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Dados públicos do TSE, Portal da Transparência e Receita Federal, atualizados todo dia.

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RENATO SANTANA DA SILVA

DEPUTADO DISTRITAL · PP/DF · 2022
CPF 602.093.991-04título eleitoral 010295652089
recebido em doações (todas as eleições)
R$ 1.796.684,44
147 doações
despesas contratadas
R$ 1.048.692,20
563 despesas
pago até agora
R$ 1.167.612,10
regime de caixa
candidaturas por eleição
2022SUPLENTE
DEPUTADO DISTRITAL
PP · DF · 1º turno
47.552.804/0001-67
2018SUPLENTE
DEPUTADO FEDERAL
PSD · DF · 1º turno
31.221.535/0001-16
2014ELEITO
VICE-GOVERNADOR
PSD · DF · 2º turno
20142º TURNO
VICE-GOVERNADOR
PSD · DF · 1º turno
bens declarados
patrimônio declarado por eleição
rede de doação
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sinais de alerta
redes sociais declaradas
sinais de alerta
35 sinais · mostrando os 30 maiores

Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.

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highno ciclo · circular_donations · 3 nósIA: inconclusivoR$ 994.129,44

IA O ciclo envolve três campanhas de 2018 no DF, mas os partidos são distintos (PP, Solidariedade e a campanha de Rogério Schumann Rosso, sem partido informado), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 73,8 mil, R$ 786,6 mil e R$ 133,6 mil), sem um elo claramente desproporcional que salte aos olhos. Não há informação sobre a natureza dos pagamentos (serviços, cessão de espaço, etc.) que permita dizer se é um fluxo rotineiro ou algo a checar. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 143.969,44

IA O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: Rogério Schumann Rosso (candidato a governador) doou R$ 10.311,69 a Renato Santana da Silva (deputado distrital do PP/DF), e Renato pagou R$ 133.657,75 de despesas à campanha de Rosso no mesmo ano de 2018. A diferença de ordem de grandeza (a despesa é ~13x a doação) e o fato de o dinheiro retornar à mesma cadeia em um único ano eleitoral chamam atenção, embora ambos possam estar na mesma coligação — o que não é informado nos fatos. Não há prova de irregularidade, mas o padrão merece checagem humana.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00

IA O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas de partidos diferentes (PP e PSD) na mesma eleição de 2018, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a troca. Além disso, o valor que sai de Renato (R$ 10.000,00 como despesa) é cinco vezes maior que o que entra (R$ 2.000,00 como doação), o que foge do padrão de simples ressarcimento ou devolução de sobra. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.

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highno ciclo · circular_donations · 2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00

IA O ciclo envolve dois candidatos a deputado distrital no DF em 2018, mas de partidos diferentes (PP e PSD), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, os valores são assimétricos: Marcelo doa R$ 2.000 a Renato, enquanto Renato registra uma despesa de R$ 10.000 para Marcelo — uma diferença de 5x que não se explica como simples ressarcimento ou devolução. O conjunto (partidos distintos + ciclo fechado + assimetria relevante) justifica uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.533.209,11

