
Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2023 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 13.865.951,00 | R$ 13.865.951,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 9.068.000,00 | R$ 8.690.000,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 2.890.735,00 | R$ 2.890.735,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.693.187,00 | R$ 2.693.187,00 |
| 2023 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 2.398.185,00 | R$ 2.398.185,00 |
| 2023 | MATO GROSSO (UF) | FOMENTO E FORTALECIMENTO DA ECONOMIA SOLIDARIA, ASSOCIATIVISMO E COOPERATIVISMO | R$ 712.074,00 | R$ 0,00 |
| 2023 | MATO GROSSO (UF) | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 300.000,00 | R$ 0,00 |
| 2023 | MATO GROSSO (UF) | PROMOCAO E DESENVOLVIMENTO DO PARADESPORTO NACIONAL | R$ 100.000,00 | R$ 100.000,00 |
| 2023 | DISTRITO FEDERAL (UF) | FOMENTO AS ACOES DE GRADUACAO, POS-GRADUACAO, ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO | R$ 50.000,00 | R$ 0,00 |
| 2022 | MÚLTIPLO | TRANSFERENCIAS ESPECIAIS | R$ 6.832.000,00 | R$ 3.366.000,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PT/MT): uma candidata a deputada federal, um vereador e o diretório regional. O valor dominante é a doação de R$ 138.500 do diretório estadual para a campanha de Rosa Neide em 2018, enquanto as outras duas transações somam apenas R$ 4.301 e ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022). Isso é compatível com repasses partidários usuais e despesas de campanha de baixo valor, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas: Dejany Cristina Pereira doou R$ 3.000 à campanha de Rosa Neide (PT-MT) em 2022, e a campanha pagou R$ 25.000 a Dejany em 2018 e 2022. Não há informação sobre o partido de Dejany nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um caso de prestador de serviço que também doou (padrão comum) ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e a diferença de ordens de grandeza (doação menor que o pagamento) é compatível com remuneração por serviços. Sem mais dados, não há fato concreto que justifique priorizar o caso nem que o explique plenamente.
IA O ciclo envolve dois candidatos do PT de MT e uma empresa de contabilidade. A empresa doou valores pequenos ao vereador em 2020; ele doou R$ 2.070 à deputada em 2022; e a deputada pagou R$ 21.000 à mesma empresa por serviços contábeis em 2022. O valor pago pela deputada é compatível com serviços de contabilidade de campanha, e a empresa já prestava serviços ao partido/candidatos, o que explica a relação. Não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecendo os doadores originais, pois a empresa recebeu de volta um valor maior do que doou, mas como pagamento por serviço prestado.
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos opostos (PT e PL) e inclui uma empresa de contabilidade que recebeu R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro em 2022, enquanto o elo de volta passa por doações de filiados do PT. A diferença de magnitude entre as transações (R$ 400 mil vs. R$ 2,7 mil) e a presença de um intermediário sem partido declarado (Luciano da Silva) dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. O conjunto merece checagem humana para entender a real conexão entre as partes.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas todas ligadas ao PT (candidatos, diretório regional e uma empresa de arrecadação), o que é compatível com movimentações internas de campanha. Os valores são modestos (R$ 276 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a menção a 'Vakinha' como plataforma de arrecadação e depois como fornecedora gera uma ambiguidade que merece verificação humana.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório regional do PT/MT, com valores modestos (R$ 157 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados do mesmo grupo político. A maior transação é uma doação do diretório estadual à candidata Rosa Neide em 2018, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PT de Mato Grosso, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 154,9 mil no total) distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), não um ciclo curto e fechado. As transações são compatíveis com repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório regional do PT/MT, com valores modestos e distribuídos ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço. O próprio resumo reconhece que pode ser coincidência entre campanhas da mesma coligação.
IA Todas as entidades são do PT de Mato Grosso, e o ciclo envolve doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, além de repasses da direção estadual. Os valores são modestos (R$ 148,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários e ressarcimentos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores discrepantes.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT do Mato Grosso (diretório estadual, deputado estadual, deputado federal e vereador), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 1.385 a R$ 3.500 por transação) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal ou montante atípico. A presença de um intermediário (MARIO CESAR BOTELHO RONDON) que não é filiado ao PT não chega a tornar o loop inexplicável, pois pode ser um fornecedor ou prestador de serviço. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores de ordem de grandeza superior ao restante.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PT de Mato Grosso, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 2.000 a R$ 138.500) em transações de anos diferentes (2018 a 2024). O elo mais expressivo é a doação da Direção Estadual do PT para Rosa Neide (R$ 138.500), padrão comum de repasse partidário a candidatos. As demais setas são despesas de campanha de pequeno porte entre aliados do mesmo partido, compatíveis com ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores/prestadores de serviços da mesma coligação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório regional do PT/MT, o que é compatível com repasses internos partidários e ressarcimentos entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor estranho ao ramo ou preço fora de mercado. Não há fato concreto que justifique priorização manual neste momento.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações não formam um loop fechado claro: a Vakinha doa a José Bispo, José Bispo paga despesa a Valdir Barranco, a campanha de Valdir doa a Rosa Neide, e Rosa Neide paga despesa à Vakinha. Os valores são muito díspares (R$ 3.570, R$ 550, R$ 123.750 e R$ 71,40), e as entidades têm partidos diferentes (PR e PT), sem coligação explícita. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é um padrão rotineiro óbvio.
