estranho. Não há um fato concreto que salte aos olhos como anômalo, nem elementos suficientes para descartar a coincidência.
IA O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.964,48) e pessoas do mesmo partido (PT) no Paraná, o que é compatível com doações entre aliados e ressarcimentos comuns em campanhas. Por outro lado, a cadeia fecha um loop com uma empresa fornecedora (CONFIA BRASIL) recebendo de volta apenas R$ 34,48 de uma campanha que doou a outra, e há um elo sem nome identificado (08226599997), o que impede uma explicação totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, ramo incompatível, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não é um padrão trivial de mesma coligação repassando recursos. Falta informação para decidir com segurança.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT) ou atuam no mesmo estado (PR), o que é compatível com doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 177,72) é irrisório e pode ser ressarcimento ou taxa. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,1 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no Paraná, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços. Porém, a cadeia inclui uma empresa (CONFIA BRASIL) que recebeu doação e depois pagou despesa a um candidato, e há um salto temporal entre 2018 e 2024, dificultando uma explicação única e simples. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas a combinação de idas e voltas entre campanhas e empresa merece uma checagem humana para confirmar se é apenas movimentação rotineira de aliados.
| detalhe | |||
|---|---|---|---|
| detalhe | ||||
|---|---|---|---|---|