Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 442.824,21
IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Reinaldo Azambuja recebeu R$ 2.824,21 em doações de Alessandre Vieira e, na direção oposta, pagou R$ 440.000,00 em despesas ao mesmo Alessandre. O valor pago é cerca de 155 vezes maior que o recebido, uma assimetria de ordem de grandeza que não se explica por mera coincidência de coligação. Não há informação de que Alessandre seja fornecedor com ramo compatível ou que os pagamentos tenham lote/justificativa que os tornem rotineiros.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 160.100,00
IA O ciclo envolve três atores de Mato Grosso do Sul, mas em anos diferentes (2018 e 2022) e com valores desproporcionais: a maior transação é uma doação de R$ 150 mil de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018, enquanto as demais somam menos de R$ 10 mil. Não há evidência de coordenação no mesmo pleito, e a diferença de partidos (PL e PP) e de anos dificulta caracterizar um loop fechado típico. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 160.100,00
IA O ciclo envolve três políticos de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e cargos distintos, mas todos de Mato Grosso do Sul, o que pode indicar articulação política regional legítima. Os valores são muito díspares: a doação de R$ 150 mil de Eduardo Riedel a Reinaldo Azambuja (2018) é de outra ordem de grandeza comparada às demais transações (R$ 5,8 mil e R$ 4,3 mil), mas isso pode refletir a diferença de porte das campanhas. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato concreto que torne a explicação simples implausível, nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 159.100,00
IA O ciclo envolve três políticos de Mato Grosso do Sul com partidos diferentes (PL, PP, PATRIOTA) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 150 mil, R$ 5,8 mil e R$ 3,3 mil) e as transações estão separadas por anos, o que também não configura um loop fechado e imediato típico de suspeita. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre as partes, não há fato concreto que force uma checagem manual nem que permita descartar o sinal.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 159.100,00
IA O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PL e PP) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação no mesmo pleito. Porém, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por relações políticas locais ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 158.300,00
IA O ciclo envolve três políticos de MS, mas de partidos diferentes (PL, PTB, PP) e em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Os valores são muito díspares: R$ 150.000 de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018, contra R$ 5.800 de Battilani para Riedel e R$ 2.500 de Azambuja para Battilani, sem que se veja um padrão claro de retorno. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (fornecedor estranho, valor de ordem de grandeza acima, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar como rotina eleitoral comum.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 157.100,00
IA O ciclo envolve três entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 150 mil, R$ 5,8 mil e R$ 1,3 mil). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, o que enfraquece a leitura de 'loop' imediato. A ligação entre Reinaldo Azambuja (PL) e Eduardo Riedel (PP) pode ser explicada por aliança política em MS, mas a ausência de partido/coligação comum declarada e a diferença temporal impedem uma conclusão firme.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 156.800,00
IA O ciclo envolve três políticos de MS de partidos diferentes (PL, PSDB, PP), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: R$ 150.000 de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018, R$ 5.800 de Marcia Schio para Riedel em 2022 e R$ 1.000 de Azambuja para Schio em 2018. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e os valores não retornam equivalentes, o que enfraquece a hipótese de loop articulado. Ainda assim, a doação de R$ 150 mil entre dois políticos de partidos distintos merece uma checagem contextual, mas os fatos apresentados não bastam para classificar como bizarro.
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 155.500,00
IA O ciclo envolve duas campanhas de 2018 em Mato Grosso do Sul, mas não há informação sobre coligação ou partido comum entre elas. A doação de R$ 15.500 de Miglioli para Reinaldo Azambuja e as despesas de R$ 140.000 no sentido inverso podem ser repasses normais entre aliados, mas o fluxo de retorno é quase 10 vezes maior que o de ida, o que impede uma conclusão automática. Sem dados sobre a natureza dos gastos e a relação política entre os candidatos, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 500,00
Despesa de campanha de R$ 14,700.00 descrita como "ADESIVO 30X09CM GOV. REINALDO 45" — 58x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 14.700 para adesivos é 58x a mediana da categoria, mas a descrição menciona apenas um item sem detalhar quantidade ou lote. É plausível que se trate de uma compra em grande volume (adesivos são itens baratos e usados em massa) ou erro de digitação, mas os fatos fornecidos não permitem confirmar nem descartar. Sem informação sobre a quantidade contratada ou o preço unitário, não há como classificar como bizarro ou plausível.
