Emendas ao orçamento federal autoradas por esta pessoa (Portal da Transparência) — o autor é identificado só por nome, não por CPF, então é um cruzamento provável, não uma identidade confirmada.
| ano | localidade | ação | empenhado | pago |
|---|---|---|---|---|
| 2020 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 3.450.000,00 | R$ 3.450.000,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | INCREMENTO TEMPORARIO AO CUSTEIO DOS SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE PARA CUMPRIMENTO DE METAS | R$ 2.650.000,00 | R$ 2.650.000,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | IMPLANTACAO E MODERNIZACAO DE INFRAESTRUTURA PARA ESPORTE EDUCACIONAL, RECREATIVO E DE LAZER | R$ 1.300.000,00 | R$ 4.200,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | APOIO A INFRAESTRUTURA PARA A EDUCACAO BASICA | R$ 1.089.247,29 | R$ 0,00 |
| 2020 | MINAS GERAIS (UF) | FOMENTO AS ACOES DE GRADUACAO, POS-GRADUACAO, ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO | R$ 905.945,35 | R$ 467.446,81 |
| 2020 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE | R$ 886.593,00 | R$ 0,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DA REDE DE SERVICOS E FORTALECIMENTO DA GESTAO DO SISTEMA UNICO DE ASSISTENCIA SOCIAL (SUAS) | R$ 628.000,00 | R$ 4.200,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE | R$ 581.885,00 | R$ 1.376,00 |
| 2020 | MÚLTIPLO | APOIO A POLITICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO VOLTADO A IMPLANTACAO E QUALIFICACAO VIARIA | R$ 550.000,00 | R$ 0,00 |
| 2020 | MINAS GERAIS (UF) | REESTRUTURACAO E MODERNIZACAO DAS INSTITUICOES DA REDE FEDERAL DE EDUCACAO PROFISSIONAL, CIENTIFICA E TECNOLOGICA | R$ 450.000,00 | R$ 0,00 |
Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: MIRELLY VASCONCELOS CARDOSO doa R$ 4.700 à campanha de MARIA MARGARIDA MARTINS SALOMAO e, na sequência, a campanha paga R$ 100.000 à mesma MIRELLY como despesa. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo profissional que explique o pagamento, e o valor da despesa é cerca de 21 vezes maior que a doação recebida. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 125.154,99) é uma doação de uma empresa a um candidato do PT em 2026, enquanto as demais somam pouco mais de R$ 3 mil. As conexões entre os elos são frágeis: a empresa VAKINHA doa a uma candidata em 2018, que paga despesa a uma vereadora, que em 2024 paga à ELEGIS, que em 2026 doa a um deputado, que em 2018 pagou despesa à VAQUINHA.COM (nome similar, mas CNPJ distinto). Não há um fluxo circular claro e contemporâneo, e a maioria dos valores é baixa, mas a coincidência de nomes e a participação de empresas de tecnologia/plataforma de arrecadação merecem uma olhada humana para descartar ou confirmar relação.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2024, 2026) e valores muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões entre os atores são indiretas e podem ser explicadas por relações comerciais rotineiras (plataforma de arrecadação, consultoria eleitoral) ou por coincidências entre campanhas de partidos distintos. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como um retorno quase idêntico em curto prazo ou um fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 112.110,00, mas as transações listadas não fecham um loop claro entre as mesmas pessoas: há saltos entre nomes diferentes (MIRELLY, ERINA) sem partido/coligação informados, e a maior transação (R$ 100.000 de Maria Margarida para Mirelly em 2024) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno. O elo de volta a Maria Margarida é uma doação de Roberto Cupolillo em 2020, dois anos antes, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e curto. A mistura de anos (2020, 2022, 2024) e a presença de intermediários sem vínculo partidário declarado dificultam a explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário.
IA O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 87,7 mil no total) e transações em anos distintos (2018 e 2020). A VAKINHA é uma plataforma de arrecadação usada por campanhas, e o retorno de R$ 102,78 a ela é compatível com taxas ou estornos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT em MG, o que torna plausível que sejam doações e despesas dentro do mesmo grupo político/coligação. Os valores são modestos (R$ 63,7 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A empresa GOIA SERVIÇOS DIGITAIS doa para uma candidata e recebe de volta um valor irrisório (R$ 26,38) de outra, o que não configura retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar com segurança que é apenas rotina partidária.
IA O ciclo envolve cinco entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária, repasses internos ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. Os valores são relativamente baixos (R$ 63,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno financeiro imediato. A empresa ELEGIS aparece como doadora e também recebedora de pequena despesa, mas seu ramo de consultoria/tecnologia é compatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 63 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e não formam um loop curto e fechado no mesmo pleito. Quatro das cinco entidades são do PT em MG, o que dá uma explicação plausível de rede partidária/coligação, mas a ELEGIS (empresa) aparece doando R$ 29 mil a uma vereadora e recebendo R$ 227 de um deputado do PSD, sem relação óbvia com o grupo. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha, mas a presença da empresa no meio da cadeia merece uma olhada humana.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PSOL-ES, PT-MG) e anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são pequenos e as transações são de naturezas variadas (doação, despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de elos partidários distintos e a defasagem temporal impede uma explicação rotineira imediata.