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,53 milhão, mas as transações são de 2018 e incluem doações entre campanhas e partido, o que é comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser explicado por repasses internos de campanha, mas a quantidade de entidades e a direção das setas merecem uma checagem humana para confirmar se há regularidade.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.124.929,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,12 milhão, mas a maior parte do fluxo (R$ 889,4 mil) é uma doação de Fernando de Castro Marques para Rogério Schumann Rosso, ambos candidatos em 2018 no DF, o que pode ser repasse dentro de uma mesma coligação. As demais transações são de valores menores e algumas ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), quebrando a ideia de ciclo fechado no mesmo pleito. Sem informação sobre coligação, vínculos societários ou contratos, não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.100.929,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um núcleo claro entre a campanha de Rogério Schumann Rosso (PP) e Fernando de Castro Marques (Solidariedade), que recebeu R$ 73,8 mil da campanha e devolveu R$ 889,4 mil ao próprio Rosso — um retorno muito maior que a saída, sem partido/coligação comum declarada. Além disso, Renato Santana da Silva (PP) aparece pagando despesas a Rosso em 2018, enquanto em 2022 há uma troca de R$ 2 mil entre Rosso e Geraldo da Silva Santos, que doou a Renato. O conjunto forma um loop fechado entre pessoas de partidos diferentes, com valores assimétricos, o que justifica checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.100.929,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um núcleo claro: a campanha de Rogério Schumann Rosso (PP) doa para Fernando de Castro Marques (Solidariedade), que devolve R$ 889.400,00 à campanha de Rosso — um retorno de valor muito superior ao enviado. Além disso, Renato Santana da Silva (PP) aparece como doador/fornecedor de Rosso em 2018 e há um fluxo cruzado em 2022 com Willyam Bosco Pereira Mazon, sem que os fatos expliquem a relação entre eles. O volume e a direção do dinheiro entre candidatos de partidos diferentes, com retorno ampliado, não se encaixam numa explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.100.929,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um trecho central em que a campanha de Rogério Schumann Rosso (governador, 2018) doa R$ 8,89 milhões a Fernando de Castro Marques (senador, 2018), que por sua vez doa valores de volta a Rogério Schumann Rosso (deputado federal, PP). Embora haja partidos diferentes (PP e Solidariedade) e possível coligação em 2018, o retorno de recursos de um candidato a outro dentro do mesmo ciclo eleitoral, com valores expressivos, não tem explicação simples e merece checagem humana. O restante do loop (R$ 133 mil de Renato Santana a Rogério e R$ 2 mil de Alexandre Nunes a Renato) é de menor monta e pode ser ressarcimento ou despesa comum, mas o núcleo da cadeia chama atenção.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.100.429,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, mas as transações listadas mostram apenas 5 movimentações, sendo que a maioria ocorre em 2018 e uma em 2022. Há vínculos partidários entre Renato Santana e Rogério Ross (ambos PP-DF), o que pode explicar repasses internos, mas a doação de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Rogério Ross, de valor alto (R$ 889,4 mil), não tem explicação simples nos dados. O loop não é claramente fechado com as transações fornecidas, pois falta a origem do dinheiro para Renato e o destino final. Sem mais contexto, não dá para afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.099.929,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um fluxo de R$ 889.400,00 de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Rogério Schumann Rosso (PP), partidos diferentes, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Além disso, há um retorno de R$ 2.000,00 de Rogério para Mailze Augusto Barreiro em 2022, fechando o loop, e uma despesa de R$ 133.657,75 de Renato Santana da Silva para Rogério, valores que merecem checagem manual pela ausência de vínculo partidário claro entre todos os elos.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 1.099.879,44

IA O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria das transações ocorre dentro do mesmo grupo político (PP) ou entre coligações aliadas em 2018, o que é comum em campanhas eleitorais. O valor total de R$ 1,1 milhão não é exorbitante para uma campanha majoritária, e as transações podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre candidatos da mesma chapa ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor muito acima do mercado.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.099.320,40

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com uma doação de R$ 889,4 mil de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Rogério Schumann Rosso (PP) em 2018, valor muito acima das demais transações da cadeia. Embora Renato Santana da Silva e Rogério Schumann Rosso sejam ambos do PP, Fernando de Castro Marques é de outro partido, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O retorno do dinheiro à cadeia inicial em um ciclo curto e fechado justifica uma checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.099.189,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um fluxo de R$ 889,4 mil saindo de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Rogério Schumann Rosso (PP) e R$ 133,6 mil saindo de Renato Santana da Silva (PP) para Rogério, fechando o loop. Embora Renato e Rogério sejam ambos do PP, Fernando é de outro partido e não há coligação ou vínculo partidário comum indicado entre todos os elos. O valor expressivo e a presença de um ator de partido distinto dificultam uma explicação simples de repasse interno ou ressarcimento rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.098.689,44