2018 · fornecedor: MAX ANTONIO DA SILVA
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 13.584,80
IA O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, a empresa é de contabilidade e consultoria, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores são modestos (R$ 13,5 mil no total). Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos distintos e o intervalo de seis anos entre as transações impede uma explicação rotineira imediata.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 300,00
Despesa de campanha de R$ 10,500.00 descrita como "NF8573 ADESIVO BOPP MED 30X9CM NELSINHO E REINALDO" — 41x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 10.500 para adesivos é 41x a mediana da categoria, mas a descrição cita medidas específicas (30x9cm) e um fornecedor tipográfico, o que é compatível com um lote grande de adesivos para campanha de senador em MS. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor absurdo para uma tiragem eleitoral. Sem detalhamento da quantidade de unidades, não dá para afirmar que o preço unitário é anômalo.
2018 · fornecedor: GERALDO DE ALMEIDA JUNIOR
highcomo candidato · disproportionate_expenseIA: plausívelR$ 500,00
Despesa de campanha de R$ 7,800.00 descrita como "IMPRESSÃO DE CARTA COM ENVELOPE" — 39x a mediana de R$ 199.90 pra "envelope" (3,757 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O item é 'IMPRESSÃO DE CARTA COM ENVELOPE', um serviço gráfico que naturalmente envolve lote de impressão e pode ter tiragem grande, o que explica um valor total de R$ 7.800. O fornecedor é uma gráfica (CENTRO GRAFICO RUY BARBOSA EIRELI), ramo compatível com o serviço contratado. A comparação com a mediana de 'envelope' (R$ 199,90) é enganosa porque mistura categorias diferentes — envelope avulso vs. impressão de carta com envelope. Não há indício de ciclo fechado, fornecedor fora do ramo ou valor absurdo para uma gráfica em campanha de senador.
2018 · fornecedor: SANDRA DO SOCORRO BEZERRA DE OLIVEIRA GUIMARÃES
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 942.880,46
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 942.880,46, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. O ponto que chama atenção é a despesa de R$ 800.000,00 de HUMBERTO REZENDE PEREIRA para ALESSANDRE VIEIRA em 2024/2026, enquanto a doação de volta na cadeia é de apenas R$ 2.824,21 em 2018 — uma diferença de ordem de grandeza que não se explica por mera coincidência de coligação. Além disso, HUMBERTO (Republicanos) e REINALDO (PL) são de partidos diferentes, e não há indicação de coligação comum em 2018. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as entidades.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 762.924,21
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 762,9 mil, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 750.000,00 (75 milhões de centavos) paga por EDUARDO CORREA RIEDEL a ALESSANDRE VIEIRA, valor cerca de 130 vezes maior que as demais transações da cadeia. Além disso, o loop conecta campanhas de partidos diferentes (PL e PP) e anos distintos (2018, 2022, 2026), sem que os fatos mostrem coligação ou vínculo comum que explique naturalmente o retorno do dinheiro à origem. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desse pagamento e a relação entre as partes.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 762.924,21
IA O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de tipos variados (doações e despesas) e valores díspares, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PP, PATRIOTA) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O ponto mais chamativo é a despesa de R$ 750.000,00 paga por EDUARDO CORREA RIEDEL a ALESSANDRE VIEIRA, uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 3.300,00). Além disso, o ciclo fecha de volta em REINALDO AZAMBUJA SILVA, que também aparece como doador de LUZIO DA SILVA RIBEIRO, sugerindo uma cadeia de recursos que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e o elo de maior valor é uma despesa de R$ 750.000,00 paga por Eduardo Riedel (PP) a Alessandre Vieira, que por sua vez doou a Reinaldo Azambuja (PL). Esse valor é cerca de 2,6 vezes o total das demais transações somadas e não há indicação de lote, contrato ou serviço que justifique a quantia. A mistura de partidos e a assimetria de valores dificultam explicar o loop como simples coincidência de coligação ou repasse partidário.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 761.924,21
IA O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades nomeadas são de partidos diferentes (PL e PP) e anos distintos (2018 e 2022/2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor pago por Eduardo Riedel a Alessandre Vieira (R$ 750.000,00) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 3.300,00), sem que os fatos indiquem lote ou serviço que justifique. Além disso, o ciclo fecha exatamente entre as mesmas quatro pessoas, com valores que retornam à origem, o que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 761.124,21
IA O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, PTB, PP) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por aliança partidária rotineira. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a maior transação (R$ 750.000,00 pagos por Eduardo Riedel a Alessandre Vieira) é cerca de 300 vezes maior que as demais, e o retorno ao ponto de partida (Reinaldo Azambuja) se dá por uma doação de apenas R$ 2.824,21, que não fecha o montante movimentado. Esses dois fatos — ausência de vínculo partidário claro e salto de ordem de grandeza — justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 759.924,21