IA Todas as entidades identificadas são do PT de MG, o que torna plausível que o ciclo reflita doações e despesas entre aliados do mesmo partido em eleições diferentes (2020, 2022, 2024, 2026). Os valores são modestos (R$ 39,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
IA O ciclo envolve quatro pessoas, três delas identificadas como filiadas ao PT em MG, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 39 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), sem um padrão de ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício claro de empresa fachada, fornecedor fora do ramo ou valor muito acima do mercado que justifique priorização imediata.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32,6 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e os valores são pequenos e heterogêneos. Três dos cinco nós são filiados ao PT, o que poderia explicar conexões partidárias, mas as empresas VAKINHA e ELEGIS não têm vínculo partidário declarado. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano) nem uma explicação simples e completa.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 26,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2024, 2026) e os valores são modestos. Três das pessoas são filiadas ao PT em MG, o que pode indicar uma rede partidária comum, mas a empresa ELEGIS aparece como doadora e também recebedora de despesa, sem que se saiba seu ramo de atuação. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve valores pequenos (R$ 24,4 mil no total) e entidades majoritariamente do PT em MG, o que é compatível com doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor comum de campanha. A empresa ELEGIS aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para um candidato, padrão que pode ocorrer legitimamente, mas o elo 'MARIA MARGARIDA -> MAURILIO BENETELLI JUNIOR' (R$ 10 mil) não tem partido/cargo informado e quebra a cadeia de forma pouco clara. Não há valor de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor com ramo incompatível que force uma checagem prioritária.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 24 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As conexões entre as pessoas não indicam um grupo político comum claro: Maria Margarida (PT-MG) e Ana Cristina (PT-MG) compartilham partido, mas Thaynara é do PSB-DF e as empresas não têm vínculo partidário evidente. O loop pode ser coincidência de mercado (uso de plataforma de arrecadação e consultoria), sem um fato concreto que destoe e justifique priorização humana.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PT-MG, PSB-DF, PSD-MG) e uma empresa de arrecadação online (Vakinha), mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Vakinha aparece como plataforma de doação e também como destino de despesas, o que é compatível com seu ramo de atividade. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre aliados), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são filiadas ao PT em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação interna do partido (doações entre aliados, repasses de campanha a campanha). A empresa GOIA SERVIÇOS DIGITAIS aparece como doadora de um vereador e depois recebe um valor pequeno (R$ 26,38) de outra campanha, mas o montante é irrisório e pode ser um pagamento residual por serviços digitais. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo partido, nem valores de ordem de grandeza anômala.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos distintos (PP-DF, PT-MG), com valores que variam de R$ 102,78 a R$ 10.952,00. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos diferentes e a sequência de doações e despesas entre eles merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT em MG, o que torna plausível que se trate de movimentação dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 20,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa ELEGIS aparece como fornecedora de serviços de campanha, ramo compatível com despesas eleitorais, e não há indício de valores fora de escala ou de fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,3 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2024 e 2026) e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Três das pessoas são filiadas ao PT em MG, o que oferece uma explicação simples de rede partidária comum, e a empresa ELEGIS aparece tanto recebendo despesa quanto doando, padrão que pode ocorrer com fornecedores de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto e fechado) que justifique priorizar checagem humana.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20.129,99, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2024, 2026) e os valores são pequenos. As entidades com partido identificado são todas do PT em MG, o que pode explicar conexões legítimas dentro do mesmo campo político. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19,8 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e em estados diferentes (DF e MG), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT em MG, PC do B no DF) e valores baixos, compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT e PL) e anos distintos (2018 a 2026), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é uma doação de R$ 10.952,00 da ELEGIS para Roberto Cupolillo em 2026, valor uma ordem de grandeza acima das demais movimentações do loop. A VAKINHA, empresa de arrecadação, aparece tanto doando quanto recebendo de volta, fechando o ciclo, o que dificulta uma explicação simples de ressarcimento ou coincidência.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 3,9 mil a R$ 5,8 mil). Três das entidades nomeadas são do PT de MG, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas há dois intermediários sem partido informado (William/Willian e Anna Luiza) que não permitem confirmar se o loop é apenas coincidência entre aliados ou algo que mereça checagem. Não há um fato agudo — como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível — que force um alerta, nem elementos suficientes para descartar.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e nem todas as setas do resumo aparecem com valores claros. As entidades nomeadas são todas do PT em MG, o que permite explicar como movimentação entre aliados do mesmo partido, mas a presença de pessoas sem partido/cargo identificado e a diferença de anos dificultam uma conclusão firme. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.690,00, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e todas as entidades identificadas são do PT de MG, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do mercado. O caso merece apenas registro, sem prioridade alta para checagem manual.
IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (NOVO e PT) e anos distintos (2018 a 2026), com valores pequenos e desproporcionais entre si. As transações parecem fragmentos de movimentações normais de campanha (doações de empresa, despesas com consultoria), sem um elo claro que feche um circuito fechado e imediato. Não há um fato único que destoe e justifique priorização, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 17,6 mil no total). As entidades identificadas são todas do PT em MG, o que torna plausível que sejam aliados políticos da mesma coligação, mas a cadeia inclui pessoas sem partido/cargo informado, dificultando a verificação. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e direta para o fechamento do ciclo.
IA O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 têm partido identificado (todas PT/MG), e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 3,9 mil a R$ 6 mil) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes (PSOL/SC, PT/MG), sem coligação ou partido comum evidente, o que dificulta uma explicação simples. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), sugerindo possível coincidência ou encadeamento indireto. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
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