IA O ciclo envolve apenas entidades do PT no Mato Grosso (diretório regional, deputado estadual, deputado federal e vereador), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 114.740) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal ou valor desproporcional que indique algo fora do padrão. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por devolução de sobra, ressarcimento ou circulação de recursos entre aliados da mesma coligação.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório regional do PT/MT, o que é compatível com repasses internos e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 100.673 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas também não se pode descartar completamente a necessidade de checagem.
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSD e PT), sem coligação comum aparente. A ESSENT doa para Renivaldo (PSD), que doa para Emanuel (PSD), que paga despesa a Zoroastro, que doa para Rosa (PT), que paga despesa de volta à ESSENT — um loop de R$ 66 mil com idas e voltas entre partidos adversários. A coincidência de a empresa de contabilidade receber de volta recursos de uma campanha que está no ciclo, após ter doado a outra campanha do mesmo ciclo, é um fato concreto que merece checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PT de MT (Enelinda, Ludio e Rosa Neide), o que permite explicar parte das transações como movimentação dentro do mesmo grupo político. As duas entidades sem partido informado (Regilene e Cristino) recebem/doam valores que, embora relevantes, não são de ordem de grandeza absurda frente ao total. Não há um fato único e nomeável que destoe claramente (fornecedor de ramo estranho, valor muito acima do resto, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PT do Mato Grosso, e o ciclo envolve majoritariamente repasses do diretório estadual para candidatos do próprio partido, além de despesas de campanha entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 63,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com movimentação rotineira de campanhas do mesmo campo político. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PT de Mato Grosso, e o ciclo envolve o diretório estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido, além de pequenas despesas e doações entre filiados. Os valores são modestos (R$ 63,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com movimentação partidária rotineira. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PT de MT (Enelinda, Ludio e Rosa Neide), o que permite explicar a circulação como doações e despesas entre aliados da mesma coligação. As duas entidades sem partido informado (Raimundo Nonato e Cristino Batista) aparecem como doadores e fornecedores, mas os valores são modestos (R$ 7.500 e R$ 1.000) e não há indício de que sejam empresas ou fantoches. O total de R$ 62.700 é baixo e as transações se distribuem por vários anos, sem um ciclo curto e fechado que configure um padrão atípico. Não há fato concreto que justifique priorização manual neste momento.
IA O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório regional do PT/MT, com valores baixos (R$ 61,8 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando milhões e recebendo de volta.
IA Todas as entidades identificadas pertencem ao PT de Mato Grosso (diretório regional, deputado estadual, deputado federal e vereador), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), com valores modestos. O fluxo inclui doações do diretório estadual a candidatos e despesas de campanha a fornecedores, padrão comum em contas partidárias. O ciclo fechado pode ser coincidência de movimentações entre aliados do mesmo partido, sem indício de irregularidade.
IA O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT no Mato Grosso, com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo. O fechamento do loop parece resultado de coincidências entre campanhas aliadas, não de um esquema circular suspeito.
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT) e campanhas de partidos diferentes (PSD e PT), sem coligação comum evidente. O valor pago por Emanuel (PSD) à ESSENT (R$ 52.200) é cerca de 19 vezes maior que a doação inicial da ESSENT a Klebis (R$ 270), e o elo intermediário 'JUAREZ FRANCA VENTURA DA ROCHA' aparece como doador e fornecedor sem cargo/partido declarado. Isso não prova irregularidade, mas a assimetria de valores e a mistura de siglas justificam checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PT de MT (Enelinda, Ludio e Rosa Neide), o que permite explicar boa parte das movimentações como repasses internos de campanha ou doações entre aliados do mesmo partido. As duas entidades sem partido informado (Lucineide e Cristino) aparecem apenas como elos intermediários, e os valores são modestos (R$ 200 a R$ 50.000), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PT de MT, o que é compatível com movimentação interna de campanha/coligação. As transações são de anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026) e valores baixos (R$ 200 a R$ 50.000), sem um elo claramente anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas entre correligionários.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 200 a R$ 50.000). As entidades nomeadas são todas do PT de MT, o que permite explicar a circulação como articulação interna partidária, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valores, ramos ou ciclo fechado no mesmo ano) que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas pessoas físicas do PT de MT, com valores modestos (R$ 55.660 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2026), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha pagas a fornecedores/prestadores recorrentes. A maior transação (R$ 50.000 de Lúdio a Cristino, em 4 parcelas ao longo de 4 anos) parece pagamento por serviços, não um repasse circular atípico. Não há empresa, valor de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização manual.
IA O ciclo envolve apenas pessoas do PT de MT, com valores baixos (R$ 540,80 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2026. As maiores quantias são despesas de campanha de Lúdio Frank para Cristino Batista (R$ 50 mil em 4 pagamentos), o que pode ser prestação de serviços ou repasse interno. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa fantasma; o padrão é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido.
IA O ciclo envolve uma empresa de contabilidade (ESSENT) que doa para um candidato e, em outro momento, recebe um pagamento de despesa de campanha de outra candidata do mesmo partido (PT), fechando um loop com valores desproporcionais: R$ 2.100.000,00 pagos pela campanha de Rosa Neide à ESSENT, enquanto as demais transações do ciclo somam apenas cerca de R$ 24 mil. Além disso, há um candidato (Alan Moura de Oliveira) que aparece apenas como intermediário, recebendo doação de Rosa Neide e pagando despesa a Henrique Lopes, sem partido/cargo informado. A concentração do fluxo em uma empresa de contabilidade que simultaneamente doa e recebe da mesma rede partidária, com um valor 87 vezes maior que o restante, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
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