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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: bizarroR$ 39.081,30
IA O ciclo fecha entre uma empresa de contabilidade (ESSENT), um candidato do PSD e um candidato do PSDB, partidos diferentes, sem coligação comum indicada. A empresa doa R$ 100 a Lucas Redecker e recebe R$ 28.981,30 da campanha de Eduardo Leite, enquanto Lucas doa R$ 10.000 a Eduardo — valores e direções que não se explicam por mera coincidência de coligação. O retorno financeiro à empresa de contabilidade, muito superior à sua própria doação, é um fato concreto que merece checagem humana.
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 30.200,00
IA O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD e PSDB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 5,2 mil) e as transações estão espalhadas no tempo, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível descartar coincidência.
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 30.000,00
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas: Mauri Nunes da Silva doou R$ 10.000 a Lucas Bello Redecker (2018 e 2022) e recebeu R$ 20.000 como despesa da campanha de Lucas em 2022. Não há informação sobre partido ou cargo de Mauri, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um doador sendo ressarcido. O valor é modesto e o padrão 'doador que também é fornecedor' é comum em campanhas, mas a ausência de detalhes não permite descartar nem confirmar estranheza.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 606,00
Despesa de campanha de R$ 26,526.50 descrita como "ADESIVOS" — 105x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 26.526,50 para 'ADESIVOS' é 105x a mediana da categoria, mas a descrição genérica não permite saber se é um lote grande de material ou erro de digitação. O fornecedor ECCHER E ECCHER LTDA tem CNPJ ativo e o candidato tem histórico de campanhas, sem indício de vínculo partidário incomum. Não há fato concreto que aponte para algo além de uma compra em volume ou erro de registro.
2022 · fornecedor: SIMONE GUIMARÃES
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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: plausívelR$ 13.000,00
IA O ciclo envolve apenas R$ 13.000 e três pessoas, com valores pequenos e compatíveis com transações rotineiras de campanha. As doações de Lucas Bello Redecker (PSD) a Eduardo Leite (PSDB) em 2018 podem ser apoio entre candidatos de campos aliados no RS, e a despesa de Eduardo Leite com Luana Daniela Winter Weirich, que depois doou a Lucas, é compatível com prestação de serviços de campanha. Não há valores de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA O ciclo envolve apenas duas pessoas: José Moacir da Silva Cardoso doou R$ 1.500 a Lucas Bello Redecker em 2018, e em 2022 a campanha de Redecker pagou R$ 10.000 a José Moacir como despesa. Não há informação sobre partido ou cargo de José Moacir, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo partidário ou relação comercial legítima. O valor é baixo e as transações ocorreram em anos distintos, mas a inversão de direção do fluxo (doação seguida de pagamento) merece uma checagem simples.
grafo completohighcomo candidato · disproportionate_expenseIA: inconclusivoR$ 149,97
Despesa de campanha de R$ 7,950.00 descrita como "ADESIVOS BOPP 350X120MM LUCAS" — 31x a mediana de R$ 253.50 pra "adesivo" (442,863 despesas nessa categoria no histórico). Pode ser lote com itens não detalhados na descrição, compra em grande volume, ou erro de digitação no valor; não é, por si só, indício de irregularidade.
IA O valor de R$ 7.950 para adesivos é 31x a mediana da categoria, mas a descrição menciona 'BOPP 350X120MM' e o nome do candidato, sugerindo um lote personalizado de adesivos de grande formato, o que pode justificar um custo unitário mais alto. O fornecedor é uma gráfica, ramo compatível com o serviço, e o candidato tem histórico de campanhas. Sem detalhamento de quantidade ou especificação do material, não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
2018 · fornecedor: AUTO POSTO MORITA LTDA
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: plausívelR$ 4.149.177,48
IA O ciclo envolve a Direção Nacional do PSDB repassando recursos a Lucas Redecker (PSD) e a Geraldo Alckmin (PSB), com uma pequena despesa de Redecker à AIXMOBIL e uma doação da AIXMOBIL a Alckmin. Os valores são muito assimétricos: as maiores transações são repasses partidários a candidatos de outros partidos em anos eleitorais, o que é comum em coligações proporcionais e majoritárias. A ligação AIXMOBIL–Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, valor irrelevante perto do total, e a despesa de Redecker à AIXMOBIL é de R$ 58,95, compatível com reembolso ou serviço pequeno. Não há um fato concreto que fuja do padrão de repasses partidários e pequenas despesas de campanha.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: bizarroR$ 4.129.542,33
IA O ciclo fecha entre quatro entidades sem partido/coligação em comum declarada entre o deputado do PSD e o presidente do PL, e o volume é altamente assimétrico: a AIXMOBIL doou R$ 3,7 milhões a Bolsonaro, enquanto o elo de volta (Bolsonaro -> ESSENT) é de R$ 400 mil e o elo Lucas Redecker -> AIXMOBIL é de apenas R$ 5,9 mil. A ESSENT aparece como origem de doação ao deputado e como destino de despesa da campanha presidencial, o que fecha o loop, mas o salto de ordem de grandeza entre as pontas justifica checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um encadeamento que merece conferência.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 2.156.427,48
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PSB) e uma empresa privada, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A maior parte do volume (R$ 2,121,323.53) é uma despesa de Alckmin Filho para a Direção Nacional, que não se conecta diretamente às demais pontas do ciclo. Não há um fato único e concreto que force uma explicação implausível, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas.