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,1 milhão, com um núcleo claro: a campanha de Rogério Schumann Rosso (PP) doa R$ 889,4 mil a Fernando de Castro Marques (Solidariedade), que por sua vez devolve o mesmo valor a Rosso. Renato Santana da Silva (PP) também aparece pagando despesas a Rosso, fechando o loop. Embora Rosso e Renato sejam do mesmo partido (PP), a entrada de Fernando Marques (Solidariedade) e a devolução de valor idêntico em ciclo curto justificam checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.098.379,44

IA O ciclo envolve cinco entidades e R$ 1,09 milhão, com um núcleo claro: a campanha de Rogério Schumann Rosso (PP) doa para Fernando de Castro Marques (Solidariedade), que devolve R$ 889,4 mil ao próprio Rosso, e Renato Santana da Silva (PP) também repassa R$ 133,6 mil a Rosso. Embora Rosso e Renato sejam ambos do PP, Fernando é de outro partido, e o valor que sai de Rosso para Fernando (R$ 73,8 mil) é uma ordem de grandeza menor que o retorno (R$ 889,4 mil), o que foge do padrão de simples repasse partidário. O fechamento do ciclo com uma quinta entidade sem nome e sem partido identificado reforça a necessidade de checagem humana.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: bizarroR$ 1.098.320,40

IA O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PP, Solidariedade, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. O trecho mais chamativo é a doação de R$ 889.400,00 de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Rogério Schumann Rosso (PP), valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia. Além disso, há um retorno de recursos de Rogério Rosso para Hilda Pires em 2022, fechando o loop, sem relação partidária evidente entre eles.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 941.697,80

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 941 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores muito díspares. A maior parte do valor (R$ 786,6 mil) é uma doação de Fernando de Castro Marques (Solidariedade) para Renato Santana (PP), partidos diferentes, o que poderia ser um repasse entre aliados, mas não há informação suficiente para afirmar. As demais transações são de baixo valor ou de anos distintos, não configurando um ciclo fechado e coerente no mesmo período.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 941.697,80

IA O ciclo envolve 5 entidades e R$ 941 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares: uma doação de R$ 786,6 mil de Fernando para Renato em 2018, enquanto as demais somam centavos ou R$ 2 mil. Não há um encadeamento claro de ida e volta no mesmo período, e as entidades têm partidos variados (PP, PSD, Solidariedade), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência partidária, mas também não evidencia um loop fechado e suspeito. Faltam dados sobre a origem dos recursos de Fernando e o destino final, impedindo uma classificação mais assertiva.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 940.697,80

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, Solidariedade, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações parecem fragmentadas, sem um elo claro que caracterize um loop fechado e relevante. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, Solidariedade, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são pequenos e dispersos, e não há um fato concreto como empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo valor ou fornecedor fora do ramo. O sinal não aponta claramente para algo rotineiro nem para algo bizarro, ficando no meio-termo.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76

IA O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PSD, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 786.600 de Fernando para Renato) domina o total, enquanto as demais são de baixa monta (R$ 1,15; R$ 390,96; R$ 1.000; R$ 37.750). Sem saber se há relação partidária ou de coligação entre Fernando e Renato, e com a presença de uma entidade intermediária sem nome (69611211104), não há um fato concreto que force uma checagem imediata, mas também não é possível descartar como rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 5 nósIA: inconclusivoR$ 939.088,76

IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 786.600 de Fernando para Renato vs. R$ 1,15 de Rogério para a direção do PSD) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PP, Solidariedade, PSD), mas há trânsito de recursos entre campanhas do DF, o que pode ocorrer em alianças locais. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como um retorno quase idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 440.279,67

IA O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PP) no DF e a direção regional do PSD, com valores que não são absurdos (R$ 50 mil de doação partidária, R$ 2 mil de doação individual, R$ 2 mil de despesa). A maior parte das transações é compatível com repasses partidários e doações entre aliados, mas o elo 'RENATO SANTANA DA SILVA -> EDIMARIO DIAS CERQUEIRA' como despesa de campanha não tem explicação óbvia nos dados, e o fechamento do ciclo via PSD regional mereceria checagem. Não há, porém, um fato isolado que destoe de forma gritante (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro sem mais contexto.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 440.279,67