IA O loop envolve duas campanhas de partidos diferentes (PL e PP) e valores com ordens de grandeza muito distintas: a despesa de R$ 750.000,00 de Eduardo Riedel para Alessandre Vieira é cerca de 265 vezes maior que a doação de R$ 2.824,21 de Alessandre Vieira a Reinaldo Azambuja. Além disso, o ciclo fecha entre pessoas físicas sem coligação/partido comum declarado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. O valor elevado pago a um doador que depois aparece doando a outro político merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 759.624,21
IA O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, PP) e uma delas, ALESSANDRE VIEIRA, não aparece como candidato na lista de entidades, mas recebe R$ 750.000,00 em despesas de Eduardo Riedel e doa R$ 2.824,21 a Reinaldo Azambuja. O valor de R$ 750.000,00 é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.824,21, R$ 5.800,00 e R$ 1.000,00), o que chama atenção. Além disso, o ciclo fecha entre pessoas sem partido/coligação comum declarada, o que dificulta uma explicação simples por aliança partidária.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 597.310,33
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PSDB, PP) em Mato Grosso do Sul, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são muito díspares. A maior transação (R$ 150 mil de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018) é uma doação entre políticos do mesmo estado, o que é comum. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem que torne o caso claramente bizarro — o loop pode ser coincidência de rede de aliados estaduais.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 597.310,33
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PSDB, PP) em Mato Grosso do Sul, o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 150 mil de Eduardo Riedel para Reinaldo Azambuja em 2018) pode ser doação entre aliados políticos, e as demais são de baixo valor ou despesas de campanha, não permitindo afirmar que há um padrão anômalo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 597.310,33
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, UNIÃO, PP) e inclui uma doação de R$ 150.000,00 de Eduardo Riedel (PP) para Reinaldo Azambuja (PL) em 2018, seguida de despesas de Reinaldo para Alessandre Vieira e deste para Ednei Miglioli, que por sua vez pagou despesa a Paulo Yadomi, que doou a Riedel em 2022. A presença de partidos distintos e a existência de um elo de R$ 150 mil sem explicação simples (mesma coligação ou conta partidária) justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 552.608,38
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de PL, mas o valor de R$ 400.419,38 pago por Bolsonaro à ESSENT é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 1.125 a R$ 140.000), sem lote ou justificativa aparente. Além disso, a ESSENT doa a Reinaldo Azambuja e depois recebe de volta da campanha de Bolsonaro, criando um retorno de recursos à mesma empresa que iniciou o fluxo. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 410.795,38
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, PSDB) e uma empresa de contabilidade, sem coligação comum declarada. A maior transação é uma despesa de R$ 400.419,38 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a ESSENT JUS CONTABILIDADE, que é a mesma empresa que doou para Reinaldo Azambuja (PL) em 2018, mas o valor é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.064,00 a R$ 6.000,00). Além disso, há um elo com uma pessoa física (Sandro César) que doou para Bolsonaro e recebeu despesa de Valdecy, sem clara conexão partidária. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 405.705,38
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: uma empresa de contabilidade (ESSENT) doa a Reinaldo Azambuja (PL-MS) em 2018, mas recebe R$ 400 mil de despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, valor de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia. Além disso, há elos com pessoas físicas (Ademar Alves Aquino) e um vereador do PP-MS (Antonio Carlos) sem vínculo partidário claro com os demais, e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes, dificultando explicar o loop como simples repasse de mesma coligação. O conjunto de fatos — ciclo fechado, salto de valor e elos partidários cruzados — justifica checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 404.784,38
IA O ciclo envolve quatro entidades e R$ 404 mil, mas as transações não formam um loop coerente: a ESSENT recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro em 2022, porém a doação que ela fez a Reinaldo Azambuja foi de apenas R$ 1.064 em 2018. Além disso, o elo intermediário é uma pessoa física (Jean Rommy de Oliveira) que recebeu R$ 3.300 da campanha de Azambuja em 2018 e doou R$ 1 a Bolsonaro em 2022, valores e anos incompatíveis com um fluxo circular real. A assimetria extrema de valores e a mistura de anos e tipos de transação dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou ressarcimento.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 404.488,38
IA O loop fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e duas campanhas de partidos diferentes (Reinaldo Azambuja, PL/MS, e Jair Bolsonaro, PL/BR), com valores muito díspares: a empresa doa R$ 1.064 a Azambuja em 2018, mas recebe R$ 400.419,38 da campanha de Bolsonaro em 2022, enquanto Azambuja paga R$ 3.000 a Maria Assunção Benites em 2026. O elo entre as entidades é frágil — não há coligação ou partido comum entre a empresa e os candidatos, e o salto de valor entre a doação de entrada e o pagamento de saída é de duas ordens de grandeza. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana.
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