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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 2.053.339,95
IA O ciclo envolve valores de ordens de magnitude muito diferentes: R$ 1.002.250 e R$ 1.023.750 do PSD para Lucas Redecker, R$ 7.281 da AIXMOBIL para Marcus Pestana, R$ 58,95 de Lucas Redecker para AIXMOBIL e R$ 20.000 de Marcus Pestana para a direção nacional. As transações menores (R$ 58,95 e R$ 7.281) não têm relação de escala com as doações partidárias milionárias, e a ligação entre Lucas Redecker (PSD-RS) e Marcus Pestana (PSDB-MG) não é explicada por coligação ou partido comum nos dados. Ainda assim, os valores pequenos podem ser ressarcimentos ou despesas operacionais rotineiras, e o sinal não apresenta um fato isolado que destoe de forma clara.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 411.529,38
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 400 mil da campanha de Bolsonaro à ESSENT JUS, enquanto as demais são doações de R$ 10 a R$ 1.000, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados. Não há um fato concreto e específico que caracterize ciclo fechado suspeito entre os mesmos atores em curto período.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 410.220,38
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações são de naturezas e valores muito díspares: doações pequenas (R$ 100, R$ 300) e despesas de campanha de R$ 9.400 e R$ 400.419,38 pagas a uma empresa de contabilidade, serviço comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valores idênticos de ida e volta ou fornecedor sem relação com o serviço.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 400.960,55
IA O ciclo envolve entidades sem partido/coligação em comum (PSD, PL, PDT) e uma empresa de contabilidade que aparece nos dois extremos da cadeia. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à ESSENT (R$ 400.419,38) é cerca de 4.000 vezes maior que as demais transações do loop, o que dificulta explicar o retorno como mera coincidência ou ressarcimento proporcional. A diferença de escala e a mistura de anos (2018 e 2022) justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 257.538,05
IA O ciclo envolve entidades de naturezas distintas (empresas de contabilidade, tecnologia e candidatos de partidos diferentes) e valores que variam de R$ 100 a R$ 144 mil, sem uma justificativa óbvia de mesma coligação ou repasse partidário. A presença de uma empresa de contabilidade (ESSENT) recebendo despesa de campanha e depois doando para um candidato, e de uma empresa de tecnologia (ADSTREAM) doando para outro candidato enquanto recebe despesas de um terceiro, sugere um possível fluxo circular que merece verificação humana. Não há prova de irregularidade, mas a combinação de entidades sem vínculo partidário claro e a sequência fechada de transações justifica uma checagem mais detalhada.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 196.462,21
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PSD, PSDB, PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1,1 mil à campanha de Lucas Redecker. O elo de volta é uma despesa de campanha paga a uma empresa que também aparece como doadora na cadeia, o que não é o padrão usual de doação entre aliados. A diferença de magnitude (R$ 184 mil saindo vs. R$ 1,1 mil voltando) e a mistura de anos e cargos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 195.153,21
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, compatível com despesa de campanha, e a doação de R$ 1,00 de José Paulo Ferreira a Bolsonaro é irrelevante. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentações eleitorais, mas a cadeia fechada merece verificação humana por precaução.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 193.994,66
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSD, PL, DC; 2018-2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMobil, enquanto as demais transações são de baixo valor (R$ 1 a R$ 8,5 mil), sugerindo que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de dados de anos diferentes. Não há um fato único e concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.970,66
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PSD) e sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por trânsito partidário rotineiro. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, empresa que depois doou R$ 1.100 a Lucas Bello Redecker (PSD), enquanto a ESSENT aparece doando a Walkiria (NOVO) e recebendo despesa de Lucas. O elo de retorno à ESSENT é de apenas R$ 48,45, valor irrisório perto do restante, mas o conjunto forma um loop fechado que merece checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.470,66
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos, mas o que chama atenção é a magnitude: a campanha de Jair Bolsonaro (PL) pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL, que por sua vez doou apenas R$ 1.100,00 a Lucas Bello Redecker (PSD), e este pagou R$ 48,45 à ESSENT JUS, que doou R$ 2.948,00 a Iraci Marcelino Vieira Neto (PMB), que doou R$ 22,00 a Bolsonaro. A diferença de ordens de grandeza entre o valor que sai da campanha presidencial e os valores que retornam pela cadeia, somada à ausência de vínculo partidário/coligação evidente entre os envolvidos, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 188.030,66
IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, a transação dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que é a mesma empresa que doou R$ 1.100 a Lucas Bello Redecker, criando um elo indireto entre uma grande despesa e uma pequena doação. O valor total do loop (R$ 188 mil) é quase todo composto por essa despesa, enquanto as demais transações são de baixa monta, sugerindo que a cadeia pode ser apenas um artefato de coincidências, mas a presença de uma empresa fornecedora de campanha também como doadora de outro político merece checagem.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 187.621,66
IA O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação comum evidente: uma empresa de contabilidade doa a um candidato do PATRIOTA, que doa valor simbólico a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184 mil à AIXMOBIL, que doa a um candidato do PSD, que paga despesa à mesma contabilidade. O elo dominante é o pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que aparece como doadora de outro candidato, criando um retorno de recursos à cadeia. A diferença de ordem de grandeza entre esse pagamento e as demais transações (centavos a milhares) e a ausência de vínculo partidário claro entre os atores justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 187.501,66
IA O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (MDB, PL, PSD) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por trânsito interno de recursos partidários. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.100 a Lucas Bello Redecker (PSD), enquanto as demais transações são de valores muito menores (R$ 2.000, R$ 100, R$ 48,45). Essa assimetria de ordens de grandeza e o fechamento do loop entre pessoas/empresas sem vínculo partidário claro justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 187.180,66
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes (PDT, PL, PSD; 2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 184.352,21 de Bolsonaro à AIXMOBIL) domina o total, enquanto as demais somam poucos milhares, e não há indicação de que o dinheiro retorne de fato à origem. Sem saber a natureza dos serviços da AIXMOBIL/ESSENT e sem conexão partidária clara, não há um fato único que force a checagem nem que a descarte.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 187.050,66
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), sem coligação comum aparente que explique a cadeia. O elo dominante é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, valor duas ordens de grandeza acima das demais transações do loop, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 1.100 a Lucas Redecker no mesmo ano. A ESSENT aparece doando a um vereador do MDB em 2020 e recebendo despesa de um candidato do PSD em 2018, sem vínculo partidário claro entre as pontas. Esses fatos não provam irregularidade, mas justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 186.715,66
IA O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSL/MG 2020, PL/BR 2018-2022, PSD/RS 2018) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O elo dominante é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.100 a Lucas Redecker, cuja campanha paga R$ 48,45 à Essent — valores de ordens de grandeza muito diferentes entre si. A cadeia fecha o loop, mas a assimetria de valores e a ausência de relação partidária clara entre os elos justificam checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 185.901,66
IA O loop envolve entidades de partidos e anos distintos (PDT/BA 2020, PSD/RS 2018, PL/BR 2018-2022) sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doa R$ 1.100 a Lucas Bello Redecker, enquanto a ESSENT aparece doando R$ 400 a um vereador da BA e recebendo R$ 48,45 de Lucas. O ciclo fechado entre pessoas e empresas sem relação partidária clara e a disparidade de valores justificam uma checagem humana.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 185.750,66
IA O ciclo fecha entre cinco entidades de partidos e anos diferentes (PRTB, PSD, PL), sem coligação comum evidente, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor central é altamente assimétrico: R$ 184.352,21 pagos por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto todas as demais transações do loop somam menos de R$ 1.400. Além disso, a ESSENT aparece como doadora e recebedora de despesas de campanha, e a AIXMOBIL doa a um candidato do PSD e recebe despesa da campanha presidencial do PL, sem relação partidária clara que justifique o ciclo.
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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 185.750,66
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSD-RS, PP-MS, PL-BR) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por coligação ou repasse partidário comum. Porém, os valores são muito díspares (R$ 50 a R$ 184 mil) e as transações parecem fragmentos de relações comerciais e doações isoladas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único e concreto que caracterize ciclo fechado suspeito, mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas.
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