IA O ciclo envolve valores muito díspares: R$ 50.210,80 do diretório do PSD-DF para Renato Santana (2018), R$ 2.000 de Manoel Gonçalves para Rogerio Rosso (2022), R$ 1,15 de Rosso para o diretório (2018) e R$ 2.000 de Renato para Manoel (2022). As transações de 2022 (R$ 2.000 ida e volta entre Renato e Manoel, com passagem por Rosso) formam um ciclo curto e fechado, mas o valor é baixo e pode ser ressarcimento ou acerto entre aliados. Já a doação de R$ 50.210,80 do diretório do PSD para um candidato do PP não se conecta claramente ao restante do ciclo, e o valor de R$ 1,15 é irrisório. Sem mais contexto, não há um fato isolado que destoe de forma gritante a ponto de justificar priorização, mas também não é um padrão claramente rotineiro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 439.279,67

IA O loop envolve valores muito díspares (R$ 50.210,80 de doação partidária a Renato; R$ 1.000 de despesa de Renato a Ester; R$ 2.000 de doação de Ester a Rogerio; R$ 1,15 de despesa de Rogerio ao diretório) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Renato e Rogerio são ambos do PP/DF, o que dá uma explicação partidária plausível para parte das movimentações, mas a inclusão de Ester de Souza Oliveira (sem partido informado) e a assimetria temporal/valor impedem tanto descartar como confirmar um padrão suspeito. Não há um fato único e concreto que salte aos olhos como anômalo o bastante para justificar priorização imediata.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63

IA O loop envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 50.210,80) é doação da direção do PSD-DF para Renato Santana, enquanto as demais transações são de R$ 1,15, R$ 390,96 e R$ 1.000,00. As entidades listadas incluem dois candidatos do PP-DF e a regional do PSD-DF, sem que os fatos permitam afirmar se há relação partidária ou de coligação entre eles. O ciclo fechado chama atenção, mas os valores pequenos e a ausência de informações sobre a natureza das despesas (ex.: reembolso, cessão de espaço) tornam o caso ambíguo.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63

IA O ciclo envolve valores muito díspares: uma doação de R$ 50.210,80 do diretório do PP para Renato Santana, uma despesa de R$ 1.000,00 de Renato para Graziela, uma doação de R$ 390,96 de Graziela para Rogerio Rosso e uma despesa de R$ 1,15 de Rogerio para o diretório. O elo de maior valor (diretório -> Renato) é compatível com repasse partidário usual, e os demais valores são pequenos, mas a cadeia fecha um ciclo entre pessoas do mesmo partido (PP) e o diretório, sem que os fatos permitam afirmar se é coincidência ou algo a checar. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor sem relação, valor uma ordem de grandeza acima, empresa doando e recebendo de volta), por isso não se justifica classificar como bizarro.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 437.670,63

IA O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 50.210,80 de doação partidária, R$ 390,96 de doação individual, R$ 1,15 de despesa e R$ 1.000,00 de despesa) e anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais (Renato Santana e Rogério Rosso) são ambos do PP/DF, o que dá uma explicação partidária plausível para parte das movimentações. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização manual imediata.

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no ciclo · circular_donations · 4 nósIA: inconclusivoR$ 32.000,00

IA O ciclo envolve 4 entidades e R$ 32.000, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores não formam um retorno claro do mesmo montante. Há vínculo partidário entre Renato e Rogério (ambos PP/DF), o que pode explicar parte da movimentação como repasse interno ou despesa de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma evidente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.

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doações recebidas
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detalhe
despesas — pra onde foi o dinheiro
0 registros
detalhe
redes sociais declaradas
@renatosantanadf
declarado em 2022
@RenatoSantanaDF
declarado em 2018