Gerado por regras sobre dados já coletados — indício, não prova.
IA O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (PSOL e PSTU), o que à primeira vista dificulta a explicação por coligação comum. Porém, os valores são modestos (R$ 370 de doação e R$ 6.000 em despesas em anos distintos) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2022 e 2024), podendo ser ressarcimentos ou pagamentos por serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão ou que aponte para algo claramente atípico, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
IA O ciclo envolve quatro entidades do mesmo partido (PSOL) em Goiás, com valores muito díspares: uma doação de R$ 50,00, uma despesa de R$ 5.000,00, um repasse de R$ 160.500,00 da direção nacional e uma despesa de R$ 1,49. A maior parte do volume (R$ 160.500,00) vem de fora do ciclo (direção nacional), e as transações internas são de baixo valor e podem ser explicadas por repasses partidários ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a estrutura circular com valores tão distintos merece uma verificação humana para confirmar a legitimidade.
IA O ciclo envolve quatro entidades, mas todas ligadas ao PSOL de Goiás, e os valores são pequenos e dispersos em anos diferentes (2020 e 2024). A maior transação (R$ 160.500,00) vem da Direção Nacional para uma candidata, o que é um repasse partidário comum, e não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a estrutura circular com uma empresa fornecedora merece uma checagem rápida.
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