Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT/PV em MG), com repasses da direção estadual do PT a um vereador e uma doação entre candidatos de partidos aliados, padrão comum em coligações. O valor total é baixo (R$ 82,4 mil) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O único ponto que foge ao script é a doação de R$ 20 mil de Luís Gustavo (PV) para Rogério (PT) em 2022, mas isso é compatível com aliança eleitoral. Não há fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
IA O ciclo envolve apenas agentes do PT em MG (direção estadual, vereador e deputado federal do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 63,9 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018–2024), sem concentração temporal suspeita. O retorno de R$ 2.000 de Paulo Marinho a Claudio Teixeira em 2022 parece um ressarcimento ou devolução, compatível com a movimentação entre aliados.
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